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O País – A verdade como notícia

O Governo turco anunciou, este domingo, que o primeiro navio carregado de cereais ucranianos deverá sair esta segunda-feira do porto, no âmbito do acordo de um corredor para a exportação dos grãos da Ucrânia.

“Os navios estão carregados. Está tudo pronto. Há algumas complicações menores. O primeiro navio pode sair amanhã de manhã”, disse o porta-voz da presidência turca, Ibrahim Kalin, citado pelo Notícias ao Minuto.

Com a mediação da Turquia, Moscovo e Kiev assinaram em Istambul, em 22 de Julho, um acordo que prevê a exportação de cerca de 22 milhões de toneladas de cereais de três portos ucranianos: Odessa, Pivdennyi e Chornomorsk.

Segundo o Notícias ao Minuto, os rebocadores ucranianos levarão comboios marítimos ao longo de uma rota sem perigo, livres de minas flutuantes, e os navios da marinha turca farão a escolta até Bósforo.

Desde a assinatura do acordo, funciona em Istambul um centro de coordenação e supervisão desta rota marítima, com 20 representantes, tanto civis como militares, enviados pela Rússia, Ucrânia, Turquia e Nações Unidas.

O presidente da Guatemala, Alejandro Giammattei, escapou ileso de um ataque armado no sábado contra a delegação presidencial na região de Huehuetenango, no oeste do país.

“Confirma-se o ataque à comitiva presidencial na aldeia de La Laguna, Jacaltenango, Huehuetenango”, disse a rádio guatemalteca SONORA.

Citada pelo Notícias ao Minuto, a emissora acrescentou que o exército do país respondeu ao atentado, que resultou num ferido de 27 anos. Trata-se de Carlos José López Velásquez, de nacionalidade mexicana, alegadamente membro do grupo armado.

De acordo com a agência de notícias Europa Press, agentes do exército da Guatemala e do México patrulhavam a fronteira entre os dois países no momento em que um grupo de indivíduos armados atacou.

Os agressores terão fugido para o México, a cerca de 30 quilómetros, onde agentes das forças armadas mexicanas terão detido quatro guatemaltecos.

A Nova Iorque decretou Estado de Emergência devido ao aumento de casos de varíola dos macacos. O Estado tem mais de 1400 casos registados da doença.

Os Estados Unidos da América têm vindo a registar um aumento significativo de casos da varíola dos macacos. Ao todo, o país contabiliza mais de 4600 infecções.

Do total de casos registados, grande parte deu-se no estado de Nova Iorque, com mais de 1.400 infectados.

Devido ao aumento de casos da doença, as autoridades do Estado norte-americano de Nova Iorque decretaram Estado de Emergência.

A medida vai permitir aos organismos estaduais mobilizar fundos e recursos para ajudar as localidades a combater o vírus.

A doença foi relatada em 78 países até agora e 70% dos casos estão concentrados na Europa e 25% nas Américas, de acordo com da OMS.

Entre os principais sintomas destaque vai para febre, dor de cabeça, dores musculares, dor nas costas, calafrios e exaustão.

Ao todo, existem no mundo mais de 20 mil casos da Varíola dos macacos.

O número de mortes no Irão na sequência de deslizamento de lamas e inundações, esta semana, aumentou para 53.

Mais de 30 pessoas morreram em duas aldeias, a noroeste e nordeste de Teerão, depois das chuvas torrenciais que provocaram aluimentos de terras.

Quase duas dúzias de pessoas morreram em oito outras províncias e 21 das 31 províncias do Irão foram afetadas pela chuva forte.

Receou-se que o número de mortos pudesse ser superior, porque pelo menos 16 pessoas continuavam desaparecidas e mais corpos começavam a ficar descobertos com a descida do nível das águas.

No salvamento e buscas estiveram também envolvidos militares, que ajudaram a transferir milhares de pessoas de áreas remotas para locais mais seguros.

No sábado, inundações repentinas na província de Fars, no sul do Irão, atingida pela seca, mataram pelo menos 22 pessoas e afetaram cerca de uma dúzia de aldeias na província.

O líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, defendeu que a amizade “selada a sangue” entre Pyongyang e Pequim continuará a desenvolver-se no futuro.

“A amizade entre a Coreia do Norte e a China baseia-se em todo o tipo de testes históricos, será imortal e desenvolver-se-á geração após geração, juntamente com o avanço da causa socialista”, disse Kim, citado pelo Notícias ao Minuto.

As declarações do dirigente norte-coreano foram feitas na quinta-feira, durante uma visita à Torre da Amizade sino-coreana, em Pyongyang, monumento que presta homenagem aos soldados chineses que lutaram na Guerra da Coreia (1950-53), que opôs Norte e Sul.

Kim depositou no local uma coroa de flores para assinalar o Dia da Vitória, que marca o fim da guerra, em 27 de Julho de 1953.

Os combates terminaram com a assinatura de um armistício que nunca foi substituído por um tratado de paz, o que significa que os dois países continuam tecnicamente em guerra.

Durante a visita ao monumento, Kim destacou o mérito de combate dos soldados e voluntários chineses, dizendo que “os mártires deste conflito permanecerão para sempre vivos”, escreve o Notícias ao Minuto.

No discurso para celebrar o Dia da Vitória, Kim advertiu os Estados Unidos que o país asiático está pronto para qualquer conflito militar e ameaçou a vizinha Coreia do Sul com a “aniquilação” face a qualquer tentativa de derrubar o regime norte-coreano.

A Coreia do Norte insistiu recentemente nos laços de amizade com a China, numa altura em que as negociações nucleares com Washington se encontram num impasse e que o mundo testemunha uma crescente rivalidade entre a China e os Estados Unidos.

As forças russas ocuparam a segunda maior central de energia da Ucrânia, a central de carvão de Vuhlehirsk, que existe desde a era soviética em Donetsk.

A informação foi divulgada, esta quarta-feira, pelo assessor do presidente Volodymyr Zelenskiy, citado Notícias ao Minuto.

Segundo o assessor presidencial, Oleksiy Arestovych, “eles [o inimigo russo] conseguiram uma pequena vantagem tática – capturaram Vuhlehirsk”.

Na mesma intervenção, o responsável informou ainda que as tropas russas estão, neste momento, a realizar uma operação de deslocamento maciço para três regiões do sul, nomeadamente Kherson, Melitopol e Zaporizhzia.

A conquista desta central, segundo o Notícias ao Minuto, é a primeira vitória de Moscovo nas últimas três semanas.

Celebra-se, esta quinta-feira, 28 de Julho, o Dia Mundial contra as Hepatites, uma efeméride que acontece numa altura em que mais de 91 milhões de africanos sofrem de hepatite B ou C. Os dados foram publicados, esta quarta-feira, pela Organização Mundial da Saúde (OMS), citado pelo Notícias ao Minuto.

O estudo tem como foco as hepatites B e C, que causam cirrose hepática e cancro. Segundo pesquisas, em 19 países mais de 8% da população está infectada com hepatite B, enquanto em 18 países mais de 1% da população vive com hepatite C.

Em 2020, a região africana foi responsável por 26% dos casos globais de hepatite B e C e causa das 125 mil mortes associadas.

De acordo com os dados da OMS, Cerca de 70% das infecções por hepatite B em todo o mundo ocorrem em África.

“O que é particularmente preocupante para o futuro é que a região é responsável por 70% dos casos globais de hepatite B encontrados em crianças menores de 05 anos, com 4,5 milhões de crianças africanas infetadas”, lê-se no estudo divulgado pela OMS.

Actualmente, 33 países têm prevalência de hepatite B superior a 1% entre crianças menores de 05 anos, o que representa uma pequena melhoria em relação aos 40 países que tiveram essa prevalência em 2019.

“A hepatite é designada como epidemia silenciosa, mas este estudo está a fazer soar os alarmes para a região e o mundo ouvir”, disse Matshidiso Moeti, director regional da OMS para África.

“Devemos garantir que todas as crianças africanas sejam vacinadas dentro de 24 horas após o nascimento e sejam acompanhadas com duas ou mais doses da vacina”, acrescentou.

Em 2021, a Organização Mundial da Saúde na Região Africana aprovou o “Quadro para uma resposta multissectorial integrada à tuberculose, ao VIH, às infecções sexualmente transmissíveis e à hepatite 2021-2030 na Região Africana da OMS”. O seu objectivo consiste em apoiar os países a chegar aos marcos que foram estabelecidos, nomeadamente introduzir a dose de vacina contra a hepatite B à nascença em 35 Estados-Membros, efectuar o diagnóstico de pelo menos 30% dos portadores de infecções crónicas por hepatite e conseguir colocar em tratamento 30% das pessoas com hepatite B e hepatite C.

Pelo menos 15 pessoas morreram, desde segunda-feira, em protestos desencadeados no nordeste da República Democrática do Congo contra a missão de paz das Nações Unidas no país. Entre as vítimas estão três membros da missão.

Citando pelo Notícias ao Minuto, o presidente da Sociedade Civil de Goma, John Banyene, explica que as mobilizações começaram no sábado e levaram ao assalto e saque de algumas instalações da missão de paz das Nações Unidas (MONUSCO) na cidade, na segunda-feira.

Manifestantes saíram às ruas para exigir a retirada da missão da ONU, criada há mais de duas décadas, acusando-a de ineficiência diante da violência que assola o leste da RDC, onde actuam pelo menos 122 grupos rebeldes, segundo o jornal Barómetro de Segurança Kivu (KST).

“Reitero que a missão está na RDC a convite do governo para ajudar a proteger os civis e promover a estabilidade”, disse o chefe interino da missão de paz das Nações Unidas, Khassim Diagne.

O porta-voz da ONU, Farhan Haq, confirmou esta terça-feira, em conferência de imprensa que, centenas de pessoas participaram nos ataques contra várias instalações da organização, nomeadamente contra a sede do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) em Goma, onde foram “repelidas” por seguranças.

Segundo o Notícias ao Minuto, a população construiu barricadas em diferentes pontos da cidade, além de acender fogueiras em frente a alguns prédios da ONU, enquanto grande parte dos trabalhadores da organização na província teve que ser retirada.

O ataque ocorreu depois de o presidente do Senado congolês (Câmara Alta), Modeste Bahati Lukwebo, ter, em meados de Julho, acusado a MONUSCO de não ser eficaz, exigindo a sua retirada.

Desde 1998, o leste da RDC está mergulhado num conflito alimentado por milícias rebeldes e ataques de soldados do exército, apesar da presença da missão da ONU, com cerca de 14.000 soldados.

O Presidente francês, Emmanuel Macron, de visita aos Camarões, criticou “a hipocrisia” em África por não culpar a Rússia pela guerra na Ucrânia. No entanto, o Presidente francês garantiu que seu país continuará empenhado na segurança do continente.

No balanço da primeira etapa da visita de três dias do Presidente francês ao continente africano, nos Camarões, Emmanuel Macron anunciou, esta terça-feira, que, a pedido do seu homólogo Paul Biya, os dois países planeiam ampliar a sua cooperação em matéria de segurança e defesa, sobretudo no treinamento de tropas para combater o extremismo islâmico.

“França continuará empenhada na segurança do continente. Continuaremos ao lado dos países da bacia do Lago Chade, para os ajudar a combater os terroristas que têm estado a mergulhar o norte dos Camarões no luto há tantos anos”, assegurou o Chefe de Estado francês, citado pela DW.

A visita de Macron é vista como uma tentativa de reforçar a cooperação bilateral francesa, numa altura em que dirigentes russos têm estado a deslocar-se ao continente em busca de apoio. Em África, esta semana, está também o ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Serguei Lavrov.

Ao mesmo tempo, as crescentes ligações de diversos países ao Grupo Wagner, uma organização paramilitar russa envolvida em vários conflitos armados, têm feito soar os alarmes na União Europeia.

Numa conferência conjunta com o Presidente dos Camarões, esta terça-feira, o chefe de Estado francês não escondeu: “Esta presença russa híbrida, que passa pela desinformação, milícias e novas formas de cooperação, com a cumplicidade de poderes políticos enfraquecidos ou mesmo totalmente ilegítimos, quando se trata de juntas militares, causa preocupação”, escreve a DW.

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