A Frelimo reafirma o seu compromisso com a defesa da soberania, a consolidação da Unidade Nacional, a preservação da Paz e a promoção do desenvolvimento de Moçambique, por ocasião do 7 de Setembro, Dia da Vitória.
Numa mensagem alusiva à data, o partido recorda que passam 52 anos desde a assinatura, a 7 de Setembro de 1974, dos Acordos de Lusaka, entre a Frelimo e o Governo Colonial Português, na capital da Zâmbia, marco que abriu o caminho para a Independência de Moçambique.
A Frelimo considera os Acordos de Lusaka um marco incontornável na História do país, por terem criado as condições para a materialização da Independência Nacional, alcançada após uma prolongada luta de libertação conduzida pela Frelimo e sustentada pelo Povo Moçambicano.
Mais de cinco décadas depois, o partido entende que o 7 de Setembro continua a simbolizar a coragem, o patriotismo e a determinação da Geração 25 de Setembro, defendendo que este legado deve servir de inspiração às novas gerações na construção de um Moçambique cada vez mais próspero, unido e orientado para a conquista da independência económica.
Neste contexto, a Frelimo destaca as reflexões e orientações saídas da 11.ª Conferência Nacional de Quadros, realizada em Agosto, que juntou os seus membros num momento de ampla participação e reflexão sobre os desafios e prioridades do país.
Na ocasião, o Presidente da Frelimo e Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, apelou à mobilização de todos para o combate aos males que condicionam o desenvolvimento do país e para a construção de uma sociedade cada vez mais justa, inclusiva e próspera, tendo como horizonte a independência económica e a melhoria do bem-estar dos cidadãos.
A mesma visão, segundo a Frelimo , está expressa no livro de Daniel Chapo, “Renovar Moçambique: Uma Nova Era, Um Pacto com o Povo“, no qual é defendida a necessidade de abrir uma nova página na História de Moçambique, colocando o Povo Moçambicano no centro da acção governativa e do processo de desenvolvimento.
A mensagem recorda ainda que o 7 de Setembro assinala a criação da Associação dos Combatentes da Luta de Libertação Nacional, ACLLN, organização que congrega os veteranos que contribuíram decisivamente para a libertação de Moçambique da opressão colonial.
A Frelimo considera que a entrega e o exemplo dos combatentes constituem um património histórico que deve ser preservado e transmitido às novas gerações.
Inspirado neste legado e consciente dos desafios actuais, o partido reafirma o compromisso de continuar a promover políticas e iniciativas que respondam às aspirações do Povo Moçambicano, ampliem as oportunidades de desenvolvimento e valorizem, em particular, o papel da juventude na construção do futuro do país.
Por ocasião do 7 de Setembro, a Frelimo exorta todos os moçambicanos a transformar o legado da Vitória em força renovada para enfrentar os desafios do presente, consolidar a Unidade Nacional e a Paz e prosseguir a construção de um Moçambique próspero e economicamente independente.