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O País – A verdade como notícia

O Ferroviário de Maputo derrotou, hoje, em Maputo, o Costa do Sol, por 93-60. Com este resultado, os “locomotivas” da capital apuraram-se para final a realizar-se na Beira. O jogo também vai servir para inaugurar o pavilhão que, em Agosto, vai acolher o Campeonato Africano de Basquetebol Feminino sub-16.

A outra equipa que também vai disputar a final é a equipa da casa: o Ferroviário da Beira, que derrotou a A Politécnica por 69-55.

Assim, as duas equipas voltam a protagonizar mais uma final, depois de se terem confrontado na última edição do campeonato nacional da modalidade.

O campeão desta edição da Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal será conhecido no playoff a melhor de cinco jogos, num pavilhão que conta com tabelas e marcadores electrónicos novos.

 

Com o objectivo de arrancarem boas exibições na competição, as selecções nacionais de voleibol de praia, na categoria de seniores ao nível dos femininos e masculinos, seguem viagem, nesta quinta-feira, com destino a Cabo Verde, onde irão participar no primeiro campeonato das Associações das Federações de Voleibol da CPLP, composta por Angola, Cabo-Verde, Guiné-Bissau e Portugal. 
Já no dia 24, as duplas seguem para Espinho-Portugal, para um estágio pré-competitivo com a duração de dois dias. O país de Galês irá acolher uma etapa do circuito mundial. A federação portuguesa desta modalidade comprometeu-se a disponibilizar duas duplas para fazerem jogos com as selecções nacionais.
Dois dias depois partirão para Viena, capital austríaca, local onde irá decorrer o mundial de voleibol. Durante dez dias, a capital austríaca reúne as equipes masculinas e femininas que se enfrentam em uma arena de dez mil lugares especialmente construída para a ocasião.
Nesta quarta-feira, ainda em solo pátrio, as selecções cumpriram com o seu último dia de treino.
A Federação Moçambicana de Voleibol representada pelo seu presidente, Khalid Cassamo, acredita numa excelente prestação das selecções nacionais no Mundial de Voleibol de Praia na categoria de seniores ao nível dos femininos e masculinos a decorrer em Viena, Suiça, de 28 de Julho a 6 de Agosto próximo. Apesar de reconhecer que a probabilidade do grupo conquistar a prova é quase impossível, Khalid acredita que o evento vai servir para o país ascender no ranking mundial desta modalidade.
A equipa masculina é formada por Aldevino Nuvunga e Justino Tovela, dupla que se evidenciou no Campeonato Africano de Voleibol realizado em Maputo, no mês de Maio passado, ao ocupar a terceira posição, o que lhe valeu a conquista da medalha de bronze, graças ao triunfo sobre a Serra Leoa no apuramento do terceiro e quarto classificado desta prova. 
O par feminino é formado por Leocádia Manhiça e Vanessa Muianga, que ocupou o quarto lugar ao perder com a dupla queniana. Sublinhe-se que as quatro primeiras selecções apuraram-se para o Mundial. 
Em masculinos, Moçambique faz parte do grupo “E” juntamente com a Áustria, país anfitrião, Chile e Brasil, este último composto pela dupla Alison e Bruno Schmidt actuais campeões mundiais. Em femininos, a dupla moçambicana faz parte do grupo “H”, composto por duas duplas brasileiras e suíças.

São no total 20 os atletas que o técnico da selecção nacional sub-17 de futebol, Nasser Carimo, mais conhecido por Nelinho nos meandros futebolísticos, destacou para entrar na máxima força para o Torneio da COSAFA que terá lugar nas Ilhas Maurícias nos dias 21 a 30 de Julho.

Recorde-se que Moçambique, na primeira edição deste torneio, sob comando de Martinho Fernandes, afastaram a sua congénere sul-africana na lotaria de grandes penalidades, nas meias-finais, tendo perdido na final para o Zimbabwe, também na decisão das grandes penalidades.

A delegação moçambicana que é composta por 25 pessoas, dos quais cinco oficiais e os restantes atletas, partiram, esta terça-feira, de Maputo com destino as Maurícias.

Os “Mambinhas” entrarão em cena no dia 21 de Julho fazendo a jornada inaugural do grupo B, onde medirão forças com a África do Sul, no Estádio François Xavier para dois dias depois, no mesmo estádio, encontrar a selecção de Madagáscar. Os treinados de Nelinho e Luís Fumo, antigos jogadores dos Mambas, terminarão a fase de grupos defrontando a Zâmbia no MFA Technical Centre.

A Zâmbia, que apesar de ter sido desqualificada no ano passado por ter utilizado jogadores com idades falsificadas, não deixa de ser um adversário a ter conta, a avaliar pelo sucesso que as selecções de formação têm vindo a demonstrar na actualidade.

A conquista do CAN e a brilhante participação no Mundial da Coreia do Sul, realizado em Maio deste ano, espelha positivamente a seriedade e o trabalho que este país tem assumido e feito em prol do futebol de formação. Recorde-se que a Zâmbia perdeu nas meias-finais do Mundial diante Itália por 3-2.

Realçar que a competição comporta oito equipas divididas em dois grupos (A e B), donde sairão os dois melhores classificados de cada grupo para disputar as meias-finais.

Chegar o mais longe possível

Reagindo ao sorteio, o técnico da equipa de todos nós, Nelinho, destacou que o seu grupo irá procurar chegar ao lugares cimeiros e fazer de tudo para conquistar a Taça mas, claro, respeitando os seus adversários do grupo, segundo escreve a página oficial da Cosafa.

“Temos a plena consciência da qualidade dos adversários que temos no nosso grupo. Todos eles merecem o nosso respeito, mas nada nos irá fazer perder o foco que passa por jogar de diferentes formas com todos adversários e ganhar os jogos. Um aspecto positivo que em primeiro lugar vou destacar tem a ver com o novo conceito que o técnico principal, Abel Xavier, está introduzir ao nível de todas as selecções. Este conceito consiste em estabelecer uma comunicação eficaz e coerente entre os técnicos das selecções. Isto é, a concepção de um modelo que sirva de base para todas as selecções”, anotou Nelinho.

Elevar os índices de concentração, confiança e espantar os fantasmas em torno deste adversário constituem algumas das tarefas prioritárias da equipa técnica comandada por Nelinho e os seus pares. Nelinho e sua equipa técnica têm priorizado aspectos técnicos e tácticos. O facto de fazer o primeiro jogo internacional não causa nenhuma preocupação a equipa técnica de Nelinho, que se mostra bastante confiante.

Importa referenciar que no Grupo A encontram-se as Maurícias, selecção anfitriã, Zimbabwe, Botswana e Malawi. O Botswana e o Malawi farão o jogo de abertura do Grupo A no dia 22 quando forem 10:30 horas locais, enquanto que as Maurícias no mesmo dia jogarão com o Zimbabwe, as 15:30 horas, no Stade St François Xavier.

O título, caros patrícios, é inspirado conhecido e usado “slogan” da NBA. Este, cá no burgo, encaixa-se – salvo a diferença dos protagonistas do outro lado do atlântico- no espectáculo proporcionado ontem na quadra do pavilhão do Maxaquene pela A Politécnica e Ferroviário da Beira. Com 31 segundos por se jogar, Virgílio Wachene, extremo, foi eficaz com um tiro exterior que colocou o resultado em 64-61.

Desconto de tempo pedido por Nazir “Nelito” Salé para fazer os ajustes na sua equipa. Na retoma a quadra, o Ferroviário da Beira vai a linha de lances livres na sequência de uma falta averbada a Yuran Biosse, e num cenário em que a sua equipa já havia atingido a quinta falta colectiva.

Timo, ou melhor, Ismael Nurmamad, tem um aproveitamento de cem por cento na linha de lances livres. Marcha do marcador a indicar 66-61. Ataque dos “universitários” sem esclarecimento ofensivo, resposta dos vice-campeões nacionais com mais uma ida a linha de lances livres, a penalizar uma falta sobre Elton Ubisse que converte apenas um lançamento livre.

O ataque seguinte é emocionante quanto de tremenda eficácia com um tiro exterior de Virgílio Wachene a colocar o parcial em 67-65.

Pressão a toda largura do campo dos jogadores da A Politécnica que ainda tiveram a posse de bola e um tiro curto de Nilton Parruque sem eficácia. Estava traçada a história de um disputado até o limite. Emotivo.

Com uma defesa homem a homem e ataques de posição, Ferroviário da Beira e A Politécnica protagonizaram um primeiro quarto equilibrado, sendo que o parcial foi de 18-13.

Os  “locomotivas” do Chiveve estiveram melhores ao nível do tiro exterior, com Bojan Seckicki e Ismael Nurmamad a criarem os desequilíbrios ofensivos.

No segundo quarto, o conjunto da  A Politécnica continuou a dar luta nas tabelas, mas os vice-campeões nacionais mostraram-se ainda mais fortes no tiro exterior e no seu jogo interior, com o musculado e combativo Elton Ubisse a ser uma unidade de destaque. Os “universitários” voltaram com a disposição de discutirem o jogo. E com pressão defensiva, forçaram o Ferroviário da Beira a cometer muitos “turnovers”.

Nesta etapa do jogo, o base Bojan Seckicki teve dificuldades para se impor na quadra, sendo que o mérito vai para Jonas Faduco que soube interpretar a primeira linha de defesa da sua equipa.

Nelito apercebeu-se disso e fez entrar para o jogo Ivan Cossa, segundo base.

No final desta etapa, o parcial era de 55-43, vantagem para os beirenses. No quarto e último período, o Ferroviário da Beira continuou a cometer muitos erros bem aproveitados pelo seu adversário. Deu luta o conjunto de José Macuácua, mas caiu. Em pé, diga-se…Ainda ontem, o Ferroviário de Maputo venceu o Costa do Sol, por 99-56.  Sexta-feira há mais.

Caiu o pano sobre o mundial de voleibol de sub-21, realizado na cidade de Nanjing, China. E as duplas moçambicanas estiveram a quem do desejado, tendo terminado o certame sem nenhuma vitória.
Moçambique fez-se representar pelos atletas Ronaldo Cuamba, José Mondlane, Leocádia Manhiça e Jéssica Moiane, respectivamente. Enquadrado no grupo Ä”designado como o grupo da morte, composto pela Itália, Argentina e Brasil, a dupla masculina não teve argumentos necessários para vencer os seus adversários, razão pela qual em todos os jogos disputados perdeu por 2 sets a zero. 

O mesmo destino teve a dupla feminina, que teve pela frente a Tailândia, República Checa e a China, que também perdeu por 2 sets a 0 em todos os jogos disputados.

Apesar destes números, os atletas assim como o corpo técnico fazem um balanço positivo, mesmo depois de ter terminado a prova sem nenhuma vitória. 
“Tivemos uma boa prestação, fizemos o que estava ao nosso alcance, demos o nosso melhor, mas infelizmente não conseguimos o que todo mundo esperava, vitórias”, afirmou Leocádia José Manhiça. 

“A cada jogo fomos evoluindo na nossa prestação, mas as outras selecções eram bastante fortes e experientes e isso foi evidente”, disse Ronaldo Cuamba. O atleta acredita que mais do que competir, a sua participação permitiu-lhes colher experiências de outras nações, bem como apreender alguns aspectos técnicos e tácticos das outras duplas presentes no campeonato.

Já o presidente da Federação Moçambicana de Voleibol, Khalid Cassamo, refere que a experiência foi boa e que os atletas tentaram ao máximo disputar a prova por igual. “Estamos satisfeitos, porque colocamos mais uma vez mais a bandeira de Moçambique num campeonato mundial. Hoje, estamos nas 42 melhores selecções do mundo e é preciso continuar a trabalhar, comentou Khalid.

O dirigente foi mais longe ao afirmar que não é possível formar um campeão em menos de quatro anos, esperando, deste modo, continuar a trabalhar para alcançar lugares de pódio no Voleibol Mundial.
 

O Conselho Municipal da Matola vai patrocinar a logística da campanha dos Mambas rumo ao Campeonato Africano das Nações, CAN-2019, que terá lugar nos Camarões. O compromisso foi feito pelo edil da Matola, Calisto Cossa, durante a recepção ao seleccionador nacional para prestar seu apoio a equipa de todos nós. Na ocasião, Cossa disse que o apoio logístico é nas componentes de “estágios e acomodação” na Matola.

Calisto Cossa aproveitou a ocasião para encorajar Abel Xavier a continuar a trabalhar com vista a qualificação do país para o CHAN de 2018, no Quénia, e no CAN dos Camarões, em 2019. “Queremos felicitar o trabalho que esta a fazer, porque está a produzir resultados positivos e que honram todos os moçambicanos. É nossa obrigação estarmos lado a lado com a nossa selecção e com a nossa federação”, disse o edil da Matola, que disse sentir-se honrado por ter recebido o seleccionador nacional.

Já o seleccionador nacional, Abel Xavier, agradeceu o gesto do presidente do Município da Matola. “É sempre gratificante sentir que temos pessoas importantes como o presidente a abrir as portas para que possamos entrar e estar na Matola. É assinalável. Temos vários compromissos e vários objectivos e queremos reunir todas condições para que o grupo continue a crescer”, disse Abel Xavier

Os Mambas terão uma dupla campanha, em Março do próximo ano, diante da Namíbia e Guiné-Bissau, de qualificação ao CAN-2019.

A Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal entra amanhã na fase decisiva com a disputa do segundo jogo das meias finais a melhor de três a decorrer na catedral do basquetebol moçambicano, o pavilhão do Maxaquene. No primeiro desafio da ronda, o Ferroviário de Maputo “despachou” o Costa do Sol por 99-56, enquanto o Ferroviário da Beira venceu a A Politécnica por 67-65.

Que venha o segundo jogo!
No segundo jogo das meias-finais a realizar-se amanhã o conjunto comandado por Miguel Guambe terá uma palavra a dizer, até porque foi a única equipa na fase regular da Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal a vencer os actuais campeões nacionais, o Ferroviário de Maputo.

Com um dos plantéis mais invejados da prova, até porque teve de investir para aquisição de novos atletas, os locomotivas da capital do país querem resolver o mais rápido possível a eliminatória. Aliás, após o término do primeiro jogo diante do Costa do Sol pelos expressivos 99-56, Custódio Muchate, capitão dos locomotivas foi claro nas suas primeiras declarações: “Que venha o segundo”. Uma verdadeira afronta ao seu adversário.

Mas é preciso relembrar alguns episódios do primeiro jogo. A entrada para o embate das meias-finais se esperava um Costa do Sol bastante lutador, mas para o espanto de todos, os canários não tiveram argumentos suficientes para criar um desequilíbrio ao seu oponente.

Diz um velho ditado que “a esperança é a última a morrer” e para tal o Costa do Sol deve reerguer-se e provar com A+B que a vitória na fase regular diante dos campeões nacionais não foi um acidente de percurso. Atletas como Sérgio Andrade, Daniel Mavure e Ayade Marques, este último peça fundamental na classificação do seu conjunto para esta fase da prova terão de se impor para continuar a sonhar com um lugar na final a ter lugar na cidade da Beira. Fora aos valores individuais, o conjunto de Miguel Guambe tem a vantagem de ser equilibrado em várias posições.

Já os locomotivas deverão contar com os préstimos do experiente Custódio Muchate, Ermelindo Novela, Edson Monjane, dos espanhóis Álvaro Manso e Sérgio Delafonte – atleta que terminou o jogo passado com os significativos 25 pontos, depois de ter estado em quadra durante apenas os três primeiros quartos.

É preciso aproveitar as oportunidades!

Desperdício em cima de desperdício caracterizou os “universitários” no jogo de abertura das meias-finais diante de um Ferroviário da Beira pouco esclarecido durante a maior parte do embate. Aliás os locomotivas do Chiveve, equipa com maturidade inquestionável, inexplicavelmente ia cometendo alguns erros a que poucas vezes nos habituou, como por exemplo a perda de muitos ressaltos defensivos.

Após perder por uma margem mínima de dois pontos, 67-65, num jogo onde podia ter empatado nos minutos finais e levado o mesmo para a prorrogação. No entanto, o tiro curto de Francisco Braga não foi eficiente no último lance da partida. Vitória apertada da turma comandada por Nazir Salé, que faz sonhar com a repetição da final da edição passada do nacional de basquetebol diante do seu homónimo de Maputo.

A A Politécnica tem a missão de entrar no jogo desta sexta-feira na sua máxima força para contrariar os objectivos do vice-campeão nacional.

Actualmente considerada a terceira melhor equipa ao nível dos seniores masculinos no país, os universitários vão ter que se “esmerar” dentro da quadra se quiserem disputar a final. E para o público “aaaah” este deverá continuar a deliciar-se com um verdadeiro espectáculo de basquetebol, acompanhado de afundanços à moda Ayade Marques, Octávio Magoliço e do cabo-verdiano Dimitry Coronel entre outros. O “show” de bola ao cesto está marcado para amanhã, às 17h30, no pavilhão do Maxaquene.
 
 

 

Depois do empate a duas bolas em Antananarivo, na primeira mão da segunda eliminatória de qualificação ao CAN-Interno, os Mambas recebem, este domingo, o mesmo adversário, Madagáscar, para o acerto de contas e a busca pela qualificação.

O empate a duas bolas abre boas perspectivas ao combinado nacional, uma vez que um empate sem abertura de contagem ou a uma bola qualifica os Mambas, mas Abel Xavier e seus jogadores não pretendem jogar pelo empate, mas sim pela vitória.

Uma vitória que constituiria uma desforra aos malgaxes, depois da derrota sofrida no torneio da Cosafa, na África do Sul, por 1-4 e depois desse empate a duas bolas, resultados que são considerados negativos, olhando para os confrontos e o histórico entre as duas selecções.

Mambas sem lesões e mais fortes

Para o embate deste domingo, o seleccionador nacional conta com a equipa a 100%, uma vez que nenhum jogador, dos convocados, está impedido de dar seu contributo ao combinado nacional. Assim, Abel Xavier tem ao seu dispor todos os 23 convocados, devendo somente na manhã de domingo fazer a convocatória final, nomeadamente os 18 que vão fazer parte do jogo, bem como definir o onze inicial, que não irá fugir muito da equipa de passado domingo.

Aliás, Abel Xavier disse em conferência de imprensa que, caso tenha que modificar o conjunto, será para o melhor, uma vez que a selecção joga em casa e tem obrigação de jogar abertamente ao ataque, sem descurar das questões defensivas. Isso pode provocar uma alteração no ataque, com a entrada de Dayo, um jogador que pode recuar e buscar as bolas para alimentar Sonito que vai jogar mais adiantado. Valeria isso colocar de fora Maninho, autor do golo de empate em Antananarivo, que seria opção para a segunda parte. Facto mesmo é que somente Abel Xavier e seus adjuntos vão decidir sobre a equipa inicial.

Árbitro tswana

A equipa de arbitragem para este jogo entre Moçambique e Madagáscar é proveniente do Botswana e é liderado por Tirelo Mositwane.

Em caso de passagem nesta eliminatória, os Mambas podem defrontar Angola na última eliminatória.

 

Depois do empate a duas bolas em Antananarivo, no passado domingo, diante do Madagáscar, que abre boas perspectivas para a passagem a última eliminatória de acesso ao CAN-Interno, os Mambas regressaram ao solo pátrio para preparar a segunda mão. Esta terça-feira, no Estádio Nacional do Zimpeto, local que vai acolher o jogo de domingo, os 23 jogadores convocados fizeram-se presentes para o primeiro treino semanal.

Entretanto, Abel Xavier preferiu poupar os jogadores nesta primeira sessão, priorizando um treino leve, de gestão de esforços, depois do jogo e da viagem. A sessão foi caracterizada por uma divisão do grupo de trabalho, com os titulares e os que entraram a substituir, a fazerem o treino mais ligeiro, enquanto os restantes que estiveram no banco e os que não viajaram, foram mais sacrificados. Mas para os próximos dias, a partir de hoje, quarta-feira, “com os dois grupos mais equilibrados, vamos dar mais intensidade ao ensaio de todos momentos do jogo”, segundo disse Abel Xavier.

 

Melhorar aspectos defensivos e transições para vencer o jogo

Aliás, os aspectos defensivos, bem como a finalização, serão a prioridade para ultrapassar os malgaxes. O seleccionador nacional refere que com o conhecimento que tem dos malgaxes, é preciso melhorar os aspectos de organização, sobretudo os “defensivos e simplificar ainda mais aquilo que é a nossa força, de jogo continuado e transições”, tendo em conta que o combinado nacional poderá ter maior domínio do jogo, já que joga em casa. Ainda assim, Xavier diz que é preciso ter respeito com este adversário.

Mas apesar de todos os aspectos e possíveis contrariedades que possam encontrar no jogo de domingo, a equipa técnica e os jogadores querem vencer e passar a eliminatória. Isto é, porque o combinado nacional já tem um conhecimento profundo do seu adversário, a todos mostram-se mais confiantes e determinantes na obtenção de um bom resultado.

Por exemplo, Abel Xavier diz que não há espaço para pensar em desforras, depois da derrota sofrida na Cosafa e o empate em Antananarivo. “O que nós queremos é ganhar o jogo e passar a eliminatória. Aquilo que temos que fazer é não facilitar”, diz Xavier que fala apenas em objectivos nesta eliminatória.

 

Jogadores confiantes na vitória

Já os jogadores Sonito e Loló também defendem que o jogo é para vencer, mesmo sabendo das dificuldades que vão encontrar.

“Esta é uma selecção muito forte e que temos muito respeito, mas nós estamos muito confiantes no trabalho que a gente faz e achamos que somos capazes de sair daqui com um bom resultado”, disse o capitão Sonito, que acrescentou que o grupo está recuperado e pronto para os trabalhos, pensando apenas “num bom resultado para nós”.

Por seu turno, Loló, médio dos Mambas, diz que quanto aos aspectos psicológicos os jogadores estão motivados e “preparados para arrecadar um bom resultado” em casa. Ou seja, para Loló, o facto de se jogar em casa, perante o seu público, “é motivador”.

Para o jogo de domingo, Abel Xavier manteve os mesmos 23 jogadores convocados para o último jogo diante do Madagáscar.

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