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O País – A verdade como notícia

Cesário Matos e Ernesto Fumo estão fora do comando técnico do clube 1º de Maio de Quelimane que milita no Moçambola Zap. As decisões do clube são estranhas quando se fala de maus resultados, uma vez que tanto os jogadores, como os treinadores estão a três meses sem ordenados.

De acordo com a direcção do clube, a rescisão contratual da equipa técnica tem que ver com os maus resultados que a equipa vem averbando no campeonato nacional de futebol, tal como atesta a tabela classificativa. É que dos vinte jogos realizados até ao momento, os “trabalhadores” somaram apenas 18 pontos, ocupando desta forma, a penúltima posição, somente a frente da Associação Desportiva de Macuácua, lanterna vermelha.

Os jogadores do 1º de Maio de Quelimane estão a dois dias sem treinar devido ao mau ambiente instalado. Os mesmos reclamam, inclusivamente, os três meses de salário em atraso.

De acordo com Passi, capitão da equipa, que confirmou os atrasos salariais, “não sabemos o que está a acontecer ou o que aconteceu, porque estamos a treinar sem os treinadores” há sensivelmente quatro dias. Uma posição defendida por Sabir, que reitera que a direcção ainda nada disse sobre as possíveis datas para se corrigirem os salários.

Por seu turno, o inspector da Direcção Provincial da Juventude e Desportos, José Lobo, que esteve no campo na manhã desta terça-feira para falar com os jogadores, disse estar preocupado com a actual situação do clube, em termos de resultados e a posição na tabela classificativa, mas afirma que “foram detectados vários problemas” e que são pontuais e urgentes de se resolverem.

Sem gravar entrevista, jogadores dizem que estranham a decisão de algumas pessoas dentro do clube e que as mesmas estão a criar mau ambiente.

Cesário Matos e Ernesto Fumo, técnico principal e adjunto, dizem que tudo fizeram para o bem do clube e por isso respeitam a decisão da direcção do clube.

José Mourinho admite permanecer 15 anos no comando técnico do Manchester United, embora reconheça que tal longevidade é praticamente uma utopia no futebol moderno.
"Estou pronto para os próximos 15 anos. Aqui? Porque não? Mas tenho de admitir que é muito difícil por causa da pressão cada vez maior que envolve os treinadores", afirmou o português, em entrevista ao órgão brasileiro ESPN.
"Tento mostrar que o meu trabalho vai para além do trabalho no campo e dos resultados ao fim de semana, abrange áreas que as pessoas não associam ao trabalho do treinador", explica José Mourinho ao jornal A BOLA.
Aos olhos de Mourinho, será praticamente impossível repetir o percurso de Sir Alex Ferguson em Old Trafford.
"Durante muitos anos este clube foi Sir Alex, as pessoas habituaram-se a isso e perceberam as consequências positivas dessa estabilidade. Vou iniciar o meu segundo ano e espero dar a estabilidade que o clube quer. A carreira de Sir Alex é única, penso que não será possível repetir. Ninguém estará tantos anos no mesmo clube e no mesmo campeonato. Penso que Wenger será o último com uma história semelhante, no meu caso, tento apenas mostrar que mereço estar no clube", constatou
"Aconteceu-me no Chelsea, a Ranieri no Leicester e acontecerá a muitos outros."

Aquila Mucubaquire é uma das promessas do basquetebol feminino moçambicano.

Com boa capacidade de fazer o drible de progressão, penetrações e visão de jogo, a jogadora do Costa do Sol (a)firma-se como base principal deste clube, um ano depois da retirada da celebrada e craque Deolinda Nguela.

Uma grande responsabilidade, diga-se, assumir o papel desempenhado na quadra por aquela que teve África a seu pés com grandes exibições e brilhou nos EUA.

Salvo as diferenças, claro, Mucubaquire deixou ficar boas indicações como base principal e, aos 21 anos de idade, apresenta-se como uma jogadora a ter em conta. Por conta do seu talento.

 

Quem é Aquila Mucubaquire?

Nascida há 21 anos, ou seja, no dia 20 de Novembro de 1995, Aquila começou a sua carreira aos 11 anos de idade.

Na época só acompanhava a sua irmã mais velha aos treinos de basquetebol, apenas para assistir. Dai que sua mãe a incentivou a entrar para a equipa de formação do Costa do Sol. Começou por participar nos torneios de mini-basquetebol, ascendendo ao escalão sénior, sempre pelo Costa do Sol.

“Tiros” longos e passes precisos, são algumas das características da atleta que foram determinantes para ganhar destaque nos dois últimos campeonatos principais havidos em Moçambique, mais precisamente em Maputo, respectivamente o Engen Maputo Basket e o Campeonato Nacional de Basquetebol feminino.

A atleta do Costa do Sol, Aquila Mucubaquire, esteve em evidência no Campeonato Nacional de Basquetebol Sénior feminino, prova na qual o Costa do Sol ocupou o segundo lugar, depois de perder os dois jogos dos play-off da final diante do Ferroviário de Maputo, por um ponto em cada um dos jogos.

 

Aquila, a MVP do “nacional”

Fruto das grandes exibições rubricadas ao longo do “nacional”, Mucubaquire foi eleita MVP da competição, ou seja, melhor jogadora. “Quando chamaram-me para receber o premio, foi mágico”, afirmou!

Mucubaquire revela o que a motivou a fazer o último lançamento de uma zona muito distante do cesto no segundo jogo em que o Costa do Sol perdeu por 76-75. “Eu queria ganhar, até chegar a tabela o tempo já seria curto, dai lancei com precisão, e graças a Deus a bola entrou”, disse a atleta.

A talentosa basquetebolista, que soma quatro épocas no Costa do Sol pela equipa sénior, ambiciona jogar fora do país para melhorar a sua performance. “Espero jogar em campeonatos na Europa e nos EUA, onde o basquete é mais desenvolvido”, disse a jogadora de 21 anos.

Aquila diz ainda que treina entre seis a oito vezes por semana, de segunda a sexta, no período das 5h00 às 7h00 e das 18h00 às 20h00, contando, segundo a mesma, com o apoio moral da sua família, companheiras de equipa e amigos, para conseguir superar as dificuldades.

 

Chamada à selecção nacional

Em reconhecimento das suas qualidades, Aquila Mucubaquire foi convocada para a selecção nacional sénior feminina de basquetebol que, em Agosto deste ano, vai disputar a fase final do Afrobasket, no Mali. E diz sentir-se orgulhosa por ter sido chamada num país onde despontam muitas talentosas tanto internamente, como fora do país. Aliás, Aquila promete dar tudo de si para ajudar as “samurais” a conquistarem os lugares de pódio.

Para quem quer iniciar nesta modalidade, Aquila diz que o mais importante é treinar arduamente e acreditar que por detrás das dificuldades há sempre algo melhor: “vale a pena trabalhar, só assim podemos alcançar os nossos sonhos”, é a dica deixada pela jovem.

Partilharam, em tempos, a quadra. Exultaram de alegria. Celebraram a glória quer nos clubes que representaram quer nas “Samurais” (ndr: nome de guerra da selecção nacional de basquetebol sénior feminino). Lacrimejaram nos momentos de desaires. Hoje por hoje, continuam a perseguir o mesmo objectivo.

Mas com funções diferentes. É isso mesmo: Deolinda Carmen Ngulela, a outrora base fabulosa da Académica e com passagens pelo Desportivo, Liga Muçulmana, Costa do Sol e Seward County Community College e Augusta State University (EUA), é seleccionadora-adjunta de basquetebol sénior.

E, porque Nazir “Nelito” Salé (seleccionador principal) está ainda ao serviço do Ferroviário da Beira, coube a Ngulela dar início semana passada a primeira fase de preparação da selecção nacional de basquetebol sénior feminio tendo em vista a sua participação no “Afrobasket”, prova a ter lugar de 18 a 27 de Agosto, no Mali.

Ngulela trabalha, nesta fase, com vinte atletas que tem estado a cumprir sessões de treinos – nos pavilhoes do Estrela e Desportivo-nas quais procura-se criar coesão do grupo de trabalho e aprimorar alguns aspectos táctico técnicos.

Para esta empreitada, o destaque na convocatória vai para a integração de tres atletas da equipa “B” do Ferroviário, designadamente Eleotéria “Formiga” Lhavanguane, Stefânia “Papelão" e Delma Zita, jogadoras que estiveram em destaque na Engen Maputo Basket.

Com passagens pelas selecções de formação, Eleotéria “Formiga” Lhavanguane fez parte das atletas que, em 2013, ajudaram a selecção nacional a conquistar a medalha de bronze no Campeonato Africano de sub-16, em Maputo.

Já Delma Zita disputou, ano passado, o Campeonato Africano de basquetebol su-18, prova que teve lugar no Cairo, Egipto. Chiziane, por sua vez, representou a selecção nacional no Campeonato Africano de sub-18 que, em 2014, disputou a prova no Cairo, Egipto. No Costa do Sol, foi chamada a promissora base Aquila Mucubaquire, eleita jogadora mais valiosa (MVP) do Campeonato Nacional de Basquetebol sénior feminino.

Outra promessa do basquetebol moçambicano que foi chamada para as “Samurais” é a poste Chanaia Pinto, atleta que evolui na Quinta dos Lombos, em Portugal. Chanaia Pinto e as suas compatriotas Carla Covane, Vânia Sengo e Carla Budane estiveram em destaque em Portugal.

Para além destas promessas, integram a selecção nacional de basquetebol sénior feminino as experientes Rute Elias Muianga, Amélia Massingue, Dulce Mabjaia, Anabela Cossa, Odélia Mafanela e a atiradora Ana Suzana Jaime (Ferroviário de Maputo); Sheila Ventura, Cátia Halar, Deolinda Gimo e Ornília Mulhui (Costa do Sol).

Leia “Tanucha” Dongue (1º de Agosto de Angola) e Tamara Seda (UTEP Miners, EUA) completam o grupo de atletas que têm a missão de colocar Moçambique novamente na rota dos lugares de pódio no Campeonato Africano de Basquetebol sénior feminino.  

Do leque de atletas que, em 2015, disputou o Campeonato Africano de basquetebol ficaram de fora Deonilde “Nucha” Cuambe e Vilma Covane e Ingvild Mucauro, esta última por indisponibilidade devido a devido a compromissos académicos.

Na última edição do Campeonato Africano de basquetebol sénior feminino, a selecção nacional ocupou a sexta posição.

 

Lista de convocadas:

Ferroviário “A”:

Anabela Cossa

Ana Suzana Jaime

Rute Muianga

Amélia Massingue

Dulce Mabjaia

Elizabeth Pereira

Odélia Mafanela

Costa do Sol:

Sheila Ventura

Cátia Halar

Deolinda Gimo

Aquila Mucubaquire

Ornília Mulhui

Ferroviário “B”:

Delma Zita

Eleotéria “Formiga” Lhavanguane

Stefânia “Papelão” Chiziane

1º de Agosto

Leia “Tanucha” Dongue

Utep Miners (EUA)

Tamara Seda

Quinta dos Lombos

Chanaia Pinto

Sem capacidade de reacção face a uma equipa musculada e com melhor estrutura, a selecção nacional de basquetebol masculino sub-16 perdeu, esta terça-feira, com a sua similar do Mali (103-40), em desafio inserido na quinta jornada do Campeonato Africano da categoria.

O Mali saiu do primeiro quarto a vencer pelo parcial de 25-7. No segundo quarto, o Mali continuou a comandar a marcha do marcador e, no final desta etapa, vencia por 25-11 (saindo ao intervalo a vencer por 50-18). No terceiro período, o conjunto de João Mulungo – assessorado por Inack Garcia – já melhorou a sua pontuação, tendo passado para dois dígitos (17 pontos), mas saiu em desvantagem pois os malianos contabilizaram 26 pontos.

O quarto e decisivo período foi o menos produtivo para a selecção nacional que somente fez cinco pontos, contra 27 do Mali. Ndzengo Buvana voltou a ser melhor unidade de Moçambique ao contabilizar 12 pontos e cinco ressaltos durante os 36:02 minutos em que permaneceu na quadra. Aliás, o internacional moçambicano apresenta, nesta altura, uma média de 11.2 pontos/jogo. A selecção nacional de basquetebol masculino sub-16 volta a entrar em cena esta quarta-feira diante das Ilhas Maurícias.

 

À espreita de um lugar na final da Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal, Ferroviário de Maputo, Costa do Sol, A Politécnica e Ferroviário da Beira esgrimem, a partir de amanhã, argumentos no pavilhão do Maxaquene, na capital.  

Ao cair da tarde, às 17h30, os campeões nacionais entram para quadra para provar por A+B que são a melhor equipa da actualidade.

Mais: mostrar que a derrota diante do Costa do Sol na fase regular, por 66-55, não passou de um acidente de percurso.
Pressionado a revalidar o título, até pelo grande investimento feito em contratações ao nível interno e no estrangeiro, o Ferroviário de Maputo quer resolver o “play-off” das meias-finais, a melhor de três jogos, o mais rápido possível.
Pois sabe que, qualquer erro, pode ser fatal.

O Costa do Sol já deu mostras de ser uma equipa capaz de criar problemas aos seus adversários. Com uma equipa reforçada por dois espanhóis – Alvaro Maso e Sergio Valdizan –, e jogadores que evoluem juntos há bastante tempo, o Ferroviário de Maputo vale pelo seu colectivo.  Explora fortes transições em contra-ataque, tiro exterior (Francisco Macarringue, Alvaro Maso, Manuel Uamusse e Hermelindo Novela são jogadores que aparecem muito bem na zona dos 6.75 metros).

Na Engen Maputo Basket, precisamente na segunda volta, o conjunto de Miguel Guambe discutiu o jogo até ao limite, tendo, lembre-se, perdido por apenas dois pontos: 58-56. E queixou-se de ter sido prejudicado pela arbitragem. Mas isso são contas de outro rosário.

Na tarde de amanhã, a experiência e mais-valia deverão rimar para que o Costa do Sol dê um passo rumo à final da Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal. “Alô Macome, podemos fazer milagres”. Palavras certamente vindas dos jogadores do Costa do Sol.  

Duas horas depois, a A Politécnica e Ferroviário da Beira jogam também acesso à final da prova. Os “universitários” derrotaram os vice-campeões nacionais na fase regular, pelo que Nazir “Nelito” Salé está avisado que a constelação de estrelas por si só não basta para marcar presença na final.

É preciso mostrar trabalho e qualidade na quadra.

Terceiro classificado na edição 2015/2016 da Liga Moçambicana de Basquetebol, a A Politécnica apresenta uma equipa com capacidade de salto e disponibilidade física que desgasta bastante os seus adversários.

E, sem pressão, procura o guia para a final do Chiveve.

 

 

 

A selecção nacional de basquetebol masculina sub-16 perdeu, esta segunda-feira, com a sua similar da Tunísia, por 46-30, em jogo inserido na quarta jornada do grupo “A” do Campeonato Africano da categoria, prova que decorre nas Ilhas Maurícias.  

No primeiro quarto, a selecção nacional saiu a perder pelo parcial de 14-7. Já no segundo período, o combinado nacional perdeu com parcial de 13-7. Isto, de resto, equivale dizer que ao intervalo Moçambique perdia por 27-14.

O terceiro período foi equilibrado, sendo que esta etapa do jogo terminou empatada com um parcial de 10-10.

Esta terça-feira, a selecção nacional volta a entrar em cena na competição diante do Mali, formação que tem estado em destaque na competição. 
 

Mesmo depois de apelos das autoridades governamentais, algumas províncias levaram nas suas delegações alunos com idades acima do recomendado. Nos últimos dias, a fiscalização detectou cinco casos. “Já nos tínhamos referido que seríamos implacáveis nestas situações. Apesar do trabalho feito pelas províncias, nós conseguimos detectar esses casos em algumas províncias. Como primeira medida tiramos esses alunos das competições para uma investigação para perceber o que teria acontecido. Entretanto, não há situações de selecções que ficaram sem competir porque ficaram desfalcadas devido à desclassificação de atletas”, garantiu Conceita Sortane, ministra da Educação e Desenvolvimento Humano.

A ministra reiterou que não serão permitidos comportamentos desviantes por parte dos treinadores, delegados. “Mais do que a tarefa de treinar e acompanhar os atletas, os adultos devem servir de exemplo, sendo que o seu comportamento deve ser o mais exemplar possível. Não iremos tolerar comportamentos desviantes como consumo de álcool e outras atitudes nocivas”, disse.

Quanto à questão logística, as autoridades garantem que tudo está sob controlo. Segundo a ministra, nos últimos dias, foram reportados alguns casos de lesões de atletas, mas que foram prontamente solucionados. “Em cada posto que criamos temos um médico, técnicos e socorristas. Dependendo da situação, a Direcção do Hospital Provincial manda especialistas para fazer frente a diversas enfermidades”.

Com todas as modalidades já em competições, o executivo considera que o festival está a decorrer dentro das expectativas.
Recorde-se que são oito as modalidades que estão a ser disputadas neste evento desportivo cuja mensagem principal é o da conservação da natureza, uma das maiores riquezas do país.

 

Já são conhecidos os adversários de Moçambique na 29ª edição do Campeonato Africano de Basquetebol sénior masculino – “Afrobasket” 2017 –, prova a ter lugar de 8 a 16 de Setembro, em Dakar, Senegal, e Tunis, na Tunísia.

Com efeito, a selecção nacional de basquetebol sénior masculino terá pela frente o Senegal, quarto classificado da última edição do “Afrobasket”, em 2015, Egipto e África do Sul, segundo ditou o sorteio realizado sexta-feira última.

O Senegal já conquistou esta prova em cinco ocasiões, designadamente em 1968 (venceu na final o Marrocos por 67-60); 1972 (derrotou o Egipto por 61-54); 1978 (bateu a Costa do Marfim (103-72); 1980 (levou a melhor sobre a mesma Costa do Marfim por 96-90); e 1997 (ano em que venceu na final a Nigéria, por 69-48).

Os senegaleses já foram vice-campeões em seis ocasiões (1970, 1974, 1975, 1992, 1995 e 2005). O Senegal foi também terceiro classificado em 1983, 1989, 1993 e 2013.
Outro adversário de peso é o Egipto, selecção que ergueu o troféu em 1975, ano em que venceu na final o Senegal, por 70-61, e 1983 quando levou a melhor sobre Angola (94-68).
Por último, a África do Sul que nos últimos anos têm procurado se afirmar nesta modalidade.

A estreia da selecção nacional está prevista para o dia 8 de Setembro diante do Egipto.

Já no dia seguinte, ou seja, a 9 de Setembro, o combinado nacional terá pela frente a África do Sul. A 10 de Setembro, Moçambique mede forças com o Senegal.

Dakar irá sedear os grupos “B” e “D”, enquanto as equipas dos grupos “A” e “C” estarão baseadas em  Túnis.

As duas primeiras classificadas de cada grupo irão avançar para Túnis, que também receberá a fase final (quartos-de-final, meias-finais e final) entre os dias 14 e 16 de Setembro.

 

 

 

 

 

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