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O País – A verdade como notícia

Com o ano 2017 prestes a findar, o tempo é de fazer balanço. A Federação Moçambicana de Futebol diz que o presente ano foi positivo, tendo em conta a realização de todas actividades projectadas.

Filipe Johane, secretário-geral da FMF, diz que a grande preocupação da sua instituição são os jogadores federados que disputam os torneios recreativos, apesar de reconhecer que a iniciativa é até de louvar pois promove o desenvolvimento do desporto das massas.

Entretanto, nos bairros, os jogadores consideram a iniciativa boa e há quem espera por altos voos.

Grande parte dos torneios recreativos terminam este final de semana em vários bairros da cidade de Maputo.

Donaldo Machava e Zeferina Marinho foram os vencedores da 16ª edição da corrida São Silvestre de Maputo,  em Masculinos e Femininos respectivamente. Mais de uma centena de atletas participaram na prova.

Foi numa manhã cinzenta, com chuviscos à mistura, que pouco mais de 100 atletas, entre nacionais e estrangeiros, percorreram as artérias da cidade de Maputo, para a tradicional corrida de São Silvestre.

No início, o pelotão da frente era constituído por um grupo de seis atletas, quatro deles moçambicanos, que procuravam devolver as vitórias ao país. Mais para trás, um outro grupo ainda mais composto, com destaque para a camada feminina, também liderada por uma moçambicana, seguida por uma atleta da Suazilândia.

O percurso de 10 quilómetros foi feito sob pressão para os que lideravam a prova, uma vez que a distância não permitia muitas manobras de descanso para atacar a meta.

Donaldo Machava e Tonderai Afonso imprimiam uma rivalidade de difícil prognóstico em relação ao provável vencedor.

Teve que se esperar mesmo pela chegada para ver quem terminava em primeiro lugar. Os nove segundos que separaram o primeiro do segundo mostra a rivalidade existente, ganha por Donaldo Machava, com tempo de 35 minutos e 29 segundos.

44 minutos depois da partida, Zeferina Marinho cortava a meta, depois de uma prova que não teve muita concorrência, uma vez que a mais directa perseguidora, Winile Muisi, da Suazilândia, chegou com 44 minutos de atraso.

Os vencedores receberam como prémio de oito mil meticais.

A Federação Moçambicana de Atletismo (FMA) faz um balanço positivo da corrida São Silvestre 2017. Entretanto, alguns dirigentes defendem que é preciso trabalhar mais para resgatar o prestígio da prova.

A vice ministra da Juventude e Desporto, Ana Flávia Azinheira e o presidente do Conselho Municipal de Maputo, David Simango, consideram que é preciso dar outra visibilidade à prova, para que as edições seguintes sejam mais competitivas.

Já o treinador dos vencedores da prova, em masculinos, considera que é preciso trabalhar ainda mais para que os atletas consigam chegar aos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020.

 

Pelo 16º ano a cidade de Maputo vai parar,este sábado, para acolher uma corrida pedestre alusivo ao final do ano. É a São Silvestre de Maputo, que este ano vai ter a participação de atletas do centro e sul do país, para além de alguns que vem da África do Sul e Suazilândia.

Nelson Nhamussua, Secretário-geral da Federação Moçambicana de Atletismo, garante que a organização está a 98% para que nada falhe.

A premiação dos atletas é o principal calcanhar de Aquiles para a organização, que ainda assim garante premiar os vencedores do 1º ao 5º classificado.

A edição deste ano, o percurso terá 13 quilómetros e vai iniciar na Escola Primária Eduardo Mondlane, seguindo o trajecto até a Escola Portuguesa, Julius Nyerere, praça Robert Mugabe, 25 de Setembro, desaguando na praça da independência.

Pinto vai ser o guarda-redes da Liga Desportiva de Maputo, uma contratação de peso para uma equipa em renovação e que ficou sem os “keepers” Joaquim e Milagre, que não renovaram.

Depois de Moukas, guarda-redes de 21 anos de idade, que esteve ligado ao Sacavenense de Portugal, a Liga Desportiva de Maputo decidiu avançar para a contração de um guarda-redes mais experiente, designadamente Pinto, que nos últimos anos defendeu a baliza do Ferroviário de Nampula, sendo que na época recentemente finda jogou as “meias” com Binó e Acácio.

O guarda-redes Pinto, internacional moçambicano por várias vezes, passou pelo Costa do Sol, antes de jogar pelo Atlético Muçulmano, onde se evidenciou com exibições de grande realce, chamando a atenção do Ferroviário de Maputo que o contratou, sendo infeliz em algumas épocas e levado para o homónimo de Nampula.

Será uma etapa diferente, num clube que tem em vista rejuvenescer cada vez mais o seu plantel principal, não abdicando de algumas unidades julgadas importantes para o desenvolvimento do seu jogo.

 

A época futebolística 2018 está prestes a começar e os “artistas” da bola querem dar o gosto no pé o mais rápido possível. Entretanto, o jornal O País traz-lhe uma entrevista do avançado “canarinho” Isac, publicada no sítio do clube e transcrevemos na íntegra. Depois de uma época de muito trabalho, onde os seus golos e grandes exibições ajudaram o Costa do Sol a lutar até às últimas jornadas pelo título e a conquistar a Taça de Moçambique, vamos conhecer de perto: Isac de Carvalho

No trecho que se segue encontre o passado, presente e o futuro do avançado “canarinho” que foi o melhor marcador da equipa na temporada 2017 e decisivo na final da Taça, ao apontar o único golo que deu o troféu ao clube, dez anos depois da última conquista.

 

Quem é Isac de Carvalho, lembra-se dos primeiros toques na bola em Nampula?

Claro. Isac é um rapaz que nasce em Nampula. Começa a jogar futebol em 2000. Primeiro, no bairro com amigos, na rua de casa, mas entra para o futebol federado das portas do Benfica de Nampula. Lá começa nos infantis e faz toda a formação no Benfica de Nampula, sobe aos seniores em 2006 e, naturalmente, algumas boas exibições começam a despertar os olhares de algumas equipas grandes e sou contratado pela porta do Desportivo de Maputo e aí começa toda essa história.

 

Quando começou a dar os primeiros toques na bola em Nampula tinha como objectivo ser um jogador profissional?

Se eu dissesse que sim, agora, talvez estaria a enganar-me, mas quando a gente vai crescendo, quando a gente vai observando melhor o futebol e quem está ao nosso redor e quem está numa equipa federada, aí sim começa aquela vontade de ser alguém no futebol, começas a ter ídolos, começas a ver pessoas em quem te inspirar, mas obviamente que no inicio não tinha essa noção de ser um profissional de futebol.

 

PASSAGEM PELO DESPORTIVO FOI UMA BÊNÇÃO

Como correu a tua passagem pelo Desportivo de Maputo, um clube histórico do futebol moçambicano?

Foi muito boa, Desportivo é que me abre as portas e quando eu estava em Nampula, o Desportivo estava muito forte e todo o jovem sonhava em jogar numa equipa com muitos bons nomes, com ídolos, inclusive com grandes jogadores, o Dominguez, Maurício, Micas, Carlitos, grandes jogadores do futebol nacional. E, naturalmente, tive aquela curiosidade, quem sabe um dia estar numa equipa com esta dimensão e foi o que aconteceu, acho que foi uma bênção.

 

A tua passagem pela Liga Desportiva de Maputo, porquê foi curta?

De uma forma simples vou responder essa pergunta, a Liga Muçulmana na altura tinha os melhores jogadores do país e cada um dava o melhor de si, e a Liga tinha muitas opções, e na minha posição, inclusive que sou atacante/extremo, também na altura era quase difícil, e com a minha idade, foi um momento muito complicado, mas tendo noção de que sou um jogador que não gosta de se aconchegar, não sendo opção na Liga, achei que era o momento de me afastar e procurar uma equipa que tivesse mais oportunidades e foi isso que eu fiz.

 

Depois da Liga vai ao Maxaquene, outro clube histórico do futebol moçambicano. Acha que é no Maxaquene que Isac explode?

Se quisermos considerar um Isac que privilegia muito os números, os golos, eu acho que é por aí, eu explodi no Maxaquene, porque começo a fazer golos, até porque encontro um treinador que me adapta a uma nova posição, porque as pessoas que me acompanharam desde o início sabem que eu era um extremo e não um avançado. E chego ao Maxaquene encontro o mister Chiquinho, dá-me outra visão de como posso jogar numa outra posição que foi avançado e, neste caso, tudo deu certo e comecei a fazer golos, e acho que nesta perspectiva sim, é no Maxaquene que Isac dá o salto mais alto da carreira.

Depois de termos recuado no tempo, precisamente para o ano 2000, que marcou o país pela negativa devido às cheias que fustigaram esta pérola do Índico, mas para Isac foi o inicio de uma carreira que está a ser coroada com muitos golos, passando agora a falar do presente do novo camisola dez dos “canarinhos”.

 

TRAI O MAXAQUENE

Acaba de chegar ao Costa do Sol. Acha que traiu os adeptos do Maxaquene?

Não. Quem está no futebol sabe que a palavra traição não existe se quisermos colocar as coisas na lógica. É o mundo profissional, há contratos envolvidos, se um contrato chega ao fim obviamente não podes ajoelhar-te a um clube e dizer eu tenho que continuar. Se o clube ainda mais te abre as portas para tu saíres muito mais ainda, eu não acho que tenha algo haver com traição, as pessoas que estão envolvidas na estrutura do Maxaquene sabem que o contrato chegou ao fim, tinha renovado por mais um ano, mas de uma forma estranha, não sei porquê o contrato não foi validado e sai do Maxaquene da porta da frente, as pessoas sabem disso. Os adeptos se calhar não tenham a noção do que acontece lá em termos burocráticos, mas sai na porta da frente, porque as pessoas do Maxaquene entenderam que tinha chegado o momento de fazer uma nova estrutura da equipa, por acaso saiu mais do que 80% dos jogadores.

 

Qual foi a motivação que o fez deixar as barreiras da baixa e vir a praia da Costa do Sol?

O projecto do Costa do Sol foi muito claro e percebe-se pela época que nós fizemos, é um clube grande tem história, é organizado e deu-me oportunidade e por que não? Perguntei-me, vim para aqui, e nem tudo correu bem. Nós quando acabamos um ciclo assim desta forma como nós acabamos, às vezes temos o entendimento de que tudo correu, mas houve momentos maus, tristes.

 

A época 2017 foi dura e longa, não começou da melhor maneira, como conseguiram dar a volta por cima?

Nós não começamos bem, tivemos noção disso logo no inicio, também tivemos a percepção de que haviam coisas por corrigir e tínhamos que gerir os nossos egos, porque uma equipa que tem muitos bons jogadores, a questão do relacionamento de um para com o outro é algo difícil, quando sentamos e unimos as forças, acho que nós tornamos mais fortes, e foi o que aconteceu, conseguimos equilibrar as nossas emoções, fomos atrás daquilo que queríamos, foi difícil, mas graças a Deus conseguimos.

 

Muitos consideram-te o melhor avançado moçambicano da actualidade, qual é a tua reacção?

Não sei falar de mim mesmo, é bastante difícil, o que posso dizer é que trabalho bastante e este ano se calhar…se calhar porque tive uma época idêntica no Maxaquene, foi a melhor época e acaba depois com um jogo enfim muito bom que não me vai sair da memoria tão já, e enfim eu faço o meu trabalho, tento dar o melhor de mim em cada jogo, em cada treino (…), quanto a mim, sinto que Moçambique tem bastantes bons avançados, o que tento fazer é a minha parte e esperar para que as pessoas comentem, eu acho que futebol é assim.

 

2018 SERÁ O ANO DE AFIRMAÇÃO

2018 está aí à porta, muitos clubes estão a reforçar-se, como antevês o próximo Moçambola?

O próximo campeonato é sempre o mais difícil, porque o que já passou já passou. E acompanho as notícias e as novidades do futebol moçambicano, percebo que a época que vem vai ser bastante difícil. Temos aqui as nossas exigências, levantamos a fasquia, está bastante alta, as pessoas vão nos cobrar por isso, temos noção disso por isso, vamos trabalhar para dignificar o nome deste grande clube.

 

As “afrotaças” são uma competição difícil, mas prestigiante. Está com ansiedade para jogar nesta competição?

Bastante, por acaso nem sei se deveríamos, porque as outras equipas estão a competir e nós estamos sentados, e isso certamente cobra-se no futebol. Eu acho que tinha que se criar uma forma de os clubes manterem os seus atletas no activo, de uma ou de outra forma não sei como… quem é de direito devia pensar.

 

Qual é o jogador que admira? Eu acho que todos já começam a ter essa noção de que idolatro de alguma forma, se calhar só se deve idolatrar só a Deus, mas o Cristiano Ronaldo é aquele que eu vejo e digo olha, eu quero fazer isto, quero ser desta forma, quero trabalhar desta forma, tanto a nível profissional dentro de campo, tanto fora é um exemplo para todos jogadores que com o trabalho bem desenvolvido, com empenho e dedicação, é possível chegar ao topo.

 

O que gostaria de dizer aos adeptos do Costa do Sol?

Que estivessem nessa causa connosco, apoiassem a equipa. Este ano não posso queixar-me muito, mas muito dos jogos ficamos com metade da casa e com o trabalho que nós fizemos, acho que a casa devia estar mais cheia… portanto, queria pedir aos adeptos para que estivessem connosco nessa causa e lutassem connosco.

 

O Marítimo vai emprestar o jovem internacional moçambicano Gildo ao Real Sport, último classificado da II Liga de futebol português. O acordo está feito e proporciona ao extremo a oportunidade de jogar com regularidade, algo que na Madeira, nos últimos tempos se afigurava de complicado devido a uma lesão, que diminuiu as hipóteses de dar o “ar da sua graça”.

No início da presente época, ainda foi lançado por Daniel Ramos, treinador do clube Sport Marítimo, na equipa principal, acabando por perder espaço.

Depois da sua última aparição ter acontecido em Outubro, no jogo contra a União Torcatense, para a Taça de Portugal, o jovem extremo moçambicano vai agora reforçar o Real até final da temporada, por empréstimo do Marítimo. O empréstimo visa igualmente proporcionar mais minutos de jogo ao esquerdino, pelo que terá a oportunidade de jogar com mais regularidade no Real, sendo aposta para a equipa tentar fugir dos lugares de despromoção na Liga II. O Real Sport está na cauda, com 13 pontos em 18 partidas disputadas, tendo conseguido apenas três vitórias, quatro empates e 11 derrotas. A nova equipa de Gildo marcou 23 golos e sofreu 30, estando a 8 pontos da salvação, quando o campeonato vai já a metade.

Proveniente do Ferroviário da Beira – por três temporadas- campeão nacional da época 2016, Gildo Vilanculos, foi o primeiro reforço de inverno do clube madeirense, da I Liga portuguesa de futebol.

O jogador, que pode actuar tanto a extremo direito como na ala esquerda, assinou por quatro épocas e meia, sendo que neste momento tem por cumprir mais três épocas e meia.

Gildo já representou a selecção por 12 vezes, tendo apontado um golo.

Gildo tem 22 anos e nesta temporada efectuou cinco jogos pela equipa principal, além de outros seis pela equipa B.

Enquanto uns festejavam o Natal, comemorando o nascimento de Jesus Cristo, outros passaram esta fase do ano fazendo o que mais gostam: envolvidos em actividades desportivas.

No bairro da Polana caniço, em Maputo, desportistas de diferentes modalidades fazem balanço positivo do ano 2017. É o caso de Gildo, jogador da União Desportiva de Songo, que afirmou À nossa reportagem que vai continuar na equipa no próximo ano.

“2017 foi uma época fantástica, extraordinária, porque eu, em particular, tracei algumas metas e acabei conseguindo. Fomos campeões com mérito. Chegamos A final da Taça de Moçambique, infelizmente não vencemos, porque quis o destino que assim fosse. A conquista de 2017 serve como um desafio porque temos uma época que já se avizinha e espero poder dar o melhor de mim. Repisar que em 2018 vou continuar a vestir as cores da UD Songo com muito prazer”, disse Gildo, para, num outro desenvolvimento, afirmar: “Estamos na quadra festiva e há muita coisa que acontece, então todo cuidado é pouco. Meu apelo vai para os meus colegas de profissão, em particular os atletas da UD Songo, equipa na qual faço parte, desejar-lhes festas felizes. As felicitações são extensivas para minha família”.

Por sua vez, o médio Carlitos, que no Moçambola Zap 2017 representou a despromovida UP de Lichinga, não continuará na equipa porque tem propostas de colectividades que em 2018 vão desfilar no Moçambola .

“2017 para mim foi uma época negativa, porque estava numa equipa que desceu de divisão, mas para aquilo que foi o meu desempenho foi positivo, pois fiz 80% dos jogos. Para o ano tenho algumas propostas, mas ainda não foram concretizadas. Por essa razão não vou continuar na UP de Lichinga, uma vez que tenho propostas de equipas do Moçambola, que estão fora da capital e no momento oportuno saberão”, rematou Carlitos.

O presidente da Federação Moçambicana de Futebol (FMF), Alberto Simango, anunciou para o próximo ano o lançamento do concurso público para seleccionar a entidade privada que vai passar a gerir a academia da Namaacha, escreve AIM. Citado por este órgão, Alberto Simango avançou que a direcção da FMF entende que gerir academias não é sua vocação.

Porque o ano está quase no fim, Simango cedeu a AIM um balanco dos feitos de 2017. Para o presidente da FMF, 2017 foi um ano recheado de muitos acontecimentos que deixam a liderança da sua instituição satisfeita por se ter cumprido tudo quanto constava do plano, como a formação e capitalização das pessoas para que lhes sejam úteis no futuro.

A FMF formou ainda 90 treinadores de vários escalões.

 

 

Num dos jogos mais esperados do ano, a envolver as equipas da liga espanhola de futebol (La Liga), o Barcelona venceu o Real Madrid, no Estádio Santiado Bernabéu.

Os madrilenos até entraram a ganhar e a mandar no jogo. Nos minutos iniciais da partida marcam por Ronaldo. Mas o golo foi anulado, o avançado português foi apanhado em posição irregular.

O Real mandou no jogo nos primeiros 45 minutos, ao contrário da segunda parte, que teve o Barça a comandar. Por isso, sem demoras, a equipa de Ernesto Valverde marcou, primeiro, por Luis Suáres, aos 54 minutos. O segundo surgiu 10 minutos depois. Num ataque com insistência de Lionel Messi, Carvajal evita o golo catalão, fazendo-se passar por guarda-redes, a centímetros da baliza, o que lhe valeu vermelho directo e uma penalidade contra a sua equipa. Na cobrança, o número 10 do Barça não vacilou. Rematou forte e bateu Navas. Era o 2-0.

Mas o pesadelo estava longe de acabar. Nos minutos de compensação, Messi recupera uma bola quase perdida na ala esquerda do Real. Finta facilmente Marcelo, que fica estendido mo chão e, na grande área, passa a bola para Aleix Vidal. Daí surgiu o terceiro golo do encontro, a selar o presente de Natal para os adeptos do Barcelona.

O Real Madrid entrou a jogar com Navas, Carvajal, Varane, Ramos e Marcelo; Casemiro, Kovacic, Kroos e Modric; Cristiano Ronaldo e Benzema. O Barça entrou o seguinte onze inicial: Ter Stegen; Sergi Roberto, Piqué, Vermaelen e Jordi Alba; Busquets, Rakitic, Iniesta e Paulinho; Messi e Luis Suárez.

Com esta vitória, o Barça aumenta para 14 a diferença pontual com os madrilenos.

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