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O País – A verdade como notícia

Burlas bancárias, roubo de dados e pornografia infantil são alguns dos crimes que surgiram à medida que o uso da internet foi crescendo. O número de utilizadores está a crescer acompanhado de más práticas que atentam contra a segurança do Estado e vida privada dos cidadãos. Para evitar o crescimento e expansão de crimes cibernéticos, Moçambique aprovou, recentemente, a Lei das Transacções Electrónicas, em vigor desde Abril último, mas, porque a internet não depende de fronteiras geográficas, os desafios para sua regulamentação são maiores.

Lourino Chemane, docente universitário e assessor do ministro da Ciência, Tecnologia, Ensino Superior e Técnico Profissional, disse que os principais objectivos na elaboração da lei são de regular e disciplinar as actividades electrónicas, além de garantir a integridade do Estado e aumentar a segurança dos cidadãos “O cidadão não deve perder os seus direitos estando offline como online”, frisou.  

Devido aos limites de áreas de jurisdição, Chemane referiu que o Governo não pode estabelecer leis com impactos em todos os lugares, somente no domínio ‘mz’. Por isso, disse o assessor, os emails usados por funcionários do Estado, para questões profissionais, devem estar no domínio ‘gov.mz’ para zelar pela integridade do Estado. E, visado a segurança, todos os serviços no espaço ‘mz’, devem registar os seus utilizadores.

Como pilares de estratégias para implementação da lei, o Governo prevê a criação de uma  plataforma comum de comunicação nas instituições públicas, capacitação institucional e de recursos humanos, criação de políticas, regulamentos, normas e sistemas para garantir a seguranca de dados nos sistemas informáticos.

Em relação aos mecanismos a implementar no âmbito da lei, Chemane contou que está em processo a Estratégia Nacional de Segurança Cibernética, que vai permitir a localização de dados sensíveis sobre informações dos moçambicanos, e o Programa Nacional de educação sobre o uso racional da internet para que as pessoas saibam que não podem e nem devem partilhar informações que possam comprometer a sua vida.

Como resultados da lei, explicou Lourino Chemane, o Governo espera desencorajar a prática e penalizar criminosos cibernéticos. Por outro lado, pretende-se sensibilizar cidadãos sobre os riscos da internet para se precaverem no espaço cibernético.

Para maior aceleração na prevenção dos crimes cibernéticos, de acordo com o assessor do ministro da tecnologia, o governo vai racticficar as convenções da União Africana e de Budapeste, instrumentos internacionais que apoiam países signatários em casos de crimes desta natureza.

A quarta edição da MozTech está no seu derradeiro dia. Mas, antes do fim do evento, esta manhã, o Centro de Conferência Joaquim Chissano, em Maputo, acompanhou a apresentação de Jacqueline Malaba, Responsável pelo Desenvolvimento de Negócio da VISA para África Austral. A oradora da África do Sul debruçou-se, nestas horas iniciais, sobre “Comércio Electrónico”, tema proposto para o debate moderado por Jeremias Langa, Jornalista da SOICO.

No lançamento do debate em causa, Jacqueline Malaba deu um panorama relativo às potencialidades do comércio electrónico, apontando alguns passos indispensáveis para que a iniciativa tenha o devido efeito. De acordo com a Responsável pelo Desenvolvimento de Negócio da VISA para África Austral, quando se fala do sucesso das transacções electrónicas, é fundamental que o utente do serviço sinta-se à vontade ao usá-lo, como se fizesse face a face. No entanto, só a vontade não é suficiente. “Também é preciso que haja facilidades para as pessoas pagarem bens e serviços por via on line, de forma segura”, sublinhou.

Ao longo da sua explanação, a primeira oradora do terceiro dia da feira digital afirmou ainda que o sucesso do comércio electronico é a indústria em si, pois só assim poder-se-á, “por exemplo, pedir acomodação a um hotel, pagar luz, água, propinas escolares, sem se formar filas enormes”. E Malaba acrescentou: “este tipo de negócio é ainda um desafio a levar a cabo, porque pode motivar o crescimento electrónico. A África do Sul tem sido bem-sucedida em termos de comércio electrónico. No resto do continente a evolução ainda é algo ténue. Portanto, o sucesso destes serviços dependem do envolvimento de todos actores”.

 

O primeiro painel de debate do último dia da 4ª edição da Moztech discutiu o “Comércio Electrónico”, suas vantagens e desafios.

Paulo Sousa, Presidente da Comissão Executiva do BCI, falou da evolução do uso de sistemas electrónicos no país e referiu que o uso das ATM’s, contas móveis e telemóveis para fazer compras e pagamentos é assinalável. Entretanto, ainda há muitos desafios. “Estamos a entrar numa fase em que usamos telemóveis para comercializar os produtos, mas faltam entidades que consigam gerir toda a cadeia de pagamentos e serviços devido aos constrangimentos”.

Sousa referiu que o papel do regulador é crucial para o comércio electrónico. “As nossas entidades estão certificadas, com requisitos elevados em termos de segurança. O desafio dos reguladores é muito grande. Estamos numa base em que o mercado ultrapassa as fronteiras nacionais tradicionais, estamos num nível internacional”, disse.

O painelista Pedro Carvalho, Director de Operações e membro do Comité Executivo do Barclays, também destacou o assinalável crescimento do comércio electrónico. Carvalho explicou que embora o uso de cartões de crédito e débito continua a ser a base de interacção em transacções electrónicas, outras formas começam a surgir, como por exemplo o uso de pulseiras electrónicas, em países desenvolvidos.

Carvalho mencionou que a regulamentação é relevante para defender o consumidor. “Temos que garantir que o consumidor se sinta seguro ao fazer uso de sistemas electrónicos e garantir que os Estados não sejam prejudicados por receitas fiscais do mercado electrónico”.
Um dos maiores desafios e tema de muito debate sobre as transacções electrónicas é a regulamentação, visto que este tipo de comércio não respeita as tradicionais fronteiras. Como se tributa um contracto feito, por exemplo, na Netflix?, questionou o jurista Aniceto Manhique,  Administrador do Grupo SOICO. “Como se protege o direito do consumidor”? continuou. No comércio tradicional, quem tutela pelo direito do consumidor é o Estado. Entretanto, no comércio electrónico, explica Manhique, é preciso encontrar dimensões uniformizadas para proteger o consumidor, por isso, os sistemas jurídicos tradicionais devem acompanhar a velocidade do digital. “É necessário partir-se para novas formas de regulação do comércio electrónico”, conclui.

Já Jacqueline Malaba, Responsável pelo Desenvolvimento de Negócio da Visa para África Austral disse que todos os bancos com sistema VISA devem ter o mesmo regulamento para evitar constrangimentos em pagamentos, por exemplo, e referiu que o maior desafio do regulador é fazer o acompanhamento dos sistemas electrónicos.

O painel sobre o Comércio Electrónico foi moderado por Jeremias Langa, Administrador de Conteúdos do Grupo SOICO.

 

Com a transformação digital, as empresas devem olhar para o cliente como seu parceiro na promoção dos produtos, por isso, explica a consultora e especialista em Economia Digital, Whynde Kuehn, na nova forma de fazer marketing, os serviços ou produtos das empresas devem sair da abordagem generalizada para personalizada, visando oferecer serviços direccionados ao cliente.

O marketing digital deve ser feito do ponto de vista do cliente, acrescenta Kuehn, justificando que tal se deve ao conhecimento que o cliente vem adquirindo, através de redes sociais e não só. Actualmente, o cliente tem melhor conhecimento do que quer consumir. “O consumidor quer facilidades, por isso as empresas devem criar conteúdos com valor”, diz.

A interação entre cliente/empresa, diz a consultora, vai além da compra e venda. Hoje, mais do que procurar, descobrir, comprar e utilizar, os clientes podem promover os produtos adquiridos, dependendo do nível de satisfação, daí, representar o elemento principal na cadeia do marketing digital.

Aos moçambicanos, Whynde Kuehn aconselhou que tivessem em conta o papel do cliente na promoção e publicidade de seus produtos.

“Marketing digital” foi o último tema de debate desta manhã, no Centro de Conferências Joaquim Chissano, em Maputo. E a discussão não poderia ter começado com uma ideia prática: “Quem entender o consumidor, deste sempre, vai ter êxitos no que diz respeito ao marketing dos seus produtos”. Esta convicção é partilhada pela norte-americana Whynde Kuehn, que lançou a conversa sobre o tema. No entanto, no debate foi defendida por Thiago Fonseca, Sócio e Director de Criação da Agência Golo.

Durante o seu discurso, Thiago Fonseca explicou, no painel da MozTech, que se deve valorizar o consumidor porque as decisões de compra e aquisição de produtos ainda são baseadas emocionalmente, logo, sem isso, a tecnologia não representa nada. Assim, o Director de Criação da Agência Golo garantiu que é importante compreender os clientes porque as pessoas compram um e não outro produto e buscar magia emocional no marketing, já que o sentido racional varia daí.
Thiago Fonseca procurou ser muito cauteloso na sua explanação, ao dizer que o marketing deve ser construído a longo prazo, para que o sucesso esperado surta o efeito desejado. E fez um reparo: “o maior investimento de marketing e oferta de serviços deve ter em consideração a componente humana, e não tecnológica, necessariamente.

Diferente do que aconteceu em todos os painéis, o debate “Marketing digital”, moderado por Cristiana Pereira, da SOICO, foi feito na base de estórias reais, que despertaram muito interesse do auditório, pontos de partida para a busca de soluções concretas. Uma das narrativas foi contada por Cristiana Pereira, e o auditório, à imagem dos painelistas, reagiu com várias sugestões sobre como uma família humilde, que vende lanhos na marginal de Maputo, por exemplo, pode fazer do seu negócio um sucesso, baseado no marketing digital. Das várias sugestões partilhadas, uma surgiu de Gulamo Nabi, Director Geral da Vodafone M-Pesa, quem entende que as redes sociais podem e devem ser aproveitadas para expor produtos e negócios, porque em pouco tempo podem ampliar as redes comerciais e atingir mais clientes em pouco tempo, por exemplo, a partir do whatsapp.

Edvaldo Mahesh não ficou atras. O Docente e Coordenador do DTIC do ISUTC considera pontual, para abranger maior número de pessoas com bons produtos, o uso de ferramentas digitais que não exigem contactos das pessoas, caso do whatsapp, como as que dispensam contactos, como facebook e instagram.

Voltando à carga, Thiago Fonseca fez outro reparo baseado nas pessoas: “o marketing digital tem que ser usado para um bem maior. Na área do marketing deve-se investir no conteúdo, porque só assim as pessoas podem ser seguidas. O marketing digital deve inspirar segurança e trazer mais benefícios para quem a recebe e não para quem a promove”.

 

 

As cidades são consideradas polos de desenvolvimento económico e envolvimento de pessoas. Por isso, António Almeida Henriques, Presidente da Câmara Municipal de Viseu, Portugal, considera ser altura das cidades dos países de língua oficial portuguesa tornarem-se inteligentes.

O edil português fala da necessidade de se usar a tecnologia para tornar eficiente a administração das autarquias, visando a melhoria da qualidade de vida de seus munícipes.

75% do consumo global da electricidade é das cidades e um terço do tráfego é causado pela procura de lugares para estacionar, portanto, considera o edil, as cidades devem optimizar  o consumo de energia eléctrica e melhorar a mobilidade.

A governação nas cidades deve ser inclusiva e a democracia participativa. Os munícipes devem participar na gestão das suas cidades e isso é possível com a criação de sistemas de partilha de dados. “As cidades inteligentes simplificam procedimentos, pois nelas, os assuntos são resolvidos num clique”, explicou Almeida Henriques.

O edil deu alguns exemplos de sistemas inteligentes implementados na sua autarquia, tendo destacado a telegestão de água e telemetria (sistemas electrónicos que permitem a gestão de água, desde pagamentos até fugas).

Outro aspecto importante apontado por Almeida Henriques é usar a tecnologia para promover o turismo nas cidades. Criar portais em que o turista possa ter acesso a todos os serviços da cidade, desde a passagem, hospedagem, sistemas de transporte, restauração entre outros.

Na conferência da Moztech sobre “ICities” (cidades inteligentes) Almeida Henriques convidou os gestores dos países de língua portuguesa a fazer da língua um instrumento de união para criação de cidades inteligentes na CPLP.

A nível global, a população urbana tende a aumentar e, com isso, surgem problemas sociais como trânsito, criminalidade, desemprego, falta de habitação.

Na necessidade de se investigar soluções para esses problemas, surgem as cidades inteligentes, segundo explica Sidney Quintela, arquitecto e director da SQ + Arquitectos Associados, Brasil. “Criar cidades inteligentes não é construir novas cidades, é requalificar/adaptar o que já foi construído, para a nova realidade”.

Chamado a explicar sobre o conceito de cidades inteligentes, o arquitecto referiu que as mesmas são pensadas para tornar os serviços mais eficientes, proporcionando melhores ambientes para se viver, tendo como ferramentas a tecnologia.

Um dos pressupostos imprescindíveis para a criação de cidades inteligentes é a educação, acesso à informação e oferta ampla da banda larga. “Educação é o pré-requisito para se pensar e investir em cidades inteligentes. Cidadãos inteligentes constroem cidades inteligentes, mas é preciso permitir acesso à informação pública”, frisou.

A tecnologia não pode ser o principal actor no desenvolvimento das cidades inteligentes, o foco deve ser a cultura, “é preciso manter a tradição da cidade, para não perder a sua essência”, referiu.

 

As tecnologias continuam a proporcionar muitas mudanças ao modo de vida das pessoas em todo mundo. Graças à evolução tecnológica, produto do conhecimento humano, actualmente, já não basta ter um bom aparelho tecnológico para resolver problemas diários. Além de um telemóvel, uma viatura ou uma televisão de sei lá quantas polegadas, o Homem contemporâneo tem necessidades maiores, que exigem da tecnologia uma dimensão mais abrangente. É a pensar nisto tudo que o painel da MozTech, o segundo da tarde, discutiu, no Centro de Conferências Joaquim Chissano, a problemática à volta das “Cidades inteligentes”. Na verdade, esse foi o tema de discussão que envolveu Simão Mucavel, do Conselho Municipal de Maputo, Sofia Nogueira e Silva, Directora da Nova Base Moçambique, Sidney Quintela, Director da SQ + Arquitectos Associados (Brasil), e António Almeida Henriques, Presidente da Câmara Municipal do Viseu (Portugal).

Começando pelo primeiro interveniente, Simão Mucavele, referindo-se às cidades inteligentes, disse que é urgente tornar os espaços urbanos mais humanos, e que o Conselho Municipal de Maputo está nessa caminhada, algo que se vai materializando com o envolvimento das pessoas, de forma progressiva. “Como exemplo de que a cidade de Maputo quer tornar-se inteligente é o serviço MOPA. Esta plataforma faculta ao cidadão, por via do telemóvel, poder participar na gestão urbana, ao ter a possibilidade de informar as autoridades casos sobre lixo espalhado nas ruas ou incêndios, sem que haja necessidade de se recorrer à infra-estrutura do Conselho Municpal”, afirmou.

Confrontando sobre a fragilidade do MOPA, em termos de adesão e funcionalidade, por um dos participantes, Mucavele sugeriu que se cobre respostas ao vereador da área urbana do Conselho Municipal, que ele está mais focado a aspectos atinentes à educação.
A única voz feminina do painel, Sofia Nogueira e Silva, também interveio, partilhando com o auditório do Centro de Conferências Joaquim Chissano, mais uma vez muito concorrido, sustentou a ideia de que o investimento nas cidades inteligentes deve ter como objectivo fulcral tornar as pessoas mais felizes. “A tecnologia, e esta é a visão da Novabase, não é um fim nesse processo, mas um meio”. Continuou: “há 20 anos, a Novabase implementou primeiro sistema de bilhete electrónico, em Portugal, e de lá para cá investiu em sistemas para os municípios conseguirem gerir as cidades, adquirindo possibilidades de melhor controlo de tráfego de pessoas. Além disso, a nossa empresa investe em serviços que, por via do celular, possam ajudar o cidadão a locomover-se pela urbe sem informações que se baseie no contacto humano, o que permite às pessoas terem mais informações sobre os locais e mais independência”. Concluindo? “A tecnologia tem sido usada para simplificar processos, algo atractivo para empresas que podem criar serviços que antes eram complexos serem materializados em curto espaço de tempo”.

Sidney Quintela, por seu turno, afirmou que as cidades inteligentes dependem de complementaridade, possível com participação de diferentes actores. “No caso de Maputo, a primeira coisa que deve ser feita é criar-se um grupo de trabalho para pensar num plano para desenvolvimento nos próximos 50 anos, “porque não se pensa cidade de um dia para outro. Tal facto envolve força humana até se chegar às plataformas digitais, com um plano que deve ser revisitado em cada 10 anos, para se adaptar às novas condições que vão surgindo. Assim, é importante ter-se respeito pelos espaços públicos e pelas pessoas. Temos de planejar o futuro para nada dar errado, o que implica ouvir a todos, políticos, taxistas, cidadãos e empresários”, sugeriu o brasileiro.

Por fim, António Almeida Henriques clarificou que a inteligência das cidades depende das pessoas. Elas é que marcam a diferença, com acções concretas que possam permitir concentrar competências no universo urbano. “Isso é importante porque ajuda a tomar boas decisões rumo ao desenvolvimento. Nesse sentido, a ideia de cidades inteligentes não deve ser algo virtual, todos os esforços sobre a matéria devem convergir para um objectivo comum: interferir positivamente na vida das pessoas”.

 

 

 

 

 

“Empreendedorismo tecnológico” é o tema da última conferência da quarta edição da MozTech. Devido à sua relevância, Alan Browning, Hyper Converged Lead da Lenovo para o Médio Oriente, enalteceu que se deve encontrar formas inovadoras de mudar modelo de negócio, porque o mundo está em constante transformação, já que várias pessoas têm acesso ao conhecimento.

Alan Browning entende que o ciclo antigo de fazer negócio deve ser alterado, dando-se vozes a toda a gente nas empresas, porque disso surge o empreendedorismo tecnológico fundamental nesta época. “E com a tecnologia das coisas, as pessoas podem-se juntar em todo mundo com muita facilidade”, afirmou, apontando exemplos de empresas distintas na área de empreendedorismo tecnológico, casos da Ubber, Amazon, que veiculam serviços acessíveis aos cidadãos.

À parte a necessidade de investimento no empreendedorismo. tecnológico, Browning foi mais acutilante no que o continente deve fazer para alcançar o desenvolvimento. “Precisamos que África tenha inovação, com envolvimento do Governo, para investirmos nas nossas ideias e pensar em como apostar nas tecnologias. Disso depende a sedução dos nossos negócios. Isso é importante porque a inovação cria emprego, algo que, infelizmente, não é levado com seriedade, por se julgar ser apenas para estudantes”. Alan Browning defende que África precisa de dar passos urgentes em relação ao empreendedorismo tecnológico para poder levantar e consolidar-se como continente inovador.

 

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