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CCMI e ENH mobilizam PME para o sector energético

A Câmara de Comércio Moçambique–Itália e a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos  mobilizam pequenas e médias empresas para uma maior aproximação aos investidores internacionais, com o

CCMI e ENH mobilizam PME para o sector energético

A Câmara de Comércio Moçambique–Itália e a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos  mobilizam pequenas e médias empresas para uma maior aproximação aos investidores internacionais, com o

Inicia em Setembro a construção da plataforma flutuante que vai servir de base para a extracção e liquefacção de gás natural na bacia do Rovuma.

A plataforma terá 439 metros de comprimento, 65 de largura, um calado de 38.5 metros e um peso de 210 mil toneladas, segundo o Macauhub.

Para a primeira fase que está prevista para 2021, espera-se extrair e processar cinco biliões de pés cúbicos de gás natural.

O bloco Área 4 tem como participantes a Mozambique Rovuma Ventures, uma parceria detida pelos grupos ExxonMobil, ENI e China National Petroleum Corporation.

 

A SASOL e a ENH defendem a aposta no empresariado nacional na contratação de serviços para os projectos de exploração de recursos minerais no país. Para as empresas, os empresários nacionais devem se capacitar mais para garantir qualidade nos seus serviços.

Num contexto em que se assiste a descoberta de recursos naturais no país, a grande preocupação do empresariado nacional é o de ter oportunidade de poder participar nesses projectos através de oferta de serviços. Neste momento, a proposta de lei do conteúdo nacional, instrumento que vai estabelecer balizas para que o empresariado nacional não fique em desvantagem em relação o estrangeiro, está a ser finalizada pelo Ministério da Economia e Finanças.

Nessa perspectiva, a Sasol garante ser sua prioridade a contratação de empresas moçambicanas.

Já Administradora ENH (Empresa Nacional de Hidrocarbonetos), entidade do Estado com participações em projectos de gás e petróleo no país, Tânia Munhequete diz ser sua preferência optar pelo conteúdo local.

Estes pronunciamentos foram feitos na última quinta-feira, em Inhambane, durante o Fórum Empresarial Sul, evento organizado pela Confederação das Associações Económicas de Moçambique.

 

A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) promete viabilizar projectos ligados ao processamento de fruta e da mandioca em Inhambane, a informação foi avançada a quando da visita da CTA  a aquela provincia.

A província de Inhamabane é uma das maiores produtoras de fruta, mas grande parte é desperdiçada devido à falta de indústria de processamento. O governo provincial mostrou-se aberto a dar apoio a estas e outras iniciativas em áreas como o turismo, energia e agricultura.

O Fórum Empresarial de Inhambane juntou na cidade de Maxixe empresários e os governos das três províncias do sul do país.

 

O Ministério da Indústria e Comércio (MIC) em coordenação com o Programa SPEED+ da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional – USAID, realiza a cerimónia de Lançamento do Comité Nacional de Facilitação de Comércio.

O comité visa coordenar as actividades sobre a facilitação de comércio no país, bem como, a implantação dos acordos comerciais bilaterais e multilaterais, e garantir boa coordenação das várias reformas nesta área.

O evento contará com a participação do ministro do MIC, Ragendra de Sousa, Embaixador dos EUA, Dean Pittman, Presidente da AT, Amélia Nakare, Presidente da CTA, Agostinho Vuma e Poul Hansen, chefe da Área de Facilitação de Comércio da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento.

O Comité surge no contexto da implementação do Acordo de Facilitação de Comércio da Organização Mundial do Comércio.

 

O Millenium bim e a Agência para a Promoção de Investimento e Exportações (APIEX) assinaram acordo de parceria para a promoção de exportações e internacionalização de empresas nacionais e atração de investimento estrangeiros para a economia moçambicana.

O acordo assinado entre os Administradores do Millenium bim, Moisés Jorge e Fernando Carvalho e o Director Geral da APIEX, Lourenço Sambo, servirá para as duas instituições trabalharem de forma conjunta e coordenada de forma a criar sinergias que se traduzam num apoio efectivo às empresas e empresários moçambicanos.

Segundo o comunicado enviado a nossa redacção o bim e a APIEX definiram diversas áreas de intervenção como a partilha de informação, promoção de investimentos e facilitação de contactos com potenciais investidores nacionais e internacionais.

De acordo com Fernando Carvalho, Administrador do Millennium bim, “esta parceria é mais um contributo do Banco para o desenvolvimento sustentável da economia moçambicana através da promoção de exportações e da atracção de investimento que beneficiam directamente a vida dos moçambicanos”, lê-se no comunicado.

O Millennium bim é o maior grupo financeiro de Moçambique, tendo, actualmente, 1,8 milhões de Clientes.

 

Pesquisadores do Observatório do Meio Rural dizem que os Investimentos feitos pelo Estado na mecanização ainda não estão a surtir efeitos desejados. Esta posição foi apresentada, esta quinta-feira, na conferência sobre Políticas Públicas Para o Agro-negócios que decorre em Maputo.

Numa altura em que o Governo tem centrado grande parte dos investimentos públicos na agricultura, o Observatório do Meio Rural considera que estes não estão a ter o impacto desejado para as comunidades.

Durante a conferência foi apresentado um estudo que revelou que as máquinas distribuídas em algumas zonas do centro e norte não estão a servir para as comunidades. É que os gestores priorizam a lavoura dos campos pessoais em detrimento dos da comunidade.

Na recente reunião, realizada em Gaza, pelo Fundo de Desenvolvimento Agrário, para analisar a mecanização agrária no sul do país, foi revelado que produtores desta região não solicitam as máquinas disponíveis para a lavoura e que usam animais para o efeito.

Cenário totalmente diferente nas zonas centro e norte, onde não há máquinas suficientes para lavrar todas as terras dos produtores.
 

 

A Sino Minerals extraiu mais de 1700 onças de ouro no segundo trimestre deste ano, representando um aumento de 42 por cento relativamente ao primeiro trimestre. Esta empresa foi contractada pela Explorator, subsidiária do grupo britânico Xtract Resources, para explorar a metade oriental da concessão de Manica.

Segundo a Macauhub, o presidente executivo da Xtract Resources, Colin Bird, afirma, num comunicado, que estes números representam uma tendência de aumento na produção por trimestre, período de três meses que foi afectado pela época das chuvas no país.

Colin Bird diz que o primeiro trimestre foi afectado pela época das chuvas, já ultrapassada. Entretanto, o segundo trimestre foi afectado por condições difíceis de processamento do cascalho, devido à ocorrência de ouro em pedaços muito pequenos e de uma forma muito dispersa.

A Explorator recebe nos termos do contrato assinado com a Sino Minerals, 25% de todo o ouro extraído, pelo que teve direito a 426 onças, de que apenas foram vendidas 283, que proporcionaram uma receita de cerca de 290 mil dólares.

 

A Fura Gems, do Canadá, será a empresa com maior área licenciada, 1104 quilómetros quadrados, para a exploração de rubis em Moçambique.

A informação consta dum comunicado distribuído pela Fura Gems e divulgado esta segunda-feira. Segundo a plataforma Macauhub, a aquisição das nove licenças resulta da fusão de activos mineiros com as empresas australianas Mustang Resources Ltd e Regius Resources Group Ltd.

Para efectivar o acordo alcançado com as duas empresas para a aquisição das licenças mineiras detidas pelas mesmas, a Fura Gems deverá pagar 15 milhões de dólares australianos, dos quais três milhões de dólares em dinheiro e cerca de 12,7 milhões de dólares em acções da própria empresa.

Dev Shetty, presidente executivo da Fura Gems, salienta, no comunicado, o facto de as nove novas licenças fazerem com que a empresa passe a ter a maior área para a exploração de rubis em Moçambique, numa zona onde existem alguns dos rubis de mais elevada qualidade do país.

Os trabalhos preparatórios já foram efectuados pela Mustang e pela Regius, através das suas subsidiárias em Moçambique, prosseguiu Dev Shetty, acrescentando que, uma vez concluído este negócio, “pretendemos iniciar, nos próximos meses, um processo de recolha de amostras, a fim de que possamos adicionar à nossa mina de esmeraldas na Colômbia uma mina de rubis de classe mundial em Moçambique.”

A Fura Gems pretende investir até 25 milhões de dólares do Canadá, no decurso de um período de três anos, num programa de realização de furos e recolha de amostras, bem como a reconfiguração das instalações de lavagem do cascalho recolhido, entre outras actividades.

O negócio agora acordado deverá ficar concluído a 30 de Novembro próximo, antecipando a Fura Gems que o processo de recolha de amostras permite o início de leilões para venda dos rubis extraídos no terceiro trimestre de 2019.

 

O Barclays Bank Moçambique alterou a sua marca comercial para ABSA Group Limited. O Barclays anteriormente conhecido como Amalgamated Banks of South Africa, foi adquirido pelo britânico Barclays, em 2005.

A imprensa sul-africana escreveu que a venda da participação de controlo no ABSA, a terceira maior instituição financeira da África do Sul, pôs termo a mais de um século de envolvimento do banco britânico em África, escreve o Macauhub .

O ABSA Group Limited informou que a excepção à regra será a operação no Quénia, e em Moçambique onde o nome Barclays irá continuar, por enquanto.  O Barclays está a operar em 12 países africanos.

A alteração de toda a rede ficará concluída em 2020.

 

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