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O País – A verdade como notícia

O Clube Tubarões de Maputo voltou a mostrar a sua força na natação. Na piscina Olímpica do Clube Ferroviário da Beira, os Tubarões dominaram tanto em masculinos quanto em femininos contabilizando, no final da prova, 1910 pontos.

Com um total de 939 pontos, o Ferroviário da Beira ocupou a segunda posição, seguido dos Golfinhos que ficaram em terceiro com 603 pontos.

Na hora do balanço, a Federação Moçambicana de Natação destacou o elevado nível competitivo na prova.
Esta prova movimentou os Tubarões, Ferroviário da Beira, Golfinhos, clubes Naval e Náutico e Pinguins.

 

O Ferroviário de Maputo disse, hoje, que a palavra de ordem é a vitória, no jogo desta quarta-feira, contra o Maxaquene, a contar para a Taça de Moçambique, fase da cidade. Os locomotivas fizeram este pronunciamento durante mais uma sessão de treinos, que visava preparar o desafio.

Os jogadores e equipa técnica do Ferroviário estão decididos a não facilitar no jogo contra o Maxaquene, referente à Taça de Moçambique.

Por isso, os locomotivas da capital estiveram a trabalhar esta terça-feira, no Estádio da Machava, local onde vai decorrer a partida.

Os jogadores do Ferroviário de Maputo dizem que os bons resultados conseguidos no campeonato nacional de futebol elevam os índices de confiança do grupo, pelo que acreditam que irão conseguir uma vitória.

“A equipa está muito motivada, até porque estamos a atravessar uma boa fase. É uma outra competição, mas o foco continua o mesmo. Queremos conquistar a Taca de Moçambique”, começou por dizer o médio Paulo, do Ferroviário de Maputo, para depois prosseguir “Estamos todos unidos, todos no mesmo barco, e isso é visível através dos resultados alcançados a cada semana, o que beneficia o grupo e o clube Ferroviário de Maputo”.

As palavras de Paulo são suportadas pelo seu colega Chaquila, que considera que “a primeira palavra de ordem é a vitória, independentemente dos antecedentes havidos com o Maxaquene”.

Chaquila deixou claro ainda que estão motivados para jogar, pois ocupam actualmente o primeiro lugar da tabela classificativa, no campeonato nacional de futebol, o Moçambola 2018, facto que lhes dá forças para pensarem que podemos lutar também pela Taça”.

Por sua vez, Nelson Santos, treinador desta colectividade, olha para o Maxaquene como um adversário que merece respeito, mas isso não significa abdicar de um bom resultado e seguir em frente na Taça de Moçambique.

“Sabemos que o Maxaquene vai entrar na partida para ganhar, porque esta é uma prova de bastante prestígio, é uma taça que ambas as equipas que estão a participar querem vencer. Porquanto não será fácil, porque ambas as equipas querem conquistar. Nós não queremos ser eliminados precocemente, por isso vamos dar duro jogo a jogo”, disse.

Esta época o Ferroviário de Maputo e o Maxaquene defrontaram-se três vezes. No Moçambola os “tricolores” venceram os “locomotivas” por 3-1. No confronto de atribuição do terceiro lugar do Torneio Mavila Boy, os treinados de Nelson Santos venceram por 6-5. Mas, antes e a contar para a fase de grupos dessa mesma competição, o Ferroviário de Maputo derrotou o Maxaquene por duas bolas sem resposta.

 

O Estrela Vermelha entrou para partida sabendo dos nervos a flor da pele dos canarinhos, em virtude dos maus resultados no Moçambola 2018 e desde cedo pressionou Costa do Sol.  

Mas a primeira parte veio a terminar com o golo canarinho, apontado por Isac, de calcanhar.

No reatamento, o Estrela Vermelha entrou pressionante e Calton, que acabava de entrar, aproveitou a passividade da defensiva canarinha para restabelecer a igualdade.
Finalmente chegou o alívio para Henriques Gonçalves.

Novamente Isac, à entrada da pequena área, desferre um remate que só parrou no fundo das malhas de Binó.
O Estrela Vermelha quase levava o jogo às grandes penalidades, num cabeceamento de Calton, com a bola a embater no poste.

Na outra partida do dia, o Desportivo venceu o Matchedje por duas bolas sem resposta, com golos de Dércio e Djarula, colocando a equipa na fase regional da Taça de Moçambique, onde está também a Liga Desportiva de Maputo.

 

É o regresso do campeão nacional ao talismão nacional das afrotaças nos dois últimos anos: o “caldeirão” do Chiveve, na cidade da Beira, onde vai defrontar a equipa marroquina do RS Berkane.

Nem o Ferroviário da Beira, no ano passado, para a Liga dos Campeões, e nem a União Desportiva de Songo, este ano, para a Taça CAF, não perderam em jogos disputados no “caldeirão” do Chiveve, mesmo com adversário de grande calibre africano.

E para as hostes “hidroeléctricas” não seria esta a primeira vez, daí que a expectativa seja enorme no sentido de querer conquistar os primeiros três pontos nesta fase da Taça CAF. Para isso, a equipa de Chiquinho Conde trabalhou os aspectos ofensivos, com destaque para a finalização, de modo a aproveitar as oportunidades que for a criar, tendo em conta as possibilidades que tiver e ao facto de saber que um resultado negativo pode deitar tudo por terra, no que diz respeito à passagem à fase seguinte desta competição.

Aliás, despois de ter experimentado os ares do Magreb, onde regressou, há 10 dias, com uma derrota, Chiquinho Conde está ciente de que as equipas do Norte de África são fortes no ataque, sendo que não deverá descurar do sector defensivo, onde tem sofrido muitos golos nas últimas partidas. Só para dar exemplo, nos últimos quatro jogos dos campeões nacionais, foram 11 os golos sofridos, sendo cinco na goleada sofrida em Chibuto, um golo na derrota diante do Ferroviário de Maputo, dois na deslocação ao Egipto e mais três, nesta última jornada do Moçambola 2019. Em contrapartida, os “hidroeléctricos” marcaram apenas dois golos, nomeadamente na derrota em Nampula, frente ao Ferroviário local, por 3-2.

Mas o “caldeirão” do Chiveve, que tem sido talismão para as equipas moçambicanas, será transformado num inferno, quando a União Desportiva de Songo entrar para defrontar o RS Berkane do Marrocos, amanhã à tarde, com a enchente que se lhe é característica e que se espera.

Na tabela classificativa, a União Desportiva de Songo ocupa a última posição sem nenhum ponto e vai ter pela frente o segundo classificado, que soma três pontos face à vitória na partida caseira frente ao Al Hilal do Sudão, por uma bola sem resposta.

Para o jogo de hoje, o trio de arbitragem é proveniente do Burundi e é composto por Pacifique Ndabihawenimana, auxiliado por Mohammed Abdallah Ibrahim, este do Sudão, Gustave Baguma, do Burundi e Hervé Kakunze, também do Burundi.

Na outra partida do grupo B, o Al Hilal procura estragar as contas de qualificação ao carrasco da UD Songo, na primeira jornada, o El Masry do Egipto, em partida que terá lugar em Cartum.

União Desportiva de Songo entra em campo quando forem 15H, em partida da segunda jornada do grupo B, da Taça CAF, a segunda maior competição futebolística africana, também conhecida como Taça Nelson Mandela.

 

É mais um teste de fogo para o Costa do Sol e o seu técnico, Horácio Gonçalves, desta feita na Taça de Moçambique, fase da cidade de Maputo. Depois de dois desaires (derrota caseira com o Ferroviário de Maputo e outra fora de portas diante da Liga Desportiva de Maputo – ambos pelo mesmo resultado de 1-0), os “canarinhos” têm a oportunidade de dar um “pontapé” na crise de maus resultados e buscar a primeira vitória nas últimas cinco partidas.

O Costa do Sol, que em termos de sorteio desta fase inicial da Taça de Moçambique, ainda na fase da cidade, teve mais sorte, terá pela frente o Estrela Vermelha, equipa que milita no Campeonato da Divisão de Honra, o segundo escalão do futebol moçambicano, na zona Sul, como adversário.

Ocupando a esta altura a 13ª posição, um lugar acima da linha da despromoção, os “canarinhos” já começam a acusar a crise e precisam urgentemente de afastar os fantasmas, sob pena de, muito cedo, dizerem adeus a uma das competições mais importantes do futebol moçambicano e da qual é detentora do troféu, conquistado ano passado às custas da União Desportiva de Songo.

Mas terão pela frente um Estrela Vermelha que está em início de campeonato, na segunda divisão, tendo efectuado apenas duas partidas, das quais teve uma vitória e uma derrota, na última jornada, por 0-3, diante da Associação Desportiva de Macuácua. Para chegar a esta fase, os “alaranjados” deixaram para trás a nova formação do Black Bulls, por 3-2 na marcação das grandes penalidades, depois do empate a dois golos ao cabo do tempo regulamentar.

Para o Torneio Mavila Boy, em Fevereiro último, o Costa do Sol venceu o Estrela Vermelha por duas bolas sem resposta, resultado que na altura garantiu a passagem dos “canarinhos” à final da prova. Aliás, a equipa agora treinada por Horácio Gonçalves acabou vencendo o torneio, conquistando o prémio de um milhão de meticais, sob comando do argentino Leonardo Costas.

Embora seja um jogo do Estrela Vermelha, a partida terá lugar no campo dos “canarinhos”, quando forem 14H30 de amanhã.

 

A Liga Desportiva de Maputo, carrasco do Costa do Sol na última jornada do Moçambola 2018, recarregou as suas baterias e já pode confirmar o regresso às vitórias, de forma efectiva, esta terça-feira, diante das Águias Especiais de Maputo, no jogo inserido na Taça de Moçambique.

O conjunto de Akil Marcelino, que precisava de uma vitória frente aos “canarinhos” para resgatar os níveis de confiança, terá uma tarefa mais facilitada diante dos “polícias” nesta fase da cidade de Maputo. Isentos da primeira ronda por estar na elite do futebol moçambicano, a Liga Desportiva de Maputo tem a possibilidade de provar que depois da derrota sofrida diante da UP de Manica, a vitória imposta ao Costa do Sol não foi obra de acaso.

Mas as Águias Especiais de Maputo, que eliminaram o Zixaxa por duas bolas sem respostas, estão na penúltima posição da divisão de honra, zona Sul, com apenas um ponto, em duas partidas, frutos de um empate e uma derrota. Daí antever-se uma partida de difícil resultado positivo para esta equipa da segunda divisão.

Esta partida terá seu início quando forem 14h30, no campo da Liga Desportiva de Maputo, no bairro Hanhane, na Matola.

Ainda na tarde desta terça-feira, mais uma partida da fase da cidade de Maputo da Taça de Moçambique. Dois emblemas históricos do futebol moçambicano que em tempos já disputaram o campeonato nacional de futebol, da primeira divisão, o Moçambola. Desportivo e Matchedje, em escalões diferentes, mas com mesma ambição, vão se digladiar no campo do Costa do Sol, a partir das 12H30. No ano passado estiveram ambas na divisão de honra, mas irregularidades cometidas pelos “militares”, obrigaram a Federação Moçambicana de Futebol, através do seu Conselho Jurisdicional, a despromoverem a equipa para o campeonato da cidade de Maputo, como castigo.

Mas em partidas entre ambos, era notório o equilíbrio, tendo em conta que lutavam para ascender ao Moçambola deste ano, vaga que acabou sendo ocupada pelo Incomati de Xinavane.

Para chegar a esta fase, o Matchedje beneficiou da falta de comparência do Nacional, enquanto o Desportivo Maputo goleou o Racing por quatro bolas sem resposta, com golos de João, Orlando (2) e Dinis.

Embate de gigantes e colossos em perspectiva, uma vez que nenhuma das duas equipas vai querer terminar nesta fase, a Taça de Moçambique.

 

 

A equipa do Textáfrica do Chimoio venceu, na nona jornada do Moçambola, por duas bolas a zero ao Desportivo de Nacala.

A partida começou de forma equilibrada, mas, minutos depois, os donos da casa começaram a pressionar os visitantes, daí que aos 17 minutos Djonge do Textáfrica, dá aviso à navegação neste lance de muita mestria.

E não tardou para que, aos 21 minutos, Touré, do Desportivo de Nacala, retribuísse, dando um pontapé certeiro à baliza de Agnaldo, que pontualmente defendeu. Textáfrica imprime mais a sua dinâmica e num cruzamento de Thoco, Magaba recebe a bola e cabeceia para a baliza adversária, valendo a atenção do guarda-redes Nando para que a bola não invadisse a sua baliza.
Foram várias as chances de inaugurar no marcador, mas não chegou a concretizar-se até ao recolher aos balneários.

Na segunda parte, Textáfrica entra cada vez mais forte e, no minuto 59, Magaba chuta para a baliza adversária, mas a bola passa por cima da travessa, mas aos 70 minutos, Djongue vem a inaugurar no marcador. Festa nas bancadas.

Ainda a celebrar o primeiro golo, quatro minutos depois, Henry do Textáfrica que acabava de substituir Ricardo, marca para o delírio dos adeptos.

Com os dois golos a favor do Textáfrica terminou a partida.

De acordo com o técnico dos alvinegros, Sérgio Faife, a derrota da sua equipa foi fruto de distrações dos jogadores num jogo bem disputado.

 

Os “locomotivas” da Beira empataram pela sétima vez, em nove jogos disputados, esta época. Numa partida disputada diante do Incomati de Xinavane, a jogar em casa, o Ferroviário da Beira não conseguiu alegrar o público do Chiveve com uma vitória.

A partida iniciou com o Ferroviário da Beira à procura do golo por forma a estar confortável na conquista dos três pontos. A passagem do minuto 14, Tununo, do Incomáti, na tentativa de cortar a bola, tocou com a mão e o apito soou para penalti. Dayo, Chamado a cobrar, chutou de forma muito denunciada e César defendeu, deixando o Ferroviário da Beira incrédulo.  

Logo a seguir, o Xinavane por pouco inaugurava o marcador, mas valeu a atenção do guarda-redes Willard.  
Aos 33 minutos, o Ferroviário da Beira chegou a introduzir a bola na baliza do Incomáti, mas o arbitro entendeu que havia um pretenso fora de jogo.

Na segunda parte, as duas equipas reentraram no jogo com os mesmos jogadores e praticamente com os mesmos sistemas de jogo. A passagem do minuto 80, João Chissano substitui Maninho por Babo. O anti-jogo por parte do Incomáti passou a fazer parte da partida. O jogou terminou com 0-0.

Com este resultado, o Ferroviário da Beira somou o sétimo empate no presente Moçambola, com apenas duas vitórias e nenhuma derrota.

Reagindo ao resultado, João Chissano, técnico do Ferroviário da Beira, disse que há necessidade de se fazer mais para se reverter a situação dos empates porque a sua equipa tem qualidade suficiente. “Os jogadores devem acreditar mais em si próprios”.

Sobre o jogo, Caló, técnico dos “açucareiros”, mostrou-se satisfeito com o resultado, lembrando que a sua equipa luta pela manutenção, pelo que um empate com o Ferroviário da Beira fora de casa é um bom resultado.
As duas equipas empataram sem golos, na nona jornada do Moçambola.

 

O jogo envolveu o primeiro e segundo classificados da tabela classificativa. Qualquer deslize colocaria em causa os objectivos quer de uma quer de outra equipa. Mais uma vez… o público do Chibuto disse sim e inundou por completo a trincheira dos guerreiros de Gaza.

Entretanto, a primeira situação de perigo pertenceu aos “locomotivas”, quando, aos 12 minutos, Elias fez um cruzamento, mas Mário não chegou a tempo de fazer a emenda.

A partir daí, o Chibuto despertou para o jogo com presenças regulares à baliza contrária, sem no entanto, resultar em golos.

Já aos 42 minutos, o Ferroviário de Maputo esteve perto do golo, mas Kito viu o seu remate a passar por cima da baliza adversária.

Com o zero a zero no marcador, foi-se ao intervalo.
No reatamento, os donos da casa entraram mais aguerridos, tanto que nos minutos iniciais estiveram perto do golo, mas valeu a intervenção do guardião Frank, que se antecipou ao lance.

Minutos depois, veio a resposta “locomotiva” por intermédio de Jeitoso, com um remate em forma de cruzamento para uma defesa atenta de Tchando.
Com apoio do seu público, os “guerreiros” de Gaza foram crescendo no jogo, sem no entanto, conseguir desatar o nó.

Aos 73 minutos, surge a primeira contrariedade para os “locomotivas”, com expulsão de Kito, após uma entrada sobre o seu adversário.

Faltando oito minutos por se jogar, Gregório, pelo Chibuto, teve a faca e queijo para completar o banquete, mas falhou escandalosamente.

Já no último minuto de compensação, o Chibuto voltou a carga com Abú a ver o seu remate  ser defendido por Frank.

Com o nulo no marcador, terminou a partida.

Com este resultado, o Ferroviário da capital continua na liderança com 19 pontos, mais três que o Chibuto que cai para terceira posição, com os mesmos pontos que Textáfrica.

 

 

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