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CCMI e ENH mobilizam PME para o sector energético

A Câmara de Comércio Moçambique–Itália e a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos  mobilizam pequenas e médias empresas para uma maior aproximação aos investidores internacionais, com o

CCMI e ENH mobilizam PME para o sector energético

A Câmara de Comércio Moçambique–Itália e a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos  mobilizam pequenas e médias empresas para uma maior aproximação aos investidores internacionais, com o

A Ordem dos Contabilistas e Auditores de Moçambique (OCAM) sugere que as pessoas que contrataram as dívidas ocultas e geriram de forma danosa os fundos, prejudicando o Estado, devem ser responsabilizados. Mário Sitoe, bastonário da ordem fez este pronunciamento à margem da primeira Assembleia Geral dos órgãos colegiais da instituição que dirige, realizada ontem.

O relatório de auditoria internacional e independente às dívidas ocultas das empresas Ematum, Proinducus e MAM divulgado pela Procuradoria-Geral da República há uma semana, elaborado pela Kroll, detectou despesas injustificadas de mais de 1 bilião de dólares.

Depois de ler a versão em português do relatório, o bastonário entende que Moçambique não deve ficar à espera da comunidade internacional para punir os indivíduos responsáveis pelas dívidas ocultas.

“O relatório da Kroll apontou vários erros, omissões de informações, má gestão do fundo público, entre outros delitos. Os envolvidos devem ser responsabilizados. Não precisamos de ir buscar a comunidade internacional para vir tratar do assunto ou responsabilizar os culpados. As instituições nacionais devem responsabilizar os autores das dívidas ocultas”, disse o bastonário da ordem.

As dívidas forma contraídas entre 2013 e 2014 pelas três empresas estatais junto de bancos estrangeiros. Os empréstimos foram feitos com garantias do Governo sem aprovação do Parlamento. Face a este cenário, os doadores internacionais e o Fundo Monetário Internacional (FMI) cortaram o apoio directo ao Orçamento do Estado e exigiram uma auditoria como condição prévia para retomar a ajuda.

Mário Sitoe afirma que já é altura para os parceiros internacionais retomarem o apoio ao país, dado ao facto de Moçambique ter cumprido com a exigência por eles imposta.
“O país conseguiu cumprir com as exigências dos parceiros internacionais, fez a auditoria. A comunidade internacional deve voltar a apoiar o país. A ajuda directa ao Orçamento do Estado vai ajudar o país a voltar a colocar-se no rumo da prosperidade e desenvolvimento”, afirmou Sitoe.  

Criada em 2013, a OCAM realizou, pela primeira vez, ontem, a porta fechada, a Assembleia dos órgãos Colegiais da organização, no Centro de Conferências Joaquim Chissano, em Maputo. Evento tinha como objectivo fazer a divulgação das actividades desenvolvidas pela organização e fazer o balanço das mesmas.

 

As Alfândegas de Moçambique reforçaram a vigilância na fronteira de Ressano Garcia no quadro da recente interdição de importação de aves e carne pelo Ministério da Agricultura e Segurança Alimentar.

A Direcção Nacional de Veterinária decidiu banir, há dias, a importação de aves vivas ou em carne, pintos de um dia, ovos e produtos derivados de aves da África do Sul, Zimbabwe e República Democrática do Congo. Trata-se de uma medida que visa proteger os avicultores moçambicanos de um surto de gripe aviária, causada pela gripe HSN8, que eclodiu nestes países.

Para uma maior vigilância na fronteira de Ressano Garcia, por onde entram quantidades consideráveis de produtos importados da África do Sul, equipas conjuntas das Alfândegas, Ministério da Agricultura e Migração redobraram a fiscalização. E há resultados: já há frangos incinerados e ovos apreendidos.
“Na fronteira turística já tivemos casos de incineração de 23 aves, concretamente galinhas vivas que vinham da África do Sul. Fizemos a incineração no próprio local para que os transeuntes possam ver que, realmente, é uma medida que deve ser cumprida. Já houve situações de apreensão de ovos e outras carnes proibidas”, explicou Alfredo Jaime, inspector agro-pecuário afecto à fronteira de Ressano Garcia, área de examinação de mercadorias.

As autoridades reportam que, de um modo geral, há poucos casos registados desde o aviso da interdição daqueles produtos, tanto na fronteira turística, quanto na fronteira de mercadorias, mais conhecida por quilómetro quatro.
“De momento não temos casos de entrada de pintos, ovos de incubação, incluindo carnes derivados de aves”, disse o inspector agro-pecuário.

Ainda assim há todo um trabalho de reforço da informação, sobretudo aos importadores informais.

Só na África do Sul e no Zimbabwe foram registados 12.845 casos da gripe aviária e igual número de mortes, bem como destruídas 261 772 aves nas unidades afectadas e circunvizinhas, de uma população em risco de 2.024.000 aves.

 

Comprar ou construir habitação em Moçambique não é para qualquer pessoa. Os preços estão bem para lá da capacidade da maior parte da população e não é por acaso que estatísticas do então Ministério das Obras Públicas indicaram que cerca de 75% da população moçambicana vive em habitações sem as condições mínimas para se viver. Cientes desta realidade, empresários presentes na gala de premiação dos melhores projectos imobiliários que estão a ser desenvolvidos em Moçambique, promovida pela promotora imobiliária Casa Mozambique, empresários do sector dizem haver espaço e que em breve, as classes mais pobres deverão beneficiar de habitação condigna. Estes prometem apostar em projectos de casas acessíveis aos mais pobres num futuro breve, por considerarem o segmento da habitação social também lucrativo.

A gala de premiação contou com representantes das mais respeitadas empresas da área imobiliária até porque o evento tinha como objectivo reconhecer os principais projectos e personalidades da indústria, que incluem arquitectos,engenheiros, infra-estruturas urbanas e projectos turísticos, entre outros.

Foram distinguidos projectos de diferentes tipos, desde habitacionais, de escritórios, infra-estruturas, lodges, entre outros. Nas infra-estruturas, destaque vai para a distinção da Ponte Maputo-Katembe.

Depois de ler o sumário executivo do relatório de auditoria internacional e independente às dívidas ocultas da Ematum, Proindicus e MAM, o Centro de Integridade Pública (CIP) concluiu que a consultora Kroll forneceu informação suficiente para a Procuradoria-Geral da República (PGR) prender e confiscar, imediatamente, os bens das pessoas implicadas, de forma preventiva. Falando, esta semana, ao “O País Económico”, Adriano Nuvunga, director do CIP, uma organização da sociedade civil moçambicana, justificou a posição com o facto de a auditoria ter detectado despesas injustificadas de mais de 1 bilião de dólares norte-americanos.

O CIP atribui parte da culpa pela recolha incompleta de informações para esclarecer as dívidas ocultas à Procuradoria-Geral da República e ao Chefe de Estado. Nuvunga diz que o ministério público não teve uma boa liderança no processo de elaboração da auditoria e acusa a PGR de falta de interesse em assegurar o esclarecimento efectivo do caso. Em quatro pontos, o nosso jornal apresenta abaixo o posicionamento do CIP relativo ao sumário executivo do relatório da auditoria elaborado pela Kroll.

PGR tem elementos para agir imediatamente

“O relatório da Kroll oferece elementos bastantes para o Ministério Público agir de forma contundente e muito rapidamente, em termos de prisão e aresto, de forma preventiva, dos bens das pessoas implicadas. A base para isso é o facto de se ter feito uma justificação de pouco mais de um bilião de dólares com base em lista de despesas sem nenhum sustento do processo de procurement, sem facturas, sem recibos. é problemático quando isso é possível. Em termos mais específicos, estamos a falar dos 500 milhões de dólares que são dados como não justificados e, também, os 713 milhões de dólares que terão sido desviados em esquemas de sobrefacturação das mercadorias. É preciso confiscar o património das pessoas, para que não seja espalhado ou para que não se possa dispersar o património. Isso permite que, caso as pessoas sejam processadas, julgadas e condenadas, haja património para ressarcir o Estado. mas, neste momento, é tudo no sentido preventivo, tanto as prisões como o aresto de bens.”

Papel do Presidente da República no processo

“Há que destacar que esta auditoria resultou de um acordo entre o Presidente da República e o Fundo Monetário Internacional. O Presidente da República é superior hierárquico do indivíduo A que se recusou a prestar informações e, também, tal e qual sabemos, não houve acção por parte do Chefe de Estado para colocar o indivíduo a prestar informações. Aqui a pergunta é: será que o SISE tem leis privativas de valor superior ao da Constituição da República de Moçambique? Essa é uma questão que fica sem esclarecimento. Caberá, de agora em diante, ao Presidente da República, como a pessoa que nomeia o procurador-geral da República, prever quais são os passos subsequentes. Mas há que considerar que o Presidente da República, na altura dos factos, era o ministro da Defesa. Há que, também, ter em conta estes aspectos para perceber o quão terá suficiente incentivo estrutural para ver este assunto ser esclarecido adequadamente.”

Falta informação sobre proveniência de 70 milhões

“Uma outra questão bastante perturbadora nisto tudo é o facto de, na página 17, se indicar que não se obteve informação da proveniência dos cerca de 70 milhões de dólares que se utilizaram para a entrada dos accionistas, alegadamente porque não houve justificação judicial. Ora, a autorização judicial é dada por um juiz de instrução e, no Tribunal Judicial da Cidade de Maputo, há cinco juízes de instrução que trabalham em turnos, 24 horas por dia, obrigados por lei a assim fazer. e, da Procuradoria-Geral da República ao Tribunal Judicial da Cidade de Maputo, são apenas cinco minutos a pé. isto quer dizer que era possível obter esta informação em não mais do que uma hora. Portanto, se não houve autorização judicial, na nossa opinião, é que não houve interesse por parte da PGR em obter essa autorização judicial. Por estes elementos, para nós, fica claro que não houve interesse por parte da PGR em assegurar que se esclarecesse adequadamente este processo.”

Faltou boa liderança do Ministério Público

“Em termos do relatório e da auditoria realizada, há que destacar o facto de, para nós, o ministério público não ter realizado uma liderança adequada. Senão vejamos, na página 4 do relatório, está dito que a liderança da auditoria estava a cargo do ministério público e cabia a esta instituição, entre outros aspectos, indicar as pessoas relevantes para serem ouvidas. Na página 11 do sumário do relatório de auditoria dos empréstimos da Ematum, Proindicus e MAM, está dito que o indivíduo A contactado pela Kroll recusou-se a fornecer definitivamente informações, alegando que se tratava de conteúdos confidenciais. Se a liderança do processo estava com a PGR e foi a Procuradoria-Geral da República que indicou as pessoas que deviam ser ouvidas, como foi possível que esta instituição tenha tolerado esta situação de o indivíduo A não fornecer informações em definitivo. É que, em situação de prossecução penal, o ministério público não fica à espera da vontade das pessoas envolvidas, tem que agir e, tanto quanto a gente sabe, o ministério público não fez nada.”

O Ministério da Agricultura e Segurança Alimentar (MASA) acaba de emitir um comunicado que proíbe a importação de aves (vivas ou em carne), pintos de um dia, ovos e produtos derivados de aves da República da África do Sul (RAS), Zimbabwe e República Democrática de Congo (RDC). A medida, segundo a Direcção Nacional de Veterinária, visa proteger os avicultores moçambicanos de um surto de gripe aviária, causada pela estirpe HSN8, que eclodiu nestes países da região austral de África.

O nome técnico da gripe aviária é Influenza Aviária (IA) que é uma doença infecciosa das aves causada pelas estirpes do tipo “A” do vírus da Influenza Aviária. A infecção causa sinais clínicos variados nas aves, que vão desde uma doença moderada até uma doença altamente contagiosa e fatal, sendo esta última conhecida por “Influenza Aviária Altamente Patogénica”. É esta, a gripe que dizima as aves dos três países banidos por Moçambique na importação de produtos aviários.

Só na África do Sul e no Zimbabwe, foram registados 12.845 casos da gripe aviária e igual número de mortes, bem como a destruídas 261.772 aves nas unidades afectadas e circunvizinhas, de uma população em risco de 2.024.000 aves. Segundo explicou o director nacional de Veterinária, Américo da Conceição, esta gripe aviária não é transmissível para humanos.

“Nas aves, Influenza Aviária Altamente Patogénica é caracterizada, frequentemente, por ausência de sinais clínicos, evolução rápida e mortalidade que pode atingir 100%. O período de incubação da Influenza Aviária é de poucas horas até 3 dias. Para efeitos de descontaminação, o período de vazio sanitário é de 21 dias”, explicou Américo da Conceição.

Patos selvagens são reservatório natural da gripe aviária

Os patos selvagens migratórios são os reservatórios naturais dos vírus e são os mais resistentes à infecção, e o contacto directo ou indirecto com estas aves está relacionado com a ocorrência de epidemias. Os mercados de aves também jogam um papel importante na disseminação da infecção.

Moçambique é anualmente visitado por 77 espécies de aves selvagens migratórias de várias origens e importa produtos avícolas, facto que aumenta o risco de introdução do vírus IA e consequente eclosão da doença da Influenza Aviária no país.

Medidas tomadas para controlar a situação

Como forma de controlar a situação, Américo da Conceição informou que brigadas do MASA deslocaram-se aos postos fronteiriços, às direcções provinciais de Agricultura e Segurança Alimentar de Tete, Manica, Gaza e Maputo para alertar sobre a existência da doença e das medidas de prevenção adoptadas, ou seja, do banimento temporário na importação.

O MASA aconselha que haja aumento da vigilância sobre os efectivos de aves, mandando para o laboratório todas as aves mortas com sinais suspeitos do vírus IA, isto é, em casos de doença com sinais do aparelho respiratório ou nervoso, ou qualquer dos sinais, descritos neste comunicado, de perturbação da saúde das aves. “Em caso de sinais suspeitos de Influenza Aviária, pedimos a todos os avicultores a contactarem de imediato a autoridade veterinária”, apelou Américo da Conceição.

Os detentores dos títulos de dívida de Moçambique consideram que o Governo não é obrigado a pagar os empréstimos feitos às empresas públicas MAM e Proindicus, o que aumenta a capacidade financeira para pagar a dívida pública remanescente.

O Governo de Moçambique não vai ter de pagar os empréstimos feitos às empresas públicas MAM e Proindicus, o que aumentará a capacidade financeira para servir a dívida em 850 milhões de dólares.
Os detentores dos títulos de dívida de Moçambique consideram que o Governo não é obrigado a pagar os empréstimos feitos às empresas públicas MAM e Proindicus, o que aumenta a capacidade financeira em 850 milhões de dólares.

De acordo com uma declaração enviada à agência financeira Bloomberg, este grupo que detém mais de 70% dos títulos de dívida pública de Moçambique, emitidos no seguimento da reconversão das obrigações da Empresa Moçambicana de Atum (Ematum), considera que as conclusões da auditoria da Kroll, da Comissão Parlamentar e do Tribunal Administrativo moçambicanos isentam o Governo da garantia estatal dada aos empréstimos.
Rejeitar estas garantias e liquidar a Proindicus, a Mozambique Asset Management (MAM) e a Ematum é a reestruturação adequada para limpar o sistema, isolar a balança de pagamentos de mais responsabilidades e restaurar o acesso ao financiamento externo”, dizem os credores numa nota citada pela Bloomberg.

Com esta iniciativa, o Governo moçambicano teria um aumento de capacidade financeira para servir a dívida no valor de 850 milhões de dólares, nos próximos cinco anos, sensivelmente o mesmo valor lançado em títulos de dívida pública no ano passado.

A perda seria, assim, suportada na totalidade por quem emprestou às empresas públicas, o que faria com que os investidores em títulos de dívida soberana conseguissem ter os compromissos financeiros honrados.
As contas deste grupo de detentores de dívida foram feitas com base na apresentação que o Governo fez em Outubro aos credores, na qual deu conta da sua intenção de reestruturar a dívida e não pagar as prestações dos empréstimos das empresas públicas.

Nos cálculos destes investidores entraram também em linha de conta os recentes desenvolvimentos na melhoria das taxas de câmbio, com a valorização do metical face ao dólar, e as receitas fiscais provenientes da Decisão Final de Investimento da petrolífera Eni, avaliadas em 16 mil milhões de dólares nos próximos 25 anos.

O site português Observador avança que a posição dos detentores dos títulos de dívida de Moçambique, emitidos em Março do ano passado, é o mais recente desenvolvimento depois da divulgação, no último sábado, da auditoria da Kroll à dívida contraída à revelia das instituições nacionais e dos credores internacionais, o que levou ao corte do financiamento externo e ajudou a mergulhar Moçambique numa crise económica e financeira.

Os detentores dos títulos de dívida pública têm defendido, desde o início da crise, uma separação entre eles e os investidores que colocaram dinheiro nos empréstimos às duas empresas públicas, feitos pelos bancos Credit Suisse e VTB.

O Governo moçambicano, por seu turno, tem procurado agregar todos os credores e negociar a dívida por inteiro, quer seja através dos empréstimos de empresas públicas, quer seja pela emissão de dívida pública, no ano passado.

O escândalo das dívidas ocultas rebentou em Abril de 2016, com a divulgação, pelo Wall Street Journal, de um empréstimo escondido de 622 milhões de dólares da ProIndicus e de mais 535 milhões da MAM, ambos com garantias do Estado moçambicano.

Numa das salas do Museu Nacional de Geologia, decorreu o lançamento da sétima edição da Feira Nacional de Gemas e do Congresso de Geologia de Moçambique, nesta quinta-feira. Os dois eventos que aconteciam de forma isolada, desta vez, irão decorrer em simultâneo.

O evento vai reunir diferentes intervenientes que poderão dar a explicação sobre os requisitos e o funcionamento da comercialização de gemas no país com vista a atrair mais pessoas para a comercialização formal dos minérios.

Os dois eventos estão marcados para Setembro de 2018 e o lançamento do evento acontece um ano antes da sua realização para permitir maior atracção de participantes.

A Feira e o Congresso estão a ser organizados pelo Ministério dos Recursos Minerais e Energias (MIREME) através do Museu Nacional de Geologia e a Associação Geológica Mineira de Moçambique (AGMM), com parceira da Universidade Eduardo Mondlane (UEM).

 

 

A restrição da entrada de produtos avícolas, nomeadamente ovos férteis e pintos importados da vizinha África do Sul poderá causar, nas próximas semanas, um impacto negativo na oferta e, por conseguinte, uma subida de preços.

A preocupação foi expressa pela Associação Moçambicana de Avicultores (AMA), citada pela AIM, na sequência da recente confirmação do surto da gripe aviária, pelo Departamento de Agricultura, Florestas e Pescas (DAAF), numa farma na província oriental sul-africana de Mpumalanga.

Os produtores nacionais de frango são responsáveis por uma quota de mercado calculada em pouco mais de 70 mil toneladas anuais, das 80 mil de carne da ave que o país precisa. Segundo as projecções, a demanda estará na ordem de 97 mil toneladas até ao ano 2019.

O secretário executivo da AMA, Loko Roger, disse que o cancelamento das importações pode afectar a oferta nos mercados da região sul do país que dependem, principalmente da África do Sul para a aquisição de ovos férteis e pintos que são mais tarde usados para a produção do frango colocado nos mercados de consumo.

 

A Confederação das Associações Econômicas (CTA) lançou, hoje, na cidade de Pemba, um projecto de financiamento para garantir a sustentabilidade das associações do órgão. O fundo está orçado em 210 mil dólares.

O acesso ao financiamento será feito mediante a apresentação de projectos aos conselhos empresárias, de uma das três regiões do país. Para o efeito, as associações serão capacitadas em matéria de desenho de projectos.  

De acordo com Agostinho Vuma, presidente da CTA, a ideia é usar o braço provincial neste caso o CEP como a instituição que vai liderar este movimento.

Na mesma ocasião, Vuma fez saber que a nova direcção da CTA está empenhada em criar novos instrumentos normativos no seio da organização.

 

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