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EUA desaconselham viagens para Nigéria

Os EUA aconselham os seus cidadãos a reconsiderar viagens à Nigéria devido a riscos de segurança. O alerta surge na sequencia do terrorismo, agitacao civil

EUA desaconselham viagens para Nigéria

Os EUA aconselham os seus cidadãos a reconsiderar viagens à Nigéria devido a riscos de segurança. O alerta surge na sequencia do terrorismo, agitacao civil

Uma aeronave da frota das Forças da Defesa do Malawi, na qual seguiam viagem o vice-Presidente do país e outras nove pessoas, está desaparecida desde a manhã desta segunda-feira.

O avião que transportava o vice-Presidente do Malawi, Saulos Chilima, desapareceu após “sair do radar” tempo depois de ter descolado da capital Lilongwe.

Segundo a imprensa internacional, que cita um comunicado do Gabinete da Presidência da República Malawiana, “todos os esforços das autoridades da aviação para contactar com a aeronave, desde que ela saiu do radar, falharam (…)”.

Na altura do incidente, o vice-Presidente do Malawi estava a caminho de Mzuzu, no Norte do país, para participar nas cerimónias fúnebres do antigo ministro da Justiça, Ralph Kasambala.

A aeronave que transportava Saulos Klaus Chilima, de 51 anos, deixou a capital Lilongwe na manhã de segunda-feira, mas não conseguiu aterrar no aeroporto de Mzuzu, como previsto, devido à fraca visibilidade.

O avião recebeu ordem de retornar à capital, mas saiu do radar e as autoridades não conseguiram estabelecer contacto.

“Estou profundamente triste. Lamento informar todos de que se tornou uma terrível tragédia. A equipa de busca e resgate encontrou a aeronave perto de uma colina… eles encontraram-na completamente destruída e sem sobreviventes”, disse o Presidente, citado pela imprensa internacional.

Saulos Chilima era apontado como o futuro candidato presidencial.

Na origem do acidente pode ter estado o mau tempo. Já foi aberta uma investigação

A activista luso-angolana, Luzia Moniz, acusa o Governo de João Lourenço de tentar calar a voz dos activistas sociais e dos que pensam de forma diferente. Muniz reagia, assim, ao boicote de Angola às celebrações do Dia de África pelo facto de que ela participaria no evento.

A Embaixada de Angola em Portugal não esteve presente nas cerimónias de comemoração do Dia de África, um evento que juntou mais de 15 missões diplomáticas africanas naquele país europeu, no dia 29 de Maio, em contestação ao convite feito à activista social Luzia Moniz.

Em carta enviada ao grupo das embaixadas, o consulado angolano em Portugal disse que não participaria na cerimónia, uma vez que o colectivo mantinha na lista dos convidados o nome da activista social Luzia Moniz. Entretanto, a activista social também não esteve presente nas celebrações, devido a problemas de saúde.

Luzia Moniz disse, este domingo, em entrevista exclusiva ao programa Noite informativa, da STV Notícias, que a reacção de Angola foi uma chantagem mal conseguida nas embaixadas. “Eles partem sempre para o outro lado da questão, que é hostilizar ou tentar neutralizar a existência das pessoas. E foi isso que fizeram comigo ao tentar chantagear as embaixadas”, rebateu Moniz.

A também presidente da Plataforma para o Desenvolvimento da Mulher Africana disse não ter ficado intimidada com o acto. “Felizmente, vivo em portugal e, como vivo cá, não estou na cadeia, eu critico Marcelo, Durão Barroso, acima de tudo, tudo o que eu acho uma opinião contrária, que, na minha visão e perspectiva, não estão nos conformes, o que devia ser normal numa sociedade onde a dignidade humana é respeitada”, pronunciou-se a activista social, que diz sentir-se perseguida pelo Governo actual de Angola.

Na sua análise, Moisés Mabunda classifica o posicionamento do Governo angolano como vergonhoso e estratégia antidemocrática. “Não estou a perceber como é que um diplomata deixa de servir o seu país como deve ser e vai gastar e investir o seu tempo em denegrir o bom nome e imagem de uma cidadã do seu país no estrangeiro. Não estamos no facismo, em que uma simples diferença de opinião possa suscitar uma perseguição. África não é propriedade de um Governo”, opina Mabunda.

Quem também deixou o seu parecer sobre o assunto que indignou os consulados africanos em Portugal é o analista José Malair, que descreve a posição angolana como a de um regime autoritário.

Através do referido documento, Angola apresentou como motivo da sua decisão o facto de a jornalista estar constantemente a emitir opiniões contra o Governo liderado por João Lourenço.

Angola registou um total de 1894 casos de trabalho infantil, durante o ano de 2023, através da linha SOS-criança. A maioria dos casos corresponde a província de Bié, seguindo as províncias de Luanda Sul e Luanda Zaire.

Em entrevista ao Jornal Correio da Manha, o assessor do Secretário de Estado do Trabalho de Angola, Gabriel Mbilingue, avançou que as autoridades angolanas registaram várias denúncias de exploração infantil, sendo maior parte das vítimas do sexo femino, 50.6%, e os meninos com um correspondente de 49.4%.

O técnico sénior do Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social (MAPTSS) de Angola, por sua vez, explicou que o quadro vigente do trabalho infantil em Angola é suportado por um pacote legislativo que tem a expressão máxima no Plano de Ação Nacional para a Erradicação do Trabalho Infantil (PANETI) em Angola.

O PANETI foi aprovado em 2021, e tem como principal objectivo a implementação prática dos direitos da criança, como forma de prevenção e erradicão do trabalho infantil nas suas piores formas.

 

Benin prendeu cinco cidadãos do Niger que, supostamente, fizeram uso de documentos falsificados para aceder as instalações do pais. O Níger respondeu respondeu acusando Benin de raptar funcionários da sua empresa petrolífera.

O Níger, sem litoral, opera um oleoduto desde os seus campos petrolíferos até ao porto onde o petróleo bruto é carregado em navios-tanque para exportação.
No entanto, em Maio, Benim bloqueou o carregamento de petróleo, acusando Niger de recusar-se a reabrir a sua fronteira ao comércio. O bloqueio aos embarques de petróleo foi posteriormente levantado após a intervenção da China.

O Níger fechou as suas fronteiras após a tomada do poder pelo exército em Julho passado. Desde então, o Benim reabriu o seu lado da fronteira e solicitou ao Níger que fizesse o mesmo.
Mas o Níger acusa Benim de acolher tropas francesas no seu território, que, segundo ele, procuram desestabilizá-lo.

Pelo menos 42 pessoas morreram num ataque no nordeste da República Democrática do Congo protagonizado por rebeldes das Forças Democráticas Aliadas, ADF. O incidente ocorreu na última sexta-feira.

De acordo com a porta-voz da sociedade civil do território de Beni, Delphin Mupanda, o ataque ocorreu um dia após as Forças Democráticas Aliadas, ADF, terem morto 13 pessoas em Mamove e três dias após o assassinato de pelo menos 23 civis em Beni.

O massacre ocorreu na sexta-feira à noite na aldeia de Masala. Segundo Delphin Mupanda, os rebeldes “queimaram praticamente todas as casas”.

Há registo de corpos com cicatrizes de algemas, outros mortos a tiro e queimados, ainda espalhados pelo chão, entretanto o porta-voz diz que a contagem já feita é provisória.

As ADF são uma milícia de origem ugandesa, mas actualmente têm as suas bases nas províncias vizinhas de Kivu do Norte e Ituri, onde realizam constantemente ataques e mantêm a população aterrorizada.

Os seus objetivos são difusos, para além de uma possível ligação com o Estado Islâmico, que por vezes assume a responsabilidade pelas suas açcões.

Embora os especialistas do Conselho de Segurança das Nações Unidas não tenham encontrado provas de apoio directo do Estado Islâmico às ADF, os Estados Unidos identificam-na desde 2021 como “uma organização terrorista” afiliada ao grupo terrorista.

As autoridades ugandesas também acusam o grupo de organizar ataques dentro do seu território e, em Novembro de 2021, os exércitos do Uganda e da RDCongo iniciaram uma operação militar conjunta em curso para combater os rebeldes.

Desde 1998, o leste da RDCongo envolve-se num conflito alimentado por mais de uma centena de grupos rebeldes e pelo Exército, apesar da presença da missão da ONU.

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, enviou mensagens de apoio às famílias dos quatro reféns libertados após uma operação do Exército israelita no campo de refugiados de Nuseirat, centro da Faixa de Gaza.

Na mensagem, Guterres expressou o seu alívio pelo acto. O secretário-geral das Nações Unidas fez ainda um apelo para a libertação imediata e incondicional de todos os reféns e para o fim da guerra.

Segundo o Exército israelita, a libertação ocorreu no decurso de uma operação simultânea contra esconderijos das milícias do Hamas, no coração do acampamento de refugiados de Nuseirat.

O balanço desta operação militar implicou a morte de pelo menos 210 palestinianos e mais de 400 feridos, segundo as autoridades de Gaza.

Foram resgatados quatro reféns que foram feitos prisioneiros por combatentes do Hamas, a 07 de outubro. Israel afirma que ainda restam mais de 130 reféns, e as divisões estão a aprofundar-se no país sobre a melhor forma de os trazer para casa.

O exército disse ter resgatado Noa Argamani, 25, Almog Meir 21 de janeiro, Andrey Kozlov 27, e Shlomi Ziv (40), em uma complexa operação diurna especial em Nuseirat.
“Os reféns resgatados estão em bom estado de saúde e foram transferidos para o Centro Médico “Sheba” de Tel-HaShomer, para mais exames médicos”, disse o represetante do exército de Israel.

Os reféns foram resgatados em dois locais distintos no coração de Nuseirat, acrescentou.
A operação de sábado é a maior recuperação de reféns vivos desde o início da guerra, elevando para sete o total de prisioneiros resgatados.

 

 

Três americanos e dezenas de cidadãos congoloses acusados ​​de envolvimento na tentativa de golpe de Estado no Congo compareceram, sexta-feira, perante um tribunal militar em Kinshasa. Pesam sobre os réus acusações de terrorismo, tentativa de homicidio e homicidio.

Seis pessoas foram mortas durante o que as autoridades congolesas chamaram de “tentativa de Golpe fracassada”, que ocorreno mês passado, liderada por uma figura da oposição pouco conhecida, Christian Malanga. O ataque teve como alvo o palácio presidencial e um aliado próximo do Presidente Félix Tshisekedi.

O exército congolês disse que Christian Malanga foi morto a tiro, pouco depois de transmitir o ataque ao vivo, devido a sua resistência a prisão.

Os réus enfrentam diversas acusações, muitas das quais acarretam pena de morte, incluindo terrorismo, homicídio e conspiração criminosa. O tribunal disse que a lista tinha 53 nomes, no entanto, os nomes de Christian Malanga e de outra pessoa foram removidos após a apresentação de certidões de óbito.

 

Um tribunal da Zâmbia prendeu cidadãos chineses por crimes cibernéticos como fraudes na internet e fraudes online dirigidas a zambianos e outras pessoas de Singapura, Perú e Emirados Árabes Unidos.

Os supostos criminosos foram presos por períodos que variam entre sete a 11 anos. Para além disso, foram multados pelo Tribunal de Magistrados de Lusaka, num valor corresponde de cerca de 1500 a 3000 dólares americanos, depois que se declaram culpados de acusações como fraude de identidade e operação ilegal de uma rede ou serviço.

Os indiciados faziam parte de um grupo de 77 pessoas, composto, na sua maioria, por zambianos, que foram detidas por oficiais da comissão do departamento de imigração, em Abril, devido ao que a polícia descreveu como um “sofisticado sindicato de fraude na internet”.

O Diretor-Geral da Comissão Antidrogas, Nason Banda, disse que as investigações começaram depois que as autoridades notaram um aumento no número de casos de fraude cibernética, aliado ao facto de muitas pessoas reclamarem de perder dinheiro, inexplicavelmente, de seus telefones celulares ou contas bancárias.

As autoridades recuperaram mais de 13 mil cartões SIM de telemóveis locais e estrangeiros, duas armas de fogo e 78 cartuchos de munições durante a operação.

 

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