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O Costa do Sol, campeão nacional da Liga de Basquetebol sénior masculino, vai entrar em campo entre os dias 22 a 27 de Outubro corrente, para participar do Torneio de Qualificação à Liga Africana de Basquetebol de 2025, que vai decorrer em Harare, no Zimbabwe.

A equipa moçambicana está no Grupo “E” da Divisão Leste e vai lutar por uma vaga na quinta edição da BAL, com o Bravehearts Basketball do Malawi ,Matero Magic da Zâmbia e Basket Hounds do Zimbabwe 

Os Bravehearts foram coroados campeões da categoria masculina da Central Zone Basketball League de 2023 pela sexta vez consecutiva, um detalhe a ter em conta pelos canarinhos 

O ferroviário da Beira defrontou os Matero Magic da Zâmbia, em 2021 e 2022, o que faz com que não sejam desconhecidos do basquetebol moçambicano 

A prova vai decorrer num modelo de todos contra todos, apurando-se as equipas classificadas em primeiro e segundo lugares de cada grupo. Algumas equipas poderão entrar na competição através dos resultados desportivos, assim como a equipa da NBA Academy e os clubes que participaram do último torneio BAL e são campeões nos seus respectivos países, totalizando, deste modo, 16 equipas classificadas para a segunda fase.

Recordar que o atual campeão da BAL  é o Petro De Luanda

O combinado nacional de futebol, os Mambas, iniciou a sua preparação para o duplo confronto com Eswatini, marcado para os dias 11 e 14 deste mês de Outubro, em Maputo e Nelspriut (África do Sul), respectivamente. Chiquinho Conde e Elias Macamo estão convencidos de que serão dois jogos para vencer, mas é preciso ter respeito pelo adversário, que consideram que cresceu bastante nos últimos tempos.

Foram 13 jogadores que corporizaram o primeiro treino dos Mambas nesta segunda-feira, com destaque para oito jogadores que actuam intramuros, nomeadamente os três guarda-redes (Ernan, Ivan e Fazito), os quatro defesas (Mexer Macandza, Infren Matola, Martinho Thauzene, Nené), o médio Aly Abudo e os dois avançados (Elias Macamo e Domingues), para além dos “estrangeiros” já chegados e que se juntaram aos trabalhos, nomeadamente, Amadou, Malembane, Gildo, Geny Catamo e Bruno Langa.

Para a primeira sessão de treinos, esta segunda-feira, Chiquinho Conde reservou a tarde para a recuperação física dos jogadores, depois de um fim-de-semana de muita intensidade nos jogos que disputaram pelas suas equipas.

“Hoje vamos ter uma sessão de recuperação física, mas dentro daquilo que é nossa estrutura. Vamos incutir aqui um pouco da prevenção de lesão e mobilização geral, e, depois, dividimos em três equipas onde uns fazem futebol e outros fazem exercícios descontextualizados e vamos terminar com a organização ofensiva muito paulatino dentro da nossa estrutura de exercício padronizado”, disse o seleccionador nacional.

Com poucos jogadores ainda juntos, o técnico espera que os outros cheguem o mais rápido para que os trabalhos decorram sem sobressaltos.

Aliás, Conde destacou algumas ausências de última hora e as possíveis chegadas dos restantes jogadores.

“Neste momento, temos disponíveis 13 jogadores, e mais o Mexer que ainda não pode fazer o treino e tem de ser reavaliado, uma vez que teve um problema físico num jogo que fez no fim-de-semana. Em função disso, temos alguns que vão chegando a conta-gotas e estamos a aguardar o resto dos jogadores convocados”, disse.

Em termos de chegada dos jogadores, Chiquinho Conde deixou alguns cenários: “temos a situação do Shaquile, que por causa das ligações aéreas depois de ter jogado numa das províncias com problemas de ligações, só chega mais tarde. O Reinildo jogou domingo e embarca amanhã (hoje terça-feira), juntamente com o Pepo. O Alfonso chega ainda esta tarde (ontem)”.

 

“Caldos e galinhas não fazem mal a ninguém”

Eswatini é o adversário dos Mambas na próxima dupla jornada de qualificação para o CAN do Marrocos, em 2025. Chiquinho Conde não foge à sua mística e diz que é preciso haver respeito pelo adversário. “Teoricamente, Eswatini é das selecções mais acessíveis, mas isso só em teoria, e os nossos analistas verificaram o desenvolvimento do nosso adversário e temos a consciência de que Eswatini cresceu como selecção e como equipa”, disse.

Conde diz que, apesar de Eswatini ter perdido os dois jogos da fase de grupos, não deixa de ser um adversário a ter em conta, até porque “verificamos que houve um crescimento muito grande e não serão favas contadas. Nós temos de estar iguais a nós mesmos, entrarmos com muita humildade e não pensar que, de facto, serão favas contadas por ser uma Eswatini e que vamos ter os três pontos garantidos”, disse Conde.

E recorreu à sua velha máxima para dar ênfase as cautelas que o combinado nacional deve ter: “Caldos de galinhas nunca fizeram mal a ninguém”, até porque há contratempos que devem ser levados em conta. “Temos indisponibilidade do Ernan e do Guima pela suspensão, para o primeiro jogo, e, infelizmente, o Guima lesionou-se no seu jogo do fim-de-semana e está impossibilidade de fazer os dois jogos. Mas temos o regresso do Alfonso, que já começou a competir na Bulgária, embora sem o mesmo ritmo com os outros. Mas vamos aguardar para ver como ele estará e adaptarmos e ajustarmos aquilo que são as nossas potencialidades e condições que temos dentro do campo com jogadores versáteis”, frisou.

O respeito pelo adversário tem de estar sempre presente, segundo Conde, que refere que “o objetivo é sempre lutar para ganhar e diante do nosso público é ainda melhor porque temos o apoio do 12º jogador”.

Ou seja, “em casa teremos que jogar sempre a pressionar porque não há jogo de iguais e temos de aproveitar a força que temos do nosso público e fazer as coisas com muita serenidade, para que de facto possamos conseguir vencer a Eswatini”.

 

Elias pronto para marcar e dar alegrias aos moçambicanos

Quem falou em nome dos jogadores na primeira sessão de treinos, foi Elias Macamo, melhor marcador do Moçambola e que marcou no último jogo dos Mambas. Macamo promete “dar o meu máximo para marcar golos, mas sempre respeitando as orientações do mister”, disse.
O jogador diz mais: “Prometo trabalhar mais e dar alegrias aos moçambicanos”.

Para o jogador, o balneário está confortável e assegura que “está tudo a postos para começarmos a trabalhar, apesar de alguns jogadores ainda não terem chegado, mas esperamos por eles para podermos trabalhar juntos”.

Sobre os jogos com Eswatini, Elias Macamo diz que o grupo está a trabalhar para ganhar “mas sempre respeitando o nosso adversário”.
Para já, os internacionais moçambicanos Guima e Mexer são as grandes baixas para a dupla jornada da selecção nacional diante de Eswatini, partidas inseridas na terceira e quarta jornadas da fase de apuramento para o Campeonato Africano de Futebol, CAN 2025. Os dois jogadores encontram-se lesionados.

Para fechar o lugar de Guima, o seleccionador nacional, Chiquinho Conde, chamou o médio e capitão do Ferroviário da Beira, João Bonde. Em relação a Mexer, o técnico ainda não anunciou quem o irá substituir.

Recorde-se que, por mais que estivesse apto, Guima iria falhar o primeiro jogo contra os “swatis”, tendo em conta que, à semelhança de Ernani, estão castigados por acumulação de amarelos. Os Mambas têm mais três sessões de treinos antes do jogo da sexta-feira.

Os quenianos Wisley Kimeli e Rael Nguriatukel foram os vencedores da maratona de Lisboa. Na prova, que teve início na Avenida da República, em Cascais, e foi concluída na Praça do Comércio, em Lisboa, Wisley Kimeli efectuou o percurso em 2h08min33s, seguido pelos compatriotas Emanuel Kemboi (2h 09min 10s) e Edwin Tuitoek (2h09min48s).

Em femininos, Rael Nguriatukel levou a melhor em 2h27min11s, mais de três minutos abaixo da segunda classificada, Cynthia Kosgei (2h30min36s), com o pódio, mais uma vez 100 por cento, queniano a ser concluído por Sheila Chebet (2h33min48s).

Bruno Lourenço, do JFD Running, foi o primeiro português a concluir a maratona, com o 11.º tempo da geral masculina (2h26min44s) e Laura Grilo, a representar o Clube de Praças da Armada, a ser a melhor atleta feminina, no 8.º lugar, com 2h57min03s.

Na meia-maratona de Lisboa, com início na Ponte Vasco da Gama e final no mesmo sítio, o etíope Mosinet Geremew foi o primeiro em 1h03min09s, sendo acompanhado no pódio do queniano Peter Kipsirat (1h03min16s) e do ugandês Victor Kwemboi (1h03min23s).

Na vertente feminina, Faith Kiprotich, do Quénia, venceu com o tempo de 1h10min33s e a compatriota Faith Chepkoech ficou a apenas quatro segundos, em segundo, com a etíope Além Nigus a concluir no terceiro posto, em 1h10min46s.

Em relação aos portugueses, André Pereira (Benfica) foi quinto na tabela masculina, ao fechar o percurso em 1h05min51s, ao passo que Susana Godinho (RD Águeda) foi a sétima classificada na geral feminina da meia-maratona, em 1h13min24s.

As inscrições para a edição de 2024 da Maratona de Lisboa esgotaram a cerca de três meses da corrida, nos oito mil participantes, incluindo seis mil estrangeiros, de 90 nacionalidades diferentes, sendo dois mil portugueses, um recorde numa maratona.

A Black Bulls está inserida no grupo G da fase de grupos da Taça CAF, juntamente com o Zamalek e o Al Masry, ambos do Egipto, e o Enyimba da Nigéria. A fase de grupos inicia-se em Novembro próximo.

Estava inserido no pote 4 do sorteio realizado na manhã desta segunda-feira, no Cairo, sede da Confederação Africana de Futebol. Estava avisado de que iria encontrar colossos do futebol africano e que estariam nos potes acima.

Pela mão de antigo internacional sul-africano Shabalala, a Black Bulls foi sorteada no grupo D da fase de grupos da Taça CAF.

Não tardou para que os grandes começassem a cair no grupo dos “touros”. Primeiro foi o Enyimba da Nigéria, nove vezes campeão nigeriano, duas vezes vencedor da Liga dos Campeões e outras duas vencedor da SuperTaça africana. Seguiu-se o Al Masry do Egipto, que tem uma taça egípcia e mais 20 troféus dos torneios de preparação no Egipto. Por fim, veio o Zamalek do Egipto, sempre candidato a conquistar a Taça CAF. 14 vezes vencedor da liga egípcia, 28 conquistas da Taça do Egipto e outros tantos títulos internos, o Zamalek é ainda detentor de cinco liga dos campeões, duas Taças CAF, cinco supertaças africanas e dois campeonatos afro-asiáticos de clubes. É, de longe, o principal candidato a chegar à fase do mata-mata.

Nos outros grupos, o Simba da Tanzânia é o cabeça-de-série do grupo A, onde estão ainda CS Sfaxien da Tunísia, CS Constantine da Argélia e Bravos de Maquis de Angola. O grupo B tem como cabeça-de-série o Berkane do Marrocos, integrando ainda o Stade Malien do Mali, Stellembosch da África do Sul e Clube Desportivo da Lunda Norte de Angola.

Já o grupo C é composto pelas equipas do USMA da Argélia, que é cabeça-de-série, Asec Mimosas da Costa do Marfim, ASC Jaraaf do Senegal e Orapa United do Botswana.

A fase de grupos das competições africanas arranca a 26 de Novembro, com a disputa da primeira jornada e termina a 18 de Janeiro, quando se jogar a última jornada. Os “touros” iniciam em Maputo a fase de grupos.

Sagrada Esperança, de Shaquile Nangy, no grupo D da Liga dos Campeões

No que à fase de grupos da Liga dos Campeões diz respeito, a equipa angolana em que actua o moçambicano Shaquile Nangy, o Sagrada Esperança, foi sorteado para o grupo D, juntamente com Esperance de Tunis da Tunísia, Pyramides do Egipto e Djoliba AC do Mali.

O Sagrada Esperança, única equipa dos PALOP na liga milionária africana, estava inserido no pote 3 do sorteio e na sorte calhou um grupo que é visto como acessível para as suas contas, tendo em conta que são adversários ao nível dos angolanos.

O grupo A da Liga dos Campeões é composto pelo TP Mazembe da República Democrática do Congo, cabeça-de-série, Young Africans da Tanzânia, Al Hilal do Sudão e MC Alger da Argélia.

O grupo B, por seu turno, tem no Mamelodi Sundowns, vencedor da Liga Africana de Futebol, no ano passado, e vencedor da Liga dos Campeões de 2026, o cabeça-de-série. A equipa 17 vezes campeã sul-africana vai ter como adversários o Raja Casablanca de Marrocos, adversário da final da Liga Africana de Futebol do ano passado, AS Far, também do Marrocos, e Maniema Union da República Democrática de Congo.

Já o grupo C tem no maior vencedor da Liga dos Campeões, o Al Ahly do Egipto, o cabeça-de-série, que vai defrontar o CR Belouzdad da Argélia, o Orlando Pirates da África do Sul e o Stade D’Abidjan da Costa do Marfim.

 

Os internacionais moçambicanos, Guima e Mexer, são as grandes baixas para a dupla jornada da selecção nacional diante de Eswathini, partidas inseridas na terceira e quarta jornadas da fase de apuramento para o Campeonato Africano de Futebol, CAN 2025. Os dois jogadores encontram-se lesioandos.

Para fechar o lugar de Guima, o seleccionador nacional, Chiquinho Conde, chamou o médio e capitão do Ferroviário da Beira, João Bonde. Em relação a Mexer, o técnico ainda não anunciou quem o irá substituir.

Recorde-se que, por mais que estivesse apto, Guima iria falhar o primeiro jogo contra os “swathis”, tendo em conta que, à semelhança de Ernani, estão castigados por acumulação de amarelos. Os Mambas arrancam com a preparação, esta tarde, no campo do Costa do Sol.

A selecção nacional de futebol, Mambas, inicia, esta segunda-feira, a sua preparação tendo em vista os jogos com Eswatini, a contarem para a 3ª e 4ª jornadas do grupo I de qualificação para o CAN 2025.

Contagem regressiva para a “Operação Eswatini” a ser marcada por embates no Estádio Nacional do Zimpeto (ENZ), a 11 de Outubro, e Mbombela Stadium, em Nelspruit, na África do Sul, três dias depois.

É já esta segunda-feira que os Mambas dão início à preparação da dupla jornada que pode ditar a qualificação para o CAN Marrocos 2025.
Alguns jogadores concentraram-se, no final do dia de hoje, numa das unidades hoteleiras da capital, esperando-se que amanhã iniciem os treinos.

O combinado nacional deverá cumprir quatro unidades de treino antes de receber Eswatini, segundo deu a conhecer fonte da Federação Moçambicana de Futebol.

Para este duplo confronto, Chiquinho Conde, seleccionador nacional, chamou 25 jogadores, contrariamente aos 23 que têm sido habituais.

Destaque para o regresso dos internacionais moçambicanos Alfonso Amade e Clésio Baúque, jogadores que falharam os jogos diante do Mali e Guiné Bissau, no arranque da fase de acesso ao CAN.

Amade, de resto, é o único dos 23 atletas convocados que se encontra sem clubes, situação que, aliás, pesou para que não fosse chamado para os dois primeiros confrontos na corrida ao Campeonato Africano das Nações de Marrocos.

Conde acabou por chamar o médio, tal como explicou, como forma de o mesmo poder jogar depois do seu clube falido e pelo facto de o grupo de trabalho ter pedido para que fosse integrado nesta convocatória.

Entretanto, Ricardo Guimarães e Ernan Siluane são cartas fora do baralho para o primeiro jogo, uma vez que acumularam dois cartões amarelos na primeira e segunda jornadas.

Moçambique parte para a dupla jornada do grupo I de qualificação para o CAN 2025 na qualidade de líder, com os mesmos quatro pontos do Mali.

Com Geny Catamo a titular, o Sporting venceu, sábado, o Casa Pia por 2-0, em duelo da oitava jornada da Liga Portuguesa de futebol. Já são oito vitórias em igual número de jogos que mantêm os “leões” na liderança da prova.

Foi, neste duelo,  um Casa Pia de ‘tração’ traseira aquele que se apresentou em Alvalade, assente numa linha de cinco defesas que, mais frequentemente, se transformava numa de seis, visto que Gaizka Larrazabal, aposta numa posição mais adiantada do campo, recuava para ajudar os companheiros, quando a equipa não tinha a bola.

Os gansos preocuparam-se em ‘trancar’ todos os caminhos possíveis dos leões para, aqui e ali, explorar uma transição rápida, e foi, precisamente, isso que sucedeu, logo ao segundo minuto, quando estes aproveitaram um erro de Eduardo Quaresma para partirem para o ataque, onde Max Svensson obrigou Franco Israel a uma bela defesa.

Daí em diante, o emblema verde e branco instalou-se no último terço do relvado, com domínio total no que à posse de bola diz respeito, de tal maneira que os primeiros sinais de perigo só surgiram com remates de meia distância, nomeadamente, de Maxi Araújo e Conrad Harder, que passaram a centímetros da baliza.

O guarda-redes dos visitantes, Patrick Sequeira não teve, na verdade, de intervir, no primeiro tempo… isto, a não ser para impedir o natural desenrolar do jogo, com constantes queixas físicas. Uma estratégia que, no entanto, caiu por terra, aos 39 minutos, quando Daniel Bragança marcou, após uma iniciativa individual de Francisco Trincão.

Gyokeres pode respirar de alívio

Rúben Amorim sabia que, para, pelo menos, segurar a vantagem, a única solução era ter bola no pé, pelo que, ao intervalo, surpreendeu, ao retirar Conrad Harder para lançar Hidemasa Morita. Aliás, apenas dez minutos depois de entrar, o internacional japonês teve tudo para marcar, mas, isolado, permitiu a defesa de Patrick Sequeira.

Aos 66 minutos, Francisco Trincão voltou a fazer das suas, desta feita, ao acertar em cheio na barra. O golo da tranquilidade tardava em surgir, e o Casa Pia foi acreditando que ainda era possível dar um ‘ar de sua graça’. No entanto, viu as esperanças caírem por terra, quando, aos 80 minutos, Viktor Gyokeres converteu uma grande penalidade que o próprio conquistou.

Black Bulls e União Desportiva do Songo vão protagonizar, no domingo, o jogo de cartaz da décima nona jornada do Moçambola. As duas equipas estão separadas em um ponto na tabela classificativa e procuram assumir o comando da prova. 

Muita coisa em jogo. A décima nona jornada do Moçambola poderá trazer muitas emoções tanto no pelotão da frente da tabela classificativa, como na zona de despromoção. 

Associação Black Bulls e União Desportiva do Songo é o jogo de cartaz dessa ronda, tendo em conta que a vitória de uma das equipas pode relançar a luta pelo título. As duas equipas estão separadas por um ponto, a melhor para os “hidroeléctricos” que somam 36 na segunda posição. 

Se por um lado, os “Touros” vão procurar recuperar a liderança do Moçambola perdida em face da sua participação nas competições africanas, a União Desportiva do Songo vai lutar para alcançar, pela primeira vez, o comando da prova. 

A Black Bulls tem menos dois jogos. As duas equipas não terão tarefa fácil. É que o Costa do Sol, líder da prova com 37 pontos, está disposto a manter-se na liderança. Os “canarinhos” têm uma deslocação difícil para Pemba, onde vão defrontar o Baía local, que estando na zona de despromoção, fará de tudo para vencer. 

Após perder diante da Black Bulls por 1-2, o Brera FC vai medir forças com o Ferroviário de Maputo, equipa sensação da segunda volta  e responsável pela primeira derrota dos “Touros” no Moçambola.

As selecções nacionais da África do Sul e da Zâmbia vão disputar a final do torneio regional do COSAFA, na categoria de sub-20, este sábado, na Arena Lalgy, no Complexo Desportivo de Tchumene, palco da competição.

Para chegar à final da prova, os Bafana Bafana, vencedores do grupo C, deixaram para trás a Angola, que ficou em primeiro no grupo B, com vitória tangencial.

Numa partida equilibrada, onde as duas selecções estiveram bem e protagonizaram uma excelente partida de futebol, o resultado final foi sendo incógnita até quando o árbitro apitou pela última vez.

Ainda assim, foi a África do Sul a marcar o único golo da partida ainda na primeira parte, por Shakeel April, deixando a sua selecção mais perto da final. Angola ainda tentou, de todas as formas, chegar ao empate, mas sem sucesso.

Os sul-africanos marcam presença na final pela 14ª vez, em busca do seu nono título.

Na final de sábado, a África do Sul terá pela frente a Zâmbia, selecção repescada como a melhor segunda classificada de todos os grupos. Os zambianos venceram na outra meia-final o Zimbabwe, na marca das grandes penalidades, por 6-5, depois do empate a dois golos no fim do tempo regulamentar.

A Zâmbia ainda saiu a vencer na primeira parte por duas bolas sem resposta, mas permitiu o empate na segunda parte, resultado que levou as duas selecções à marca das grandes penalidades.

Na primeira série nos remates dos 11 metros, as duas selecções terminaram empatadas a quatro bolas, recorrendo-se à fase do “mata-mata”. O último jogador do Zimbabwe rematou para a trave e perdeu a possibilidade de empatar a série.

Chega a Zâmbia à final pela 17ª vez, sendo o maior recordista das finais, em busca do seu 13º título. A Zâmbia, com 12 títulos, é o recordista de troféus, seguido da África do Sul, com oito troféus e o Zimbabwe, com seis.

Moçambique, recorde-se, tem um título e, nesta edição, que acolhe pela primeira vez, foi eliminado ainda na fase de grupos. A final disputa-se no sábado, na Arena Lalgy, em Tchumene, entre África do Sul e Zâmbia, às 15h00, antecedido do jogo de atribuição do terceiro lugar, às 12h00, entre Angola e Zimbabwe.

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