Skip to main content

O País – A verdade como notícia

As fronteiras terrestres e aéreas com a Argélia, Burkina Faso, Líbia, Mali e Chade reabriram esta quarta-feira após o golpe de Estado.

Segundo a imprensa internacional, o anúncio acontece cinco dias do fim do ultimato para restaurar a ordem constitucional, exigida pelos países da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), que iniciam hoje uma reunião de três dias, em Abuja, na Nigéria, para discutir a situação nigerina.

Os líderes da África Ocidental, reunidos numa cimeira extraordinária no domingo passado, condenaram o golpe e deram uma semana aos responsáveis para restaurar o presidente deposto Mohamed Bazoum, sob pena de recorrerem à força, prevendo na altura uma reunião dos chefes de gabinete dos países membros.

Morreu, esta terça-feira, aos 89 anos, num hospital privado em Abidjan o ex-presidente da Costa do Marfim, Henri Konan Bédié. A notícia foi anunciada ontem por um membro da comunicação do seu partido, citado pelo Notícias ao Minuto.

Após o anúncio da sua morte, que ocorreu na Polyclinique Internationale Sainte Anne-Marie (PISAM), na capital da Costa do Marfim, começou a juntar-se uma multidão em frente à residência do antigo chefe de Estado.

Chefe de Estado entre 1993 e 1999, Henri Konan Bédié não tinha descartado ser candidato às próximas eleições presidenciais na Costa do Marfim.

Bédié foi apontado no final de Março como candidato único à sua sucessão na presidência do Partido Democrático da Costa do Marfim (PDCI), principal movimento de oposição e partido do primeiro presidente costa-marfinense, Félix Houphouët-Boigny, cuja eleição está agendada para o próximo congresso do partido em Junho.

No final de Março, o ex-presidente apelou aos membros do seu partido para se unirem, para vencer as próximas eleições presidenciais em 2025, que se seguirão às eleições municipais e regionais marcadas para 02 de Setembro.

Henri Konan Bédié também tinha sido indicado como candidato nas últimas eleições presidenciais de 2020.

Anfitriã da primeira edição da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) após a pandemia de Covid, Lisboa já está cheia de viajantes de todas as partes do mundo. Até a manhã de segunda-feira, cerca de 78 mil peregrinos já haviam feito o check in no evento, que acontece entre 1 e 6 de agosto e terá a presença do Papa Francisco.

A estimativa de público para o encontro, considerado o maior evento internacional da Igreja Católica, é de cerca de 1 milhão de pessoas, escreve a imprensa internacional.

Em vários pontos do centro da capital portuguesa, a paisagem agora é dominada por jovens identificados pela camiseta e pela mochila oficial da JMJ.

O Papa Francisco desembarca em solo português na quarta-feira. O primeiro dia será dedicado a compromissos com políticos, diplomatas e membros do clero. O primeiro encontro com os jovens acontece apenas no dia seguinte.

Entre os portugueses, a principal polémica com a jornada está relacionada aos gastos públicos com um evento católico. O valor final do investimento, no entanto, ainda não foi contabilizado.

O grupo terrorista Estado Islâmico  (EI) assumiu nesta segunda-feira a autoria do atentado suicida a bomba realizado em um comício no noroeste do Paquistão. Agora, segundo a polícia, o número de mortos no ataque, ocorrido na véspera, subiu para 54, e autoridades manifestaram o receio de que o saldo possa ser ainda pior, uma vez que dezenas de vítimas seguem internadas em estado grave, escreve a Folha de São Paulo.

A explosão atingiu centenas de pessoas que acompanhavam discursos de membros do partido Jamiat Ulema-e-Islam (JUI-F), conhecido por elos com o islamismo radical. A acção aumentou os temores de novos episódios de violência antes das eleições previstas para Novembro.

O EI já havia assumido a autoria de ataques contra o JUI-F. Em 2022, por exemplo, foi responsável por acções contra estudiosos religiosos filiados à sigla, que tem uma rede de mesquitas e madrassas no país.

Moscovo foi atingida, na madrugada desta terça-feira, por drones ucranianos, pelo terceiro dia consecutivo. O ataque destruiu um edifício de escritórios.

O Ministério da Defesa da Rússia confirmou que os sistemas de defesa aérea abateram dois drones, enquanto um terceiro foi suprimido por “guerra eletrónica” e caiu em edifícios não residenciais.

As autoridades locais indicam que, até ao momento, não há informações sobre possíveis vítimas, mas os serviços de emergência estão no local do incidente.

O aeroporto internacional de Vnukovo, um dos dois aeroportos da capital russa, foi temporariamente encerrado ao tráfego, segundo noticiou a agência de notícias oficial russa TASS.

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, avisou no domingo, que a guerra está a chegar à Rússia e aos seus centros estratégicos e bases militares.

Na segunda-feira, as forças russas lançaram um ataque com mísseis contra um edifício de apartamentos na cidade de Kryvyi Rig, no centro da Ucrânia, a terra natal de Zelensky.

Quatro ministros, um antigo ministro e o chefe do partido do Presidente deposto Mohamed Bazoum foram detidos pela junta, que tomou o poder a 26 de Julho. A informaçao foi divulgada pelo Partido da Democracia e do Socialismo do Níger.

“Após o rapto do Presidente da República, Mohamed Bazoum, os golpistas voltam a actuar e aumentam o número de detenções abusivas”, denunciou o Partido da Democracia e do Socialismo do Níger (PNDS).

Segundo escreve a DW, na manhã desta segunda-feira, foram detidos o ministro do Petróleo, Mahamane Sani Mahamadou, filho do antigo Presidente Mahamadou Issoufou, e o ministro das Minas, Ousseini Hadizatou.

Os golpistas também prenderam o presidente do Comité Executivo Nacional do PNDS, Fourmakoye Gado, de acordo com um comunicado.

O Presidente Mohamed Bazoum foi derrubado na noite de quarta-feira e detido no palácio presidencial, sob a supervisão da Guarda Presidencial, cujo líder, o general Omar Abdourahmane Tchiani, foi nomeado presidente do Conselho Nacional para a Salvaguarda da Pátria (CNSP), a junta militar que protagonizou o golpe.

Mais de 30 mil pessoas foram retiradas das suas residências em Pequim, devido à passagem do tufão Doksuri, pelo sul e centro da China. As províncias e regiões próximas poderão ser afectadas por chuvas torrenciais até quarta-feira.

Informações recentes indicam que pelo menos duas pessoas morreram, esta segunda-feira, em Pequim. As autoridades permanecem em alerta devido ao risco de inundações, em consequência das chuvas intensas.

Devido aos efeitos do tufão, que atingiu o sul e o centro da China na última sexta-feira, os meteorologistas preveem que a capital, Pequim, e o norte do país possam estar debaixo de chuvas, as mais fortes em mais de 10 anos.

O Centro Meteorológico Nacional da China manteve o alerta vermelho para tempestades no domingo.

Antes de atingir a China, o Tufão Doksuri provocou 14 mortos e mais de 300 mil desalojados nas Filipinas.

O papa Francisco pediu, este domingo, à Rússia que reverta sua decisão de abandonar o acordo de grãos do Mar Negro, segundo o qual permitiu à Ucrânia exportar grãos de seus portos marítimos, apesar da guerra em andamento no Leste Europeu.

“Apelo aos meus irmãos, às autoridades da Federação Russa, para que a iniciativa do Mar Negro seja retomada e os grãos transportados com segurança”, disse o pontífice durante sua mensagem semanal do Angelus.

O Papa voltou a pedir orações pela martirizada Ucrânia “onde a guerra destrói tudo, até os cereais” e considerou que “esta é uma grande ofensa a Deus, porque os cereais são o Seu dom para alimentar a humanidade, e o grito de milhões de irmãos e irmãs famintos sobe ao céu”.

Dirigindo-se à multidão na Praça de São Pedro, o papa encorajou os fiéis a continuarem rezando “pela martirizada Ucrânia, onde a guerra está destruindo tudo, até os grãos”, chamando isso de “um grave insulto a Deus”.

A 17 de julho, Moscovo suspendeu o acordo de exportação de cereais através do Mar Negro a partir dos portos ucranianos, inicialmente assinado em julho de 2022 com a mediação da Turquia e da ONU.
Assegurou que o fazia pela impossibilidade de exportar os seus cereais e fertilizantes, pelo bloqueio dos seus pagamentos bancários e o congelamento dos seus ativos no estrangeiro.

A Rússia saiu do acordo do Mar Negro após dizer que suas exigências para aliviar as sanções sobre suas próprias exportações de grãos e fertilizantes não foram atendidas. Moscou também reclamou que não chegavam grãos suficientes aos países pobres.

Na semana passada, o presidente russo, Vladimir Putin, ofereceu-se para fornecer grãos à África, alguns deles de graça, mas o presidente da União Africana, Azali Assoumani, respondeu que isso “pode não ser suficiente”.

Doze pessoas morreram, durante o fim-de-semana, devido à onda de calor que atinge a Coreia do Sul, há uma semana. Esta informação foi partilhada hoje pelas autoridades sul-coreanas, que alertaram para as altas temperaturas que se vão sentir no país.

Segundo o Notícias ao Minuto, que cita a Yonhap, a principal agência de notícias da Coreia do Sul, as autoridades meteorológicas sul-coreanas alertaram que são esperadas para esta segunda-feira temperaturas entre os 29 e 35 graus Celsius em quase todo o território, com a sensação térmica a ultrapassar esta barreira, pedindo prudência à população.

A agência meteorológica nacional declarou que a onda de calor deve continuar nos próximos dias e as temperaturas podem subir mais de 2 graus entre a terça-feira e a quarta-feira.

Segundo dados publicados pelo jornal The Korea Herald, desde 20 de Maio, mais de mil pessoas tiveram de ser socorridas por doenças relacionadas ao calor, das quais cerca de 200 foram atendidas nos últimos dias.

As autoridades também alertaram para a possibilidade de quedas de energia devido ao aumento da demanda por eletricidade em meio à onda de calor.

+ LIDAS

Siga nos