Skip to main content

O País – A verdade como notícia

A 24ª edição da Taça COSAFA 2025 já tem definidos os cruzamentos das meias-finais, marcadas para esta sexta-feira, 13 de Junho, no Toyota Stadium, na África do Sul.

Após a conclusão dos jogos da fase de grupos, as selecções de Angola, Madagáscar, África do Sul e Comores garantiram a sua presença na fase decisiva da competição, com cada uma dessas a demonstrar um percurso sólido na luta pelo título.

Angola e Madagáscar abrem “meias”

A primeira meia-final será disputada entre Angola, líder do Grupo B, e Madagáscar, vencedor do Grupo C, às 15h00 desta sexta-feira. Os angolanos mostraram força ao longo da fase de grupos, somando sete pontos, fruto de duas vitórias e um empate, com seis golos marcados e apenas um sofrido.

Esta consistência valeu-lhes o primeiro lugar no seu grupo, superando a Namíbia, Lesotho e Malawi, que terminaram nas posições de fora do apuramento.

Por outro lado, Madagáscar, líder do Grupo C, alcançou a qualificação com quatro pontos em dois jogos, fruto de uma vitória e um empate. Apesar de um grupo mais curto, a selecção malgaxe demonstrou eficácia e garantiu o apuramento, deixando para trás a Tanzânia e Eswatini.

Recorde-se que este grupo devia ter contado com Marrocos, que tinha sido convidado, mas que à última hora acabou por cancelar, tendo sido chamado, posteriormente à Tanzânia para ocupar o lugar dos magrebinos.

Anfitriões “batem-se” com Comores

O segundo encontro das meias-finais, agendado para as 18h00, também nesta sexta-feira e no mesmo palco, será disputado entre a África do Sul, anfitriã e líder do Grupo A, e as Comores, melhor classificado do Grupo D.

A equipa sul-africana apresentou alguma irregularidade na fase de grupos, mas conseguiu assegurar o apuramento ao liderar o seu grupo com quatro pontos, empatando com o Zimbabwe e Moçambique na pontuação, mas beneficiando de uma ligeira vantagem nos critérios de desempate.

Basta recordar que a África do Sul perdeu o primeiro jogo diante de Moçambique, à tangente, vencendo Zimbabwe e empatando com Maurícias, enquanto Moçambique empatou com Maurícias e perdeu com Zimbabwe.

As Comores, por sua vez, realizaram uma campanha histórica no Grupo D, garantindo a qualificação com três pontos em dois jogos. Apesar da derrota frente ao Botswana, o triunfo no jogo inaugural e a solidez defensiva (apenas um golo sofrido) foram decisivos para assegurar a primeira posição, superando Botswana e Zâmbia.

Os jogos da última jornada da fase de grupos trouxeram emoção e competitividade. No Grupo C, a Tanzânia venceu o Eswatini por 2-1, com um golo decisivo de Khamis aos 69 minutos.

No Grupo D, um emocionante empate a três golos entre Botswana e Zâmbia destacou-se, com Thabo Maponda, do Botswana, a ser eleito o melhor jogador em campo.

Agora, com as meias-finais definidas, a expectativa cresce para ver quem seguirá para a grande final desta prestigiada competição regional. Angola e Madagáscar prometem um duelo equilibrado, enquanto a África do Sul tentará aproveitar o apoio dos seus adeptos para superar as surpreendentes Comores.

Competição da FIFA terá lugar nos Estados Unidos da América, entre os dias 14 de Junho e 13 de Julho e será disputada por 32 clubes divididos em oito grupos de quatro cada, com destaque para Benfica e Porto, que representam Portugal, para além de Al Ahly do Egipto, Espérance de Tunis, Wydad do Marrocos e Mamelodi Sundowns, em representação do continente africano.

A nova edição do Mundial de Clubes reunirá as 32 melhores equipas do planeta em busca do primeiro título global de campeão mundial de clubes no novo formato. Serão 63 partidas, disputadas em 12 estádios e 11 cidades-sede nos Estados Unidos da América, nomeadamente Atlanta, Charlotte, Cincinnati, Los Angeles, Miami, Nashville, Nova York/Nova Jersey, Orlando, Filadélfia, Seattle e Washington DC.

Nada menos que 13 jogadores da selecção argentina, campeã do mundo no Qatar em 2022, estarão em campo, com destaque para Lionel Messi, do Inter Miami CF, que deve estrear contra o Al Ahly do Egipto, no jogo de abertura, no sábado, 14 de Junho.

A França, campeã em 2018, terá nove representantes, incluindo Kylian Mbappé, astro do Real Madrid CF, e Hugo Lloris, então capitão dos Bleus e actualmente no Los Angeles FC. Outros três nomes daquele elenco – Ousmane Dembélé, Lucas Hernandez e Presnel Kimpembe – chegam aos EUA como campeões europeus, título conquistado recentemente com o Paris Saint-Germain.

“A lista de participantes do inédito Mundial de Clubes da FIFA com 32 equipas reflecte o espírito de um torneio que será o mais competitivo e inclusivo do futebol global, reunindo os melhores talentos de todos os continentes para definir o verdadeiro campeão mundial de clubes da FIFA”, declarou o presidente da FIFA, Gianni Infantino.

O presidente da FIFA disse ainda que “temos 26 jogadores em busca de um feito histórico: fazer parte do selecto grupo que conquistará tanto a Copa do Mundo da FIFA quanto o Mundial de Clubes da FIFA. Com representantes de 81 países, o torneio mostra como o futebol está a tornar-se verdadeiramente global. Será o sonho de todo o torcedor: um mês inteiro de festa futebolística”.

O Atlético de Madrid da Espanha, clube onde milita o moçambicano Reinildo Mandava, lidera a lista de clubes com mais campeões mundiais no elenco (seis), seguido de perto pelo gigante argentino CA River Plate, com quatro.

As últimas quatro selecções campeãs do mundo estarão representadas, nomeadamente por Thomas Müller e Manuel Neuer, do FC Bayern de Munique, que fizeram parte do elenco da Alemanha que levantou a taça no Brasil em 2014; Sergio Busquets, do Inter Miami, e Sergio Ramos, do CF Monterrey, que integraram o grupo da Espanha campeão na África do Sul em 2010, ao lado do novo técnico do Real Madrid CF, Xabi Alonso.

O formato inédito também vai proporcionar aos adeptos dos Estados Unidos a oportunidade de ver de perto os maiores nomes do futebol mundial, uma vez que nove das 11 cidades-sede receberão pelo menos uma partida da fase de grupos com jogadores campeões da Copa do Mundo da FIFA.

Reforçando a característica global do torneio, o Mundial de Clubes da FIFA contará com jogadores de todas as seis confederações continentais e de 81 países, incluindo 22 nações que nunca disputaram uma Copa do Mundo da FIFA, com destaque para Moçambique, que se faz representar por Reinildo Mandava, jogador do Atlético de Madrid.

Os clubes puderam registar elencos iniciais de 26 a 35 jogadores para a competição, e a maioria aproveitou a janela de transferências extraordinária, aberta de 1 a 10 de Junho, para se reforçar. Nesse curto período, 58 novos jogadores foram inscritos, movimentando um total de 480,4 milhões de dólares, um indicativo claro das ambições dos clubes para esta nova vitrine global.

De acordo com o regulamento vigente, haverá ainda a possibilidade de substituições e novas inscrições durante o chamado “período restrito de competição” entre os dias 27 de Junho e 3 de Julho de 2025, respeitando limites estabelecidos.

O objectivo é facilitar a participação de jogadores cujos contratos estejam no seu final, assegurando que os melhores nomes estejam em campo e que os clubes possam incluir reforços mesmo durante o torneio.

A atleta Moçambicana Amélia Armando Pinga faz história no Meeting Cidade de Lisboa, ao estabelecer um novo recorde nacional e pessoal no triplo salto.

Amélia Pinga, que competiu, esta terça-feira, em Lisboa, registou a marca de 13.35 metros, terminando na segunda posição, mas a superar a sua própria marca anterior, que era de 13.09 metros, e fixando um novo recorde nacional.

A participação da atleta no Sport Lisboa e Benfica no meeting de Lisboa reforça a presença positiva da atleta no Africano de Junior que será realizada na Nigéria em Julho próximo. 

Por seu turno, o atleta moçambicano Steven Sabino também fez história numa competição realizada na Pretoria, que serviu de preparação para os Campeonatos Africanos na Nigéria, ao estabelecer um novo recorde nacional nos 100 metros com o tempo de 10.29 segundos.

O novo recorde bate o anterior que era da sua autoria e que tinha sido fixado no ano passado.

O combinado nacional de Moçambique perdeu diante da África do Sul por duas bolas sem resposta, em partida amigável, inserido na Data-FIFA. Ivan Urrubal foi o melhor moçambicano em campo, principalmente na primeira parte, onde manteve a baliza inviolável por diversas vezes.

Um jogo com sentido único, onde os Bafana Bafana foram superiores em todos os aspectos, deixando os Mambas praticamente sem norte e sem sul. Chiquinho Conde não mudou o seu estilo de jogo e nem surpreendeu, usando o seu famoso e habitual 4x2x3x1.

Surpresa mesmo foi a integração de Ivan Urrubal no onze inicial, no lugar do tradicional Ernan, com Edmilson a esquerda, Chamboco e Mexer no centro, e Macandza na direita. Kambala e Nené foram os pivôs dos Mambas, a frente dos defesas.

Na intermediária Gildo e Clésio estavam nas laterais, Jonathan, outra surpresa, no centro, todos em apoio ao avançado de referência, Stanley Ratifo.
Mas a estrutura montada por Chiquinho Conde não chegou a atrapalhar os planos da África do Sul, que depois do empate diante da Tanzânia, queria a todo custo sair com a vitoria nesta dupla jornada da Data-FIFA.

Os sul-africanos montaram um esquadrão ofensivo demolidor, apenas esbarrando em Ivan, que na primeira parte fez cinco defesas de grande nível e outras três de recurso, adiando o golo adversário, mesmo quando os defesas não ajudavam e entregavam de bandeja os golos.

SEGUNDA PARTE DESASTROSA

A segunda foi o mais do mesmo em termos de sentido de jogo, com a África do Sul a não abrandar nas suas acções ofensivas.
É tal como diz o velho ditado “água mole em pedra dura tanto bate até que fura” que acabou mesmo furando logo aos dois minutos.

Num cruzamento da esquerda, Kwahiba Sinxolo aparece na cara dos centrais moçambicanos a cabecear para o fundo das malhas. Ivan não teve espaço de reacção e nem mesmo se mexeu.

Estava aberta a comporta da barragem, que ainda assim tinha em Ivan uma barreira quase perfeita e intransponível. No entanto, parecia que os restantes jogadores não ajudavam.

Edmilson Dove teve a infelicidade de jogar para trás, numa jogada aparentemente controlada, mas perdeu a bola e a África do Sul ampliou o marcador por Cupido Ashley, aos 69 minutos, num outro lance em que Ivan nada podia fazer.

Nem mesmo as alterações feitas por Chiquinho Conde surtiram efeitos, já que em toda partida os Mambas fizeram apenas quatro remates à baliza dos Bafana Bafana, sendo apenas um enquadrado, e sem perigo, contra mais de 25 do adversário.

Aliás, em termos estatísticos, a África do Sul teve maior posse de bola (52% contra 48%), mais passes feitos e, acima de tudo, nove cantos contra nenhum dos Mambas.

Moçambique perde o único jogo particular que disputou na Data-FIFA de Junho, com a certeza de que as ausências fizeram-se sentir, e Chiquinho Conde terá mais trabalho para preparar os jogos de Setembro, com Uganda e Botswana, fora e em casa, na qualificação ao Mundial dos Estados Unidos da América, México e Canadá, em 2026.

A selecção nacional dos sub-23 falhou o acesso às meias-finais do torneio regional Cosafa após perder diante do Zimbabwe por 3-1, em jogo da última jornada da fase de grupos. 

O jogo iniciou com as duas selecções posicionadas nos extremos, nomeadamente os Mambinhas na primeira posição e o Zimbabwe na cauda. Ao conjunto nacional apenas a vitória interessava, ou pelo menos o empate, esperando que África do Sul e Maurícias também empatassem.

Mas da previsão para a realidade há uma grande distância e Thando Ngwenya provou com o primeiro golo apontado aos 28 minutos.

Cinco minutos depois o mesmo Ngwenya obrigou Acácio a cometer falta na área e na marca dos 11 metros não vacilou, enganando o guarda-redes moçambicano.

Ainda com 35 minutos jogados o resultado apontava para 2-0 e o objectivo dos Mambinhas cada vez mais distante. Mas havia que levantar a cabeça o mais rápido possível.

Foi o que fez a selecção nacional, que a fechar a primeira parte reduziu, por Leonel, que apareceu à entrada da área para desferiu um remate que desviou num adversário e enganou o guarda-redes zimbabweano.

O resultado estava reduzido ao intervalo e as esperanças renascidas, até porque na outra partida o empate prevalecia.

Na segunda parte, o combinado nacional correu atrás do prejuízo, criou inúmeras oportunidades de marcar, mas fartou-se de falhar ocasiões de marcar e empatar a partida. 

Não havia pontaria suficiente para desfazer o nó diante do Zimbabwe e o tempo passava para enervar ainda mais os moçambicanos.

E como quem não marca sofre, eis que o Zimbabwe, mesmo na ponta final, dá a machadada final com o terceiro golo apontado por Junior Makunine, numa jogada confusa dentro da área moçambicana, em que os defesas não conseguiram aliviar a bola, após cobrança de canto.

Era o fim do sonho de Moçambique de tentar chegar à final e sonhar com o primeiro título do COSAFA, na categoria máxima, na sua história.

A África do Sul, que na outra partida terminou empatada sem abertura de contagem com Maurícias, agradeceu e apurou-se em primeiro lugar para as meias-finais da competição. 

Zimbabwe terminou em segundo lugar e Moçambique, que entrou como líder, caía para a terceira posição, todos com quatro pontos cada, enquanto Maurícias terminou na cauda com apenas dois pontos.

A selecção nacional de futebol, os Mambas, defronta esta terça-feira a sua congénere da África do Sul, em partida de carácter amigável, inserido na Data-FIFA.

A partida, marcada para iniciar quando forem 19h30, serve de preparação das duas selecções para os compromissos que terão pela frente em Setembro e Outubro, nomeadamente de qualificação ao Mundial de futebol de 2026.

Os Mambas terão dois jogos em Setembro, nomeadamente diante da Uganda, fora de portas, e Botswana, em casa, enquanto a África do Sul defronta Lesotho e Nigéria, respectivamente.

Por seu turno, quando forem 15h00, os Mambinhas dos sub-23 defrontam Zimbabwe, em partida da terceira jornada da fase de grupos do COSAFA-2025. O combinado nacional precisa vencer o jogo para se qualificar às meias-finais da prova.

Os Mambinhas lideram o grupo A com quatro pontos, seguido da África do Sul com três, Maurícias com dois, e Zimbabwe com apenas um ponto.

Luís Boa Morte já não é seleccionador nacional da Guiné-Bissau, anunciou, esta segunda-feira, Carlos Alberto Teixeira, presidente da Federação Guineense de Futebol.

O líder federativo diz que a decisão de rescisão de contrato com o ex-internacional português foi tomada em consonância com o Governo, que paga os honorários do seleccionador nacional.

Carlos Alberto Teixeira acrescentou ainda que Luís Boa Morte e os seus adjuntos saem da selecção da Guiné-Bissau não por falta de empenho, mas por falta de sorte.

Boa Morte deixa a selecção da Guiné-Bissau depois de 14 meses, após não ter atingido os objectivos que tinha, nomeadamente de qualificar os Djurtus para a fase final do Campeonato Africano das Nações (CAN), eliminado pelos Mambas, levar o país pela primeira vez ao Mundial, também falhado, e formar treinadores locais.

O técnico despediu-se esta segunda-feira com derrota diante do Gabão, em partida amigável inserida na Data-FIFA.

Os Mambas já estão em Polokwane, África do Sul, onde, nesta terça-feira, defrontam a sua similar, Bafana Bafana, em partida amigável inserida na data-FIFA. O seleccionador nacional e os jogadores estão confiantes e dizem que a somente a vitória interessa para este embate.

É já esta terça-feira que África do Sul e Moçambique se defrontam num amigável de preparação para os compromissos internacionais de Setembro próximo. Os Mambas já estão no local do jogo a fazer os últimos ajustes para o jogo frente aos Bafana Bafana.

Depois de quatro sessões em solo pátrio, na terra do rand só serão duas sessões, nomeadamente domingo e segunda-feira, para aprimorar o que se trabalhou em Maputo, segundo disse Chiquinho Conde.

“Aquilo que nós trabalhamos em Moçambique, acho que é suficiente já para a nossa preparação do jogo. Agora cabe baixar um pouco a intensidade e darmos alguns refreshments daquilo que é a nossa ideia de jogo. Incutir também a eles a responsabilidade de sempre ficarem dentro do foco para o jogo que aí vem”, disse Conde.

O seleccionador nacional diz ainda que um dos aspectos importantes para se alcançar um bom resultado é estudar melhor o adversário, tendo em conta que já efectuou um jogo e mudou o estilo de jogo que vinham mostrando.

“Houve algumas mudanças com relação a aquilo que tínhamos analisado, tendo em conta que jogaram dia 6 frente a Tanzânia e empataram, e vamos mostrar aos jogadores algumas situações técnicas ou tácticas da equipa adversária e depois falarmos um pouco mais sobre o nosso plano do jogo”, disse Conde antes do início do treino desta segunda-feira, que também serviu de adaptação ao relvado do estádio que vai acolher o jogo.

O seleccionador nacional quer aproveitar o embate diante da África do Sul para preparar a dupla jornada de qualificação ao Mundial, por isso diz ser importante aproveitar da melhor forma o jogo diante da África do Sul.

Até porque para essa competição ainda há sonhos por serem alcançados. “Existem jogos a doer que vêm para ali em Setembro e Outubro, para o Campeonato do Mundo. É um sonho que nós ainda pretendemos continuar para que, de facto, nós criemos essa azáfama no povo, esse entusiasmo de ainda acreditar e também se virar para a preparação da fase final do Campeonato”, disse Conde.

O seleccionador nacional promete que a equipa não vai fugir daquilo que é a ideia e estrutura de jogo e termos tácticos e o seu sistema normal de jogo, frisando que “o nossos sistema de jogo é o 4-2-3-1, onde nós acreditamos nesse sentido. E depois já trabalhamos a situação de jogar num sistema de três defesas sem alterarmos a matriz da equipa, até porque eles já estão sensibilizados em relação a isso, porque eles vão fazer isso em campo”.

Entretanto, Chiquinho Conde voltou a alertar que não há lugares cativos nos Mambas, destacando o facto de estar em competição a selecção sub-23, no COSAFA, cujos jogadores, alguns, poderão ser chamados à equipa principal, em função das suas performances na competição que decorre na África do Sul.

“Eu acho que este é o espaço deles, de todos aqueles também que aqui ainda não estão, mas que poderão ser chamados. Nós temos acompanhado com agrado a actuação dos Sub-23, que são jogadores com grande potencial e que podem fazer o transfer também para equipa principal. Isso significa que nenhum desses que estão aqui podem adormecer à sombra da bananeira, porque eu não tenho dificuldades em poder mudar este ou aquele, em virtude daquilo que é o seu próprio rendimento, porque em alta competição o rendimento fala sempre mais alto. E é nessa vertente que a equipa técnica tem estado a trabalhar, por isso que nós fracturamos essa equipa, enquanto estamos nos Sub-23, dentro do nosso modelo, da nossa ideia, potenciá-los e dotá-los do conhecimento para poderem estar nesse espaço”, disse.

MOTIVAÇÃO ALTA TAMBÉM NOS JOGADORES 

Kambala, regressado à selecção nacional, diz que há muita motivação no balneário dos Mambas e muita expectativa em relação ao jogo desta terça-feira.

“O espírito está muito bom, estamos juntos e estamos convictos que amanhã (hoje) faremos um bom resultado e isso passa por fazer um bom jogo”, começou por dizer Kambala, realçando que esperam um adversário forte.

Ainda assim, e apesar de ser um jogo amigável, o objectivo não muda. “Do nosso lado faremos o que é certo para vencermos o jogo. Estamos com espírito de vencer o jogo”, frisou o médio defensivo dos Mambas.

Manuel Kambala está ciente das dificuldades que a selecção vai enfrentar, mas destaca que a fórmula já foi encontrada para o sucesso. 

“Temos que ser mais rápidos e jogar juntos, jogar como uma equipa só. A comunicação também será muito importante, até porque faz parte do jogo, e defender bem”, destacando as bolas paradas como o forte das equipas sul-africanas e da própria selecção.

O embate entre África do Sul e Moçambique está agendado para Peter Mokaba Stadium esta terça-feira a partir das 19:30h.

PROVÁVEL “ONZE” DOS MAMBAS 

Chiquinho Conde vai fazer algumas alterações em relação aos últimos jogos da selecção nacional, atendendo e considerando as ausências confirmadas, casos de Reinildo, Geny Catamo, Pepo, Guima e outros.

Assim, para este jogo desta terça-feira, a equipa técnica poderá optar por jogar com Ernan na baliza, um quarteto defensivo composto por Edmilson na esquerda, Mexer e Chamboco na zona central, Infrem Matola na direita, para além de dois médios ofensivos, nomeadamente Nené e Kambala ou Amadou. 

Na zona intermediária serão três médios ofensivos, nomeadamente Clésio, Gildo e Dário Melo, a prestarem apoio a Stanley Ratifo, com Jonatham Muiomo e Elias Macamo ainda a espreitarem um lugar.

A selecção de Portugal conquistou este domingo a Liga das Nações, edição 2025, após vencer Espanha nas grandes penalidades por 5-3, após empate a dois golos no tempo regulamentar. Esta foi a segunda conquista de Portugal na competição.

Houve festa portuguesa em Munique. Pela segunda vez Cristiano Ronaldo levanta o troféu da Taça das Nações europeia…

Nada que tivesse sido fácil, até porque Portugal sempre andou atrás do prejuízo. Aos 21 minutos Martin Zubimende colocou a Espanha na frente, após aproveitar sobra na pequena área.

Cinco minutos depois Nuno Mendes restabeleceu o empate num remate rasteiro sem hipóteses para o guarda-redes espanhol.

Mas a fechar a primeira parte, a Espanha voltou a adiantar-se no marcador por Oyazarbal, após contra ataque perigoso.

Só na segunda parte Portugal voltou a empatar pelo suspeito do costume, Cristiano Ronaldo, a repor justiça no marcador.

Sem mais golos no tempo regulamentar e no prolongamento a decisão foi nas grandes penalidades, onde Diogo Costa defendeu um penalte e Portugal marcou todos remates e conquistou o título.

Este foi o segundo título de Portugal, depois de ter conquistado a primeira edição, em 2019.

 

+ LIDAS

Siga nos

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE