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O País – A verdade como notícia

As projecções dão razão ao posicionamento do Japão em África. Segundo um relatório da McKinsey, o crescimento futuro do continente estará relacionado com factores que incluem as maiores taxas de urbanização do globo, para além de uma enorme fatia de mão-de-obra jovem e trabalhadora acima de países populosos como China ou Índia já em 2034.

Por outro lado, a aceleração das mudanças tecnológicas está a ajudar a abrir novas oportunidades para consumidores finais e para as empresas em geral, relembrando adicionalmente que o continente tem recursos naturais abundantes, alguns ainda por explorar e distribuir. O Fundo Monetário Internacional (FMI) projecta que o continente africano será a segunda região mundial que mais irá crescer até 2020, como resultado das descobertas e consequente exploração de recursos minerais.

Com a reunião ministerial da Conferência Internacional de Tóquio para o Desenvolvimento de África (TICAD) VI que se realiza em Maputo, Tóquio quer consolidar a sua posição no mercado africano, dominado pelo gigante asiático vizinho, a China. As trocas comerciais entre o Japão e África alcançaram 24 biliões de dólares em 2015, muito abaixo dos 179 mil milhões entre o continente africano e a China.

No ano passado, em Nairóbi, a capital do Quénia, na TICAD VI, o Japão prometeu investir 30 mil milhões de dólares no continente africano, em três anos, em investimentos públicos e privados, para industrializar, melhorar os serviços de saúde e estabilizar o continente.

Apesar de todos os riscos e desafios que o continente africano encerra, o consumo global dos consumidores africanos e das empresas já se situa nos quatro triliões de dólares, anualmente, e o crescimento tem sido muito rápido. O consumo das famílias tem uma expectativa de crescimento de 3,8 por cento ao ano para um total de 2,1 triliões de dólares em 2025. O consumo das empresas ainda é maior – de 2,6 triliões em 2015 para uma expectativa de 3,5 triliões de dólares em 2025. Independentemente do valor absoluto dos números releva-se a taxa de crescimento média em 10 anos.

Com uma população estimada em pouco mais de um bilião de pessoas, o mercado de consumo tende a crescer a cada ano, como resultado de uma taxa de natalidade elevada.

Em 2050, o continente africano deverá ter 349 milhões jovens ou seja 29 por cento do total mundial, representando um forte aumento em comparação com a subida de nove por cento da juventude do mundo em 1950.

Devido aos problemas demográfocos,  o Japão continua a apoiar o combate à pobreza e o desenvolvimento económico de África e Moçambique, em particular, dando prioridade a três áreas tais como: vitalização da economia regional, inclusive o desenvolvimento de corredores, formação humana e prevenção de calamidades naturais.

De acordo com o relatório da McKinsey, África pode mesmo duplicar a sua produção (indústria de transformação) para 930 biliões de usd em 2025 contra os 500 biliões de dólares actuais, com acções decisivas na melhoria do ambiente de negócios e da indústria de transformação. 3/4 desde potencial pode vir de empresas com base no continente e que atendem o mercado doméstico.

Hoje, o continente africano importa 1/3 da alimentação, bebidas e outros produtos alimentares processados que consome. Os restantes 1/4 podem vir de mais exportações (valor ainda baixo mas em franco crescimento). Os benefícios de uma aceleração industrial têm de incluir uma significativa mudança na produtividade (que é baixa) e a criação de 14 milhões de empregos estáveis durante a próxima década.

O Banco Nacional de Investimentos (BNI) e a Agência Vale do Zambeze lançaram, hoje, na cidade de Tete, uma linha de crédito para financiamento de projectos de agro-negócios e empreendedorismo. A linha é de 400 milhões de meticais e deverá abranger todas as províncias da região centro do país.
A linha de crédito é destinada aos recém-graduados das escolas técnico-profissionais nas áreas de agro-negócios e pequenas e médias empresas vocacionadas na cadeia de valor de produtos como a batata Reno, arroz, feijões e hortícolas.
Os beneficiários deverão ter desembolsos de valores entre 800 a um milhão e duzentos mil meticais, a uma taxa de juro entre 5 e 10 por cento.
Para o Presidente do Conselho de Administração do BNI, Tomás Matola a taxa a ser aplicada visa garantir que haja reembolso dos valores.
A Agência de Desenvolvimento do Vale do Zambeze, que vai implementar a iniciativa, diz que pretende-se com a mesma potenciar o sector empresarial.
Por seu turno, o Governador de Tete, Paulo Awade, que procedeu o lançamento oficial da linha de crédito pediu aos presentes a não confundirem os empréstimos a serem concedidos com o Fundo de desenvolvimento distrital centralmente alocado aos distritos, cujos níveis de reembolso estão aquém do desejado.
O projecto vai ser implementado em toda a região que compreende o vale do Zambeze, nomeadamente as províncias de Tete, Zambézia, Sofala e Manica.

Moçambique acolhe, desde ontem até dia 25, a 6ª Conferência Internacional de Tóquio para o Desenvolvimento de África- TICAD.

O encontro tem como objectivo avaliar o grau de implementação das actividades no quadro do plano de acção de Yokohama no período 2013-2018, analisar o relatório sobre o progresso das acções aprovadas na última reunião ministerial de Nairóbi e discutir os desafios que o continente africano enfrenta na actualidade e medidas para a sua solução.

Estão registados na reunião mais de 1000 participantes de delegações dos países africanos, parceiros de cooperação internacional, representantes de organizações regionais e internacionais, bem como do sector privado e sociedade civil de áfrica e do Japão.

O evento é organizado pelo governo do Japão em parceria com Nações Unidas, Gabinete do conselheiro especial para a África do secretário-geral das Nações Unidas, Banco Mundial e pela Comissão da união africana.

O sector privado nacional pede maior atenção do Japão no financiamento de projectos de empresas privadas, ao contrário do que acontece actualmente, em que apenas empresas públicas são beneficiadas. 
No âmbito do encontro empresarial entre o Japão e os países africanos, o presidente da Confederação das Associações Económicas de Moçambique, CTA, Agostinho Vuma, lamentou o recuo do Japão entre os maiores investidores em África, ao cair da terceira para a décima posição entre 2009 e 2014. Ao mesmo tempo, existe a preocupação com o facto dos investimentos do Japão serem direccionados exclusivamente ao sector público.
Na sessão do encontro empresarial, cinco memorandos de entendimento foram firmados. Destes, dois foram com a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos e um com o Banco Nacional de Investimentos, e incluem a formação de capital humano e a mobilização de financiamento para projectos de desenvolvimento.
O Japão reiterou, na mesma sessão, o compromisso de continuar a investir em África, e os representantes de vários países apresentaram os pontos fortes dos seus países para atracção de investimentos. 

A elite mundial reuniu-se, em Janeiro deste ano, para a 47ª edição anual do World Economic Forum, em Davos, na Suíça. Esta edição decorreu na sombra da tomada de posse do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, que acabou por ser tema recorrente ao longo dos debates e intervenções, dada a incerteza que se associa ao seu mandato e o impacto global que as medidas apresentadas em campanha possam vir a ter.

No que respeita às principais temáticas que acabaram por definir o encontro de Davos 2017, três destacaram-se, especialmente: globalização, tecnologia e desigualdades.

O tema da globalização foi abordado na perspectiva dos mais recentes acontecimentos políticos, como a eleição de Donald Trump, nos Estados Unidos, e o Brexit, no Reino Unido. Em ambos os casos, estamos perante exemplos de crescente nacionalismo e proteccionismo, em clara oposição aos ideais da elite política mundial, que vê o eleitorado rejeitar, cada vez mais, as suas políticas e ideias. Neste contexto, coube à China a defesa do comércio livre internacional, através de Xi Jinping, o primeiro presidente chinês a participar no World Economic Fórum, e que levou consigo a maior comitiva de delegados.

Os riscos de uma guerra comercial global, em que os Estados Unidos e a China assumiriam os papéis principais, foram amplamente discutidos, destacando-se a dura intervenção de George Soros, que disse que Trump é um aspirante a ditador que vai certamente iniciar uma guerra comercial.

O tema da tecnologia foi abordado através do impacto transformador que tem tido ao nível da produtividade e do trabalho. Hoje, produz-se mais do que nunca, mas com cada vez menos trabalhadores, o que acarreta um elevado risco social, pois muitos trabalhadores que vão sendo substituídos por soluções tecnológicas não estão preparados para a transição a outras áreas de actividade geradoras de emprego. Esta temática foi amplamente discutida num painel sobre a 4ª revolução industrial, o qual alertou para o facto de a tecnologia poder vir a ser o principal agente de desequilíbrio para a economia global.

A temática da tecnologia será também alvo de debate no Fórum MOZEFO 2017, numa sessão plenária subordinada ao tema “Economia digital e os desafios do conhecimento”. A tecnologia hoje disponível é cada vez mais poderosa e o seu impacto cada vez mais transformador, oferecendo cada vez mais possibilidades de acesso ao conhecimento, sendo sobretudo um importante instrumento de inclusão social. Estes serão os pontos centrais do debate marcado para o dia 23 de Novembro.

As desigualdades foram apontadas como o maior risco para a economia mundial em 2017, no decorrer da 47ª edição do World Economic Forum. O fosso entre ricos e pobres tem crescido e a acumulação de riqueza é cada vez maior para o 1% do topo da pirâmide. Christine Lagarde, directora do Fundo Monetário Internacional, destacou-se pela sua intervenção sobre esta temática, afirmando que tem realizado esforços no sentido de colocar a questão como uma prioridade para a instituição que dirige.

Apesar do contexto geral se ter caracterizado pela incerteza e medo quanto ao futuro próximo, houve, no entanto, um painel que se destacou pela mensagem positiva que passou. O ponto de partida deste debate foram os resultados do estudo anual da Global Shapers Community, que avalia o contributo dos cidadãos para o desenvolvimento dos seus países. O estudo revela que, de uma maneira geral, 70% das pessoas têm uma visão optimista relativamente ao seu futuro e que metade dessas pessoas acreditam que podem desempenhar um papel activo na tomada de decisão nos seus países.

Num debate moderado pela jornalista da BBC Zeinab Badawi, foi discutida a forma como os líderes políticos podem apoiar-se no conceito de cidadania para construir perspectivas positivas para o futuro dos seus países. Neste contexto, não posso deixar de fazer um paralelismo com os objectivos que o MOZEFO – Fórum Económico e Social de Moçambique tem ao criar uma plataforma que fomenta a sintonia entre os órgãos decisores públicos e privados na identificação dos principais desafios de Moçambique para um crescimento económico acelerado, inclusivo e sustentável. Neste âmbito, emerge um pilar fundamental do MOZEFO, que é o da inclusão e participação. É evidente que, nos últimos anos, tem sido assumida por toda a comunidade internacional a preocupação com a necessidade e a importância em promover a inclusão social para acelerar o crescimento económico. Contudo, não existem ainda estratégias e guias práticos com as linhas de acção necessárias para promover tal inclusão, bem como a participação dos cidadãos, pelo que foi com esse propósito que o World Economic Forum lançou nesta edição um relatório sobre o crescimento inclusivo e o desenvolvimento, intitulado “Inclusive Growth and Development Report 2017” com o objectivo de apresentar um estudo comparativo entre economias de vários país que permita avaliar as políticas e linhas de acção adoptadas e os respectivos impactos nos níveis de inclusão e resultados em termos de crescimento económico.

Este relatório constitui a primeira tentativa de avaliação dos níveis de inclusão social, apresentando resultados muito significativos que serão alvo de análise pela equipa do MOZEFO, num artigo a publicar neste espaço.

Inclusão social na agenda do MOZEFO

A inclusão social assume particular importância nos países em desenvolvimento, como é o caso de Moçambique, uma vez que representa um objectivo de política social orientada para o crescimento económico, com vista a superar os níveis de pobreza e de desigualdade social.

O desenvolvimento de qualquer país obriga à remoção dos obstáculos que impeçam os cidadãos de realizar o seu potencial, estejam eles associados à alimentação deficiente, à educação incompleta ou à saúde precária, motivadas pela falta de acesso às condições essenciais para o normal desenvolvimento das capacidades humanas. Neste contexto, o Fórum MOZEFO 2017 dedicará uma sessão plenária ao tema “A inclusão social como alavanca para o desenvolvimento sustentável”.

Neste painel, serão discutidas e debatidas as alternativas para uma política de inclusão centrada no ser humano e que possibilite uma associação entre os sectores público, privado e sociedade civil, centrada no equilíbrio como melhor princípio para gerar o crescimento de uma nação.

Moçambique organiza em Setembro deste ano a primeira conferência anual de investimento internacional. A conferência tem como objectivo apresentar oportunidades de negócios como forma de atrair investimentos para diversas áreas. 
É o primeiro evento internacional entre a Câmara de Comércio de Moçambique e o Conselho Sócio-Económico Árabe África, com o objectivo de potenciar investimentos em várias áreas, nomeadamente, agricultura, indústria, energia, infra-estruturas, comércio, projectos sociais entre outros.
O evento contará com a participação de 54 países africanos e organizações económicas internacionais de desenvolvimento.
Espera-se que Moçambique esteja representada por mais de 120 delegados. No evento, poderão participar também 100 bancos internacionais e instituições financeiras interessadas em investir em África.

O Grupo SOICO formalizou, hoje, a sua candidatura ao Conselho Empresarial Nacional, órgão conselheiro da Confederação das Associações Económicas de Moçambique, CTA, cuja eleição terá lugar no dia 14 de Setembro próximo.

A candidatura foi apresentada ao princípio da tarde. A ser eleito, o Grupo SOICO poderá tornar-se assessor e consultor dos diversos órgãos do sector privado, oficialmente representado pela CTA, conforme explicou Adelino Buque, Presidente da Comissão Eleitoral do Conselho Empresarial.

“Este órgão tem como competência emitir parecer sobre assuntos que o conselho directivo da CTA solicitar sobretudo relacionados com os grandes assuntos de interesse nacional e sobre assuntos internos da própria CTA que o conselho directivo ache por bem aconselhar-se junto deste conselho empresarial. Portanto, trata-se de um órgão interno previsto nos estatutos”, explicou Adelino Buque.

Ao candidatar-se para o Conselho Empresarial Nacional, o Grupo SOICO pretende contribuir para a melhoria do ambiente de negócios no país. Aniceto Manhique, mandatário da candidatura, argumenta que este objectivo pode ser assegurado, já que o Grupo tem promovido projectos que visam a concretização do mesmo.

“Entendemos e achamos que podemos contribuir positivamente para ajudar e auxiliar na melhoria do ambiente de negócios em Moçambique. A SOICO nesse âmbito já tem provas dadas, temos um conjunto de eventos que temos vindo a realizar há alguns anos, que impulsionam e que dão vida e força no sentido de melhorar o ambiente de negócios. Falo das “100 Melhores PME”, falo da Moz Tech (Feira de tecnologias), falo do MOZEFO e outros projectos que nós temos”, revelou.

O Conselho Empresarial Nacional vai às eleições a 14 de Setembro próximo.

 

Numa altura em que o turismo está no centro das prioridades do governo, como fonte alternativa na diversificação da economia, a cidade de Maputo vai acolher, nos dias 12 e 13 de Outubro, a 1ª Edição do The Jazz & Golf Summit, uma Cimeira Económico-empresarial de alto nível, inserida na programação do FIKANI – Feira Internacional de Turismo de Maputo, também a decorrer na capital moçambicana, em Outubro próximo.

The Jazz & Golf Summit é uma cimeira económica empresarial que se pretende regular, com objectivo de trazer a Moçambique empresários e investidores mundiais com fortes interesses na indústria turística moçambicana.

A Cimeira – a decorrer num ambiente de combinação clássica entre negócio e lazer – é organizada pela Progressive Business Forum – Mozambique – uma plataforma económica de partilha de oportunidades de negócios e facilitação de investimento, que conta com uma rede distinta de empresários com elevada capacidade financeira – em parceria com o Instituto Nacional do Turismo – INATUR.

A iniciativa surge com a necessidade de fortalecer o mercado interno moçambicano, numa partilha de oportunidades de negócio, que estimulem o investimento nacional e estrangeiro, de modo específico no sector do turismo.   

The Jazz & Golf Summit trata-se da primeira cimeira económica do género a realizar-se em África, tendo como suporte o Jazz e o Golf, a acontecer em Moçambique. A ocasião irá movimentar diversos delegados oriundos da África do Sul, Suazilândia, Botsuana, Angola, Portugal, China, Estados Unidos de América, etc., dentre políticos, empresários, banqueiros, operadores turísticos, músicos do Jazz, praticantes do Golfe, entre outros intervenientes da arena económica, provenientes do resto do Mundo.

O Golf constitui uma modalidade estratégica na atracção de investimentos, muitas vezes usado como espaço de encontros de negócio, estando associado a um segmento de renda alta (empresários, grandes investidores, diplomatas, etc.).
O Golfe tem um potencial económico robusto, movimentando, no Mundo inteiro, mais de 60 biliões de dólares/ano.

Também não se pode perder de vista o poder económico do Jazz, que movimenta, em festivais e em vendas, elevados valores, promovendo oportunidades de negócio e postos de trabalho.

 

A plataforma de vendas da empresa Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) por internet registou, no primeiro semestre do ano em curso, um crescimento de 61% em comparação com igual período do ano passado. Segundo comunicado enviado pela empresa ao nosso jornal, este resultado reflecte cada vez maior preferência do público pelas novas tecnologias para viabilizar as suas viagens.

A adesão às vendas através da página electrónica da LAM permitiu ascender ao grupo dos três com o maior número de bilhetes emitidos, juntamente com as lojas da LAM e o BSP, ou seja, a rede de agências de viagens membros da IATA (Associação Internacional de Transporte Aéreo).

Como resultado do crescimento que têm registado, desde a sua introdução na LAM, em 2009, as vendas por internet passaram agora a representar 9% do total de passagens aéreas adquiridas pelos clientes.
Este aumento e subsequente melhoria de contribuição deste meio na receita global da empresa tem estado mais notório desde a implementação do sistema integrado AMADEUS ALTEA, em 2015, que proporciona funcionalidades interligadas para a realização de reservas de passagens aéreas, emissão de bilhetes, inventários, controlo de partidas – incluindo o check-in e maximização do programa de fidelização de passageiros.

Funcionalidades dos sistemas electrónicos
O sistema AMADEUS ALTEA permitiu simplificar o uso da página LAM de vendas por internet, sendo agora de preenchimento fácil, mais interactiva, objectiva e directa. Favoreceu ainda a activação da opção book now pay later, ou seja, reserve agora e pague depois. Assim, depois da compra, o cliente pode fazer o check-in online, desde que seja dentro do período de 48 horas a 2 horas que antecedem o voo.

 

 

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