Skip to main content

O País – A verdade como notícia

Quinze pessoas morreram e sete ficaram feridas em deslizamentos de terra causados por fortes chuvas desde o início de Maio na Guatemala, anunciaram esta segunda-feira os responsáveis da proteção civil da Guatemala, citados pelo Notícias ao Minuto.

Entre as 15 pessoas que morreram, segundo as autoridades, estavam uma mulher e os seus seis filhos, assim como três irmãos menores em duas aldeias indígenas.

As chuvas e ventos fortes que provocaram deslizamentos de terra, inundações, o colapso de infraestruturas e destruição em grande parte do país centro-americano afectaram ainda 500.000 pessoas.

Várias casas foram danificadas, assim como oito escolas, mais de 80 estradas e sete pontes, três das quais foram completamente destruídas.

As áreas mais afectadas são as que têm uma população predominantemente indígena, que são as mais vulneráveis a catástrofes naturais. Cerca de 60% dos 17 milhões de habitantes da Guatemala vivem na pobreza.

Em 2021, as chuvas causaram a morte a 35 pessoas e três desaparecidos, 17 feridos e cerca de 1,5 milhões de pessoas afetadas.

As deteções ocorreram no domingo, em Moscovo. As autoridades russas terão recorrido a tecnologia de reconhecimento facial para rastrear e deter os manifestantes.

De acordo com o Notícias ao Minuto, os manifestantes detidos são ativistas políticos, jornalistas e cidadãos que já tinham participado em alguns protestos. Para a sua libertação, a maior parte dos protestantes foi obrigada a assinar um “aviso sobre a inadmissibilidade de ações ilegais” antes de serem libertados.

A manifestação, que ocorreu no Dia da Federação Russa, terá sido denunciada através de grupos no Telegram.

A guerra na Ucrânia atingiu este domingo, o 109.º dia da invasão russa da Ucrânia. Segundo dados confirmados pela Organização das Nações Unidas (ONU), que alerta que o número real pode ser mais elevado, pelo menos 4.200 civis morreram no conflito.

 

A Ucrânia já foi alvo de mais de dois mil ataques com mísseis e por isso há necessidade de fornecer sistemas modernos de defesa antimísseis ao país, revelou, este domingo, o Presidente Volodymyr Zelensky.

“Hoje é o 109.º dia de uma guerra em grande escala, mas não é o 109.º dia que dizemos aos nossos parceiros uma coisa simples: a Ucrânia precisa de sistemas modernos de defesa antimísseis”, afirmou, ontem, o Chefe de Estado na sua comunicação diária ao país.

Segundo Zelensky, o fornecimento destes sistemas já teria sido possível “este ano, no ano passado e mesmo antes”. “Conseguimo-los? Não. Precisamos deles? Sim. Já houve 2.606 respostas afirmativas a esta pergunta, sob a forma de vários mísseis de cruzeiro russos que atingiram cidades ucranianas”, frisou.

Em Severodonetsk, segundo Zelensky “travam-se lutas muito ferozes, literalmente por cada metro e aumenta a pressão na direção de Lysychansk, Bakhmut, Slovyansk e assim por diante”.

Ainda na sua comunicação, o presidente ucraniano lembrou que a Rússia “vai tentar lançar recrutas mal treinados para a batalha e aqueles que foram reunidos por mobilização encoberta. Para os generais russos, o seu povo é visto simplesmente como a forragem de canhão de que necessitam para ganhar uma vantagem em número”.

“Isto significa apenas uma coisa: a Rússia pode atravessar a linha de 40 mil das suas tropas perdidas já em Junho. Em nenhuma outra guerra, em muitas décadas, perderam tanto”, atirou.

Assinala-se, este domingo, o 109.º dia da invasão russa da Ucrânia. Segundo dados confirmados pela Organização das Nações Unidas (ONU), que alerta que o número real pode ser mais elevado, pelo menos 4.200 civis morreram no conflito.

As Nações Unidas apelaram aos grupos armados que operam na República Democrática do Congo para cessar imediatamente todas as formas de violência, numa altura em que aumentaram os ataques contra civis por parte destas milícias.

“Estamos preocupados com a deterioração da situação de segurança no leste da RDCongo”, disse Stéphane Dujarric, porta-voz do secretário-geral da ONU, lamentando o aumento dos ataques contra civis por grupos armados.

Segundo o Notícias ao Minuto, a organização pediu aos grupos armados para participarem incondicionalmente no Programa de Desarmamento, Desmobilização, Recuperação da Comunidade e Estabilidade (P-DDRCS), aprovado no dia 17 de Março pelo Governo da República Democrática do Congo para estabilizar a segurança na parte oriental do país.

Stéphane Dujarric destacou o grupo rebelde Movimento 23 de Março (M23), acusado desde Novembro de 2021 de realizar ataques contra posições do exército, e o grupo armado Cooperativa para o Desenvolvimento do Congo (Codeco), que se comprometeu em 07 de Junho a um cessar-fogo unilateral.

A ONU também instou os grupos armados estrangeiros presentes no país a depor as armas e regressar aos seus países de origem. “Reafirmamos o nosso forte empenho na soberania, independência, unidade e integridade territorial da RDCongo”, disse o porta-voz.

Confrontos intensos entre milícias, no centro de um distrito residencial da capital Líbia, Trípoli, na noite de ontme suscitou receios de uma escalada de violência no país já movido pelo conflito.

O intenso combate, que eclodiu no final de sexta-feira entre dois grupos armados que apoiavam os primeiros-ministros rivais, deixou pelo menos uma pessoa morta e causou danos materiais significativos, de acordo com a DW.

Tiroteios e explosões espalharam-se pela capital  durante os combates, descritos por um residente como possivelmente os “mais pesados” vistos na cidade durante mais de uma década.

A missão das Nações Unidas na Líbia expressou preocupação hoje sobre os confrontos.

É a mais recente onda de violência a abalar o país após uma tentativa falhada, no mês passado, de o ex-ministro do Interior Fathi Bashagha, votado como primeiro-ministro pelo Parlamento, tomar o poder do primeiro-ministro interino Abdulhamid Dbeibah.

Imagens veiculadas pelos media líbios mostraram civis, incluindo mulheres a empurrar crianças em carrinhos de bebé, a fugir em ruas movimentadas, numa área edificada depois de serem apanhadas no fogo cruzado, escreve a DW.

O chefe de Estado ucraniano, Volodymyr Zelensky, ignorou os avisos dos serviços secretos norte-americanos de que a Rússia se preparava para invadir a Ucrânia, afirma o presidente dos Estados Unidos da América, Joe Biden.

O presidente Joe Biden, que apoia financeira e militarmente a Ucrânia para enfrentar a Rússia na guerra que dura há mais de três meses, considera que muita gente pensava que ele estava a exagerar quando revelou a existência de relatórios que indicavam que o seu homólogo russo, Vladimir Putin, se preparava para invadir áreas para além das suas fronteiras.

Na perspectiva de Joe Biden, Volodymyr Zelensky recebeu o alerta de que os serviços secretos norte-americanos detinham informações que indicavam que a Rússia se preparava para invadir a Ucrânia, mas Zelensky não quis ouvi-lo.

De acordo com o presidente norte-americano, não havia dúvidas em relação ao ataque à Ucrânia. Muita gente pensava que ele estivesse a exagerar e que nada do que se vive naquele país tinha acontecido, desde a Segunda Guerra Mundial.

Desde o início da guerra, os Estados Unidos da América e os seus aliados ocidentais, doaram uma enorme quantia de ajuda à Ucrânia: tanto financeira, como militar e humanitária.

A região de Donbass ainda está sob intensos combates, protagonizados pelas tropas de Putin. Por sua vez, os países ocidentais continuam unidos na imposição de sanções contra a Rússia.

A Rússia não conseguiu a eleição, na sexta-feira, para um assento no Conselho Económico e Social um dos principais órgãos da Organização das Nações Unidas, após seis rondas fracassadas numa votação secreta.

Desde a invasão à Ucrânia, a Rússia tem estado a perder representação em alguns órgãos da Organização das Nações Unidas. Em Abril passado, o país alvo de várias sanções foi suspenso do Conselho de Direitos Humanos.

Na sexta-feira, a Rússia somou mais uma contrariedade ao não conseguir votos suficientes para permanecer no Conselho Económico e Social, um dos principais órgãos da ONU, e o país conseguia fazer eleger sem concorrência. O fracasso seguiu-se a seis rondas de uma votação secreta, mas sempre com votos insuficientes.

Vários diplomatas atribuíram o insucesso sem precedentes de Moscovo à invasão da Ucrânia, que faz com que esteja a perder apoio dentro da organização, desde Fevereiro deste ano.

Uma sétima votação será realizada na próxima semana. O Conselho Económico e Social da ONU tem 54 membros.

Enquanto isso, a Rússia formalizou, sexta-feira, a sua saída da Organização Mundial do Turismo, da qual foi suspensa em Abril passado, por conta da invasão à Ucrânia.

Deste modo, Moscovo não pode exercer os seus direitos e beneficiar-se dos privilégios de membro, nem participar nas reuniões da instituição.

O governo norte-americano pediu à Junta Militar do Mali acções concretas para organizar eleições no período mais curto possível e defendeu a criação de um mecanismo de supervisão para monitorizar os prazos da transição.

O pedido dos Estados Unidos da América surge horas depois de o líder da Junta Militar do Mali, Assimi Goita, ter assinado um decreto que estabelece uma transição de dois anos, período que já tinha sido rejeitado pela Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental.

Por sua vez, os Estados Unidos da América dizem que o governo de transição do Mali deve tomar medidas sustentadas e tangíveis para a realização de eleições, incluindo parâmetros de referência detalhados e adoptar uma lei eleitoral o mais rapidamente possível.

O porta-voz do Departamento de Estado norte-americano, Ned Price salientou que processos transparentes e inclusivos que respeitem as diversas perspectivas e liberdades são fundamentais para lançar bases firme para o futuro.

O responsável acrescentou que o Mali e a CEDEAO devem chegarem a um acordo, em particular, sobre um mecanismo de supervisão robusto e com parâmetros de referência tangíveis para o que resta da transição.

A Nigéria teme que a violência se agrave com as eleições de 2023. Ataques terroristas, insegurança alimentar e religiosa são alguns dos pontos que contribuem para a conclusão.

O presidente da Nigéria, Muhammadu Buhari, falhou a sua promessa eleitoral de devolver a paz à Nigéria. O líder nigeriano de 79 anos, que se aproxima do fim do seu segundo e último mandato como presidente tem a sua governação marcada por violência.

Na Nigéria, os civis são as principais vítimas da situação de insegurança. Até à data, o terrorismo no nordeste matou 40.000 pessoas e deslocou dois milhões, escreve a DW.

A situação económica do país está agora a piorar devido à guerra entre a Rússia e a Ucrânia. Um relatório divulgado na segunda-feira pelas agências da ONU, citado pela DW, colocou a Nigéria entre seis nações ameaçadas de carências alimentares em níveis extremos.

Os conflitos entre pastores de gado e agricultores são outro ponto que levam ao medo de que em 2023 as eleições possam transformar-se em violência.

+ LIDAS

Siga nos