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O País – A verdade como notícia

Pelo menos 12 pessoas morreram e dezenas ficaram feridas no centro de negócios de Camarões, Douala, depois que um prédio de quatro andares desabou nas primeiras horas deste domingo. Entre as vítimas há um menor.

Acredita-se que o número de mortos pode aumentar, uma vez que as equipas de resgate vasculham os restos dos dois blocos de apartamentos.

A causa do desabamento não está clara. Moradores locais disseram que o incidente ocorreu por volta da meia-noite, mas só de madrugada é que os serviços de emergência chegaram e permaneceram no local até a noite de domingo.

Um comité de habitantes do Sudão lançou, este domingo, um apelo urgente a doações de alimentos para sobreviverem naquele país, devastado durante mais de três meses por uma sangrenta guerra entre o exército e os paramilitares, escreve o Observador.

Devido aos combates, sobretudo na capital, Cartum, milhões de habitantes encontram-se retidos em casa e alguns sem acesso a água, sobretudo nos subúrbios de Cartum-Nord, tendo apenas eletricidade intermitente.

Segundo os moradores, com os combates já não há mercado e, de qualquer forma, já não há dinheiro. Os alimentos são escassos e há quem se limite a uma refeição por dia, pelo que um comité de bairro na capital lançou um “apelo urgente” à população no domingo.

“Devemos apoiar-nos uns aos outros, dar comida e dinheiro aos que estão ao nosso redor”, escreveu o comité al-Danaqla.

Os salários dos funcionários públicos, por exemplo, não são pagos desde Março, noticia o Observador que cita AFP.

Os combates agravaram ainda mais a frágil situação humanitária no Sudão, já um dos países da região mais afectados pela desnutrição.

De acordo os dados com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), citado pelo Notícias ao Minuto, desde o início do conflito no Sudão, em Abril, 435 crianças morreram e 2.025 ficaram feridas.

Quinze pessoas morreram e 19 desapareceram, hoje, no naufrágio de um ferry-boat, ao largo da ilha indonésia das Celebes.

De acordo com um comunicado da agência de busca e salvamento indonésia, citado pelo Notícias ao Minuto, o ferry-boat afundou-se com 40 pessoas a bordo, depois da meia-noite.

Seis pessoas foram socorridas e transportadas para o hospital para tratamento, enquanto decorria um inquérito sobre a causa do naufrágio.

“Até ao momento, 19 pessoas continuam a ser procuradas. As buscas estão a ser feitas por duas equipas. A primeira vai mergulhar no local do acidente. A segunda vai procurar à superfície em redor do local do acidente”, declarou na mesma nota, Muhamad Arafah, responsável da agência de busca e salvamento de Kendari, no sudeste das Celebes.

O Presidente Lula da Silva assinou um decreto com novas medidas para restringir e controlar a posse e porte de armas no Brasil. As medidas revogam assim a política de ampliação do acesso a armas colocada em prática pelo ex-Presidente Jair Bolsonaro.

A medida foi assinada por Lula da Silva durante uma cerimónia no Palácio do Planalto, como parte de um Programa de Acção de Segurança, que inclui regras e propostas para reduzir a violência no Brasil.

O decreto sobre o controlo de armas reduz de 4 para 2 o número de armas, e respectivas munições, para fins de defesa pessoal e exige a demonstração da efectiva necessidade de adquirí-las.

Além disso, o número de armas para caçadores, atiradores desportivos e colecionadores foi reduzido de 30 para 6. O decreto também limita o horário de funcionamento dos clubes de tiro, que também devem funcionar a pelo menos um quilómetro de distância das escolas.

O Presidente tenta reverter a proliferação de armas entre civis, que avançou durante o Governo de Jair Bolsonaro.

Segundo uma organização não-governamental brasileira, em Julho do ano passado caçadores, atiradores desportivas e colecionadores tinham mais de um milhão de armas, quase o triplo das 350 mil registadas em Dezembro de 2018.

Um relatório divulgado pelo Anuário Brasileiro de Segurança Pública informa que o número de armas em poder do cidadão comum praticamente dobrou nos quatro anos do Governo de Jair Bolsonaro, para perto de um milhão e meio em 2022.

A Rússia diz estar disponível para fornecer gratuitamente cereais aos países africanos, após a suspensão da iniciativa do Mar Negro para a exportação de cereais ucranianos.

Após abandonar o acordo de grãos firmado há um ano com os ucranianos, a Rússia agora tem um plano de fornecer seus próprios produtos agrícolas para África, reduzindo a participação da Ucrânia no mercado global.

A ideia russa, que teria sido apresentada pela primeira vez no ano passado, permitiria exportar 1 milhão de toneladas de grãos para a Turquia, numa fase inicial, com o Qatar a pagar todos os custos logísticos.

Se bem-sucedido o plano seria mais um trunfo de Moscovo no continente africano, onde disputa influência com os Estados Unidos da América e a China.

A Rússia é responsável por 20 por cento do trigo exportado no mundo, enquanto a Ucrânia, com 10 por cento. Os países são fundamentais para alimentar o Norte de África e o Oriente Médio.

Vladimir Putin assinalou, no entanto, na semana passada que a Rússia poderia retornar ao acordo de cereais, mas só se suas exigências forem totalmente atendidas.

Espera-se que uma reunião sobre o regresso da Rússia ao acordo seja realizada em São Petersburgo, até finais deste mês de Julho.

 

As autoridades sul-africanas confirmaram que um tubo de gás enterrado numa Avenida de Joanesburgo esteve na origem da explosão que matou uma pessoa e feriu mais de 48 pessoas.

Depois de várias incertezas, as investigações feitas pelas autoridades sul-africanas apontaram que um todo de gás subterrâneo na Lilian Ngoyi Street, em Joanesburgo esteve na origem da explosão ocorrida na quarta-feira.

Em consequência da explosão uma pessoa perdeu a vida, cerca de 50 pessoas ficaram feridas e várias infra-estruturas e viaturas foram destruídas.

As autoridades explicaram que a perícia constatou no local uma antiga tubulação de gás, que se acredita ser uma antiga linha de abastecimento de Joanesburgo.

Não se sabe ainda se a linha estava conectada à Egoli Gas, empresa que recusou ser a autora da instalação.

Sob os escombros, foi encontrada a linha Egoli Gás, que funciona com gás metano. Entretanto, não está claro se está conectado à linha Egoli como parte de uma linha de distribuição de seus inquilinos ou clientes.

De acordo com a News 24, decorrem ainda trabalhos para isolamento dos tubos e rastreamento da sua origem.

Apesar da explosão, outras linhas de distribuição de gás em Joanesburgo ainda estão em funcionamento.

O ex-presidente dos Estados Unidos da América vai ser julgado a 20 de Maio de 2024, no caso de manipulação indevida de documentos classificados. Donald Trump já havia pedido à justiça para que marcasse o seu julgamento para depois das eleições presidenciais de Novembro.

Já é conhecida a data marcada para o julgamento do Ex-presidente norte-americano, Donald Trump. Esta sexta-feira, a justiça anunciou que Trump seria julgado no dia 20 de Maio de 2024, seis meses antes das eleições presidenciais de novembro de 2024.

Donald Trump é o atual favorito para a nomeação republicana na corrida.

O ex-presidente dos Estados Unidos está a ser investigado por violação da lei de espionagem, obstrução de justiça e destruição de documentos.

De acordo com a imprensa internacional, na terça-feira, os promotores federais que trabalham para o procurador especial dos EUA, Jack Smith, pediram à juíza para agendar o julgamento para Dezembro, enquanto os advogados de Trump referiram que não havia necessidade de definir uma data ainda.

O julgamento foi inicialmente agendado para o dia 14 de Agosto, uma data a que tanto a defesa quanto a acusação se opuseram, alegando que precisavam de mais tempo para se preparar.

Recorde-se que após sair da Casa Branca, após ter perdido as eleições presidências em 2020 Donald Trump levou consigo caixas de documentos classificados, que pela lei americana é proibido.

Uma pessoa morreu e 48 pessoas ficaram feridas numa explosão de gás subterrâneo, em Joanesburgo, na África do Sul.

Ainda não são conhecidas as causas da explosão. Inicialmente acreditava-se que fosse explosão de um tubo de gás enterrado numa das avenidas de Joanesburgo, mas a Egoli Gas, empresa responsável pela instalação negou a infanção.

O momento ficou registado em vídeo. Imagens mostram violência da explosão, que sacudiu carros que se encontravam estacionados junto ao passeio e pessoas que caminhavam na estrada.

Segundo o Notícias ao Minuto, os bombeiros, encontraram o corpo de um homem, debaixo de um veículo.Das 48 pessoas que ficaram feridas feridos, 12 continuam internadas e 36 já receberam alta hospitalar.

As autoridades estimam que uma área que cobre cinco quarteirões da cidade foi danificada e pelo menos seis vias foram afectadas. Trinta e quatro veículos foram danificados, alguns deles virados de lado ou em cima de outros veículos.

A Rússia atacou Odessa, cidade costeira da Ucrânia, na madrugada desta sexta-feira, pela quarta noite consecutiva.

De acordo com um representante da Administração Militar da região ucraniana, citado pelo Notícias ao Minuto, os ataques russos atingiram depósitos de cereais de uma empresa do sector agrícola e destruíram 120 toneladas de produtos.

A fonte afirmou que cem toneladas de ervilhas e 20 toneladas de cevada foram destruídas. Duas pessoas ficaram feridas com cortes causados por vidros partidos durante as explosões.

O responsável disse ainda que o atentado contra o sector agrícola ucraniano foi realizado com mísseis de cruzeiro kalibr.

A Rússia tem atacado diariamente, desde terça-feira, portos e infraestruturas dedicados à exportação de produtos agrícolas, sobretudo cereais, da região de Odessa, onde se situam os três portos incluídos no chamado acordo dos cereais que Moscovo abandonou no início da semana.

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