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O País – A verdade como notícia

A primeira parte do jogo amigável entre a selecção nacional e sua congénere de Cabo Verde terminou com os Mambas a vencerem os Tubarões Azuis por uma bola sem resposta.

O golo foi marcado por Clésio, aos 39 minutos da partida que decorre em Portugal. 

Moçambique venceu, hoje, a selecção de Cabo Verde por uma bola sem resposta, em jogo amigável inserido na data FIFA. O único tento da partida foi apontado por Clésio Baúque.

Moçambique entrou mais extrovertido no jogo, tanto que aos 3 minutos, Ratifo esteve perto de inaugurar o marcador, mas o guardião Vozinha antecipou-se ao lance e aliviou a pressão.

Moçambique voltou a carga, através de Ratifo. Numa jogada rápida de contra ataque, o jogador arrancou em velocidade, passou por um adversário, tentou fazer uma assistência, mas a defensiva Cabo Verdiana esteve atenta.

Irrequieto, Ratifo voltou a se destacar ao fazer um remate que foi beijar o poste. Note-se que o guardião Vozinha já estava batido. Na sequência do lance, Kito fez um remate desenquadrado.

A reacção dos tubarões azuis surge aos 14 minutos, mas valeu a atenção de Guirrugo e da defensiva moçambicana.

Os “Mambas” voltaram a carga aos 18 minutos, mas mais uma vez Ratifo não conseguiu violar a baliza adversaria.

Os Tubarões Azuis responderam aos 22 minutos com o remate de Tabanco, uma tentativa que mereceu uma defesa de Guirrugo, entretanto, já havia indicação de falta.

Aos 28 minutos, os cabo-verdianos pressionaram e só não chegaram ao golo devido a intervenção de Zainadine que poderia ter dado em autogolo. Na sequência de pontapé de canto, Ricardo fez um cabeceamento que foi ao poste.

A selecção cabo-Verdiana foi crescendo no jogo, com remates a baliza moçambicana, entretanto, foi Moçambique a violar a baliza contrária. Jogava-se o minuto 39, Clésio, apareceu em posição privilegiada desferiu um canhão que só travou na baliza de Vozinha.

Os cabo verdianos correram atras do golo, mas tanto a defensiva moçambicana, assim como Guirrugo estiveram bem a defender.

Na segunda parte, os tubarões azuis voltaram mais fortes e só não marcaram aos 57 minutos, porque Hélder Tavares, mesmo com a baliza escancarada fez o impossível.

A selecção Cabo-verdiana até beneficiou de uma grande penalidade nesta situação pouco clara, mas Guirrugo mostrou o que é ser um guarda-redes com uma defesa de alto nível.

Alias, Guirrugo foi um verdadeiro carrasco para os cabo-verdianos, ao impedir que a baliza moçambicana fosse violada.

Já nas compensações, com cabo verde na mó de cima, Moçambique chegou a introduzir a bola na baliza adversaria por intermédio de Isac, mas já havia indicação de fora de jogo. Com o 1-0, a favor de Moçambique terminou o jogo que serviu para testar o potencial dos Mambas.   

À entrada da segunda jornada do Campeonato da Cidade de hóquei em patins, o Desportivo JAT contabilizava 15 pontos, menos três que o líder Estrela Vermelha. Daí que o conjunto orientado por Pedro Pimentel era obrigado a vencer para manter acesa a luta pelo título.

Para assegurar a vitória, o técnico apostou num “cinco” composto por Arnaldo Queiroz, Wison Sigalleti, Kevin Pimentel, David Pimentel e Nuno Tavares.

E os “alvi-negros” entraram a pressionar o seu adversário na perspectiva de chegar cedo ao golo.

Mas foi o Ferroviário de Maputo que chegou primeiro ao golo por Nelson Miquissene, numa jogada em que os alvi-negros contestaram. Estavam jogados três minutos do encontro.

Durou pouco tempo a alegria dos “locomotivas”, até porque na jogada seguinte Nuno Tavares fez o golo de empate, num lance iniciado por David Pimentel que foi uma das melhores unidades do Desportivo JAT.

Com o empate, os “alvi-negros” galvanizaram-se e continuaram a pressionar o seu adversário que respondia com jogadas rápidas. Mas, até ao intervalo, o resultado manteve-se 1-1. Veio a segunda parte. E, com cinco minutos jogados, Nuno Tavares colocou os “alvi-negros” a vencerem por dois a um.

O Desportivo JAT acelerou e, num contra-ataque, David Pimentel fez o três a um. Nelson Miquissene, num lance bem executado, reduziu a desvantagem para três a dois.

A dezanove segundos do final do jogo, Nuno Tavares fechou as contas do jogo.

Com este resultado, o Desportivo JAT mantém-se na segunda posição agora com 18 pontos, enquanto o Ferroviário de Maputo é quarto com nove.

Estrela Vermelha continua na liderança

Num jogo bem disputado e em que os “alaranjados”, campeões em título tiveram que se aplicar a fundo, o Estrela Vermelha teve que batalhar para bater o Desportivo “B”, por 5-4.

Os “alvi-negros” deram muita luta nos “rinks”, mas no final a experiência rimou com mais-valia.

Com este resultado, o Estrela Vermelha cimentou a liderança no Campeonato da Cidade de hóquei em patins com 21 pontos.

Já o Desportivo “B” continua na quinta posição com três pontos. A Académica, por sua vez, deu um pulo na tabela classificativa ao passar da quarta para a terceira posição agora com 12 pontos depois de ter vencido o Dom Bosco, por 8-2.

Os “estudantes” foram superiores no encontro, tendo, de resto, relegado o seu adversário ao último reduto.

Esta vitória coloca a Académica na terceira posição agora com 12 pontos.

A pedido da Federação Moçambicana de Futebol (FMF), o Sporting recebeu, este sábado, os Mambas para uma visita ao Estádio José Alvalade e ao Museu Sporting, em Lisboa. A selecção nacional vai jogar na terça-feira com Cabo Verde.

A comitiva de Moçambique, liderada pelo secretário-geral da FMF, Filipe Johane, e Abel Xavier, seleccionador dos Mambas, foi recebida pelo vice-presidente e administrador da SAD, Carlos Vieira, pelo Presidente do Conselho Fiscal, Rui Moreira de Carvalho, e pelo Team Manager do Futebol Profissional, André Geraldes.

“Agradeço ao Sporting e a toda a estrutura pela forma como abriram a sua casa para que pudéssemos estar aqui. Acima de tudo para os meus jogadores terem a realidade dos clubes grandes, porque eles também têm os seus próprios sonhos e isto serve como motivação”, resumiu Abel Xavier ao site do clube.

Na mesma esteira, os Mambas passaram pelo Estádio da Luz, pertencente ao Sport Lisboa e Benfica, para visitar os vários compartimentos do majestoso estádio, para além de receber explicações dos respectivos locais. Na ocasião, Abel Xavier voltou a demonstrar que continua a ter muito carisma em terras lusas, bem como no mundo do futebol português.

Estas duas visitas foram feitas no âmbito das actividades que Abel Xavier proporciona à selecção, para além dos treinos em campo durante os estágios antes dos jogos, como são os casos das acções sociais.

Ferroviário de Maputo “A” venceu, sábado, o Ferroviário de Maputo “B” por 58-44, em jogo da primeira jornada do Torneio de Abertura de basquetebol ao nível dos seniores femininos

As campeãs nacionais lideraram no primeiro período, etapa na qual saíram a vencer pelo parcial de 16-10.

O segundo período voltou a ser de domínio do Ferroviário “A”, sendo que o mesmo no final desta etapa o marcador indicava 24-16.

O terceiro período foi caracterizado por muitas falhas e lesões de Anabela Cossa e Dionilde Cuamba, facto de deixou o Ferroviário de Maputo A desfalcado. Ainda assim, o Ferroviário “A” saiu com uma vantagem de seis pontos: 34-40.

Já no quarto e último período, as tetracampeãs nacionais geriram a vantagem e venceram por 58-44.

Na outra partida realizada este sábado, o Costa do Sol venceu o Maxaquene, por 58-40.

A Nigéria garantiu, ontem, o “passaporte” para o Mundial-2018 de futebol, tornando-se na primeira selecção africana qualificada, um feito quase repetido pela Tunísia, enquanto Cabo Verde comprometeu as aspirações ao perder com o Senegal.

A selecção cabo-verdiana não resistiu ao poderio de uma das actuais selecções africanas de topo, o Senegal, que foi à cidade da Praia, vencer por 2-0, numa partida em que só chegou a vitória na parte final, com os golos de Diafra Sakho, aos 82 minutos, e de Cheikh N’Doye, aos 90+3, numa altura em que a equipa da casa procurava desesperadamente o empate.

Esta derrota não compromete, para já, as aspirações de apuramento de Cabo Verde no Grupo D, mas vai ter um jogo determinante já no próximo dia 06 de Novembro, no Burkina Faso, selecção orientada pelo treinador português Paulo Duarte, que também ambiciona o apuramento para a Rússia, e que também sofreu uma derrota na África do Sul.

No Grupo B, a vitória da Nigéria na recepção à Zâmbia, garantiu a presença na fase final do Mundial, graças a um golo do médio do Arsenal Alex Iwobi, a vinte minutos do final da partida, enquanto os Camarões venceram a Argélia, que, já eliminada, alinhou sem algumas das suas principais ‘estrelas’ como Brahimi, Mharez e Slimani.

No Grupo E, Uganda e Gana não foram além de um nulo, deixando caminho aberto à qualificação directa do Egipto, que soma nove pontos, mais um do que ugandeses e três do que ganeses.

A selecção ganesa necessitava de vencer para aspirar à qualificação para o Mundial-2018, mas não conseguiu fazer um golo e no final fez um protesto formal alegando um fora de jogo inexistente num lance que terminou com a bola no fundo das redes ugandesas.

Quem saiu goleado em casa foi a selecção da Guiné Conacri, à qual não lhe valeu a sua principal ‘estrela’, Naby Keita, que alinha nos alemães do Leipzig, cujos serviços os ingleses do Liverpool já garantiram na próxima época ao pagarem a cláusula de rescisão de 51 milhões de euros, segundo a imprensa germânica.

Mesmo assim, Keita colocou a Guiné Conacri na frente do marcador, aos 36 minutos, mas a Tunísia operou uma autêntica reviravolta, cujo início ocorreu ainda antes do intervalo, com o empate a ser consumado por Youssef Msakni, aos 45+1. Na segunda parte, a selecção guineense foi “atropelada” pela Tunísia no último quarto de hora, fase do jogo em que marcou mais três golos e deu um passo importante rumo ao apuramento no grupo A, que lidera com 13 pontos, seguido da República Democrática do Congo, com 10, com a qual vai discutir uma vaga na Rússia.

De resto, a selecção congolesa cumpriu a sua obrigação ao vencer na Líbia por 2-1, a despeito das dificuldades colocadas pela selecção norte-africana, que esteve em desvantagem devido a um golo do jogador do Villarreal, Cédric Bakambu, aos 50, mas logrou o empate aos 69, por Mohamed Al Musrati. No entanto, o jogador do Konyaspor, Wilfred Moke, recolou a selecção congolesa na dianteira do marcador e garantiu três pontos que ainda mantém ténues esperanças de qualificação no Grupo A.

No Grupo C, Marrocos recebeu e venceu de forma concludente o Gabão por 3-0, graças a um ‘hat-trick’ do avançado Khalid Boutaib, que marcou aos 38, 56 e 72 minutos, e pulou para a liderança, com nove pontos, mais um do que outro dos tradicionais candidatos, a Costa do Marfim, que não fez melhor do que um nulo no Mali, na sexta-feira.

Os treze jogadores que partiram de Maputo com destino a Portugal, nomeadamente os 11 que actuam no Moçambola Zap e mais dois que jogam no Cape Town City da África do Sul (Jeitoso e Edmilson), já se juntaram aos restantes colegas que actuam em campeonatos europeus, já em Lisboa, para darem continuidade aos trabalhos de preparação com vista ao jogo da terça-feira, diante do Cabo Verde, na Madeira.

Na tarde da última sexta-feira, realizaram a sua primeira sessão de treinos em solo português, sem a presença de Witi e Bhéu, jogadores do Nacional da Madeira, que tiveram um jogo na tarde de sábado e que se juntaram ao grupo no domingo. Witim, recorde-se, foi chamado a última hora para fechar o lugar do lesionado Domingues, que não integra a convocatória final. Aliás, desta convocatória sai também Malembane, que regressava ao conjunto nacional, depois de ter sido chamado na jornada dupla diante de Angola e Lesotho, amigáveis que tiveram lugar em Março passado.

Abel xavier, seleccionador nacional, diz que os jogadores estão bastante motivados para enfrentar o jogo da terça-feira, havendo muita entrega nos treinos. “Mas os jogadores estão bem, estão motivados e estarão todos juntos a partir de domingo (ontem) com a integração de Bhéu e Witi, e estamos confiantes. A qualidade de trabalho tem sido bem absorvida pelos jogadores”, disse Abel Xavier que garante introduzir exercícios mais complexos nos treinos, como forma de preparar os jogadores para adversários mais complicados, como será o caso da Guiné-Bissau: “vamos entrar um bocadinho mais na complexidade em forma de exercício, por obviamente, de facto, vamos encontrar adversários que nos vão obrigar a uma inteligência muito mais táctica e, portanto, temos que treinar todos esses aspectos”.

Trabalhos específicos no final de semana

Mas os trabalhos iniciais da selecção nacional, mais precisamente no final de semana tiveram duas vertentes distintas. Numa primeira fase foi preciso ver o estado anímico dos jogadores, conversar “individualmente com os jogadores para perceber como eles estão” antes dos trabalhos de campo, mesmo reconhecendo a motivação que levaram para o estágio em Portugal.

Abel Xavier assume que a motivação e um aspecto “extremamente importante”, mas é preciso ter em conta que são jogadores que estão “quase” a meio da época futebolística. E nesta época as cautelas são poucas para os jogadores, dai que já tenham iniciado os pedidos. “Houve alguns pedidos por parte de alguns clubes para a gestão dos próprios jogos”, ou seja, para que não fossem utilizados em jogos amigáveis, devido a problemas físicos. Abel Xavier fala desses jogadores, que obrigaram ao reajuste da convocatória. “Isso deveu-se ao facto de termos tido duas lesões em relação a convocatória anterior, nomeadamente Malembane e Domingues. Mas nós mantemos o nosso grupo, com menos duas unidades, face a convocatória inicial, mas que me dão garantias”, garante o seleccionador nacional de futebol.

A outra vertente dos primeiros dias de trabalhos de preparação dos Mambas e na componente física, dentro do campo, onde “vamos dar conteúdos naquilo que é o mais importante na nossa identidade de jogo”. E o mais importante é trabalhar as “movimentações ofensivas, organizações defensivas e alguns aspectos de transição que tem sido a mais-valia que nós temos em relação ao nosso jogo”, disse Abel Xavier, seleccionador nacional.

Jogadores motivados

A motivação dos jogadores começou a ser demostrada ainda em Maputo, mas em Portugal aumentou em função da junção do grupo. Os jogadores mostram-se confiantes na obtenção de um bom resultado, terça-feira, realçando a motivação que reina no seio do conjunto. “O grupo está muito motivado e já estamos todos juntos. Isto é muito positivo e só espero que tudo corra bem”, disse Telinho, avançado chamado para dar seu contributo com golos diante do Cabo Verde.

Ratifo, que andou de fora da sua equipa na Alemanha, também diz estar preparado para o jogo e com ambições de vencer, deixando claro que fisicamente está bem. “O grupo está bom e motivado. Este é o meu primeiro treino com o grupo de trabalho e espero que tudo corra bem. Estou preparado e o meu corpo está bom”, garantiu o alemão naturalizado moçambicano.

Os Mambas realizam os treinos no campo número 3 do Estádio do Jamor e o embate diante do Cabo Verde, terça-feira, será no Estádio Massamá, na Madeira.

O Chingale de Tete completou, esta semana, o grupo das três equipas despromovidas do Moçambola ZAP, campeonato nacional de futebol. A derrota diante do Ferroviário da Beira, por 2-1, em jogo em atraso da 28.ª jornada do Moçambola ZAP, ditou a sentença dos “canarinhos” de Tete.

O confronto entre os “locomotivas” do Chiveve era de capital importância para o Chingale, até porque partiu para o mesmo numa situação em que se encontrava na 14.ª posição – na zona de despromoção – com 26 pontos.

E era obrigado a vencer para somar 29 pontos e, nas duas últimas jornadas, lutar para amealhar seis pontos e terminar a prova com 35.

Neste cenário, ficaria também à espera de uma escorregadela do  1.º de Maio de Quelimane, 13.º classificado com 32 pontos,  Ferroviário de Nampula, ora na 14.ª posição com 33 pontos, e Maxaquene, 11.º classificado com o mesmo número de pontos.

Com a derrota, caiu por terra o sonho de se manter na fina flor do futebol moçambicano.

O Chingale faz, desta forma, companhia a UP de Lichinga e AD Macuácua, equipas também despromovidas.

Encontrado o tridente despromovido, as outras equipas que também estavam em risco de descer de divisão passam a respirar de alívio.

Trata-se do Maxaquene, Ferroviário de Nampula e o 1.º de Maio de Quelimane que estão a fazer um campeonato aos soluços.

Com esta vitória, o Ferroviário da Beira passa a somar 39 pontos, os mesmos que o seu homónimo de Maputo. Aliás, os dois Ferroviários terão que se defrontar, na próxima quarta-feira, dia 11 de Outubro, no Estádio da Machava, também num jogo de acerto ao calendário.

“Dança” de treinadores

A formação do Chingale começou a época futebolística sob o comando técnico de Mussá Osman, mas este foi afastado na quinta jornada por alegados maus resultados.

Os “canarinhos” iniciaram a prova com uma derrota diante da UP Lichinga, por 1-0, tendo depois caído aos pés do Maxaquene com quem perderam na segunda jornada pelo mesmo resultado.

Depois, na terceira jornada, o Chingale de Tete empatou a uma bola com o ENH de Vilankulo. Seguiram-se derrotas com o Costa do Sol (2-0) e União Desportiva de Songo (1-0). Aliás, o desaire com os campeões nacionais ditou a queda de Mussá Osman. Na altura, o director de comunicação e imagem do Chingale de Tete, Edson Lino, disse que a rescisão do contrato que ligava o clube e Mussá Osman foi amigável. Ferreirinha, adjunto, segurou o barco até a vinda do português Carlos Graça que, diga-se, não trouxe resultados.

 

08.10.2017. Data em que, dada a luta pela liderança que os jogos enceram, há-de ser uma jornada profícua em termos de espectacularidade nos “rinks” do pavilhão do Estrela Vermelha.

São, é certo, três jogos que corporizam a sétima jornada do Campeonato da Cidade de hóquei em patins, mas são dois aos quais nos atemos: Estrela Vermelha vs Desportivo “B” e Ferroviário de Maputo vs Desportivo JAT.

Nem mais, até pelas ambições das quatro equipas na prova. Começando, naturalmente, pelo fim. Porque, como é de praxe, o “melhor” fica mesmo para o fim. 21h00, Desportivo JAT e Ferroviário de Maputo sobem ao “rink” do pavilhão do Estrela Vermelha para esgrimirem argumentos na luta pelos três pontos em disputa.

Segundo classificado na prova, com menos três pontos que o líder Estrela Vermelha, Desportivo JAT parte para este desafio com a vitória no horizonte.

Aliás, não tem outro caminho e muito menos escolha se, efectivamente, quiser continuar a pressionar o Estrela Vermelha na luta pela conquista do Campeonato da Cidade.

Por isso, espera-se um conjunto “alvi-negro” pressionante e a cair sobre o seu adversário que ocupa a terceira posição na prova com nove pontos.

De resto, será interessante perceber como é que a juventude “locomotiva” reage a humilhação imposta pelos “alaranjados”, por 11-0, na última ronda.

Com uma equipa renovada, e formada por alguns valores que estiveram presentes no estágio da selecção nacional em Lisboa, Portugal, o Ferroviário de Maputo quer arrancar uma vitória esta noite para reduzir a diferença em relação ao Estrela Vermelha e o próprio Desportivo.

Pedro Tivane, treinador do Ferroviário de Maputo, avisara que ia dar um “puxão de orelhas” aos seus rapazes para que estes mostrem o seu real valor nos “rinks”.

Estrela no trilho do Desportivo “B”

Uma miscelânea de juventude e experiência, o Desportivo “B” tem pela frente, esta noite, o Estrela Vermelha, líder da competição com 18 pontos.

Um jogo também interessante de seguir, porquanto os “alaranjados” pretendem manter a sua senda vitoriosa na competição.

E, justamente, frente a um Desportivo “B” que têm bons valores que se apresentam como o presente do futuro. E são jovens com “arrogância” competitiva que querem contrariar o favoritismo dos “alaranjados”.

Académica com tarefa facilitada

Com melhor estrutura que o seu adversário, a Académica, quarto classificado da prova, bate-se com a frágil formação do Dom Bosco. É um jogo em que os “estudantes” são claramente favoritos a alcançar a vitória.

Motivada pela vitória na última jornada diante do Desportivo “B”, por 9-2, a Académica sabe bem que um triunfo esta noite e desaire do Ferroviário de Maputo coloca esta formação isolada no terceiro lugar da prova.

À procura da sua primeira vitória na competição, o Dom Bosco entra para o “rink” ciente das dificuldades que irá encontrar no confronto com os “estudantes”, mas crente de que pode surpreender.

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