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O País – A verdade como notícia

A empresa israelita, Mottech Water Solutions Ltd, ganhou um contrato em Moçambique para fornecer uma solução informática sem fios de irrigação, a primeira vez que tal acontece, informou o grupo israelita de telecomunicações MTI Wireless Edge Ltd.

A Mottech Water Solutions desenvolve sistemas que ajudam os agricultores a proceder à irrigação e fertilização das plantações à distância, permitindo a utilização dos recursos disponíveis de uma forma muito precisa, escreve o site Macauhub.

O comunicado divulgado pelo grupo salienta que Moçambique, que tem 3,9 milhões de terrenos com vocação agrícola, representa um mercado para este tipo de soluções no valor de mil milhões de rands.

A Mottech Water Solutions está presente no mercado da África do Sul há 10 anos, estando a administração actualmente empenhada em expandir a actividade para os países vizinhos através da selecção de representantes.

O grupo anunciou ainda que o contrato estipula que a entrega da solução informática será realizada por fases, tendo um valor inicial de um milhão de rands e um valor total previsto de cinco milhões de rands.

 

Mais de 200 milhões de dólares deverão ser investidos na cidade de Maputo, para viabilização do projecto de polo de atracção turística na baixa da capital moçambicana.

O valor destina-se à reabilitação de infra-estruturas público-privadas.

A capital moçambicana recebe em média 40 mil turísticas que atracam no Porto de Maputo. De olhos nesse fluxo de entrada, através de viagens anuais de cruzeiros de negócios e lazer, o Governo e o sector privado já fazem contas para rentabilizar o negócio.

A edilidade fez um levantamento preliminar dos custos necessários para viabilizar o projecto, com a maior parte do valor a ser desembolsado pelo sector privado, segundo o vereador das actividades económicas do Conselho Municipal da cidade de Maputo, João Munguambe.

Segundo Munguambe as ruínas da capital serão um ponto atractivo a considerar, sendo que para tal a edilidade deverá aplicar algumas taxas bonificadas.

A concessionária do Porto de Maputo, MPDC, Suraya Abdula, refere que está a desenvolver uma série modernização das suas infra-estruturas portuárias para receber turistas.

Estas declarações foram proferidas esta sexta-feira, em Maputo, aquando do segundo workshop de auscultação sobre a definição das prioridades da criação do polo de atracção turística.

 

Foi lançada esta quinta-feira a sétima edição da iniciativa 100 melhores Pequenas e Médias Empresas (PM). Para esta edição, o grupo SOICO anunciou uma nova categoria nas premiações, nomeadamente o Prémio Mulher Empreendedora.

O evento contou com a presença do vice-ministro da Indústria e Comércio, Júlio Pio, Presidente da Comissão Executiva do BCI, Paulo Sousa, empresários e diversas personalidades.

Na ocasião, o Presidente da Comissão Executiva do BCI, um dos parceiros da iniciativa, defendeu que as Pequenas e Médias Empresas devem capacitar-se para melhor explorar as oportunidades resultantes dos grandes investimentos que são feitos na indústria extractiva.

Já o vice-ministro da Indústria e Comércio apela às empresas a participarem da iniciativa 100 melhores PME e garante o apoio do Governo.

Desde o lançamento da primeira edição, em 2012, a iniciativa 100 Melhores PME já premiou e distinguiu mais de 2100 empresas.

Para esta edição, o Prémio 100 Melhores PME decorre sob o lema “clausters empresariais: e conteúdo nacional” e o grupo SOICO espera que o número de participantes supere o da sexta edição.

No debate inaugural da sétima edição do Prémio 100 Melhores PME, o bastonário da Ordem dos Contabilistas (OCAM), Mário Sitoe, defendeu que a competitividade deve estar aliada ao associativismo.

No mesmo painel, juntaram-se ao bastonário da OCAM, Mateus Mosse, responsável pelas Relações Exteriores da Mozal, Inusso Ismail, vencedor da sexta edição do Prémio 100 Melhores PME e director-geral da INCALA, para falar da competitividade nas Pequenas e Médias Empresas.

Num outro desenvolvimento, o bastonário da Ordem dos Contabilistas e Auditores de Moçambique alertou que as empresas não devem pensar que competitividade é estar acima das outras.

Por sua vez, Mateus Mosse diz que o grande diferencial da Mozal é a formação das empresas subcontratadas, por isso defende que todas as multinacionais devem seguir por este caminho.

Um dos vencedores da última edição do Prémio 100 PME, director-geral da INCALA partilhou a sua experiência e defendeu que as empresas devem ser orientadas para aderir às oportunidades.

Confiança entre as empresas para que haja um crescimento conjunto foi a linha defendida por alguns participantes do debate, como por exemplo Jaime Mlungo e Claire Zimba, Directora-geral do Instituto de Pequenas e Medias Empresas (IPEME).

A iniciativa 100 Melhores PME surge com o objectivo de criar competitividade entre as pequenas e médias empresas.

 

Depois de um longo período de desequilíbrios macroeconómicos, precipitados pelas chamadas "dívidas ocultas", o FMI afirmou esta quinta-feira, que os novos desenvolvimentos abrem uma nova "janela de oportunidades" para economia.

No seu relatório "Perspetivas Económicas para a África Subsaariana", divulgado esta quinta-feira, em Nusa Dua, durante os encontros anuais com o Banco Mundial, na Indonésia, o FMI reafirmou as anteriores projecções sobre sinais de melhoria da economia moçambicana.

Os avanços recentes no dossier da paz, ou seja, o início neste mês de Outubro do processo de integração dos homens armados da Renamo, são apontados pelo Fundo Monetário Internacional como factores determinantes na performance económica do país.  

Angola, após um período de recessão económica, está na mesma situação que a de Moçambique, no toca aos indicadores do Produto Interno Bruto (PIB). O FMI aponta a melhoria da governação naquele país lusófono, que soube "lidar com os antigos problemas", refere.

No geral, o relatório de 68 páginas daquela instituição financeira internacional, alerta para um conjunto de desequilíbrios nas economias africanas, destacando que o panorama varia substancialmente de país para país.

Admitindo dificuldades em analisar o continente como um todo, os economistas do FMI sublinham que o principal problema que atravessa a região da África Subsaariana é o crédito malparado que subiu significativamente desde a descida dos preços do petróleo, em meados de 2014.

“Alguns países fizeram recentemente alguns progressos na redução do crédito malparado (Guiné Equatorial, Guiné-Bissau), fortalecendo as reservas de capital (Angola, Gana, Moçambique) ”, lê-se no relatório daquela instituição da Bretton Woods, consultado pelo "O País".

Acrescentando, que "a redução sustentada deste crédito que os bancos têm dificuldade em cobrar requer estratégias abrangentes de redução”, apontando três riscos principais às previsões macroeconómicas.

“Apesar de o crescimento mundial continuar a expandir-se sustentadamente, o crescimento das tensões comerciais, a previsível normalização monetária e a volatilidade nos mercados de activos ensombram as perspetivas para a África subsariana, que deverá crescer 3,1% este ano e 3,8% em 2019, uma previsão ligeiramente inferior aos 3,9% previstos em Abril para este e o próximo ano", indica o documento.

No entanto, para o FMI, este crescimento “não será suficiente para a região tirar partido do seu dividendo demográfico, já que a criação de emprego ficará provavelmente abaixo das necessidades para absorver os jovens a entrar no mercado de trabalho”.

O FMI estima que 100 milhões de pessoas cheguem à idade de trabalho, definida entre os 15 e os 64 anos, entre 2030 e 2035, “excedendo a média do resto do mundo, o que significa que a região precisaria de criar 20 milhões de empregos todos os anos entre 2018 e 20135, o que é o dobro da média de novos empregos criados nos últimos cinco anos”.

Para resolver este e outros problemas, a instituição recomenda uma série de passos que incluem a melhoria da gestão da despesa pública, entre outros, e destaca um conjunto de reformas para melhorar os mercados e a atratividade das economias africanas.

As principais reformas de mercado a serem implementadas nos países da África subsariana incluem a melhoria da regulação dos produtos de mercado e o encorajamento da concorrência (Angola, Costa do Marfim, África do Sul), garantia de fontes fiáveis de inputs industriais como eletricidade (Angola, Costa do Marfim, Nigéria), melhorar a eficiência e as finanças das empresas públicas em sectores importantes (Angola, Camarões, Costa do Marfim, África do Sul) e melhorar o acesso ao crédito (Angola, Camarões, Nigéria).

Sobre as tensões comerciais entre os Estados Unidos e outros países, o FMI diz que isto pode significar uma perda de 0,5 pontos percentuais no PIB de África entre 2018 e 2021, num total de 1,5% da riqueza nestes quatro anos, afetando principalmente as economias dos países exportadores de matérias-primas e dos que estão mais integrados nos mercados globais.

Mais de 53 mil estrangeiros entraram a Moçambique nos primeiros nove meses do ano através do visto de fronteira. Serviço Nacional de Migração diz que a maioria destes cidadãos estrangeiros eram turistas.

Mais visitantes, mais dinheiro para o Estado! É que cada estrangeiro que solicita um visto de fronteira paga 3 mil meticais (USD 50) ao Serviço Nacional de Migração. Neste caso foram 53 318 estrangeiros que de Janeiro a Setembro vieram ao país, o que equivale encaixar 156.3 milhões de meticais (USD 2.6 milhões) aos cofres do Estado.

Este número de estrangeiros que visitaram Moçambique nos primeiros três trimestres do ano, representam um aumento em 55 porcento em comparação com igual período do ano passado.

São dados que, na verdade, vão de encontro ao objectivo do Governo moçambicano ao criar o visto de fronteira no ano passado. Aliás, segundo Cira Fernandes, porta-voz do SENAMI, “na sua maioria, os cidadãos estrangeiros apresentaram a prática do turismo como sendo a principal motivação de entrada e solicitação do visto de fronteira”.

Este documento dá possibilidade de o estrangeiro entrar duas vezes ao país com possibilidade de ficar um máximo de trinta dias. Com isto, o governo pretendia aumentar o número de turistas que procuram Moçambique.

Entretanto…

O valor que o Estado arrecadou com a entrada dos mais de 53 mil estrangeiros poderia ser acima dos 156.3 milhões de meticais. Não fosse o facto de 381 estrangeiros não terem explicado com clareza o motivo de quererem visitar Moçambique e, por isso, acabaram vendo seus pedidos de visto recusados pelo SENAMI.

Cira Fernandes explica que a recusa não foi a única medida tomada contra estes, sendo que “o SENAMI, além de ter recusado a concessão do visto e consequentemente recusado a entrada no país destes cidadãos, também procedeu-se o seu reembarque nos voos das mesmas companhias transportadoras que os trouxeram, de modo a retornarem ao país de proveniência”.

Existindo, no total, 56 postos de travessia ao longo de todo o país, 44 podem conceder vistos de fronteira. Destes, destacam-se três deles, nomeadamente, Aeroporto Internacional de Mavalane, com 23 075 emissões, fronteira de Ressano Garcia com 6 354 emissões e, finalmente, Aérodromo de Vilanculos, em Inhambane, com 3 795 emissões de vistos de fronteira.

O Presidente do Conselho de Administração do Instituto de Aviação Civil de Moçambique (IACM), João de Abreu, disse que o anúncio de arranque das operações da Ethiopian Mozambique Airline para 1 de Outubro não partiu da sua instituição.

Em meio a desinformação, contrariedades e até um pouco de cepticismo à mistura, a Ethiopian Mozambique Airlines, entidade jurídica moçambicana, vai mesmo arrancar as suas operações neste ano.

Depois de falhar a data anunciada, que era de 1 de Outubro deste ano, a companhia decidiu que a “data mais razoável” para o arranque das operações, é a de 1 de Dezembro.

“Vamos começar a operar no dia 1 de Dezembro” revelou o director da Ethiopian Airlines em Moçambique, Daniel Tsigui, quando contactado pelo “O pais”, justificando a demora do arranque, pelo facto de “ainda estar a resolver alguns problemas com a licença”.

A nova data para decolagem dos primeiros voos da companhia etíope a nível nacional, colhe consenso do regulador moçambicano do sector de aviação, que ao mesmo tempo, nega, ter anunciado a data de 1 de Outubro.

“Nós achamos que a data de 1 de Dezembro é a mais razoável e, acima de tudo mais realística do que as outras que foram anunciadas” explicou o PCA da IACM, João de Abreu, acrescentando que “a data anterior não foi divulgada pelo regulador”.

Quanto as razões do atraso das operações daquela companhia, o PCA revela que tudo deve-se a anomalias nos manuais (requisito necessário para certificação de operadores aéreos).

“Estamos a olhar página a página, para verificar se o manual corresponde as circulares técnicas, assim com aos requisitos da Organização Internacional de Aviação Civil”, mas, tranquilizou João de Abreu, “ainda estamos dentro do prazo de 90 dias”, tempo estabelecido pela lei para responder a entrada dos documentos.   

Mesmo sem detalhar o conteúdo das anomalias, João de Abreu explicou que “os documentos da Ethiopian Mozambique Airline já estão no final da terceira das cinco fases exigidas”.

Neste estágio do processo (terceira fase), o IACM, exige documentos como Manual geral da empresa, manual de operações, manual de controlo de manutenção, primeiro currículo de treinamento para novas contratações entre outros documentos.

As fases seguintes consistem na demonstração da capacidade de cumprir com os procedimentos de segurança num voo experimental (fase quatro) e, o processo tem a sua conclusão com a entrega formal do certificado aéreo que autoriza a empresa a voar em Moçambique (fase cinco), explicou Abreu.

A entrada da transportadora etíope acontece na sequência de um concurso público lançado no ano passado, em que foram apuradas cinco companhias, venceu a Ethiopian Airlines.

Situação actual de aviação no país

Actualmente o país conta com 180 rotas, entre domésticas e internacionais. Mas é na necessidade de aumentar a disponibilidade de companhias para quem viaja dentro do território nacional, que o IACM esta a focar as suas forças.

Foi nesse espirito que foi realizado em 2017 o concurso que apurou a companhia Ethiopian Airlines. Mesmo assim, há segmentos do mercado de aviação que continuam uns "autênticos diamantes" por se delapidar, ou seja, ainda anseiam por novos investidores.

João de Abreu explicou que o país tem um sector de aviação com enormes potencialidades, que não estão necessariamente ligados ao transporte de passageiros, como tem sido foco de grande parte de investidores.

Mas há mais. De acordo com o Presidente do Conselho de Administração, ainda que tímidas, algumas companhias que começam a mostrar interesse em investir nestes novos sectores.

“A aviação civil não é apenas o transporte de passageiros, há também o segmento de serviço médico aéreos, fumigação agrícola, verificação e montagem de torres de linhas de alta tenção”, disse De Abreu.

De referir que o transporte aéreo de passageiros é o terceiro meio mais utilizado para viagens dentro do país, segundo o Ministério da Cultura e Turismo.

O nível de crescimento do transporte ferroviário vai registar um crescimento na ordem de 15,6% no próximo ano, contra 7 por cento da previsão de 2018.

O transporte ferroviário de passageiro e de carga deverá crescer mais do dobro em 2019, comparativamente ao presente exercício económico, segundo projecções do Ministério dos Transportes e Comunicações (MTC), a que "O País" teve acesso.

Este incremento ficará a dever-se ao fluxo de mercadorias em trânsito, com a aquisição de uma centena de vagões de carga, contribuindo para a redução dos camiões de carga na Estrada Nacional Número (EN4), e a consolidação do projecto Metro-Bus, no sistema ferroviário

Sul, bem como as importações e exportações dos países do interland.

Já no transporte rodoviário, estima-se um crescimento do volume de produção de 7,5%, com impacto dos novos autocarros e restruturação do sistema integrado, bem com a entrada em vigor da agência metropolitana que irá coordenar o desenvolvimento do transporte público de passageiros na área metropolitana do Maputo.

No sector do transporte aéreo, o MTC estima um crescimento de 5,6%, estimulado pelo aumento do tráfego aéreo doméstico e regional, a certificação dos aeroportos no âmbito da liberalização do espaço aéreo e a entrada de novos operadores, sem descurar da melhoria da exigência, disciplina e rigor operacional na qualidade de serviços a bordo e em terra.

Refira-se, que sector da aviação civil em Moçambique, que se encontra em processo de liberalização, irá contar a partir do final de Agosto com novas regras de concorrência, no âmbito de legislação recentemente aprovada pelo governo.

 

O Aeroporto internacional de Nacala, na província de Nampula, deverá começar a receber, dentro de dias, voos domésticos e internacionais da Ethiopia airlines.

De acordo com a AIM, que cita o “Notícias”, a garantia da infra-estrutura começar a receber voos da Ethiopia Airlines e da Mex foi dada há dias pelo presidente do Conselho Municipal da Cidade portuária de Nacala, Rui Chong Saw, falando à margem da cerimónia do lançamento da primeira pedra para a reabilitação do Porto de Nacala.

Segundo a fonte, em relação à Mex, disse que com base naquela cidade, esta companhia vai ter as suas operações para as zonas Centro e Norte do país, permitindo ligações directas a partir do Aeroporto de Nacala para o mundo.

Chong Saw disse ainda, segundo a fonte, que o aeroporto está pronto para receber aviões que procedam de uma distância aproximada a cinco mil milhas náuticas (mais de 9000 quilómetros), o que equivale dizer que poderão ser aviões vindos de Hong Kong ou Rio de Janeiro com voos directos a Nacala.

Como principais características do aeroporto contam-se um terminal de passageiros com quatro portas de embarque, oito balcões de check-in, um circuito de trânsito, uma torre de controlo das mais modernas do país, um quartel de bombeiros, um terminal de carga, manutenção e apoio aos equipamentos de rampa. Tem também uma rede viária, parque de estacionamento de viaturas, incluindo táxis e outros meios para aluguer.

 

A empresa Compact Metal Industries, de Singapura, desistiu da compra de uma participação de controlo na fábrica de cimento de Salamanga, na Bela Vista, anunciou segunda-feira a administração da empresa, citada pelo Macauhub.

A Compact Metal Industries pagaria às sociedades vendedoras SPI – Gestão e Investimentos e Guhava Serviços 30 milhões de dólares por uma participação de 51% na fábrica de cimento.

A empresa de Singapura teria ainda de assumir 54,7 milhões de dólares de dívidas aos fornecedores de bens e serviços contraídas pelas sociedades vendedoras e garantir os fundos necessários para concluir a construção da fábrica.

A administração da empresa, citada pelo jornal The Business Times, disse ter desistido do negócio, em que compraria 34% à SPI e 17% à Guhava, “pelo que as partes não têm quaisquer outras obrigações ao abrigo do documento assinado.”

A fábrica de cimento, com uma capacidade de produção diária de 5000 toneladas, é propriedade da CIF-MOZ, uma parceria entre a SPI, com 54% e a Guhava Serviços, com 46%.

 

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