As Forças Armadas da Nigéria anunciaram a eliminação de 175 combatentes ligados ao grupo jihadista. A ofensiva resultou na neutralização de líderes considerados estratégicos para a estrutura do movimento.
A operação foi realizada no âmbito da campanha militar no nordeste do país, em coordenação com forças norte-americanas.
As autoridades militares nigerianas revelaram que as operações elevaram para 175 o número total de jihadistas Estado Islâmico da Província da África Ocidental mortos.
Segundo o exército, um dos alvos eliminados foi Abd-al Wahhab, identificado como responsável pela coordenação de ataques terroristas e pela propaganda do grupo rebelde. Também foi confirmada a morte de Abu Musa al-Mangawi, descrito pelas autoridades como uma peça importante dentro da estrutura operacional da organização.
As forças de segurança anunciaram igualmente a eliminação de Abu al-Muthanna al-Muhajir, apontado como um dos principais responsáveis pela produção de conteúdos de comunicação do grupo. Para as autoridades, a sua morte representa um duro golpe à capacidade de influência e recrutamento do movimento jihadista.
Além das baixas humanas, a operação destruiu infra-estruturas consideradas estratégicas, incluindo depósitos de armas, plataformas logísticas, postos de controlo e redes de financiamento. O comando militar garante que a ofensiva vai continuar, numa altura em que o nordeste da Nigéria permanece há mais de uma década sob ameaça persistente da insurgência armada.