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O País – A verdade como notícia

Como forma de se ter uma informação mais detalhada sobre o ambiente de negócios no país, foi nesta segunda-feira lançado o projecto Doing Business Subnacional, um estudo que vai avaliar o ambiente de negócios nas capitais provinciais e quatro postos fronteiriços.

No relatório do Doing Business publicado em Outubro de 2017, Moçambique ocupava a posição 138, num estudo que avalia o ambiente de negócios em 190 países. Este estudo analisa e compara 11 áreas de regulamentação de negócios que afectam as PME durante o seu ciclo de vida.

A melhoria no ambiente de negócios vai permitir o aumento do número de empresas e postos de trabalho.

O projecto será implementado pelo Banco Mundial e o Ministério da Indústria e Comércio e é financiado pela Suíça e Reino Unido.

 

O Presidente da República, Filipe Nyusi, inaugurou esta segunda-feira, no porto da Beira, o primeiro terminal automatizado de gás para uso doméstico construído de raiz no país.

O terminal tem capacidade para encher cerca de cinco mil botijas e 12 camiões por dia e deverá abastecer a região centro, norte e países vizinhos.

A iniciativa é da estatal Petróleos de Moçambique (Petromoc) e conta com um investimento avaliado em cerca de 38 milhões de dólares, dos quais 31 financiados pelo Banco de Exportação e Importação da India, e os restantes sete milhões foram disponibilizados pela Petromoc.

O terminal é inaugurado numa fase em que os recursos hídricos limitam a construção de centrais hídricas, daí que, de acordo com o Presidente da República, o maior desafio do governo é diversificar as fontes de energia.

Por outro lado, o Chefe de Estado falou do aumento, nos últimos tempos, do uso de gás, que cresceu em cerca de 40 por cento, atingindo 34 mil toneladas em 2017.

O Presidente da República está em Sofala para uma visita de trabalho de quatro dias. À sua chegada, no aeroporto da Beira, manteve um breve contacto com a população.

 

O presidente da República, Filipe Nyusi, inaugura, na próxima segunda-feira, a terminal oceânica de gás doméstico, localizada no recinto portuário da Beira. Esta terminal tem a capacidade para armazenar três mil toneladas métricas de gás e está equipado com uma grua de enchimento de botijas, com capacidade para encher 5 mil botijas de gás doméstico por dia. Existe uma segunda grua para enchimento de camiões tanques. A capacidade instalada é de 12 camiões por dia.

De acordo com Ovídio Rodolfo, Administrador Operacional da PETROMOC, que nesta sexta-feira visitou a infra-estrutura, a iniciativa conta com um investimento em cerca de 38 milhões de dólares, dos quais 31 financiados pelo Banco de Exportação e Importação da India, e os restantes sete milhões foram disponibilizados pela PETROMOC. Espera-se que com este empreendimento haja um grande salto qualitativo naquilo que é a oferta de gás domestico para as regiões centro e norte.

E Porque a produção do gás doméstico nesta terminal estará acima da demanda, o mesmo será abastecido nos países da Interland.  

A inauguração desta infra-estrutura pelo PR enquadra-se na visita de trabalho que Filipe Nyusi efectua a partir da próxima segunda-feira a província de Sofala, onde devera escalar, para além da cidade da Beira, os distritos de Maringué, Chemba, Cheringoma e Nhamatanda.

 

Durante dois dias, os órgãos sócias, os presidentes dos pelouros, e a direcção executiva da Confederação das Associações Económicas de Moçambique estiveram reunidos para fazer a monitoria do plano estratégico 2017-2020. O desenvolvimento do agronegócio é uma das prioridades do plano estratégico da agremiação.

A CTA vai criar um fórum agrícola, cujo objectivo é buscar soluções para o desenvolvimento do agronegócio.

Para já, a organização faz um balanço positivo do primeiro ano do actual mandato.

O retiro de monitoria do Plano Estratégico que terminou neste sábado decorreu no distrito de Marracuene, província de Maputo.

Ainda neste sábado, a CTA anunciou que ainda neste semestre irá fazer a divulgação de um estudo detalhado sobre o ambiente de negócios nacional e o lançamento do CTA Conect, uma plataforma digital que vai reunir informações sobre empresas nacionais e oportunidades para o sector privado.

 

O Governo através do Instituto para Promoção de Pequenas e Médias Empresas (IPEME) investiu pouco mais de três milhões de meticais no financiamento de projectos que compreendem cadeias de valor de processamento, Produção e Comercialização Agrícola na província de Manica.

Foram financiados um total de 23 projectos agro-pecuários em alguns distritos da província de Manica.

O responsável de Centro de Orientação a Empresários, Bernardo Manguele, disse que a linha de financiamento está a ter um impacto significante.

“Conseguimos notar aquilo que é o desenvolvimento depois do financiamento, as empresas conseguiram aumentar os seus investimentos”, disse Manguele acrescentando que é possível notar o impacto social através desse financiamento, os beneficiários conseguiram devolver o dinheiro investido.

Os beneficiários dizem que o financiamento do IPEME veio trazer mais-valia para os seus projectos.

 

O Banco de Moçambique e a Financial Sector Deepening Moçambique (FSD Moç) lançaram, hoje, a incubadora Sandbox. Uma plataforma que vai ajudar no desenvolvimento de tecnologias financeiras no país.

A inauguração da incubadora Sandbox assinala os 43 anos da criação do Banco de Moçambique. Esta iniciativa tem como objectivo promover a criação de serviços financeiros sofisticados e adequados às exigências do mercado.

A FSD Moç acredita que projecto vai ainda promover a inclusão financeira no país.
Para os beneficiários, a Sandbox vai ajudar a desenvolver os seus negócios.

Numa primeira fase cinco startups vão beneficiar de apoio, durante seis meses. A incubadora de fintech faz parte do programa de inclusão financeira do banco central e teve o apoio da FSD Moçambique. A Sandbox vai funcionar nas instalações do Banco de Moçambique.

 

A fábrica de processamento de arroz localizada no distrito de Namacurra na província central da Zambézia continua parada há mais de um ano, devido a uma avaria grossa no sistema eléctrico.

Sucede que em Janeiro de 2017 descargas atmosféricas atingiram a secção da electricidade. Associada a defeitos de terra causou destruição no transformador de potência interrompendo assim imediatamente o funcionamento da unidade fabril com a capacidade de processar 150 toneladas por dia.

Na unidade fabril, operavam dez trabalhadores, nomeadamente um engenheiro técnico e o resto pessoal afecto ao sector de processamento. E porque o investimento para a construção do complexo de processamento de arroz na ordem de dez milhões de dólares foi público, os funcionários afectos à fábrica saíram do Instituto de Cereais de Moçambique. Todavia, devido à situação ora referido não houve movimentação de trabalhadores com excepção de uma funcionária que foi promovida à delegada do Instituto de Cereais de Moçambique na província de Nampula.

Para colocar a fábrica funcional de acordo com informações disponibilizadas pelo governo da província da Zambézia, são necessários 610 mil dólares, valor este que servirá não só para a reposição do sistema elétrico, mas também para manutenção dos equipamentos e intervenção na aquisição da matéria-prima nomeadamente o arroz através dos pequenos e grandes produtores dos distritos circunvizinhos e aqueles que se dedicam à produção da cultura um pouco pela província.

De acordo com o Director Provincial da Indústria e comércio da província da Zambézia, o governo está neste momento à procura de parceiros com destaque para os do sector privado que queiram investir naquela indústria de agro-processamento para reaproveitar o complexo que dispõe de lavandarias modernas utilizadas nas industriais do ramo.

“Está aqui aberto uma oportunidade de investimento para o aproveitamento deste elegante complexo construído com fundos públicos. Temos estado a receber manifestações de interesse de cidadãos nacionais, holandeses e filipinos”, disse Momade Juízo para quem o governo está expectante na operacionalização da fábrica que vai estimular a produção de arroz no seio dos produtores completando assim a cadeia de valores.

 

O Governo, através do Ministério dos Recursos Minerais e Energia anunciou, esta tarde, novos preços de combustível que vão vigorar a partir de amanhã em todo o país.

Assim, a gasolina sobe dos actuais 65.1 para 66.03 meticais o litro e o gasóleo de 61.16 para 62.03. A tendência de subida também se vai registar no gás para viaturas, que sai dos actuais 31.54 para 31.97 meticais.

O gás de cozinha vai registar uma redução ao sair dos actuais 65.18 para 60.90/kg. O mesmo acontece com o petróleo de iluminação com uma ligeira redução de 50.45 para 50.33 meticais o litro.

O Governo justifica que a crise na Síria e na Venezuela estão a influenciar directamente no preço do barril de crude no mercado internacional e a incerteza do mercado internacional faz com que o preço do crude aumente.

Segundo a Importadora Moçambicana de Petróleos (Imopetro) se esta incerta no mercado internacional continuar, espera-se que o preço no país também continue a aumentar.

 

O acesso ao financiamento constitui actualmente uma das maiores barreiras para as pequenas e médias empresas do país. Mas a situação é mais grave ainda quando estas empresas são propriedades de sociedades juvenis e/ou jovens singularmente procuram financiamento para ideias inovadoras.

E este foi o principal tema do encontro desta quarta-feira entre a Confederação das Associações Económicas de Moçambique e o Fórum Económico Mundial.

“Quando juntamos o conhecimento dos jovens de forma única, percebemos também que eles precisam de experiência e de qualidade nos seus projectos e é nessa área que queremos também dar o nosso suporte”, explicou Abdullahi Alim, representante do Fórum Mundial Económico.

As possíveis parcerias entre o sector privado e o Fórum Económico Mundial serão direccionadas a quatro áreas estratégicas, nomeadamente infra-estruturas, turismo, comunicações e cultura.  

“Estas são para nós áreas que se enquadram dentro da missão da CTA e, portanto, aquilo que for necessário conjuntamente, iremos estudar e avaliar para ver se podemos implementar conjuntamente”, disse Luís Magaço, porta-voz do sector privado.

Este foi o primeiro encontro entre a CTA e o Fórum Mundial Económico, onde espera-se que haja muitos outros, para que sejam criados acordos conducentes a acções concretas que as duas organizações vão desenvolver para apoiar as pequenas e médias empresas.

 

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