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O Ferroviário de Maputo conquistou a Taça de Moçambique ZAP, edição 2024, após derrotar na final a União Desportiva de Songo por duas bolas a uma. O jogo teve que ir ao prolongamento para se conhecer o sucessor da Black Bulls.

Uma vitória que começou a ser desenhada com avisos, primeiro por Huga, num livre directo a obrigar Ivan a voar, e depois Canhemba a testar a atenção do guarda-redes hideoeléctrico.

A terceira foi de vez… Bem servido por Nelson Manuel, Amâncio Canhemba fez de Neymar, isolou-se na cara de Ivan e atirou a contar, aos 26 minutos.

A reacção da União Desportiva de Songo foi pronta e letal, numa combinação entre Luís Miquissone, John Banda e Muzaza, com o jogador zambiano a não vacilar diante de Guirrugo.

Estava feito o empate ainda na primeira parte.

Nas segunda parte os hidroeléctricos pareciam transfigurados, mas apenas nas ideias, porque na prática, as suas intenções não terminavam em acções desejadas.

Os locomotivas de Maputo só em contra ataques criavam perigo na baliza de Ivan. O empate prevaleceu e levou as duas equipas ao prolongamento.

Continuaram os hidroeléctricos mais perigosos, a chegarem mais vezes a baliza de Guirrugo, mas a espaços o Ferroviário de Maputo acreditava que era possível fazer melhor.

Aos 113 minutos veio a machadada final, com Victor Malino a aproveitar um mau alívio para cabecear para o fundo das malhas. Os jogadores de Songo ainda reclamaram um fora-de-jogo na jogada, mas o árbitro confirmou o golo e a vitória do Ferroviário de Maputo.

A União Desportiva de Songo perde a segunda final consecutiva da Taça de Moçambique, enquanto o Ferroviário de Maputo conquista a sétima Taça na história e vai representar o país na Taça CAF, edição 2025/2026.

A selecção nacional de futebol, os Mambas, subiu dois lugares no Ranking Mundial da FIFA anunciado esta quinta-feira, ocupando, actualmente, o 96º lugar, com 1232.7 pontos.

Na última classificação, os Mambas ocupavam o 98º lugar, com 1229.01 pontos.

De acordo com a actualização da FIFA, Moçambique amealhou 3.69 pontos na última Data-FIFA deste mês. 

As vitórias contra Eswatini e Guiné-Bissau, na fase de qualificação para CAN 2025, que confirmou a presença do combinado nacional na prova, foram determinantes para que subisse no ranking. 

A próxima actualização do Ranking da FIFA, a última de 2024, está marcada para o dia 24 de Dezembro.

A União Desportiva de Songo e o Ferroviário de Maputo defrontam-se, este sábado, no Estádio 25 de Junho, em Nampula, na final da Taça de Moçambique ZAP, naquela que é a reedição da final de 2019 e da meia-final de 2022. É o terceiro jogo entre as duas equipas em jogos da Taça de Moçambique, que também vai servir de tira-teimas, depois de terem dividido vitórias nos dois anteriores jogos.

É o epílogo da Taça de Moçambique ZAP, este sábado, entre duas equipas que mostraram regularidade na prova, em jogos que disputaram até chegarem à final. União Desportiva de Songo e Ferroviário de Maputo voltam a defrontar-se na decisão de uma competição, tal como aconteceu em 2019, na final da Taça de Moçambique, bem como em 2023, na final da Supertaça de Moçambique.

Depois de duas vitórias dos “hidroeléctricos” nessas duas finais, o Ferroviário de Maputo procura a desforra, diante de um adversário que já provou que tem todas as condições para levantar o canecão.

Em 2019, para a final da Taça de Moçambique, no Estádio Nacional do Zimpeto, a União Desportiva de Songo venceu por duas bolas sem resposta, voltando a vencer na Supertaça de 2023, desta feita por duas bolas a uma. 

Noutro jogo entre ambos para a Taça de Moçambique, em 2022, o Ferroviário de Maputo venceu por uma bola sem resposta e chegou à final, em que venceu o Ferroviário da Beira e conquistou a prova.

Mas há mais neste confronto: depois de 33 jogos entre ambos, o Ferroviário de Maputo procura contrariar a superioridade e o favoritismo dos “hidroeléctricos”, que venceram quase metade dos jogos vencidos pelos “locomotivas” de Maputo. Ou seja, a UD Songo venceu 15 jogos, contra oito do Ferroviário de Maputo, e mais 10 empates registados.

Em termos de finalização, a turma de Songo tem mais seis golos que o seu adversário (30-24), nos confrontos entre ambos.

A superioridade da União Desportiva de Songo foi demonstrada, este ano, com vitórias nos dois jogos disputados para o Moçambola, ambos pelo mesmo resultado de 1-0, tanto em Maputo como em Songo.

 

“HIDROELÉCTRICOS” MAIS FRESCOS QUE O ADVERSÁRIO

Para a partida deste sábado, um facto interessante é que a União Desportiva de Songo vai entrar mais fresca em relação ao Ferroviário de Maputo, em dose dupla. Primeiro porque tem mais um dia de descanso, uma vez que jogou na terça-feira, contrariamente ao Ferroviário de Maputo, que jogou quarta-feira.

Por outro lado, os “hidroeléctricos” venceram o seu jogo em 90 minutos, não precisando de mais minutos, enquanto os “locomotivas” de Maputo tiveram de disputar o prolongamento diante do homónimo da Beira, na quarta-feira.

Nas quatro linhas, o Ferroviário de Maputo terá de redobrar os esforços se quiser sair com a vitória e com o título, contando com jogadores menos cotados em relação à União Desportiva de Songo, que tem mais jogadores de caveira e que jogam em selecções nacionais.

Só no final dos 90 minutos, ou dos 120 minutos, ou ainda depois das grandes penalidades é que se conhecerá o vencedor da prova, aquele que vai suceder à Black Bull como detentor do troféu.

Nelson Uanasse, da COPAF de Niassa, é o árbitro escolhido para este jogo da final da Taça de Moçambique ZAP, auxiliado por Olívio Saimone (Niassa) e Macário Gaveto (Nampula). Cacilda Fernando (Niassa) será o quarto árbitro.

Em termos práticos, o Ferroviário de Maputo chega à sua 13ª final da Taça de Moçambique e procura o seu sétimo troféu, depois de ter conquistado seis títulos e perdido outros seis.

Por seu turno, a União Desportiva de Songo disputa a sua segunda final consecutiva e quinta final, tendo conquistado dois títulos e perdido outras duas finais.

A Associação Black Bulls estreiou-se, ontem, a perder por duas bolas sem resposta diante do Zamalek do Egipto, em jogo da primeira jornada da fase de grupos da Taça CAF. 

O representante moçambicano entrou melhor no jogo, ainda que não conseguisse criar oportunidades de golo. Jogando em casa, ainda que à porta fechada, o Zamalek teve de recorrer à sua experiência nas grande competições, para fazer a diferença.  O representante egípcio chegou ao golo no limite do intervalo, através de Esho. 

Já na segunda metade da partida, Donga ampliou o marcador, fixando o resultado em 2-0. A Black Bulls volta a jogar no dia 8 do próximo mês, diante do Al Masry, também do Egipto. O jogo será disputado no Estádio Nacional do Zimpeto.

A Associação Black Bulls estreiou-se, ontem, a perder por duas bolas sem resposta diante do Zamalek do Egipto, em jogo da primeira jornada da fase de grupos da Taça CAF. 

O representante moçambicano entrou melhor no jogo, ainda que não conseguisse criar oportunidades de golo. Jogando em casa, ainda que à porta fechada, o Zamalek teve de recorrer à sua experiência nas grande competições, para fazer a diferença.  O representante egipcio chegou ao golo no limite do intervalo, através de Esho. 

Já na segunda metade da partida, Donga ampliou o marcador, fixando o resultado em 2-0. A Black Bulls volta a jogar no dia 8 do próximo mês diante do Al Masry, também do Egipto. O jogo sera disputado no Estádio Nacional do Zimpeto.

A União Desportiva de Songo é a primeira finalista da Taça de Moçambique ZAP, após vencer o Costa do Sol por 3-1, em jogo da meia-final da prova. O adversário dos hidroeléctricos será conhecido esta quarta-feira, quando os ferroviários de Maputo e da Beira se defrontarem para a segunda meia-final

Está encontrado o primeiro finalista da Taça de Moçambique ZAP, edição 2024.

Naquela que era tida como a final antecipada da Taça de Moçambique ZAP, a União Desportiva de Songo afastou o Costa do Sol e chega a final deste sábado, no Estádio 25 de Junho, em Nampula.

As duas equipas tinham ambições claras, afinal são duas das três melhores equipas do futebol moçambicano da actualidade. Desde cedo viu-se que havia vontade das duas equipas em vencer o jogo.

Começou por ser o Costa do Sol a mostrar essa vontade aos 14 minutos, quando abrir o marcador. Mau atraso de Infren, com Richard Mbulu a pressionar Ivan, ganhar na disputa e de cabeça a marcar.

Não tremeu a União Desportiva de Songo, que correu atrás do prejuízo, e quatro minutos depois chegou ao empate atravês de Lau King, a aproveitar fragilidades defensivas dos canarinhos.

As duas equipas ainda tiveram oportunidades de desfazer o empate na primeira parte, mas sem conseguirem balançar as redes.

Na segunda parte os “hidroeléctricos” estiveram melhor e visitaram mais a baliza de Victor Guambe, ainda que, há espaços, o Costa do Sol tentasse também chegar ao golo. Acabou sendo A união Desportiva de Songo a desfazer o empate num canto cobrado por Miquissone, com Lau King a desviar para o remate de Dominguez.

Com o 2-1 no marcador, cabia ao Costa do Sol procurar o empate e forçar as grandes penalidades, e por isso atacava mais, e descurrou da defesa. Aproveitou a União Desportiva de Songo e num desses lances Chico Mioche comete falta à entrada da área e vê o cartão vermelho.
Com mais um em campo os hidroeléctricos tiveram mais espaços e num contra ataque selaram a vitória por John Banda, sem oposição, a sentenciar o marcador.

O adversário da União Desportiva de Songo na final vai sair do embate entre os Ferroviários de Maputo e da Beira, esta quarta-feira.

Os Ferroviários de Maputo e da Beira disputam o acesso a final da Taça de Moçambique ZAP, esta quarta-feira, no Estádio 25 de Junho, em Nampula.

São duas “locomotivas” em linhas diferentes, rumos a mesma estação: a final da Taça de Moçambique ZAP. Naquele que será o 53º jogo entre Ferroviário de Maputo e o Ferroviário da Beira nos últimos 24 anos, uma dúvida apenas paira: quem vai chegar a final de sábado?

Nos 52 jogos anteriores, dos quais 48 para o campeonato nacional, dois para a Taça de Moçambique e outros dois jogos para a Supertaça nacional, ha um quase equilíbrio no confronto directo.

A turma de Maputo venceu 21 jogos, mais três vitórias dos locomotivas da Beira. 13 empates foram registados entre ambos. O Ferroviário de Maputo marcou mais golos na baliza contrária, 52, contra 45 apontados pelo Ferroviário da Beira nas redes do seu adversário desta quarta-feira.

As duas equipas encontaram-se duas vezes na Taça de Moçambique, curiosamente nas finais de 2014 e 2022. Em 2014 o Ferroviário da Beira conquistou a Taça de Moçambique graças a vitória tangencial diante do homónimo de Maputo, tendo havido desforra na final de 2022, ganha pela equipa de Maputo, pelo mesno resultado.

Este ano defrontaram-se duas vezes, também a dividirem entre si as vitórias tangenciais, para a equipa da casa, falhando totalmente os lugares do pódio do Moçambola. Ou seja, esta partida será do tira-teimas para salvar a honra da época.

Em termos de destaques nos respectivos planteis, os “locomotivas” de Maputo, que contam com 27 jogadores, dos quais 24 moçambicanos, um queniano, um ganês e um congolês, tem em Guirrugo o jogador com mais jogos, enquanto Neymar Canhemba é o melhor marcador com cinco golos.

Já a turma da Beira é a equipa com mais estrangeiros no plantel, nomeadamente 7 dos 30 que compõem o grupo. Para além dos 23 moçambicanos, Cabo Verde, República Democrática do Congo, Zimbabwe, Guiné-Bissau, Brasil, Camarões e Nigéria contam com um jogador cada. João Bonde é o jogador mais utilizado e Ali Kayembe o marcador de serviço, com cinco tentos.

Ferroviário de Maputo procura o sétimo título da Taça de Moçambique, enquanto o Ferroviário da Beira tenta o quarto troféu. Um dos dois será o adversário da União Desportiva de Songo na final de sábado, em Nampula.

Ernani poderá ser opção no jogo de amanhã entre a Black Bulls e Zamalek do Egipto, referente à primeira jornada do Grupo D da fase de grupos da Taça CAF. O internacional moçambicano estava a braços com problemas musculares.

É a primeira vez na sua história que a Black Bulls vai disputar a fase de grupos das competições africanas. Na sua estreia, em 2022, na Liga dos Campeões Africanos, os “touros” terminaram a sua participação na primeira eliminatória, caindo aos pés do campeão angolano, Petro de Luanda.

Esta quarta-feira, o representante moçambicano tem a dura missão de ultrapassar o Zamalek, equipa com um palmarés invejável em África, contando, para já, com cinco títulos africanos. A delegação da Black Bulls, que já se encontra no Egipto, efectuou, na segunda-feira, duas unidades de treino divididas entre o período da manhã e de tarde.

As unidades de treino serviram para Hélder Duarte aprimorar aspectos técnicos e tácticos antes da partida contra o representante egípcio na Taça CAF. Ernani Siluane chegou a estar em dúvida para este embate, tendo em conta que enfrentava problemas musculares.

O internacional moçambicano contraiu a lesão ao serviço da selecção nacional na dupla jornada contra o Mali e Guiné Bissau, referente à quinta e sexta jornada da fase de qualificação de acesso ao Campeonato Africano de Futebol (CAN), tendo sido uma das peças-chave para o apuramento dos Mambas para a sexta presença na prova.

A equipa médica do vencedor da edição passada da Taça de Moçambique garante que há boas perspectivas em relação à recuperação do atleta, que nas únicas duas unidades de treino efectuadas no Egipto, reagiu satisfatoriamente.

“Ernani está a seguir o tratamento sob cuidado da equipa médica. Está a treinar com a equipa e está a progredir muito bem. Estamos a lutar para que ele consiga estar apto para representar a nossa equipa esta quarta-feira”, garante o médico da Black Bulls, sublinhando que o guarda-redes moçambicano tem muita força de vontade de defender a baliza dos “touros” com muita responsabilidade, como sempre o fez.

SER MAIS COMPETITIVO

Dúvidas e incertezas à parte, a verdade é que a Black Bulls está com as baterias viradas para o Zamalek. Na antevisão do jogo desta quarta-feira, Hélder Duarte, atirou o favoritismo ao seu adversário recorrendo, naturalmente, ao histórico da equipa faraónica.

Ainda assim, garante o técnico português, a sua equipa irá entregar o corpo às balas, lutando até às últimas consequências, até porque, sendo esta a primeira vez na fase de grupos, os seus jogadores quererão mostrar o seu valor.

“Vamos tentar no máximo sermos competitivos. Vamos ter um jogo difícil contra uma grande equipa, que ainda assim perdeu o último jogo. Fica, por isso, complicado para o Zamalek, para o próprio treinador e para os jogadores”, anota Hélder Duarte.

Duarte acredita, por isso, na força de vontade dos seus jogadores, ao mesmo tempo que destaca o facto de a Black Bulls ter chegado ao Egipto com dois dias de antecedência. Para o técnico, esse factor contribuiu positivamente para a sua equipa na medida em que teve muito tempo de recuperação. Nesse sentido, Hélder Duarte garante que todas as condições estão criadas para que o representante moçambicano faça uma boa figura.

Em relação ao Ernani, o treinador estrangeiro com mais títulos (3) no país nos últimos 20 anos, anota que o guarda-redes é muito competente e profissional no que faz, de tal sorte que vezes houve que defendeu a camisola dos “touros” mesmo no meio de muitas contrariedades.

“Ernani é um campeão. Ao longo da época foi se deparando com algumas queixas, mas, mesmo assim, nunca deixou de dar o seu contributo. É um jogador que contamos com ele sempre, pelo que poderá estar apto”, acrescenta.

O jovem guarda-redes, Texeira, alinha com o pensamento do seu treinador.

“Com todo o respeito que nós temos com o Zamalek, nós vamos entrar para fazer o nosso jogo com a perspectiva de ganhar. Em nenhum momento nos iremos inferiorizar perante ao nosso adversário”, alerta Teixeira.

A seguir a partida contra o Zamalek, a Black Bulls volta a defrontar o outro representante egípcio, no caso Al Masry, no Estádio Nacional do Zimpeto. O jogo entre as duas formações está agendado para dia 8 de Dezembro.

É mais uma nomeação que coloca a arbitragem do basquetebol moçambicano na órbita da FIBA-África, bem como nos palcos continentais da modalidade.

Maria Liliana Bagnath foi indigitada, há dias, pelo órgão reitor do basquetebol africano como juíza-acompanhante do Ferroviário de Maputo na fase final da Liga Africana de Basquetebol sénior feminino, prova a realizar-se de 5 a 14 de Dezembro, em Dakar, Senegal.

Esta nomeação segue-se à presença, em Setembro deste ano, no  Campeonato Africano de Basquetebol na categoria de sub-18, na África do Sul, na qualidade de árbitra neutra. 

Aliás, Bagnath foi indigitada para a referida competição  juntamente com as suas compatriotas  Carlota Churane (árbitra neutra) e Carla Pene Massunda (comissária técnica). 

Bagnath esteve presente, em 2022, nos Campeonatos Africanos de Basquetebol sub-18 em masculinos e femininos, competição que teve lugar em Madagáscar.

A 7 de Agosto de 2022, no Gymnase Vatofotsy, Antsirabe, Maria Liliana Bagnath, árbitra neutra, fez parte juntamente com Nadege Zouzou (Costa do Marfim), Paulo Luvati (Angola) da equipa que dirigiu a partida entre Mali e Uganda, na qual as malianas venceram por 100-40.

No mesmo dia, Maria Liliana Bagnath juntou-se, ainda, a Nadege Zouzou (Costa do Marfim) e Yomna Arafa (Egipto) para ajuizarem o encontro em que a anfitriã Madagáscar derrotou a Argélia, por 59-43.

Seguiu-se o jogo Uganda vs Argélia (as argelinas venceram por 72-69), a 8 de Agosto, onde teve como pares Paulo Luvati (Angola) e  Benedicte Tresor Kologo (Costa do Marfim).

Antes, a 5 de Agosto, Maria Liliana Bagnath, Nadege Zouzou e Benedicte Tresor Kologo (Costa do Marfim) foram indigitados para apitar o duelo Egipto vs Argélia (as egípcias impuseram-se com um resultados de 111-38).

Enquanto isso, o árbitro internacional moçambicano Nilton Macamo foi indigitado pela FIBA-África para apitar partidas de apuramento para a Liga Africana de Basquetebol (Elite 16), competição agendada para 28 de Novembro a 3 de Dezembro, em Nairobi, no Quénia.

Nilton Macamo faz parte de uma lista de 14 árbitros nomeados pela FIBA-África, sendo ainda de destacar Amr Zahed (Egipto), Didier Gaga (Ruanda),  Fikadu Walelign (Etiópia),David Domingos Manuel e Francisco Tandu (Angola). 

O torneio “Elite 16”, no Quénia, irá movimentar as  formações do City Oilers (Uganda), Kriol Star (Cabo Verde), Fox Basketball (Sudão do Sul), Braver Hearts (Malawi), Urunani BBC (Burundi), Matero Magic (Zâmbia), Nairobi City Thunder (Quénia) e MBB Basketball (África do Sul). 

De acordo com o regulamento da competição, estas formações estarão inseridas em duas séries de quatro cada, sendo que as que ocuparem as duas primeiras posições seguem para as meias-finais. Os vencedores, por sua vez, asseguram a presença na Basketball Africa League (BAL). 

Na Kasarani Indoor Arena, palco do certame, serão realizadas dezasseis partidas. 

No ano passado, Macamo foi nomeado pela FIBA-África para dirigir jogos do grupo “E” da divisão Este da fase de qualificação para a Basketball Africa League (BAL), prova que se realizou  de 6 a 8 de Outubro, em Antanarivo, Madagáscar.

Em Dezembro de 2022, Macamo foi indicado pela FIBA-África como juiz acompanhante do Ferroviário de Maputo Taça dos Clubes Campeões Africanos de Basquetebol em seniores femininos.

O jovem árbitro apitou (como primeiro acompanhante) o jogo da final do Campeonato Africano de Basquetebol masculino sub-18, competição que teve lugar em Madagáscar, entre os dias 4 e 15 de Agosto. Macamo teve como chefe de equipa, no duelo realizado no “Palais des Sports” Mahamasina, em Antananarivo, Adlen Larouci (Argélia) e o também acompanhante Erick Omondi Otieno (Quénia).

O árbitro internacional moçambicano dirigiu, no certame, a meia-final que colocou frente-a-frente as selecções nacionais de Madagáscar e do Mali, sendo que os anfitriões venceram por três pontos: 84-81.

Adlen Larouci (Argélia) e Peter Ontita (Quénia), árbitros com os quais apitou a final, foram os seus pares nesta frenética partida de acesso ao jogo das grandes decisões.

No global, Nilton Macamo apitou seis partidas, sendo que a primeira aparição foi a 4 de Agosto quando, acompanhado por Haja Maminiaini Ranaivoson (Madagáscar) e Adlen Larouci (Argélia) dirigiu Ruanda vs Madagáscar. Assinale-se ainda a nomeação para o jogo entre o Egipto e a Guiné-Conacri, realizado a 5 de Agosto.

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