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O País – A verdade como notícia

De acordo com uma nota de imprensa enviada à nossa redacção, os campeonatos de xadrez irão decorrer de 6 a 10 deste mês, no residencial Kaya Kwanga.

Os campeonatos nacionais de xadrez vão envolver 24 xadrezistas nacionais de sexo masculino e feminino. De acordo com o comunicado de imprensa, participam no Campeonato Nacional LIGA “A” os seis primeiros classificados da LIGA “A” do Campeonato Nacional da época anterior; os quatro primeiros classificados do Campeonato Nacional Liga “B” da presente época.

Já em seniores femininos farão parte os primeiros cinco classificados do último campeonato nacional feminino, a campeã e vice-campeã regional das três regiões, Norte, Centro e Sul dos campeonatos regionais.

Em termos de condições técnicas, os campeonatos serão realizados de acordo com as regras oficiais adoptadas pela Federação Internacional de Xadrez (FIDE).

Sendo assim, o campeonato Nacional Senior Feminino será disputado no sistema suíço, em nove Jornadas, e o Nacional Liga “A” será disputado em uma volta, no sistema de todos contra todos de nove Jornadas.

A prova contará para o Rating FIDE, sendo que o ritmo de jogo será de acordo com as normas da FIDE, de 90 minutos com acréscimo de 30 segundos por jogada.

Outra informação avançada é que os cinco primeiros classificados do Campeonato Nacional Liga “A” e Sénior Feminino 2017 serão os representantes oficias da selecção nacional de xadrez e os critérios de desempate são duas partidas de 10 minutos, com acréscimo de dois segundos. Em caso de empate será efectuado duas partidas de cinco minutos, com acréscimo de dois segundos.

Refira-se que estes campeonatos são referentes ao ano de 2017, mas que por motivos de atraso passaram para 2018.

São neste momento os jogadores moçambicanos mais bem pagos, a avaliar pelo valor das cláusulas das suas transferências, ambas superiores aos 2 milhões de euros, o que ronda os 140 milhões de meticais. O salário de cada um destes atletas deverá atingir uma fatia a rondar os 30% daquele valor, o que, se se juntarem os prémios de jogos e eventuais contratos publicitários, acaba representando um valor considerável e que pode garantir um futuro tranquilo, sobretudo se tivermos em conta que qualquer deles ainda tem pela frente mais meia dúzia de épocas na primeira linha.

 

Mexer foi transferido do Nacional da Madeira para o Rennes da França, com uma cláusula de 2,2 milhões de euros, superando outras estrelas.

Já Zainadine Júnior, depois de sair do Nacional da Madeira para os chineses do Tiajin Teda, regressou a Portugal e ao Marítimo, onde esta época foi considerado o jogador mais valioso.

Ambos vêm com regularidade prestar os seus serviços aos Mambas e oxalá sigam exemplos anteriores, como os de Ali Hassan, Calton, Chiquinho Conde e Tchaka-Tchaka.

Lurdes Mutola foi a estrela mais cintilante que o país produziu, com vitórias que colocaram Moçambique a meio da tabela em Olimpíadas, algo de que poucos países se podem orgulhar. Mas o sucesso extraordinário da nossa Menina de Ouro ficou a dever-se à sua atitude fora das pistas: o rigor na preparação e manutenção do físico eram afinal apenas a parte mais visível do sucesso. O outro lado, não menos difícil, foi a forma como geriu e gere os milhões de dólares que arrecadou, mantendo a humildade que sempre a caracterizou.

Com residências na África do Sul e em Moçambique, sem dar nas vistas, tem apoiado o enquadramento de alguns talentos que despontam no atletismo. Ficou desencantada com a resistência que encontrou no projecto que seria patrocinado pela Nike, de fazer do Parque dos Continuadores um viveiro de futuras estrelas. Mesmo assim, vai investindo os seus rendimentos de forma controlada, muito longe do “show-off” que costuma ser característica das meninas recém-endinheiradas.

Mas para além de Mutola, temos outros atletas que embora com menos cifrões amealhados, protagoniza(ra)m carreiras de sucesso, sem que lhes subisse à cabeça o “néon” que os salários acima da média proporcionam.

A imagem – por vezes empolada – que a Comunicação Social, sobretudo da Europa, projecta dos craques africanos, em regra, aponta-os como esbanjadores, que ganham milhões para depois os perderem, tentados pela droga, álcool e vida fácil, terminando as suas vidas na penúria.

No caso de Moçambique, felizmente, não temos registos desse tipo. Bem pelo contrário. Após as suas carreiras, demonstrando amor à terra, os craques regressam para que a sua experiência seja útil à sociedade que os fez nascer.

 

O Presidente do Comité Olímpico de Moçambique, (COM) Aníbal Manave, diz que 2018 será de muitos desafios para a organização que dirige, tendo em conta as diversas competições internacionais que o país deverá participar com vista a qualificar atletas aos Jogos Olímpicos de 2020.

Se, ano passado, a direcção do Comité Olímpico de Moçambique teve pouco tempo para mostrar serviço, em virtude de estar há somente três meses no comando do barco, 2018 já impõe alguns desafios ao colectivo liderado por Aníbal Manave.

A participação em três competições internacionais, nomeadamente, os Jogos da Commonwealth, Jogos Africanos da Juventude e os Jogos Olímpicos da Juventude são os principais desafios, com objectivos claros de qualificar atletas para os Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020. Mas é preciso criar condições.

Aníbal Manave revela que há um projecto denominado Esperança Olímpica, que visa preparar atletas a partir de agora de modo a participarem nos Jogos Olímpicos de 2024.

Para que as actividades do Comité Olímpico de Moçambique sejam realizadas na íntegra, a direcção compromete-se a pautar pela prestação de contas aos parceiros.

A primeira grande missão do Comité Olímpico é a participação nos Jogos da  Commonwealth, em Março, na Austrália.
 

O Ferroviário da Beira conta, desde esta tarde, com uma nova equipa técnica. Trata-se de treinador João Chissano, que será coadjuvado por Mano Mano e Jaime Estêvão.

Os novos técnicos foram apresentados, hoje, à massa associativa do clube.

Na ocasião, Boaventura Mahave, presidente do clube, pediu apoio aos sócios e apontou os três objectivos do clube para este ano: a conquista do Moçambola, Taça de Moçambique e competições provinciais.

João Chissano e seu elenco garantiram que tudo farão para trazer alegria ao clube.

O contrato é válido por uma época e mais uma de opção.

O rei do futebol africano será coroado no Centro Internacional de Conferências em Acra, Gana, e sairá do trio que inclui o vencedor de 2015, Pierre-Emerick Aubameyang, do Gabão, o egípcio Mohamed Salah, e Sadio Mane, do Senegal.

De 1992 a 2016, do Abedi Pele, do Gana, ao argelino Riyad Mahrez, 16 jogadores obtiveram a honra individual mais prestigiada no futebol africano: ser eleito o melhor.
O camaronês Samuel Eto’o foi o primeiro a ser coroado em quatro ocasiões – 2003, 2004, 2005 e 2010; um registo igualado por Yaya Touré, que alcançou quatro vitórias (2011, 2012, 2013 e 2014). O ex-atacante do Senegal, El Hadji Diouf, ganhou o prémio duas vezes seguidas: 2001 e 2002.

No entanto, o primeiro jogador a ter sido nomeado Jogador Africano do Ano da CAF em duas ocasiões foi o ex-capitão da Nigéria, Nwankwo Kanu, em 1996 e 1999, antes que o costa-marfinense Didier Drogba repetisse a façanha em 2006 e 2009.

Os vencedores da prestigiada honra são praticamente jogadores que jogam do meio-campo ao ataque; e essa tradição será respeitada novamente desta vez, com os três concorrentes atacantes.

Além disso, os 16 jogadores que foram condecorados desde 1992 foram e continuam a ser os principais embaixadores africanos do desporto mais popular do mundo.

Há, também, vários outros que estavam tão perto e ainda tão longe, incluindo o defesa marfinense Alain Gouamene, em 1992; O defesa marroquino Noureddine Naybet (sexto em 1993); O nigeriano Daniel Amokachi, que apareceu regularmente entre os dez melhores, enquanto o chadiano Japhet N’Doram foi praticamente impedido pela falta de presença de sua selecção na fase final de um grande campeonato continental, nomeadamente o CAN.

O defesa sul-africano, Mark Fish, também se posicionou na sexta posição em 1996. O defesa ganês, Samuel Kuffour, perdeu por duas ocasiões a possibilidade de ser eleito, em 1999 e 2001.

Outros são Michael Essien, do Gana, que ficou nos três primeiros lugares em cinco ocasiões seguidas – 2005 (terceiro), 2006 (terceiro), 2007 (segundo), 2008 (terceiro) e 2009 (terceiro); Asamoah Gyan, também de Gana, 2010 (segundo); Andre Ayew (Gana), 2011 (terceiro) e 2015 (terceiro) e Malian Seydou Keita, 2011 (segundo). Por fim, temos a dupla nigeriana, John Obi Mikel e Vincent Enyeama, que terminaram em segundo e terceiro em 2013 e 2014, respectivamente.

Quando a chamada dos laureados é feita, há uma observação notável. A Costa do Marfim é o país que tem o maior número de triunfos, seis no total: Toure (quatro) e Drogba (dois); seguido pela Nigéria em cinco títulos, dois para Kanu, um para Emmanuel Amunike, Rashidi Yekini e Victor Ikpeba.

 

Terminou o segundo empréstimo de seis meses de Zainadine Júnior, acordado com o Tianjin Teda, da China. O central moçambicano, que chegou ao Marítimo no início deste ano por empréstimo, assinou com o clube madeirense um vínculo, agora a título definitivo.

O novo vínculo entrou em vigor na segunda-feira e é válido por duas épocas e meia, ou seja, até Junho de 2020. Recorde-se que, no Marítimo, Zainadine veste a pele de capitão da equipa e principal homem da defesa madeirense.

Outro moçambicano que joga fora de portas e que está prestes a assinar um novo contrato é Clésio Baúque, que actualmente representa o Panetolikos, da Grécia, que está na mira do Desportivo das Aves. Aliás, já foram feitos os primeiros contactos para perceber em que moldes poderia ser feito o negócio.

A cumprir a terceira temporada no principal escalão do futebol grego, Clésio Baúque chegou ao Panetolikos precisamente no mercado de Janeiro, na temporada 2015/2016, depois de ter feito nove partidas pelo Benfica B e um só jogo na equipa principal dos encarnados.
Na presente temporada, o internacional moçambicano leva 13 jogos realizados, sete deles a titular, e tem contrato com o clube grego até Junho de 2019.
 

 

Neymar Jr. camisa 10 do Paris Saint-Germain foi anunciado nesta segunda-feira como o vencedor do troféu Samba de Ouro, concedido para o melhor jogador brasileiro na Europa pelo site "Sambafoot". Esta é a terceira vez em quatro anos que o astro leva o prémio, escreve o Globo.

O atacante foi o vencedor com 27,7% dos votos de uma eleição que contou com jornalistas de fora do Brasil e ex-jogadores da seleção brasileira, como Taffarel e Juninho Pernambucano – além de uma votação popular na Internet e contou com cerca de 50 mil adeptos. Neymar superou Philippe Coutinho, que havia conquistado o troféu em 2016 e ficou com 16,64% dos votos neste ano.

Neymar Jr. já tinha vencido este prémio em 2014 e 2015. A entrega do prémio será em Fevereiro, em Paris.

Acompanhada pelo primeiro Secretário da Frelimo na cidade de Maputo, Francisco Mabjaia, a vice-ministra da Juventude e Desporto, Ana Flávia Azinheira, acompanhou actividades desportivas e recreativas do bairro Polana Caniço, onde encerrou o ano desportivo recreativo.

Para a governante, iniciativas que envolvem os jovens no combate ao crime, consumo de drogas e outras, são salutares e merecem todo apoio do Governo.

Por seu turno, Francisco Mabjaia defende a massificação do desporto juvenil para outras modalidades desportivas, como forma de envolver mais jovens.

Jogadores e organizadores de eventos desportivos juvenis fazem balanço positivo das suas actividades e prometem mais, em 2018.

Os bairros da Mafalala, Mavalane, Polana Caniço, Bagamoio e outros, estiveram envolvidos em vários torneios recreativos.

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