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O País – A verdade como notícia

O conflito entre Israel e Palestina já fez 500 mortos e milhares de pessoas ficaram feridas desde o início de uma ofensiva do Hamas, segundo os serviços de socorro israelitas.

A guerra do Médio Oriente está a atingir outras dimensões, com o Líbano e Israel a trocarem disparos. Os confrontos no terreno continuam, um dia depois de o Hamas ter lançado um ataque surpresa contra território israelita.

Mais de 300 cidadãos israelitas morreram na ofensiva do Hamas, enquanto cerca de 1.600 ficaram feridos, segundo o balanço deste domingo.

Fontes oficiais avançam que o número de vítimas mortais deverá aumentar, dada a gravidade de alguns feridos.

Do lado palestiniano, morreram pelo menos 232 pessoas e 1.700 ficaram feridas, segundo o Ministério da Saúde de Gaza, território controlado pelo Hamas desde 2007.

A comunidade internacional mostra-se preocupada com a tensão e violência entre a Palestina e Israel e apela a todas as partes envolvidas para que cessem imediatamente o fogo.

Mais de 200 pessoas morreram hoje em Israel na ofensiva do Hamas, enquanto pelo menos 232 palestinianos morreram em Gaza devido aos ataques aéreos israelitas, segundo os mais recentes dados confirmados por fontes médicas, citadas por agências internacionais.

O número de feridos na Faixa de Gaza subiu para 1.697, de acordo com o Ministério da Saúde palestiniano, e em Israel subiu para 1.100, segundo os serviços de emergência, citados pela agência Efe, na sequência da ofensiva surpresa que o Hamas lançou hoje de manhã contra Israel por terra, mar e ar, e da resposta que se seguiu.

Uma reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas sobre a situação no Médio Oriente e a questão palestiniana realiza-se no domingo, na sequência deste novo conflito entre Israel e o Hamas, anunciou hoje em comunicado a Organização das Nações Unidas (ONU), citado pelo Notícias ao minuto.

A justiça da República Democrática do Congo condenou um deputado à pena de morte por participação no movimento insurrecional M23 e traição do Estado congolês. 

Um deputado, proprietário de uma empresa mineira, foi condenado à pena de morte em Kinshasa, na República Democrática do Congo, pelo sistema de justiça militar. O parlamentar condenado é acusado de participação no movimento insurrecional M23  e traição.

Em Agosto, a acusação tinha solicitado prisão perpétua para Édouard Mwangachuchu, representante eleito da região de Masisi, na província de Kivu do Norte.

O Alto Tribunal Militar não concedeu quaisquer circunstâncias atenuantes ao condenado, que não esteve presente no momento da leitura da sentença.

O general Robert Kalala, juiz presidente do Tribunal Superior, declarou o reu  culpado de posse ilegal de armas e munições de guerra, participação no movimento insurrecional M23” e “traição”.

O co-réu, Robert Muchamalirwa, capitão da polícia processado por “violação de ordens”, foi absolvido e o tribunal ordenou a sua libertação imediata.

A pena de morte é frequentemente pronunciada na RDC, mas não é aplicada há 20 anos e tem sido subistituida pela prisão perpétua.

Pelo menos 89 pessoas morreram e outras 277 ficaram feridas, esta quinta-feira, num ataque realizado durante uma cerimónia numa academia militar na cidade de Homs, na Síria.

Entre os mortos há 31 mulheres e cinco crianças, de acordo com as autoridades locais.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros sírio emitiu um comunicado lamentando o ocorrido e disse que o acto é um exemplo da abordagem terrorista brutal sofrida há anos pela população síria.

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, mostrou-se preocupado  com o que classificou de bombardeamentos de retaliação.

O Governo sírio tem o controlo total de Homs desde 2014, quando os insurgentes se retiraram do centro, ao abrigo de um acordo de tréguas mediado pela ONU, uma vez que a cidade se havia tornado um reduto rebelde após os protestos populares de 2011.

O Ministério Público (MP) da Venezuela emitiu um mandado de captura internacional contra o político venezuelano Juan Guaidó, a residir nos EUA, e que, em 2019, se autoproclamou presidente interino do país, escreve a RTP.

Segundo o MP, Guaidó é acusado dos crimes de traição à pátria, usurpação de funções, aproveitamento ou desvio de dinheiro, títulos e bens públicos, branqueamento de capitais e associação criminosa.

“Perante revelações de um tribunal dos EUA, designamos os procuradores 67º, 73º e 74º, com jurisdição nacional, para emitirem um mandado de captura contra ele e solicitar um alerta vermelho à Interpol para que este indivíduo pague pelos crimes conhecidos pela justiça nos EUA”, disse o Procurador-Geral da Venezuela, Tarek William Saab, disse em conferência de imprensa, na sede do Ministério Público (MP), em Caracas.

Ao fazer o anúncio, Saab explicou que “tem sido uma tarefa imediata a de divulgar algo que confirma o que avançava o MP nas suas investigações: a magnitude dos danos causados ao tesouro nacional pelas suas ações como criminoso internacional e chefe de uma quadrilha criminosa estruturada”.

Citando documentos do tribunal de Delaware, nos EUA, Saab explicou que Guaidó usou recursos da petrolífera estatal Petróleos da Venezuela SA (Pdvsa) em proveito próprio e “obrigou” uma filial da empresa a aceitar termos de refinanciamento que causaram “perdas à nação de 19 mil milhões de dólares”, o que “resultou na perda quase definitiva da Citgo”, empresa petrolífera venezuelana nos EUA.

Tarek William Saab denunciou também “acções negativas do alegado Procurador-geral do governo fictício de Guaidó, José Ignácio Hernández”, que, “deveria defender os interesses da Venezuela e em vez disso, forneceu aos credores da Pdvsa os argumentos que levaram a um embargo da Citgo nos EUA”.

Durante as declarações, transmitidas pela televisão estatal venezuelana, o responsável referiu que o MP tem em curso 23 investigações contra Juan Guaído, pelos crimes de “usurpação de funções, branqueamento de capitais, terrorismo, tráfico de armas, traição à pátria e associação para cometer crime e mais cinco por irregularidades na gestão da Monómeros (empresa petroquímica sediada na Colômbia, filial da Pdvsa)”.

Guaidó é ainda investigado pelo roubo de ativos do Estado venezuelano no estrangeiro e pelo alegado desvio de fundos destinados originalmente para ajudas humanitárias a venezuelanos.Em investigação está também “a participação e o financiamento de atos de conspiração contra as autoridades legitimamente constituídas”.

 

Juan Guaidó acusa governo de Caracas de “perseguir” a oposição

O opositor venezuelano Juan Guaidó acusou o governo de Caracas de “perseguir física e moralmente” a oposição.”É assim que funciona a máquina de promoção de mentiras da ditadura: a mentira póstuma para branquear a sua propaganda e perseguir física e moralmente a oposição venezuelana”, escreveu na rede social X (antigo Twitter).

Foi assim que Juan Guaidó, a residir nos Estados Unidos, reagiu à decisão do Ministério Público da Venezuela de emitir um mandado de captura internacional contra si, pelos crimes de traição à pátria, usurpação de funções, aproveitamento ou desvio de dinheiro, títulos e bens públicos, branqueamento de capitais e associação criminosa.

Por outro lado, num vídeo divulgado na rede social Instagram, Guaidó questiona por que razão “só agora” é emitido um mandado de detenção contra si e desafia o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, a apresentar-se no Tribunal Penal Internacional, em Haia, para determinar quem tem contas pendentes com a justiça internacional.

Pelo menos 11 pessoas morreram e 120 estão desaparecidas, entre as quais 22 militares, em inundações repentinas no estado de Sikkim, no norte da Índia.

Segundo o director da Autoridade de Gestão de Desastres daquele estado, Prabhakar Rai, citado pelo Notiicias ao Minuto, os 120 desaparecidos incluíam 22 soldados, presos devido à subida do nível da água do rio Teesta, perto da cidade de Singtam. O exército indiano informou ontem que resgatara um dos soldados desaparecidos, que se encontra em condição estável.

Rai explicou que os esforços de salvamento foram dificultados pelas más condições meteorológicas, pelo que a resposta das autoridades é limitada e as equipas do Estado não puderam ser destacadas.

“As operações de salvamento estão a decorrer a nível local porque as equipas estatais não conseguem chegar a essas zonas”, explicou, lamentando que as fortes chuvas estejam a impedir o envio de helicópteros militares.

O distrito de Mangan está completamente isolado e as autoridades não conseguiram obter informações sobre a situação.
“Não há comunicações rodoviárias nem telecomunicações”, acrescentou.

Foram detidas 400 pessoas em manifestações contra a recandidatura do presidente do Egipto, Abdul Fattah al-Sisi, anunciada na terça-feira.

A informação foi avançada por Saleh Abou-Attiya, secretário-geral da Ordem dos Advogados de Marsa Matrouh, citado pelo website egípcio Al-Manassa.

A cidade de Marsa Matrouh, no norte do país, foi palco de manifestações onde se registaram motins, revelou Abou-Attiya, citado pela BBC.

Segundo a cadeia televisiva britânica, foram partilhados vários vídeos nas redes sociais que mostravam altercações entre os manifestantes e as forças da autoridade.

O líder da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, o republicano Kevin McCarthy, foi destituído, esta terça-feira, tornando-se o primeiro líder a ser afastado do cargo na história daquele país.

Oito republicanos votaram contra McCarthy e ficaram do lado de 208 democratas, selando a sua destituição do cargo. É a primeira vez na história dos EUA que um líder da Câmara dos Representantes abandona o cargo desta forma. 

Segundo o Notícias ao Minuto, na votação, que terminou com 216 votos a favor da decisão e 210 contra, forçada por um contingente formado pela ala mais à direita do Partido Republicano, a Câmara dos Representantes aprovou a “moção de afastamento”, com os democratas a unirem-se à direita radical.

A votação histórica sublinha as profundas divisões dentro do partido Republicano, que ameaçam inaugurar uma nova era de disfunção em Washington. A Câmara não pode realizar trabalhos legislativos até que um novo presidente seja eleito.

Na manhã de terça-feira, a liderança democrata descartou sugestões de que ajudariam McCarthy a manter o poder, aconselhando os seus membros a “votarem sim” para destituir o presidente da Câmara dos Representantes.

Os próximos passos são incertos, mas não há um sucessor óbvio para liderar a maioria republicana na Câmara dos Representantes, revela a agência Associated Press.

McCarthy será substituído interinamente pelo também republicano Patrick McHenry, representante do 10.º distrito da Carolina do Norte. 

Pelo menos 37 pessoas, incluindo duas mulheres grávidas, morreram queimadas após uma explosão em uma refinaria ilegal de petróleo no sul da Nigéria. A informação é de um comunicado do Corpo de Defesa e Segurança Civil (NSCDC) do estado de Rivers, segundo o qual há ainda 25 pessoas feridas.

Segundo o Globo, um jornal diário de notícias brasileiro, os moradores próximos acreditam que o número de mortes pode aumentar, porque muitos dos corpos ficaram completamente queimados. Testemunhas dizem que dezenas de pessoas ficaram feridas.

A polícia confirmou o incidente nesta terça-feira, mas ainda não forneceu mais detalhes do ocorrido. A refinação ilegal é comum na região, onde os habitantes recorrem aos oleodutos para produzir combustível e vender com lucro, uma prática que pode ser mortal e faz com que explosões do tipo sejam relativamente comuns.

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