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O País – A verdade como notícia

Na África do Sul, a responsabilidade nos Mambinhas começa com o cumprimento dos horários. 14h30, os jogadores dirigiram-se à viatura para a partida ao campo de treinos.

Sob direcção de Abel Xavier e Victor Matine, os jogadores nacionais ensaiaram, na tarde de hoje, a precisão de passe, cruzamento para a finalização e, depois, fizeram uma peladinha.

A equipa técnica, preocupada com a performance do conjunto, por vezes parava o treino para uma melhor instrução. O objectivo é acertar os erros cometidos na primeira-mão diante dos Amagitas, de modo a chegar a um bom resultado em Moruleng Stadion, este domingo.

No final do treino, a satisfação e a convicção na passagem à eliminatória estava patente nos moçambicanos: Elias e Michel.

Para o jogo deste domingo, espera-se uma temperatura a rondar entre os 15 a 18 graus centígrados.

 

A selecção nacional de futebol de sub-20, Mambinhas, deixou esta quinta-feira o país com destino a Nelspruit, África do Sul, onde defronta a selecção local, em partida da segunda mão da segunda eliminatória de acesso ao CAN da categoria, competição a ter lugar próximo ano, no Níger.

O empate a uma bola registado no caldeirão do Chiveve, no passado sábado, faz parte do passado e agora é hora de pensar no futuro. Um futuro que se espera risonho para o combinado nacional de sub-20, que esta manhã deixou o país com destino a África do Sul, onde fim-de-semana defronta a sua congénere da África do Sul no jogo que vai decidir quem passa à última eliminatória de acesso ao Campeonato Africano das Nações, cuja fase final terá lugar em 2019, no Níger.

E o empate caseiro não tira sono ao combinado moçambicano, que tem no horizonte a passagem à última eliminatória, onde poderá encontrar o vencedor do jogo a eliminar entre o Malawi e a Angola.

Para tal, os Mambinhas terão que trabalhar no sentido de arrancar uma vitória em solo sul-africano, para ver o sonho de qualificação a fase final ainda mais vivo, ou pelo menos garantir um empate com golos, para procurar ultrapassar a África do Sul. É que depois do 1-1 verificado na Beira, o nulo em Nelspruit significa o afastamento da selecção moçambicana, enquanto com golos pode ainda dar esperanças de qualificação.

Em caso de empate a um golo, os Mambinhas forçariam o prolongamento até as grandes penalidades. Caso o jogo termine empatado com mais de dois golos, os Mambinhas passam automaticamente para a fase seguinte.

No final do jogo da primeira mão, a equipa técnica disse estar ciente das dificuldades, mas mostrou-se confiante na obtenção de um bom resultado. Aliás, Victor Matine disse confiar na rapaziada e na entrega que terão para ultrapassar a África do Sul

Os Mambinhas partem para África do Sul com uma delegação de cerca de 30 membros, e fim-de-semana conhecerão seu futuro na caminhada rumo ao CAN sub-20. O vencedor desta eliminatória vai cruzar caminho do vencedor da eliminatória entre Malawi e Angola, na última eliminatória.

 

Os atletas do Têxtil do Púnguè têm assegurado os seus salários até ao final da temporada 2018, graças ao apoio financeiro do  Conselho Municipal da Beira (CMB), que disponibilizou 281.500 meticais para cobrir os mesmos.

Este apoio irá aliviar a direcção do histórico Têxtil de Púnguè que tem enfrentado enormes dificuldades para pagar salários, para além de motivar os jogadores e equipa técnica que têm como objectivo fazer uma boa campanha no Campeonato Nacional da divisão de honra zona Centro.

Falando durante a assinatura do acordo de patrocínio, Daviz Simango, presidente do Conselho Municipal da Beira, disse que “a nossa contribuição é pequena mas é aquilo que conseguimos dar”.

Simango referiu, por outro lado, que “tal visa garantir que os nossos jogadores tenham algo no final de cada mês”.
Para o presidente do Têxtil de Púnguè, Adamo Issufo, este apoio veio numa boa altura uma vez que o clube apresenta um grande défice. “Vamos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para levarmos a bom porto o projecto deste clube que culminará com a nossa ascensão ao Moçambola, daí que em nome de todos os sócios, simpatizantes e amantes do futebol em geral agradecemos ao Conselho Municipal da Beira”.

O Têxtil de Púnguè ocupa a segunda posição no Campeonato Nacional da divisão de honra zona Centro com três pontos, resultantes de uma vitória e uma derrota.

Na estreia na competição, no passado dia 28 de Abril, os fabris da manga golearam o Desportivo de Tete por 4-0 com um “hatrick” de Jay e outro golo de Zuneide.

Já na segunda ronda, a 5 de Maio, o Têxtil de Púnguè perdeu para o Matchedje de Mocuba por um a zero. Na próxima jornada, o Têxtil de Púnguè recebe o Papeline da Maforga.

A prova é liderada pelo Chingale de Tete que soma duas vitórias em igual número de jogos.  

 

É a continuidade do ciclo de jogos difíceis para o Ferroviário de Maputo, actual líder do campeonato nacional de futebol, o Moçambola 2018, com 19 pontos.

No primeiro confronto considerado de grande risco, na sétima jornada, os locomotivas saíram pela “porta grande” ao receber e vencer no Estádio da Machava por uma bola sem resposta a União Desportiva de Songo.
Na jornada seguinte, ou seja, a oitava, teve uma deslocação ao “ninho” do canário, onde venceu o Costa do Sol por 1-0.

Na semana passada, a contar para a nona jornada, foi à Chibuto empatar com os “guerreiros” sem abertura de contagem.

Entretanto, este fim-de-semana, os treinados de Nelson Santos medem forças com a Liga Desportiva de Maputo, numa partida que se espera que venha a ser de grandes emoções, com as duas equipa a procurar sair vitoriosas da contenda.

Os locomotivas da capital, na qualidade de actuais líderes da prova, de certeza quererão se tornar mais líderes, vencendo a Liga Desportiva de Maputo.

Além disso, os pupilos de Nelson Santos feridos no seu orgulho, por terem sido derrotados (3-1) e eliminados da Taça de Moçambique, pelo Maxaquene olham para o opositor como uma “vítima”, no qual vão fazer a desforra e dar alegria aos seus adeptos que são extremamente exigentes.

E o que dizer da Liga Desportiva de Maputo? Claramente que não irá ficar na sombra da bananeira a assistir o seu adversário a dar o ar da sua graça no seu território, daí que vai querer colocar em prática a máxima que diz “em casa mandamos”. Uma situação possível, uma vez que na ronda anterior recebeu e venceu o Costa do Sol por uma bola sem resposta. Um resultado que coloca os índices de confiança da equipa de Akil Marcelino em alta.

 

Um embate que não passa despercebido, aos olhos dos amantes do desporto “rei” nesta décima jornada, é o confronto que colocará frente-a-frente o Maxaquene e o Chibuto, no Estádio Nacional do Zimpeto, em Maputo.

O Chibuto, uma formação que geralmente não deixa os seus créditos em maus alheias e bem treinada por Artur Semedo terá um Maxaquene super motivado, pela passagem a outra fase da Taça de Moçambique, e que quer vencer os jogos do Moçambola, para subir na tabela classificativa, tanto que na nona jornada foi à Quelimane arrancar 1 ponto, no jogo que empatou zero a zero, com o Primeiro de Maio local, resultado que lhe garantiu a décima posição, com 10 pontos.
 

 

Desde que o Costa do Sol está sob as ordens do técnico português, Horácio Gonçalves, ainda não conhece o sabor de uma vitória e tem como adversário, no seu “ninho”, o Ferroviário de Nampula, uma formação que dentro das quatro linhas tem sido difícil derrotar.

Ambas equipas vem de resultados diferentes na jornada passada. O Costa do Sol perdeu diante da Liga (1-0), enquanto os locomotivas de Nampula venceram a União Desportiva de Songo, por 3-2. Uma partida que tem todos os condimentos para ser um verdadeiro “show” de bola, uma vez que os treinados de Horácio Gonçalves vão soar as topinhas para arrancar a primeira vitória, desde a saída do treinador, Argentino Leonardo Costas e seu adjunto Dardo Valenzuela.

Outro ponto a ter em consideração é que o Ferroviário de Nampula galvanizado por ter vencido o campeão em título quererá manter a senda de vitórias.

A ronda número 10 do Moçambola prossegue com outros jogos, que também terão jogadores a fazer grandes despiques, com um e único objectivo: somar mais três e preciosos pontos e melhorar a classificação na tabela.

O Desportivo de Nacala recebe no seu campo o Ferroviário da Beira, que na semana passada empatou, sem abertura de contagem com o Incomáti de Xinavane.
A Universidade Pedagógica de Manica “bate-se” localmente com o Textáfrica de Chimoio, naquele que se considera ser o dérbi da região.

A União Desportiva de Songo faz “sala” ao Ferroviário de Nacala. Na ronda anterior os nacalenses não foram para além de um empate (0-0) diante da Universidade Pedagógica de Manica.

Ainda a contar para a mesma jornada o Sporting de Nampula mede forças com a colectividade do Primeiro de Maio de Quelimane. A terminar, o Incomáti de Xinavane recebe no canavial a equipa do ENH de Vilankulo.  

 

O Ferroviário de Maputo venceu, esta terça-feira, o Maxaquene por 89-61 em jogo da sétima jornada da segunda volta da Engen Maputo Basket em seniores masculinos. Com esta vitória, os detentores do troféu mantêm a sua invencibilidade na prova passando, agora, a somar 24 pontos.

Já a A Politécnica derrotou o Matolinhas, por 55-34.

Por sua vez, o Costa do Sol derrotou o Atlético por 84-66, resultado que mantém o conjunto de Miguel Guambe na segunda posição.

Em seniores femininos, o Ferroviário de Maputo venceu o Maxaquene por 58-48.

 

O Maxaquene está renovado! É uma renovação que abrange não somente os resultados dentro das quatro linhas, mas também no diz respeito aos equipamentos que está a usar.

Se em termos de resultados no rectângulo do jogo os tricolores contam com duas vitórias, incluindo esta de hoje, e três empates, no aspecto de equipamento já conta com quatro jogos novos, oferecidos por um dos candidatos à presidência da direcção.

Hoje, diante do Ferroviário de Maputo, para a Taça de Moçambique, fase da cidade de Maputo, foi dia de estreia do novo equipamento. E para baptizar o equipamento, nada melhor que uma vitória. Foi o que se viu.

O Maxaquene entrou destemido diante do Ferroviário de Maputo e desde cedo ameaçou a equipa adversária, chegando ao primeiro golo logo aos 18 minutos, por João, que aproveitou os erros da defensiva “locomotiva”, principalmente por Chiza, que andou mal nos dois primeiros golos que a equipa sofreu.

Mas os treinados de Nelson Santos, sabendo do perigo que tinham em ser afastados precocemente da segunda maior competição futebolística do país, foram à carga e cinco minutos depois restabeleceram a igualdade num cabeceamento de Elias após cobrança de canto, na esquerda do seu ataque.

A partida era de parada e resposta, e o Maxaquene voltou a aproveitar as tremedeiras dos da defensiva “locomotiva”, novamente por Chiza, num mau atraso, aproveitado por João para desfazer o empate, deixando os adeptos em ebulição.

Não satisfeito, Nelson Santos acabou tirando Chiza e metendo em jogo Liberty.

Na resposta, Loló teve a oportunidade de empatar a partida, mas seu remate saiu ligeiramente por cima da baliza de Zacarias. Foi-se ao intervalo com a vantagem mínima “tricolor”.

Mais pressão e mais um golo do Maxaquene
No reatamento, continuou a ser o Maxaquene a equipa mais esclarecida, e por duas vezes podia ter dilatado o marcador, pena que os remates não encontravam a direcção certa. Por vezes era Simplex que parava os remates, mas muitas vezes os remates saiam ao lado. Fruto da avalanche ofensiva “tricolor”, a turma de Antoninho Muchanga foi coroada por mais um golo, desta vez apontado por Mutong, perante passividade da defensiva dos verde-e-branco.

O Ferroviário de Maputo acusava a derrota e os seus jogadores já resignavam da luta, chegando a atrapalhar-se mesmo quando podiam chegar à baliza de Zacarias com algum perigo.

Em pleno Estádio da Machava, a festa acabou sendo “tricolor” até ao final do jogo.

Ao Ferroviário de Maputo, que lidera o Moçambola 2018, resta apenas concentrar-se para não perder a liderança até o fim da época, enquanto o Maxaquene pretende continuar a sorrir, jogo a jogo, até chegar a final da Taça de Moçambique, que perdeu em 2016 para a União Desportiva de Songo.

Esta foi a segunda vitória do Maxaquene diante do Ferroviário de Maputo este ano, e pelo mesmo resultado de 3-1, tal como aconteceu na segunda jornada do Moçambola 2018, garantindo a passagem à fase regional da competição.

Quem também está na fase regional é Académica, que na partida de hoje, diante do 1º de Maio de Maputo, venceu por duas bolas a uma.

Assim, a capital moçambicana será representada pelas equipas do Costa do Sol, Liga Desportiva de Maputo, Desportivo de Maputo, Maxaquene e Académica.

 

Quando o velho ditado, “há sempre uma primeira vez”, entra em acção, a energia da Cahora Bassa apaga as luzes do “caldeirão” do Chiveve. Foi a primeira derrota de uma equipa moçambicana em provas internacionais no campo do Ferroviário da Beira, depois de muitas alegrias que o talismão deu ao povo da Beira, de Sofala e do país no seu todo.

A União Desportiva de Songo sucumbiu diante do RS Berkane do Marrocos, por duas bolas sem resposta, o mesmo resultado com que perdeu na primeira jornada desta fase, diante do Al Masry do Egipto.

Na primeira parte, a equipa moçambicana ainda entrou com tudo, criando situações de algum perigo iminente, equilibrando os acontecimentos dentro das quatro linhas, mas sem conseguir marcar.

Os forasteiros também foram por algumas vezes à baliza de Leonel, mas também foram perdulários na hora da finalização.

O nulo levou as duas equipas ao intervalo.
No reatamento, as coisas azedaram para o lado dos “hidroeléctricos”, uma vez que aos 58 minutos, Cremildo viu a cartolina vermelha, deixando a sua equipa reduzida a 10 unidades.

Foi aproveitando-se dessa superioridade numérica que o Berkane marcou os dois golos, pelo mesmo resultado, El Kaabi, aos 64 e 89 minutos, respectivamente. Aliás, o segundo golo foi apontado numa altura em que a equipa moçambicana tentava chegar ao golo do empate, tendo sido apanhada em contrapé.

Assim, a União Desportiva de Songo precisa inverter quanto antes os maus resultados, já em Julho, quando defrontar o Al Hilal do Sudão, na jornada dupla, primeiro em Kartum e depois na Beira, para continuar a sonhar com qualificação aos quartos-de-final.

 

 

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