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O País – A verdade como notícia

O ministro do Ambiente da República Dominicana, Orlando Jorge Mera, foi morto a tiro, ontem, no seu gabinete, na capital Santo Domingo, por um amigo próximo, que foi detido.

O advogado e político de 55 anos, filho do ex-presidente dominicano Salvador Jorge Blanco (1982-1986), estava à frente do Ministério do Ambiente desde Agosto de 2020.

“Na madrugada de hoje [segunda-feira] o ministro do Ambiente perdeu a vida num ataque armado ao seu gabinete”, disse o porta-voz da presidência, Homero Figueroa, garantindo que o atirador que foi detido e que era amigo pessoal do ministro, escreve o Notícias ao Minuto.

Os disparos ocorreram enquanto o ministro mantinha uma reunião semanal com os seus vice-ministros, adiantaram fontes do ministério.

“As circunstâncias do incidente e sua posterior investigação estão nas mãos das autoridades competentes”, explicou a família do malogrado, em comunicado de imprensa citado pelo Notícias ao Minuto.

Segundo fontes próximas à investigação, Miguel Cruz é um empresário que mantém conflitos com a política do ministro do Meio Ambiente.

O Presidente da República Dominicana, Luis Abinader, lamentou a morte e enviou condolências à família.

Rebeldes ugandeses terão matado 20 pessoas, durante um ataque protagonizado na noite de domingo, no nordeste da República Democrática do Congo (RDC).

De acordo com Christophe Munyanderu, coordenador da Convenção para o Respeito dos Direitos Humanos (CRDH), citado pela DW, além das mortes, os rebeldes “queimaram 30 casas e raptaram alguns jovens” durante um ataque que teve lugar em território Irumu, na província de Ituri.

Segundo avançou um activista, a probabilidade de aumentar o número de mortos é maior, uma vez que podem ser descobertos mais corpos à medida que decorre um trabalho de busca por possíveis óbitos.

A cidade já não sofria este tipo de ataques há algum tempo, o que permitiu “o regresso de muitos habitantes, mas agora todos fugiram para a cidade”, disse Munyanderu, que denunciou a presença de bases das ADF em vários pontos próximos da cidade, “sem a mínima reação das autoridades”.

As ADF são um grupo rebelde de origem ugandesa, mas estão actualmente sediadas no nordeste da RDC, perto da fronteira do país com o Uganda.

Segundo o Gabinete do Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, as ADF foram responsáveis por cerca de 1.260 mortes em 2021, sendo o grupo armado mais letal da RDCongo.

Um grupo de homens armados atacou, este domingo, uma igreja católica, no sudoeste da Nigéria e matou 50 fiéis, incluindo mulheres e crianças.

De acordo com a Polícia local, citada pelo Notícias ao Minuto, o ataque aconteceu durante a missa matinal na igreja católica de São Francisco na localidade de Owo, uma região onde os atentados jihadistas e de grupos criminosos não são comuns.

Segundo Funmilayo Ibukun Odunlami, porta-voz da polícia do estado de Owo, citado pela CNN Brasil, os homens armados invadiram a Igreja São Francisco, atiraram contra pessoas dentro e fora do prédio. Os criminosos espalharam dinamite pelo templo provocando explosões.

Ontem, a Organização das Nações Unidas na Nigéria, que coordena o trabalho das agências da organização no país, condenou o ataque armado. P pediu calma e que se levassem os autores à justiça. Até agora, o atentado não foi reivindicado.

“A representação da organização internacional no país condena o ataque contra os fiéis da igreja católica de São Francisco. A equipa envia as mais profundas condolências às famílias e amigos que choram as vítimas deste horrível crime”, disse o coordenador humanitário da Organização das Nações Unidas (ONU) na Nigéria, Matthias Schmale.

A União Europeia e o Vaticano também condenaram o ataque armado, que o Presidente nigeriano, Muhammadu Buhari, considerou um “hediondo assassínio de fiéis”. De acordo com as autoridades locais, citadas pelo Notícias ao Minuto, várias pessoas ficaram feridas.

As mesmas fontes indicaram que foram mobilizadas forças de segurança para localizar os atacantes, cujas identidades são ainda desconhecidas.

A segurança continua a ser um grande desafio no país mais populoso e maior economia de África. No entanto, o estado de Ondo tinha sido, até agora, uma região considerada relativamente pacífica, em comparação com outras zonas da Nigéria, que se debatem com a insegurança e o extremismo islâmico.

 

Homens armados atacaram uma igreja católica no sudoeste da Nigéria, vitimando, pelo menos, 50 pessoas, segundo avançam a Reuters e a Associated Press (AP), citadas pelo Notícias ao minuto. Contudo, as autoridades ainda não confirmaram o número total de vítimas mortais.

A porta-voz da polícia estatal, Ibukun Odunlami, revelou que os homens armados atacaram a igreja com armas de fogo e explosivos.

“Ainda é cedo para dizer exactamente quantas pessoas foram mortas. Mas muitos fiéis perderam a vida, enquanto outros ficaram feridos no ataque”, adiantou a responsável à agência de notícias AFP.

O ataque ocorreu durante as celebrações do domingo de Pentecostes, no estado de Ondo. Entre os mortos estarão várias crianças, segundo disse Ogunmolasuyi Oluwole, representante local, à AP, citada pelo Notícias ao minuto.

Numa entrevista à televisão estatal russa, citada pela RTP, o presidente russo avisou, ontem, que Moscovo irá atacar novos alvos se o ocidente fornecer mísseis de longo alcance à Ucrânia. O anúncio foi feito horas depois que a capital Kiev foi atingida pela primeira vez em semanas.

Se a Ucrânia receber mísseis de longo alcance, “então tiraremos as conclusões apropriadas e usaremos nossas armas para atacar alvos que não atingimos até agora”, disse Putin.

Mas a resistência dos ucranianos não desarma. Prova disso foi a visita do presidente ucraniano, este domingo, às tropas na linha da frente, na zona de Zaporizhia.

Volodymyr Zelensky agradeceu o serviço e a protecção prestados e fez um minuto de silêncio pelos que caíram em combate.

Os Estados Unidos anunciaram na semana passada que forneceriam à Ucrânia um sistema avançado de mísseis.

A Rússia indicou que, com esse ataque, destruiu veículos blindados entregues à Ucrânia por países do Leste Europeu.

Vinte e cinco pessoas morreram, ontem, num acidente de autocarro, que caiu num desfiladeiro no estado de Uttarakhand, no norte da Índia. A notícia foi divulgada pela imprensa local, citada pelo Notícias ao Minuto.

O autocarro, segundo a fonte, transportava 28 pessoas que faziam uma peregrinação ao tempo Yamunotri, na zona montanhosa de Uttarakhand, quando o veículo caiu num precipício, desconhecendo-se as causas do acidente.

Segundo o India Today, que é citada pelo Notícias ao Minuto, as autoridades já recuperaram os corpos das vítimas e os feridos foram encaminhados para o hospital.

Na Índia, os acidentes rodoviários são frequentes por conta do mau estado das estradas, pelo desrespeito das normas de circulação e pelas condições deficientes dos veículos.

De acordo com os dados mais recentes, em 2019 a Índia registou 449.000 acidentes de viação, nos quais morreram 151.113 pessoas e mais de 451.000 ficaram feridas.

Os juízes tunisinos vão suspender o trabalho nos tribunais durante uma semana e pretendem realizar uma concentração para protestar contra o que consideram perseguição à classe por parte do presidente do país.

O Presidente da Tunísia, Kais Saied, despediu, recentemente, 57 juízes, acusando-os de corrupção e de terem protegido terroristas numa repressão do poder judicial.

Entre os juízes despedidos está Youssef Bouzaker, o antigo chefe do Conselho Superior da Magistratura, que garantiu a independência judicial em 2011 e introduziu a democracia na Tunísia.

Em reacção, a classe dos juízes votou unanimemente na suspensão dos trabalhos em todos os tribunais durante uma semana, e o início da concentração para protestar contra o que consideram perseguição à classe levada a cabo pelo presidente do país.

A greve terá início esta segunda-feira em todas as instituições judiciais e poderá ser prolongada.

A comunidade internacional já reagiu, tendo os Estados Unidos, por exemplo, considerado que há um atentado contra as instituições democráticas da Tunísia.

A Coreia do Norte disparou hoje oito mísseis balísticos para as águas ao largo da costa oriental, na sequência de três dias de exercícios militares conjuntos das forças armadas norte-americanas e sul-coreanas.

Os disparos, segundo o Notícias ao Minuto, prolongaram-se por 30 minutos. “Os nossos militares reforçaram a vigilância em antecipação de novos lançamentos. A Coreia do Sul e os Estados Unidos cooperam estreitamente e estão totalmente preparados”, disse o Estado-maior sul-coreano.

Este disparo ocorre três dias depois dos exercícios de grande escala dos exércitos norte-americanos e sul-coreanos, com a participação do porta-aviões USS Ronald Reagan, de 100 mil toneladas e propulsão nuclear.

Estas foram as primeiras manobras conjuntas dos dois países depois do novo Presidente da Coreia do Sul, Yoon Suk-yeol, que prometeu uma política mais firme em relação a Pyongyang, ter sido empossado no cargo, no início de maio. Desde Novembro de 2017 que um porta-aviões não participava nestes exercícios.

Há muito que a Coreia do Norte protesta contra a realização deste tipo de manobras, que vê como um ensaio geral para uma invasão do país.

Um investigador do Instituto Asan de Estudos Políticos Go Myong-hyun considerou que o número invulgarmente elevado de mísseis lançados de uma só vez pela Coreia do Norte parecia ser uma retaliação aos exercícios. “Parece que lançaram oito mísseis porque, aos olhos da Coreia do Norte, a escala das manobras conjuntas aumentou”, explicou.

No mês passado, numa cimeira em Seul com Yoon, o Presidente dos EUA, Joe Biden, garantiu que Washington podia, se necessário, utilizar meios estratégicos para dissuadir Pyongyang.

Horas depois da partida de Biden da região, o regime de Kim Jong-un disparou três mísseis, incluindo um Hwasong-17, considerado o míssil balístico intercontinental mais potente do arsenal norte-coreano.

Os líderes da África Ocidental falharam um acordo sobre sanções contra os regimes golpistas no Mali, Burkina Faso e Guiné-Conacri, e voltam a reunir-se no dia 3 de Julho na capital do Gana.

A África Ocidental foi palco de sucessivos golpes de Estado militares em menos de dois anos. O primeiro ocorreu no Mali, em 18 de Agosto de 2020, e foi repudiado pela comunidade internacional.

Os líderes dos Estados membros da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental reuniram-se com objectivo endurecer as sanções contra os países liderados forçosamente por militares, que recusam entregar o poder aos governos civis eleitos.

Na reunião que decorre a porta fechada, os governantes tentaram decidir o que fazer em relação às duras medidas impostas ao Mali para travar o plano dos militares, que visa estabelecer um período de cinco anos para a transição à democracia.

Entretanto, os chefes de Estado não chegaram a nenhum acordo em relação ao Mali e adiaram decisões sobre punições aos países liderados pelos golpistas para dia 3 de Julho próximo.

Em todos os casos, as juntas militares, excepto do Malí, prometeram transições para o poder civil em prazos não especificados.

Desde 2020, a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental, alarmada com o risco de contágio na região, multiplicou cimeiras e pressões para acelerar o regresso dos civis à liderança destes países.

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