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O País – A verdade como notícia

Desabamento de prédio no Cairo provoca seis mortos

Entre as vítimas mortais estão três crianças. Sete pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas para unidades hospitalares. Pelo menos seis pessoas morreram, incluindo três crianças,

Desabamento de prédio no Cairo provoca seis mortos

Entre as vítimas mortais estão três crianças. Sete pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas para unidades hospitalares. Pelo menos seis pessoas morreram, incluindo três crianças,

A medida, anunciada na quarta-feira, abre parcialmente portas à entrada de nacionais dos EUA, grande parte da União Europeia (EU), incluindo Portugal, e países como Timor-Leste, Brasil, Cabo Verde e Moçambique, escreve Notícias ao Minuto.

A proibição, segundo a fonte, mantém-se para 56 países, entre os quais a Rússia, a maior parte da África, incluindo Angola, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe e alguns estados da Europa de Leste.

Apesar da reabertura, o Japão suspendeu temporariamente os acordos de isenção de visto, pelo que actualmente é obrigatório o pedido de visto para viajar para o país asiático.

As autoridades estabeleceram uma quota diária de bilhetes, cujo limite actual é de 7.000 pessoas por dia, entre japoneses e estrangeiros, número que subirá para 10.000 a partir de 10 de Abril.

A 1 de Abril, o Governo japonês já tinha levantado a recomendação aos seus cidadãos de não viajarem para os mesmos 106 países da Europa, América do Norte e América Latina, devido à COVID-19.

Onze soldados morreram e 19 ficaram feridos na terça-feira, num suposto ataque de rebeldes em Birnin Gwari, no estado de Kaduna, na Nigéria. A informação foi avançada pelo exército nigeriano.

“Os bandidos entraram em confronto com os soldados durante duas horas. “Eles mataram 11 homens, 19 soldados ficaram feridos e três veículos foram queimados”, explicou um porta-voz militar.

Segundo o jornal nigeriano ‘Premium Times’, citado pelo Notícias ao Minuto, o exército disse que os rebeldes atacaram uma base militar em Polewire, ao longo da auto-estrada entre Kaduna e Birnin, na cidade de Birnin Gwari.

O ataque, em que os assaltantes usaram lança-granadas e outras armas, ocorreu às 16:45, hora local. O Exército disse ainda que reforços foram enviados de outra base, em Gwaska, por volta das 21h15, (hora local), avança a fonte.

O Presidente da Ucrânia, Volodomyr Zelensky, vai intervir hoje na reunião do Conselho de Segurança da ONU que será dominada pelo alegado massacre de civis por parte das forças russas em Bucha, perto de Kiev.

A missão diplomática do Reino Unido, que preside em Abril ao importante órgão das Nações Unidas, revelou na segunda-feira à noite, através da rede social Twitter, a intervenção de Zelensky, que será a primeira desde o início da invasão russa na Ucrânia.

Segundo a nota publicada pelo Notícias ao Minuto, os britânicos não confirmaram se a intervenção do Chefe de Estado ucraniano por videoconferência será ao vivo ou numa mensagem gravada.

Na nota divulgada no Twitter, a missão britânica explicou que a reunião de terça-feira servirá para “garantir que a verdade sobre os crimes de guerra russos é ouvida”.

“Vamos expor a guerra de Putin como ela realmente é”, assegurou a missão britânica através da sua conta no Twitter.

Esta sessão do Conselho de Segurança estava programada há muito tempo para ter a participação do Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres.

A comunidade internacional tem reagido à denúncia das autoridades ucranianas da existência de mais de 400 cadáveres nas ruas de Bucha, a oeste de Kiev, no seguimento da ocupação pelas forças russas, situação também documentada no terreno por vários ‘media’ internacionais.

A Rússia negou “categoricamente” as acusações de “massacre” e “genocídio” relacionadas com descoberta de um grande número de cadáveres de civis em Busha, nos arredores de Kiev, e anunciou uma “avaliação judicial da provocação” ucraniana.

Moscovo convocou uma reunião do Conselho de Segurança da ONU para discutir o que chamou de “provocações odiosas” da Ucrânia, que denunciou o assassínio de civis por tropas russas em Busha, mas esta não decorreu na segunda-feira perante a oposição da presidência britânica.

O embaixador russo nas Nações Unidas afirmou ainda que “nem um único residente de Bucha sofreu qualquer violência nas mãos dos russos” e prometeu apresentar esta terça-feira, na reunião do Conselho de Segurança, provas de que as agressões contra civis têm partido dos próprios ucranianos.

Os homicídios em Busha foram também denunciados pela organização de direitos humanos Human Rights Watch num comunicado publicado este domingo, no qual detalha casos de execuções de civis, ameaças, violações e saques cometidos presumivelmente por soldados russos.

Imagens nas televisões e jornais de dezenas de corpos em valas comuns ou espalhados pelas ruas dos arredores da capital ucraniana, no fim-de-semana, na sequência da retirada russa, estão a chocar os países ocidentais.

Estados Unidos, União Europeia, Espanha, Polónia, Alemanha, Reino Unido, França, Japão, Canadá e Estados Unidos, entre outros, condenaram publicamente e defenderam novas sanções à Rússia.

O Presidente da África do Sul anunciou, na noite de ontem, o fim das restrições contra a pandemia, com efeitos a partir da meia-noite de segunda-feira. Todavia, Ramaphosa mantém “medidas transitórias” até ao início de Maio para “recuperação e reabilitação pós-calamidade”, escreve o Observador.

É o fim de 750 dias de estado de emergência, comunicou Cyril Ramaphosa num discurso ao país sobre o levantamento das medidas de contenção da COVID-19 na África do Sul.

“O executivo decidiu encerrar o estado nacional de calamidade com efeitos a partir da meia-noite de segunda-feira”, disse Ramaphosa salientado que “a pandemia ainda não terminou”.

No seu discurso, o Presidente sul-africano informou que as medidas transitórias anunciadas terminam automaticamente após 30 dias, incluindo o uso de máscara obrigatório em espaços fechados, a continuidade das restrições aos aglomerados (1.000 pessoas em espaços fechados e 2.000 ao ar livre em caso de estatuto não vacinal); o comprovativo de vacinação ou de teste PCR negativo até 72 horas para viajantes internacionais e o subsídio social de 350 rands (20 euros) que continuará em vigor.

“Todas as outras medidas terminam à meia-noite, incluindo restrições a práticas culturais, criminalização por desrespeito das regras e os níveis de alerta são eliminados. O programa de Compensação por Lesão da Vacina da COVID-19, administrado pelo Departamento de Saúde, continuará em vigor após o término do Estado Nacional de Calamidade. O programa só será terminado uma vez que tenha alcançado o seu objetivo. Este programa entrou em vigor, em Abril do ano passado, para fornecer o acesso rápido e fácil à indemnização a qualquer pessoa que sofra uma lesão grave por ter sido vacinada com a vacina da COVID-19”, salientou Ramaphosa.

Para Ramaphosa, o fim do estado nacional de calamidade é um marco importante na luta contra a pandemia.

 

“A VACINAÇÃO É A NOSSA MELHOR DEFESA CONTRA A COVID-19”

A pandemia não terminou, por isso, o Presidente sul-africano apelou ao povo sul-africano que “continuemos cautelosos, podemos ter a certeza de que estamos numa posição melhor agora do que nos últimos 750 dias”.

“Estamos esperançosos de que o pior já passou e confiantes de que só há dias melhores pela frente”, avançou Ramaphosa.
O Presidente sul-africano afirmou que a declaração do estado de calamidade “foi uma resposta a uma crise global de saúde que representava uma grave ameaça à vida e ao bem-estar do povo”.

Segundo Ramaphosa, “a natureza mutável da pandemia no país foi mais evidente na quarta vaga em Dezembro e Janeiro”, salientando que “durante a terceira vaga em Julho do ano passado, o número médio diário mais elevado de óbitos relacionados com a COVID-19 registado foi de 420”.

“Na quarta vaga, em Fevereiro deste ano, o maior número diário de mortes relacionadas com a COVID-19 foi de 240”, adiantou, salientando que “na semana passada, esse número caiu para apenas 12.”

Ramaphosa referiu que as autoridades de saúde “estão a observar um padrão semelhante” nas unidades hospitalares de Saúde no país.

Dados das autoridades de saúde sul-africanas partilhados pelo Presidente Ramaphosa indicam que, das 108 mil camas no país, apenas 1.805 estão ocupadas actualmente por pacientes com COVID-19. Das 5.600 camas nos cuidados intensivos do país, apenas 175 estão ocupadas por pacientes com COVID-19. Isto indica uma tendência de queda que nos permite voltar à normalidade nas unidades de saúde pública.

Nas últimas vinte e quatro horas, a África do Sul contabilizou 685 novos casos de infecção por COVID-19 e dois óbitos relacionados com a doença.

O número acumulado de casos de infecção por COVID-19 na África do Sul é de 3.723.639, sendo que o número total de óbitos ascende a 100.052, segundo as autoridades sul-africanas.

O número total de vacinas administradas é de 33.875.176, com 53.972 novas vacinas administradas nas últimas 24 horas, anunciou o Instituto Nacional de Doenças Transmissíveis (NICD) sul-africano.

“Agora é a hora de desenvolver a nossa economia e criar empregos”, concluiu o Presidente Cyril Ramaphosa.

O Governo de Vladimir Putin convocou uma reunião do Conselho de Segurança da ONU para discutir o que chamou de “provocações odiosas” da Ucrânia, que denunciou o assassínio de civis por tropas russas em Busha.

“À luz das provocações odiosas dos radicais ucranianos em Busha, a Rússia solicitou uma reunião do Conselho de Segurança da ONU na segunda-feira, 4 de Abril”, escreveu na rede social Twitter o vice-embaixador da Rússia na ONU, Dimitri Poliansky.

Moscovo negou que as suas tropas tenham matado civis em Busha e assegurou que todas as fotografias e vídeos publicados pelo Governo ucraniano são “uma provocação”.

A ex-embaixadora dos Estados Unidos na ONU, Samantha Power, criticou a decisão da Rússia. “A Rússia está a recorrer ao mesmo cenário da Crimeia e de Alepo [na Síria]: forçada a defender o indefensável, a Rússia exige uma reunião do Conselho de Segurança da ONU para fingir indignação”, escreveu no Twitter.

“Ninguém acredita nisso”, acrescentou a actual chefe da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional.

A invasão russa – iniciada a 24 de Fevereiro – já provocou a morte de pelo menos 1.417 civis, incluindo 121 crianças, e feriu 2.038, entre os quais 171 menores, segundo os mais recentes dados da ONU, que alerta para a probabilidade de o número real de vítimas civis ser muito maior.

A guerra provocou a fuga de mais de 10 milhões de pessoas, incluindo mais de 4,7 milhões de refugiados em países vizinhos e cerca de 6,5 milhões de deslocados internos. A ONU estima que cerca de 13 milhões de pessoas necessitam de assistência humanitária na Ucrânia.

O Papa Francisco pediu que a Europa seja tão generosa com aqueles que chegam da outra parte do Mediterrâneo, numa referência à migração africana, assim como está a ser com os refugiados ucranianos.

O santo padre falava numa conferência de imprensa que realizou no voo de regresso da sua visita de dois dias a Malta e em que um dos principais temas foram os fluxos migratórios para os países do sul da Europa.

“A Europa está a receber com muita generosidade os ucranianos que batem à sua porta e espero que também receba aqueles que chegam da outra parte do Mediterrâneo”, disse o Pontífice, citado pelo Notícias ao Minuto.

Em Malta, o chefe da Igreja Católica visitou um centro de acolhimento de migrantes e reiterou que “os migrantes são sempre bem-vindos”, mas “que cada governo deve dizer o que pode receber e para isso é necessário um acordo na Europa”.

Entretanto, Francisco lamentou, ainda, que nem todos estejam dispostos, apesar de a história da Europa ser feita pela migração.

Mais uma vez, o Papa pediu uma política de migração partilhada na Europa para que países como Malta, Espanha, Itália ou Grécia não tenham de carregar todo o peso”.

Sete pessoas morreram e 34 ficaram feridas num ataque russo numa zona residencial em Kharkiv, a principal cidade do nordeste da Ucrânia. Ao que tudo indica, segundo as autoridades locais citadas pela Euronews, o ataque das tropas russas aconteceu este domingo e há três crianças entre os feridos.

“Os ocupantes russos bombardearam edifícios residenciais no distrito de Slobodskyy, em Kharkiv. Como resultado, uma dúzia de casas e um depósito de autocarros foram danificados. De acordo com informações preliminares, sete pessoas morreram e 34 ficaram feridas, incluindo três crianças”, disse a mesma fonte que é também citada pelo Notícias ao Minuto.

Entretanto, o Ministério da Defesa russo acusou ontem as autoridades ucranianas de “impedir” a operação de retirada de civis da cidade de Mariupol, cenário de combates sangrentos entre o exército russo, as milícias de Donbass e as forças armadas ucranianas.

“Infelizmente, as operações humanitárias bem organizadas e bem preparadas para salvar os residentes de Mariupol e cidadãos estrangeiros foram cinicamente frustradas pelo lado ucraniano”, disse o chefe do centro de controlo da Defesa Nacional da Rússia, o coronel-general Mikhail Mizintsev.

Segundo o oficial militar russo, o troço da estrada adjacente a Mariupol “foi repetidamente atacado por unidades do exército ucraniano e por batalhões nacionalistas com morteiros.

Na cidade de Mykolaiv, no sul da Ucrânia, subiu para 36 o número de pessoas que morreram no prédio do Governo que foi atingido por um míssil russo na semana passada. No local, os bombeiros ainda procuram sobreviventes.

No centro da cidade de Odessa, também no sul do país, ouviram-se três explosões durante a madrugada deste domingo. O terceiro ataque das froças russas em dois dias.

O maior centro comercial da cidade foi atingido por dois mísseis. Horas antes, foram registadas também explosões numa refinaria na zona portuária, banhada pelo Mar Negro.

Os portos do sul têm sido atacados pelas forças russas, numa tentativa de isolar a Ucrânia do Mar Negro e criar um corredor da Rússia à Crimeia.

A Polónia diz estar disponível para acolher armas nucleares americanas face à guerra entre a Ucrânia e a Rússia.

“Faria sentido ampliar a presença nuclear no flanco leste [da NATO – Organização do Tratado Atlântico Norte]”, afirmou o vice-primeiro ministro polaco, Jaroslaw Kaczynski, citado pelo Notícias ao Minuto.

Jaroslaw Kaczynski propôs também aumentar a presença das tropas americanas na Europa, de 100.000 para 150.000 efectivos, metade dos quais deveria estar mobilizada de forma permanente nos países do leste da Europa, nas fronteiras com a Rússia.

“Os soldados da potência nuclear americana são o factor mais forte na hora de prevenir que a Rússia ataque os países da NATO e aquele que nos proporciona uma maior segurança”, explicou.

O governante falou, também, da criação, no país, de um grande centro operativo da NATO, a partir do qual se possam planificar e dirigir missões. “Seria um claro sinal a Moscovo, que significaria que a liderança da NATO estaria também presente no leste”, notou.

De acordo com o Notícias ao Minuto, Kaczynski mostrou-se “muito insatisfeito” face à posição da Alemanha em relação à Rússia, nomeadamente com um embargo ao petróleo russo.

O político ultraconservador, considerado pelos analistas como o verdadeiro líder político da Polónia, explicou que as importações do gás russo são mais difíceis de substituir, mas, no caso do petróleo, tal seria possível.

“Durante anos, o Governo alemão não quis ver o que a Rússia faz a mando de Putin”, acusou o responsável político, referindo que não era difícil prever o que iria acontecer.

Já antes da guerra entre a Ucrânia e a Rússia, em 2017, Jaroslaw Kaczynski defendia a ideia de uma Europa como potência nuclear.

Também em 2020, a embaixadora americana em Varsóvia sugeriu a relocalização de armas nucleares americanas que estão na Alemanha para a Polónia, com analistas a considerarem que tal seria um erro, não apenas pelos custos, mas por essas armas ficarem mais vulneráveis a ataques preventivos.

A China registou o número mais elevado de casos desde o pico da primeira vaga de COVID-19  há mais de dois anos, ao contabilizar um total de 13.146 infectados nas últimas 24 horas, informaram hoje as autoridades, escreve o Notícias ao minuto.

Os casos incluem “1.455 pacientes com sintomas e 11.691 assintomáticos”, sem que se tenham registado mortes, disse a Comissão Nacional de Saúde em comunicado, no momento em que a variante altamente contagiosa Ómicron se propagou a mais de uma dúzia de províncias.

Quase todos os 25 milhões de habitantes de Xangai, capital económica da China, estão confinados desde sábado. Nos últimos dias, a cidade tornou-se o epicentro de uma nova onda de contágio ligada à Omicron.

A China, país onde o novo coronavírus foi detectado pela primeira vez no final de 2019, é um dos últimos países do mundo a praticar uma política “zero casos”, com recurso a confinamentos, testes em massa, isolamento sistemático de pessoas infectadas e encerramento das fronteiras.

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