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O País – A verdade como notícia

O sorteio da fase de grupos da Liga dos Campeões realiza-se hoje, a partir das 18 horas de Moçambique, onde as equipas portuguesas ficam a conhecer os adversários da competição milionária. Benfica, FC Porto e Sporting entraram em jogo de forma diferente, fruto dos potes que ocupam, escreve o Notícias ao Minuto.

As águias estão no pote 1, o grupo designado como cabeças de série, o que traz (muitos) benefícios. O Benfica evitará assim estar no mesmo grupo que Real Madrid, detentor do título, o Bayern de Munique, a Juventus, o Chelsea e o Mónaco.

No entanto, estas equipas podem calhar nos grupos de Sporting e FC Porto. Ainda assim, os dragões conseguem evitar outros tantos adversários com quem partilham o pote 2, como é o caso do Barcelona, o Atlético de Madrid, o PSG, o Borussia Dortmund, o Manchester City e o Manchester United. Porém, estas equipas podem acabar no mesmo grupo de Benfica e Sporting.

Por seu turno, o Sporting só sabe que não vai calhar no mesmo grupo dos compatriotas e de equipas como o Celtic, o CSKA Moscovo e o Feyenoord.

Mas há mais, no pote 3 ainda estão nomes como o do Nápoles, AS Roma, Tottenham e Liverpool. Uma vez que nenhuma das formações portuguesas está no referido pote, estes podem ser alguns dos adversários teoricamente mais complicados com quem se podem cruzar na fase de grupo das Champions.  

Em suma, e em jeito de previsão, tudo leva a crer que o Sporting terá, à partida, a tarefa mais complicada na Liga dos Campeões, mas num sorteio tudo pode acontecer e, tal como Jorge Jesus afirmou, tudo o que vier a partir de agora será positivo.

Feitas as contas, eis a constituição dos quatro potes:

Pote 1 – Real Madrid (Espanha), Bayern Munique (Alemanha),Juventus  (Itália), Benfica (Portugal), Chelsea (Inglaterra), Shakhtar Donetsk (Ucrânia), Mónaco (França), Spartak Moscovo (Rússia).

Pote 2 – FC Barcelona (Espanha), Atlético Madrid (Espanha), Paris SG (França), Borussia Dortmund (Alemanha), Sevilha (Espanha), Manchester City (Inglaterra), FC Porto (Portugal), Manchester United (Inglaterra).

Pote 3 – Nápoles (Itália), Tottenham (Inglaterra), FC Basileia (Suíça), Olympiakos (Grécia), Anderlecht (Bélgica), Liverpool (Inglaterra), AS Roma (Itália), Besiktas (Turquia).

Pote 4 – Celtic (Escócia), CSKA Moscovo (Rússia), Sporting (Portugal), APOEL Nicósia (Chipre), Feyenoord (Holanda), Maribor (Eslovénia), Qarabag (Azerbeijão), Leipzig (Alemanha).

Agora é a doer! Não há margem para erros. Agressividade defensiva. “pick and roll”, ressaltos, “jump shot”, tiros exteriores e concentração máxima são convocados para o jogo deste sexta-feira diante de Angola.

De resto, um adversário bem conhecido porquanto em 2013 “roubou-nos a alma” ao vencer na final do “Afrobasket”, por 64-61.

“Sobreviventes da noite” em que quase roçámos o céu, Anabela “Tsunaminha” Cossa, Rute Elias Muianga, Leia “Tanucha” Dongue, Odélia “Mafa” Mafanela e Cátia Halar voltam a ser protagonistas de um “mano a mano” com as angolanas, desta feita no acesso às meias-finais.

À Anabela Cossa, que na final de 2013 contabilizou 17 pontos, exige-se, para não dizer espera-se, que esteja com as “mãos quentes” esta sexta-feira.

Mesmo, diga-se, que esteja a ser utilizada como base principal (ndr: a partir do segundo jogo, Nazir “Nelito” Salé, seleccionador nacional, passou a colocar-lhe fazer armação do jogo).

De Leia “Tanucha” Dongue, a “menina duplo-duplo”, a “Nação” espera que mande nas tabelas com a sua capacidade de salto, pontue e explore o seu “jump shot” e notável jogo de cara e costas para o cesto.

Defensora por excelência e polivalente, Rute Elias Muianga será determinante para travar a competente base americana naturalizada angolana, Italee Lucas, melhor marcadora da selecção de Angola com 100 pontos. É, aliás, esta unidade que tem que ser “secada” porque joga para “carambas”.

Das doze eleitas por Nelito para esta competição, espera-se atitude e espírito combativo frente a uma equipa que quer conquistar o seu terceiro anel continental ao nível dos seniores femininos.

 

Italee Lucas: a pensadora

No regresso ao Palácios dos Desportos que, em 2011, foi talismã ao conquistar o seu primeiro título continental em femininos, Angola deu claros sinais de que a meta é erguer o terceiro troféu.

Com seis das dozes jogadoras que, em 2011, conquistaram o “Afrobasket” no Mali, a selecção nacional de basquetebol de Angola fez o pleno na primeira fase da prova ao vencer os cincos jogos realizados.

Fineza Eusébio, Luísa Tomás, Ngiendula Filipe, Felizarda Jorge, Sónia Guadalupe e Cristina Matiquite são as campeãs africanas com as quais Jaime Covilhã, seleccionador de Angola, erguer o troféu.

À estes nomes, juntam-se Whitney Miguel e Clarisse Mpaka, jogadoras que conquistaram o “Afrobasket” de 2013, em Maputo, e que falharam a prova há dois anos nos Camarões.

Uma equipa com muita experiência comparativamente aos seus adversários neste “Afrobasket”.

Italee Lucas, jogadora que apresenta uma média de 20 pontos/jogo, é sem sombra de dúvidas melhor unidade desta formação.

 

Outros jogos

No outro jogo dos quartos-de-final da prova, a Costa do Marfim defronta a Nigéria, num embate em que as nigerianas são claramente favoritas.

Terceira classificada em 2015, em Yaoundé, nos Camarões, a Nigéria assume-se como candidata à conquista do certame.

Na fase de grupos, as nigerianas tiveram um saldo de cinco vitórias e uma derrota. O Mali procura o acesso às meias-finais diante do Egipto, enquanto os Camarões batem-se com o Senegal, campeão africano em título.

 

Quartos-de-final:

16h00

Costa do Marfim vs Nigéria

18h15

Moçambique vs Angola

20h30

Mali vs Egipto

22h45

Camarões vs Senegal

Abety Imbangueret II, jogadora da República Centro Africana, é até agora a melhor marcadora da 23ª edição do Campeonato Africano de Basquetebol sénior feminino com 115 pontos. A atleta apresenta, com cinco jogos disputados, uma média de 38.1 pontos/jogo.  Segue-se a senegalesa Austou Traore com 113 pontos (uma média de 28.2 pontos/jogo).

Italee Lucas, base da selecção de Angola, é a terceira melhor marcadora da competição com 100 em cinco jogos, o que perfaz uma média de 20 pontos/jogo.

O seleccionador nacional, Abel Xavier, anunciou a lista dos 24 jogadores convocados para o embate diante do Quénia, no próximo sábado, em jogo amigável. O destaque vai para os regressos do guarda-redes Ricardo Campos, e dos médios Diogo e Kito.

O embate diante do Quénia é uma retribuição ao particular que se disputou no ano passado, em Nairobi, com vitória dos quenianos por uma bola sem resposta. E é uma partida que faz parte de conjunto de três jogos que os Mambas ainda terão este ano, de preparação aos confrontos de qualificação ao CAN-2019, que se realiza nos Camarões, nomeadamente diante do Quénia (dia 02 de Setembro), Guiné Conacri (em Outubro) e um adversário ainda por identificar para o jogo de Novembro.

Para este jogo diante do Quénia, Abel Xavier pretende vencer e dotar o conjunto moçambicano de créditos para os jogos da dupla jornada diante da Namíbia e Guiné-Bissau, respectivamente em Março. Daí que tenha chamado 24 jogadores que iniciam terça-feira os trabalhos de campo, no Estádio Nacional do Zimpeto, palco do jogo de sábado, dia 02, às 18H00.

O seleccionador nacional diz que a escolha destes jogadores foi feita tendo em conta que “é um grupo que mostra maturidade, responsabilidade e empenho e dão garantias para os jogos oficiais”. Ademais, para Abel Xavier é preciso entrar para este jogo com determinação e procurar vencer, como forma de elevar a auto-estima dos próprios jogadores e dos seus adeptos.

Regresso de três jogadores

Na convocatória anunciada ontem, Abel Xavier promoveu o regresso de três jogadores que já representaram a selecção nacional, nomeadamente Ricardo Campos, que esteve lesionado durante muito tempo, Diogo e Kito, que não eram escolhas do seleccionador nacional. Sobre o regresso de Ricardo Campos, guarda-redes da União Desportiva de Leiria de Portugal, Xavier diz ser uma mais-valia, uma vez que é um jogador motivado e “voltou a competir ao nível do seu clube e tem o seu valor”, para além de que vai criar mais competitividade ao sector onde joga.

Já sobre Diogo e Kito, o seleccionador nacional ter chegado o momento do seu regresso “por mérito próprio”, num espaço de selecção onde “todos os 80 jogadores seleccionáveis tem que lutar por ele de modo a merecerem o lugar”.

Relativamente ao desaire contra o Madagascar, Abel Xavier diz que ficou para trás e pede o apoio dos adeptos.

A equipa técnica dos Mambas foi reforçada com a integração de Florêncio Tembe, que vai apoiar nas estratégias dos jogos.

A selecção do Quénia chega ao país na quinta-feira da próxima semana, fazendo o reconhecimento do relvado na sexta, antes do jogo de sábado.

 

Os 24 Convocados

Guirrugo                        Costa do Sol

Victor                            Fer. Nacala

Ricardo Campos UD Leiria

Salomão                       Costa do Sol

Zainadine Jr.                 Marítimo

Mexer                           Rennes

Jeitoso              Cape Town

Edmilson                       Cape Town

Reinildo             Covilhão

Clésio                           Panetolikos

Telinho             LD Maputo

Raúl                             Fer. Nampula

Geraldo             Nacional

Kambala                       UD Songo

Loló                              Costa do Sol

Diogo                           Fer. Maputo

Luís Miquissone  UD Songo

Gildo                            Marítimo

Kito                              Costa do Sol

Dominguês                    BidWest

Ratifo                           Koln

Maninho                        Fer. Beira

Dayo                            Fer. Beira

Isac                              Costa do Sol

Já são conhecidos os integrantes dos grupos da Liga dos Campeões Europeus. A sorte, como é habitual nestas circunstâncias, calhou para uns e faltou a outros clubes. No que se refere aos clubes portugueses, a carga pesada está com o Sporting, que vai enfrentar o poderoso Barcelona e a Juventus. Veja a seguir a distribuição das equipas da “Champions” por grupo.

Grupo A – Benfica, Manchester United, Basileia e CSKA Moscovo;
Grupo B – Bayern Munique, PSG, Anderlecht e Celtic;
Grupo C – Chelsea, Atlético de Madrid, Roma e Qarabag;
Grupo D – Juventus, Barcelona, Olympiacos e Sporting;
Grupo E – Spartak Moscovo, Sevilha, Liverpool e Maribor;
Grupo F – Shakhtar Donetsk, Manchester City, Nápoles e Feyenoord;
Grupo G – Monaco, FC Porto, Besiktas e Leipzig;
Grupo H – Real Madrid, Borussia Dortmund, Tottenham e APOEL.

 

Assegurada a qualificação para os quartos-de-final, a selecção nacional de basquetebol sénior feminino defronta, hoje, às 13h45, o Egipto em jogo da 5ª e última jornada do “Afrobasket” da categoria.

É um jogo em que Moçambique irá procurar vencer para terminar a fase de grupos em terceiro lugar com oito pontos.

Pela frente, uma selecção do Egipto que, à entrada desta ronda, é quarto classificado com seis pontos, resultantes de duas vitórias e igual número de derrotas.

Em 2015, Moçambique derrotou o Egipto por 99-76, em desafio das classificativas do 5º e 8º lugares.

Deolinda Ngulela, agora selecionadora-adjunta, foi a melhor unidade nesse jogo realizado a 2 de Outubro de 2015 ao contabilizar 32 pontos.

Hoje, as atenções, no grupo “B”, estarão viradas para o jogo entre o Senegal, campeão em título, e Nigéria, terceira classificada na última edição da prova. Este jogo decide a liderança do grupo, uma vez que as duas equipas somam oito pontos.

O Ferroviário da Beira encontra-se em Vilankulo, onde esta tarde defronta a ENH, em partida de atraso da 19ª jornada do Moçambola ZAP 2017. Trata-se de uma partida de carácter importância para os treinados de Rogério Gonçalves, que pretendem continuar a subir na tabela classificativa, depois dos resultados positivos que vêem registando nesta segunda volta do campeonato nacional.

Os “locomotivas” do Chiveve sabem que uma vitória coloca a equipa nos primeiros cinco classificados, o que motiva ainda mais a equipa, que pode, assim, sonhar com uma posição digna de um campeão nacional. É que, caso o Ferroviário da Beira vença a ENH de Vilankulo, passará a contar com 36 pontos, passando para a quinta posição, a um do quarto, o seu homónimo de Nacala, que está a fazer uma excelente campanha nesta temporada.

Facto mesmo é que os “locomotivas” da Beira sabem que não terão tarefa fácil nesta deslocação ao Municipal de Vilankulo, onde pretendem carregar suas baterias para enfrentarem a etapa final do Moçambola ZAP, bem como para ganhar mais rodagem para o embate da Liga dos Campeões Africanos, diante do USMA da Argélia, a contar para os quartos-de-final.

Mas o ENH, que este ano é treinado por João Chissano, pretende vencer de modo a alcançar, justamente, o Ferroviário da Beira na tabela classificativa. Os “hidrocarbonetos” somam 30 pontos e ainda não estão garantidos no Moçambola ZAP do próximo ano. Um deslize neste jogo, pode complicar as contas. Afinal, a diferença pontual com a zona da despromoção é de apenas cinco pontos e outras equipas que estão abaixo da ENH terão uma palavra a dizer. Basta dizer que uma das equipas que está abaixo dos “hidrocarbonetos” na tabela classificativa é o Maxaquene, uma equipa tradicional no futebol moçambicano e crónico candidato ao título, tal como o Ferroviário de Nampula, que está um lugar abaixo da ENH.

Com a vitória, o Ferroviário da Beira pode relegar para as posições mais baixas o Desportivo de Nacala, a Liga Desportiva de Maputo e o Ferroviário de Maputo, enquanto para a ENH uma vitória faz a equipa ultrapassar o próprio Ferroviário da Beira, embora passarão a ter o mesmo número de pontos, trocando de posições, isso devido ao empate a uma bola verificado na primeira volta, no “Caldeirão” do Chiveve. O empate só beneficiaria ao Ferroviário da Beira que trocaria de posições com o seu homónimo de Maputo, passando a contar com mais um ponto que o “mano” da capital.

Depois desta partida, as duas equipas deslocam-se a Maputo para defrontar o Costa do Sol (a ENH) e a Liga Desportiva de Maputo (o Ferroviário da Beira), para a 25ª jornada.

É a corrida contra o relógio. A 17 dias do arranque do “Afrobasket” 2017, a selecção nacional de basquetebol sénior masculina procura consolidar os seus processos de jogo para fazer face ao Senegal, Egipto e África do Sul, seus adversários no grupo “D”.

Uma etapa marcada por contrariedades. Pois, na quadra do pavilhão do Maxaquene, onde tem lugar as unidades de treino, André “Papaito” Velasco, Ismael “Timo” Nurmamad, MVP da Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal, Edson Monjane, Augusto “Gordo” Matos e Dércio “Dado” Mula não treinaram e nem irão se juntar ao grupo. Pelo menos, para esta campanha do “Afrobasket”.

A aumentar o leque de indisponíveis, Pio Matos Júnior, base principal no Afrobasket 2017, lesionou-se no campeonato nacional e é carta fora do baralho para o “Afrobasket”.

As lesões não deixaram, e nem quiseram, que Matos mostra-se as suas qualidades no Campeonato Africano de Basquetebol sénior masculino. “São muitas ausências, portanto, quase um cinco”, lamentou o espanhol Inak Garcia.

Ainda assim, fica a promessa de muito trabalho e foco numa melhor prestação, quando comparada a de há dois anos.

Contrariedades à parte, o grupo de trabalho pretende dar o seu melhor para melhorar o 11º lugar alcançado em 2015, em Radés, na Tunísia.

Em princípio, a selecção nacional de basquetebol sénior masculina deverá participar, de 1 a 3 de Setembro, num torneio em Angola.

A selecção nacional estreia-se nesta competição no dia 8 de Setembro diante do Egipto, quinto classificado na última edição da prova.

 Já no dia 9 de Setembro, o adversário será a África do Sul, que falhou o “Afrobasket” 2015.

A fechar a sua participação na fase de grupos, Moçambique joga, a 10 de Setembro, com o Senegal, quarto classificado em 2015.

O Moçambola ZAP 2017 vai caminhando ao seu final, com mais seis jornadas por disputar. São autênticas finais para os contendores, cada um deles atrás dos seus objectivos.

Com 24 jornadas já disputadas, apenas duas equipas já garantiram a sua manutenção, nomeadamente a União Desportiva de Songo, líder da prova, e o Costa do Sol, segundo classificado. As restantes equipas ainda não têm passaporte garantido, uma vez que a diferença pontual entre o 3º classificado (Clube de Chibuto) e o 14º colocado (1º de Maio de Quelimane – que é a primeira equipa abaixo da linha d’água) é de 14 pontos, quando estão 18 pontos por disputar.

Vale isto dizer que equipas como Clube de Chibuto, Ferroviário e Desportivo, ambos de Nacala, Liga Desportiva de Maputo, os Ferroviários de Maputo, da Beira e de Nampula e o Maxaquene, ainda podem descer de divisão, caso percam todos os seis jogos e o 1º de Maio de Quelimane vença os seus jogos.

Quem está mais próximo de garantir a manutenção é apenas o Clube de Chibuto, embora seu calendário não seja tão fácil, com jogos difíceis diante do Maxaquene, Costa do Sol e União Desportiva de Songo, respectivamente.

Primeiros seis ainda podem ser campeões

No outro extremo, apenas seis equipas ainda podem chegar a liderança final e conquistar o Moçambola Zap 2017. São as primeiras seis equipas, nomeadamente União Desportiva de Songo, líder da prova, Costa do Sol, Clube de Chibuto, Ferroviário e Desportivo, ambos de Nacala e Liga Desportiva de Maputo, para além do Ferroviário da Beira, que caso vença os dois jogos que tem em atraso, diante da ENH de Vilankulo (hoje) e Costa do Sol (em data ainda a marcar pela Liga Moçambicana de Futebol).

Estas equipas têm diferença pontual de 18 pontos ainda por disputar, sendo a Liga Desportiva a que está mais distante de todas elas. Costa do Sol e Clube de Chibuto estão na luta frenética, embora somente os “canarinhos” pretendam dar mais luta até as últimas consequências.

A selecção nacional de basquetebol sénior feminino perdeu, esta tarde, diante do Egipto por 91-70 em jogo da quinta jornada do grupo “B” do “Afrobasket”.

Com este resultado, Moçambique termina a fase de grupos na quarta posição e, nos quartos-de-final, terá pela frente… Angola.
Sim, Angola, porque o conjunto orientado por Jaime Covilhã e Apolinário Paquete será o primeiro classificado do grupo “A” por força da vitória diante do Mali (68-59) na segunda jornada do grupo “A”.

No jogo desta quarta-feira, Leia “Tanucha” Dongue voltou a ser a melhor unidade da selecção nacional com 13 pontos, seis ressaltos e um roubo de bola em 19:34 minutos na quadra.

Tanucha foi secundada por Iliana Ventura, jogadora do Costa do Sol que contabilizou onze pontos e duas assistências (19:42 minutos na quadra), e Odélia “Mafa” Mafanela que terminou o encontro com dez pontos e oito ressaltos em 24:34 minutos na quadra.

Moçambique obteve, neste jogo, um baixo aproveitamento nos lançamentos exteriores com cinco certeiros em vinte quatro tentados (20.83%).

Ao nível dos lançamentos livres, a selecção nacional de basquetebol sénior feminino terminou o jogo com 60% de aproveitamento (nove lançamentos convertidos em quinze tentativas).

 

 

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