Skip to main content

O País – A verdade como notícia

O número de mortos devido às inundações na Líbia já ultrapassou  3.800. O novo balanço foi divulgado este domingo.

A passagem da tempestade, na noite de 10 para 11 de Setembro, provocou inundações e a destruição de duas barragens, criando uma onda de água parecida com um ‘tsunami’, que inundou e destruiu a cidade de Derna, no leste da Líbia.

O novo balanço provisório aponta para pelo menos 3.845 mortos, segundo anunciou hoje o porta-voz de um comité de supervisão da ajuda humanitária, formado pelo governo de leste, Mohamed Eljarh, citado pela Agência France Presse.

O número, que inclui apenas os corpos enterrados e registados pelo ministério da Saúde, prevê-se que aumente diariamente.

As autoridades dizem estar a trabalhar para identificar as vítimas enterradas sem identificação, bem como os desaparecidos, cujo número aumentou para mais de 10 mil, segundo estimativas das autoridades e de organizações humanitárias internacionais.

Continuam as buscas para encontrar corpos sob os escombros e no mar. Pelo menos nove equipas estrangeiras continuam a participar nas buscas.

Mais de 43 mil pessoas foram deslocadas devido às inundações, de acordo com os dados mais recentes da Organização Internacional para as Migrações (OIM).

O Ministério Público líbio abriu há uma semana uma investigação sobre a rutura das duas barragens, construídas na década de 1970, e sobre a atribuição de verbas para a sua manutenção.

As autoridades portuárias de Sebastopol, base da frota russa do Mar Negro, suspenderam, hoje, o transporte marítimo após um novo ataque com mísseis realizado pelo exército ucraniano.

A Ucrânia reivindicou o “ataque conseguido” à sede da frota russa na Crimeia. O Ministério da Defesa russo tinha declarado que o quartel-general da Frota do Mar Negro em Sebastopol havia sido atacado por um míssil ucraniano. 

Foi divulgado um vídeo que mostrava colunas de fumo sobre o edifício. Segundo as declarações iniciais, um militar terá sido morto.

De acordo com o governador russo de Sebastopol, Mikhail Razvozhayev, não há feridos a registar nas imediações do quartel-general, para onde acorreram bombeiros e equipas de emergência.

O Ministério da Defesa disse ainda que cinco mísseis foram abatidos pelos sistemas de defesa aérea russos. 

Chegou a ser lançado um alerta para que a população local permanecesse em casa. Agora as autoridades aconselham apenas os habitantes a não se deslocarem ao centro da cidade. A cidade portuária de Sebastopol é a principal base da frota russa do Mar Negro.

Numa visita a Marselha, Papa criticou o “fanatismo e a indiferença” para com os migrantes que chegam à Europa em busca de uma vida melhor.

O Papa Francisco chegou esta sexta-feira à cidade francesa de Marselha para uma visita de dois dias.

No início da visita, Francisco presidiu a um momento de oração num memorial dedicado a marinheiros e migrantes que morreram no mar, rodeado de líderes religiosos locais e organizações de resgate de migrantes.

“Não podemos resignar-nos a ver seres humanos tratados como moeda de troca, aprisionados e torturados de forma atroz. Não podemos continuar a assistir ao drama dos naufrágios, causados pelo tráfico cruel e pelo fanatismo da indiferença”, afirmou o líder da Igreja Católica.

Na viagem de avião para Marselha, o Papa já tinha lamentado a “crueldade e a falta de humanidade” com que a Europa está a tratar o drama dos migrantes que chegam à ilha italiana de Lampedusa.

O Papa disse que é um “dever da humanidade” ajudar quem atravessa o mar para a Europa e apelou a uma nova atitude perante este flagelo.

Um incêndio numa fábrica de bolas de golfe no sul de Taiwan causou pelo menos cinco mortos e mais de uma centena de feridos, estando ainda cinco pessoas desaparecidas.
Oincêndio começou na sexta-feira à noite na fábrica na região de Pingtung e durou toda a noite. As autoridades deram conta de que os socorristas ainda estão à procura de quatro trabalhadores da fábrica e de um bombeiro, que permanecem desaparecidos.

Mais de 100 pessoas foram levadas para o hospital com ferimentos.

A causa do incêndio está a ser investigada, afirmou o magistrado local Chou Chun-mi, numa publicação na rede social Facebook.

Mais uma vez, o Papa Francisco fez um apelo em defesa da África. Esta quarta-feira, o sumo pontífice disse que o colonialismo “não é coisa do passado” e apelou ao fim do “sufocamento de África”, porque o continente “não é uma mina para explorar nem uma terra para pilhar”.

“Na África tão querida, hoje dilacerada por numerosos conflitos, depois do político, desencadeou-se um colonialismo económico, igualmente escravizante”, acrescentou o Papa, durante a audiência geral realizada na Praça de São Pedro perante milhares de pessoas.

Segundo o Notícias ao Minuto , Francisco denunciou o “drama perante o qual o mundo economicamente mais avançada fecha muitas vezes os olhos, os ouvidos e a boca”, e recordou, a este respeito,

O apelo que fez no discurso que dirigiu às autoridades durante a sua viagem a Kinshasa, a 31 de Janeiro de 2023: “Parem de sufocar a África: não é uma mina a explorar nem uma terra a pilhar”.

No início dessa viagem à RDC, Francisco apelou a que a África fosse “protagonista do seu próprio destino”.

O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, aterrou na noite desta quinta-feira no aeroporto de Otava, no Canadá, onde foi recebido pelo primeiro-Ministro, Justin Trudeau. É a primeira visita ao país desde o início da guerra.

A chegada de Zelensky à capital do Canadá tinha sido anunciada pelo primeiro-ministro canadiano, Justin Trudeau, numa mensagem que divulgou através da conta oficial na rede social X (antigo Twitter).

Segundo um comunicado do gabinete do primeiro-ministro canadiano, citado pela imprensa internacional,  Zelensky vai discursar no parlamento de Otava e desloca-se a Toronto onde vai reunir-se com representantes do sector privado para promover o investimento na reconstrução da Ucrânia, país invadido pela Rússia.

Zelensky vai também participar num encontro com a comunidade ucraniana no Canadá.

Nos Estados Unidos, onde decorre a 78ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas,  Zelensky reuniu-se com o presidente Joe Biden e líderes do Congresso.

O Governo do Marrocos anunciou ontem um orçamento de cerca de 11 mil milhões de euros destinados à reconstrução, realojamento e desenvolvimento socioeconómico das zonas afectadas pelo terramoto, que atingiu o país no início de Setembro.

De acordo com um comunicado de imprensa, citado pelo Notícias ao Minuto, a quantia prevista pelas autoridades deverá beneficiar 4,2 milhões de habitantes num período de cinco anos.

“O programa diz respeito em particular ao realojamento das pessoas afectadas, à reconstrução de habitações e à reabilitação de infraestruturas”, especificou a nota, publicada no final de uma reunião presidida pelo monarca Mohammed VI.

Além disso, o programa também vai permitir a “abertura e modernização dos territórios” e pretende encorajar a “actividade económica” nestas regiões largamente desfavorecidas.Desde o sismo, os sobreviventes foram colocados em acampamentos, onde vivem com a ajuda das autoridades e de voluntários.

O número de desalojados resultantes do terramoto ainda é desconhecido. Segundo o mais recente balanço oficial, quase 3.000 pessoas morreram e mais de 5.600 ficaram feridas no terramoto que atingiu a província, loca

O Presidente do Ruanda, Paul Kagame, anunciou que é candidato a um quarto mandato nas eleições de Agosto de 2024, pretendendo prolongar as duas décadas à frente do país.

“Estou satisfeito com a confiança que os ruandeses demonstraram em mim. Servirei enquanto puder. Sim, sou de facto candidato”, disse o Presidente, citado pela DW.

Antecipando-se às críticas internacionais, nomeadamente do Ocidente, Kagame afirmou: “Pessoalmente, não sei quais são os seus valores [do Ocidente]. O que é a democracia? Será que o Ocidente dita aos outros o que devem fazer? Se eles não respeitam os seus próprios valores [democráticos], porque é que os havemos de ouvir?”.

Para Kagame, tentar transferir a democracia para os outros é, por si só, uma violação das normas democráticas. “As pessoas devem ser independentes e ter uma plataforma para fazer o que querem fazer”.

Kagame tornou-se o homem forte do país após o genocídio de 1994, que matou entre 800.000 a um milhão de pessoas, e consolidou o seu domínio seis anos mais tarde, com o início do seu primeiro mandato presidencial.

Foi reeleito, com mais de 90% dos votos, em todas as eleições que se seguiram, a última em 2017, e em 2015, Kagame alterou a Constituição ao ponto de lhe permitir, em teoria, permanecer no poder até 2034, se o povo assim o decidir. 

O Burkina Faso aprovou, esta terça-feira, uma lei que autoriza o envio de um contingente militar por três meses para o vizinho Níger, ameaçado de intervenção armada após um golpe de Estado.

Proposta pelo Governo de transição, a lei foi aprovada por unanimidade pelos 71 membros da assembleia e prevê o envio de um contingente militar por três meses renováveis.

A lei estabelece um quadro jurídico para o envio de um contingente militar do Burkina Faso para o Níger, cuja missão é prestar assistência militar à República do Níger, em caso de uma intervencao externa, mas também para lutar contra o terrorismo.

De acordo com o ministro da Defesa do Burkina Faso, a adopção da lei permitirá ao Burkina Faso dispor de pontos de apoio no Níger para lutar contra os grupos terroristas, que muitas vezes se refugiam no país.

O Burkina Faso, Níger e o Mali partilham a chamada “zona das três fronteiras”, onde os grupos extremistas realizam frequentemente ataques.

Os três países, governados por regimes militares, assinaram uma carta em Bamako, no sábado, estabelecendo uma aliança de defesa colectiva e assistência mútua.

O Níger está ameaçado de intervenção militar pela Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), que exige a restauração da ordem constitucional, após um golpe de Estado que derrubou o Presidente eleito Mohamed Bazoum a 26 de Julho.

+ LIDAS

Siga nos

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE