Skip to main content

O País – A verdade como notícia

Festa à locomotiva no Pavilhão do Chiveve! Um título arrancado a ferro e fogo, ao Ferroviário da Beira numa final electrizante. Até porque, os então campeões nacionais valorizaram espectáculo nos três jogos disputados.

Na qualidade de campeões, os “locomotivas” de Maputo receberam medalhas, o troféu e um cheque gigante de 300 mil meticais.

Já os vice-campeões, receberam das mãos Mateus Mosse, representante da Mozal, as medalhas e o cheque gigante de 200 mil meticais.

Indo ao jogo

Em desvantagem de 2-0, na série de play-off da final a melhor de cinco, o Ferroviário da Beira entrou decidido a vencer de modo a forçar o quarto jogo. Mas pela frente um adversário que esteve bem a defender e a atacar, com os irmãos Novela a fazerem estragos nas tabelas. Os campeões procuraram dar réplica mas saíram desta etapa a perder por 22-17.

No segundo período, o Ferroviário de Maputo voltou mais forte com tiros curtos e forte jogo exterior aproveitando-se dos erros do adversário para aumentar a sua ventagem. O Ferroviário da Beira respondeu com jogadas de penetração, mas foi denotando nervosismo nos momentos cruciais, tendo saído da primeira parte a perder por 41-26, ou seja uma diferença de 15 pontos.

Terceiro período, mais intenso. Entretanto, os locomotivas da Beira continuavam a perder muitas bolas, facto aproveitando pelo seu adversário para pontuar vencendo esta etapa por 63-47.

Quarto período bastante emotivo. Faltando três minutos por se jogar, Ivan Machava pelos “locomotiva” da Beira, marcou dois tiros exteriores, colocando o placar em 69-70, isto é, uma diferença de um ponto. Vibrou-se na Beira. Mas valeu a calma e inteligência dos “locomotivas” de Maputo que controlaram o jogo tendo vencido o jogo por 82-75.

No final do jogo foram premiados os melhores jogadores na competição. Alvaro Manso, espanhol ao serviço do Ferroviário de Maputo foi distinguido jogador mais valioso, MVP. O norte-americano Jeffrey chamou a si o prémio de Melhor ressaltador. Ivan Machava dos “locomotivas” da Beira foi considerado melhor triplista e Helton Ubisse melhor marcador. De salientar que com esta conquista o Ferroviário vai representar o país, na Taca de Clubes campões de África em Basquetebol.

Os apoios à causa da selecção nacional não param de chegar junto a Federação Moçambicana de futebol.

Depois de muito recentemente ter sido o BCI a dar sua mão para apoiar os Mambas, desta vez foi a empresa de telecomunicações Vodacom, a seguir o exemplo.

O apoio financeiro não foi quantificado, já que “é uma parceria contínua e trabalhamos com números fechados”, segundo Salimo Abdula, presidente do Conselho de Administração da Vodacom, mas há outro tipo de apoio, relacionado com diversos serviços de telecomunicações e de inovação à Federação moçambicana de Futebol e aos Mambas.

Por outro lado, a companhia de telecomunicações irá lançar campanhas de marketing e promocionais, como forma de apoiar os Mambas, a iniciar nesta campanha de qualificação ao Campeonato Africano das Nações, CAN-2019, cuja fase final terá lugar nos Camarões.

Aliás, o apoio chega há sensivelmente 15 dias do jogo entre os Mambas, selecção nacional de futebol, e os Djurtus, selecção guineense de futebol, agendado para o próximo dia 8 de Setembro.

Com este apoio, segundo Salimo Abdula, a Vodacom torna-se no parceiro exclusivo da selecção nacional na área de telecomunicações, bem como na modernização e transformação digital dos Mambas.

Para a Vodacom, esta parceria é gratificante e visa envolver mais cidadãos na missão de elevar a bandeira nacional além-fronteiras.

“A selecção nacional é o clube de todos nós e é importante estarmos de mãos dadas, para que esta consiga alcançar bons resultados nos torneios em que está envolvida. Com este acordo, pretendemos, mais uma vez, solidificar o nosso compromisso com o desporto no país. Vamos promover o futebol, tornar mais forte o amor que os moçambicanos têm pelos Mambas e inspirar as gerações vindouras”, disse Abdula.

Já para a Federação Moçambicana de Futebol este memorando de entendimento é um marco importante para alavancar o futebol nacional, dado que a selecção nacional, os Mambas, é o espelho do futebol a nível do país. Alberto Simango Jr. diz que a instituição que dirige tem feito grande esforço de encontrar mais parceiros que queiram ajudar e apoiar os Mambas e prometeu que o apoio dado pela Vodacom vai garantir o desenvolvimento da selecção nacional, prometendo horar da melhor forma este apoio.

“Temos feito um grande esforço no sentido de trazer parceiros que acrescentem valor ao trabalho que fazemos e que nos ajudem a alcançar os objectivos que traçamos para a selecção nacional. Neste momento agradecemos a confiança demonstrada pela Vodacom em prol do nosso futebol. Posso vos garantir que esta parceria será muito importante para o desenvolvimento e modernização da selecção nacional a vários níveis”, acrescentou Simango Jr.

O evento contou com a presença de membros da Vodacom, da Federação Moçambicana de Futebol, com destaque para a equipa técnica dos Mambas, liderada por Abel Xavier e seus seis adjuntos.

Para já, a convocatória dos Mambas para o embate com a sua congénere da Guiné-Bissau será anunciada dentro de uma semana, sendo que os trabalhos iniciam no próximo dia 27 de Agosto. Os Mambas, recorde-se, lideram o grupo K de qualificação ao CAN-2019, com os mesmos 3 pontos dos Djurtus, depois de terem vencido, pelo mesmo resultado de 1-0, a Zâmbia e Namíbia, respectivamente.

 

“Salanine va makwero, hi ta tlhela hi vonanana!” (Adeus irmãos, voltaremos a nos encontrar) Cantaram os adeptos adeptos do Ferroviário de Maputo no finalzinho do jogo. Como quem diz está tudo ganho. Engana-se quem pensa que se tratava de um adeus para sempre, que está tudo perdido! “Não, não há ainda mais três jogos pela frente”, rebateu Nazir Salé, técnico do Ferroviário da Beira. Caros patrícios, há jogos da Beira…

Indo ao jogo…

Um jogo ganho nos detalhes! Uma partida emotiva do início até ao fim, um verdadeiro perfume do que existe de melhor na modalidade da bola ao cesto! Assim pode se resumir o que viu-se no Pavilhão do Maxaquene. Quem lá não esteve, ou não viu pela Stv e Stv notícias, seguramente ouviu falar. Foi um show de bola….

Em vantagem de 1-0 no play-off, o Ferroviário de Maputo entrou com fortes penetrações lideradas principalmente pelos irmãos Novela. Nesta etapa, os “locomotivas” de Maputo chegaram a ter uma vantagem de mais de 15 pontos. Até o jogo exterior de falhou no jogo um começou a resultar para os locomotivas da capital. Os actuais vice-campeões, até tiveram espaço para fazer afundanços. Até aqui estava tudo uma maravilha. Do lado do Ferroviário da Beira, mesmo com a entrada de Ismael Nurmamad – atleta que não esteve no jogo um, em resultado da recuperação de uma lesão, os campeões nacionais eram sempre anulados. Perdendo quase sempre nas disputas de bola nas tabelas. Nesta etapa Nazir Salé foi obrigado a pedir desconto de tempo por duas vezes de modo a fazer reajustes. Entretanto, em razão da avalanche ofensiva, o Ferroviário de Maputo saiu do primeiro período a vencer por 32-13, ou seja uma diferença de 19 pontos.

No segundo período, os “locomotivas” da Beira entraram melhor reduzindo consideravelmente a desvantagem, mas depois foi perdendo muitas bolas, facto aproveitado pelo adversário para continuar a pontuar. Como forma de abrandar a acção ofensiva do Ferroviário da capital, o Ferroviário da Beira fez defesa homem a homem e saídas contra-ataques. Mas acabou saindo desta etapa por 39-43.

No terceiro período, galvanizados pelo apoio do público, os “locomotivas” da Beira foram crescendo, mas pela frente um Ferroviário de Maputo imparável saindo desta fase a vencer por 60-50.

Quando o feitiço volta-se contra o feiticeiro!

Tal como fez o Ferroviário de Maputo no jogo um, que venceu o jogo nos últimos minutos, o Ferroviário da Beira esteve perto de fazer o mesmo, tendo chegado a liderar a marcha marcador pela primeira vez na partida, mas mais uma vez, do lado dos vice-campeões, Alvaro Manso voltou a ser determinante para a vitória do Ferroviário de Maputo.

Nervos à flor da pele levam a expulsão de Warner

Porque o tempo estava contar e desfecho parecia irreversível, os nervos começaram a fazer das suas. Angelo Warner, base principal do Ferroviário da Beira, acabou expulso após golpear Orlando Novela. Sendo assim, Nasir Salé não poderá contar com os préstimos do jogador que no jogo 1 foi o melhor marcador da equipa e do jogo com 22 pontos.

Ferroviários de Maputo e Beira defrontam-se, esta segunda-feira, às 18h00, no pavilhão do Maxaquene, no jogo um do “play-off” da final da Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal. Este jogo será transmitido pela Stv e Stv Notícias.

Uma modalidade que, no passado, colocou Moçambique no olímpico de África e que hoje procura reerguer-se para voltar aos tempos áureos. E, neste processo, há dois Ferroviários que têm assumido o protagonismo na modalidade da bola ao cesto nos últimos anos.

Duas “locomotivas”, aliás, que voltam a “colidir” numa luta de cortar o fôlego a qualquer um. Pelo que, hoje, na catedral do basquetebol moçambicano, teremos um jogo de grande intensidade. Pudera, estamos em presença de alguns dos melhores jogadores da actualidade em Moçambique aos quais se juntam alguns reforços vindos do estrangeiro que emprestam qualidade a Liga. Primeiro classificado da fase regular, o Ferroviário de Maputo tem o privilégio de fazer os jogos um e dois em “casa”. Casa, de resto, que foi talismã para Ferroviário de Maputo em Fevereiro último quando venceu ao Ferroviário da Beira (73-52), na final do Torneio dos Heróis Moçambicanos.  

Noite de gala de Manuel “Mango” Uamusse, extremo que contabilizou 19 pontos na final, tendo-se destacado com as suas bombas na linha dos 6.75 metros.

Este ano, precisamente a 3 de Agosto, o Ferroviário de Maputo superiorizou-se ao rival vencendo por 79-69 no jogo da primeira jornada da fase regular da Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal.

Bem comandados por Milagre “Mila” Macome, os vice-campeões nacionais querem recuperar o título perdido ano passado na Beira. Para tal, contam na sua estrutura com atletas de selecção nacional tais com os armadores Pio Matos, Orlando Novela e Baggio Chimonzo, os extremos e lançadores  Ermelindo "Mindo"  Novela, Stélio Rodrigues, Francisco "Chiquinho" Macarrigue e Álvaro Maso (espanhol).

Nas posições quatro e cinco, há peso e altura: Octávio “Maguila” Magoliço, Edson Monjane, Dércio “Dado”, Inélcio “Chirinho” Chire (que tem contabilizado poucos minutos) e o americano Eric Coleman. Forte no jogo exterior, nos contra-ataques e nas tabelas, o Ferroviário de Maputo aponta para o seu quarto título depois dos troféus erguidos em 2008, 2011 e 2016.  E, diga-se, fechar a época em grande depois de ter conquistado o Torneio de Abertura e a Engen Maputo Basket, Campeonato da Cidade. Na fase regular, os “locomotivas” da capital perderam apenas um jogo com o Costa do Sol por três pontos: 80-77.

Beira não está para brincadeiras

Campeão em título, o Ferroviário da Beira é também orientado por um treinador com uma folha de serviço de invejar: Nasir "Nelito" Salé.

 A ganhar forma, até pela falta de ritmo competitivo em Sofala, o Ferroviário da Beira tem igualmente uma estrutura equilibrada e soluções em todas as posições para lutar pela revalidação.  Nelito manteve a base americano Angelo Warner, ele que ano passado reforçou a equipa e explodiu na fase final da Taça dos Clubes Campeões Africanos, em Radés, na Tunísia. Warner assume o papel de base principal, sendo que André "Papaíto" Velasco e Ivan Cossa são as outras opções para a posição um. Nos lançamentos abertos, Ismael “Timo” Noormad, Elves “Stam” Honwana, Ivan Machava e Angelo Warner foram os destaques na fase regular e nas meias-finais. David “Mano” Canivete, outro jogador de selecção nacional e presença no cinco inicial, é das fortes apostas para a revalidação do título.

Mas não só: uma tabela muito forte com Elton Ubisse e Carlos Marinze, postes com muita força e para o embate, Custódio Muchate, atleta que aparece hoje por hoje a lançar, e o americano Jeffrey Fuhmbule. Vencedor de todas as provas ao nível da cidade da Beira, o Ferroviário tem na Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal o grande objectivo da temporada. E há um grande investimento que foi feito para a conquista da prova. Tal como o seu adversário da final, o Ferroviário da Beira perdeu apenas um jogo na fase regular da Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal. Depois, passeou a sua classe aplicando “chapa 100” aos adversários. Fora de Maputo, vai procurar resultados que permitam facilitar a sua vida em casa nos jogos três e quatro.

Jogos na Stv e Stv Notícias

Numa parceria com a ZAP, a Stv e Stv Notícias irão transmitir os jogos um e dois da grande final da Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal permitindo, desta forma, que os moçambicanos possam acompanhar estes momentos emocionantes. E, porque o raio da Stv Notícias chega ao estrangeiro e a plataforma “Stv play” está disponível bastando apenas baixa-la, os moçambicanos no estrangeiro podem acompanhar estes jogos de grande intensidade. Na Beira, tal como na fase regular e nas meias-finais, a Stv e Stv Notícias irão transmitir igualmente os jogos quatro e cinco do “play-off” da final da Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal. Afinal, o basquetebol moçambicano joga-se na Stv.

FINAL LIGA MOÇAMBICANA DE BASQUETEBOL MOZAL

Quadro de jogos

Jogo 1

Terça-feira, 18h00

Pavilhão do Maxaquene

Ferroviário de Maputo vs Ferroviário da Beira

Quarta-feira, 18h00

Jogo 2

Ferroviário de Maputo vs Ferroviário da Beira

Sexta-feira, 18h00

Pavilhão do Ferroviário da Beira

Ferroviário da Beira vs Ferroviário de Maputo

Sábado, 18h00

Ferroviário da Beira vs Ferroviário de Maputo

 

A sensação da ronda do fim-de-semana aconteceu num resultado que pode ser lido como negação à lógica que duas formações até agora apresentavam: o “coitadinho” do Sporting de Nampula, isolado no fundo da tabela, recebeu e venceu sem reticências a turma do Chimoio, por uma margem segura. Uzaras tinha prometido sacudir o pessimismo e conseguiu. Os de Manica, após esta ronda, vão começando a ver aumentadas as distâncias do topo, distanciando-se cada vez mais do sonho lindo de chegar ao título nacional.

Numa jornada em que o jogo-grande seria, sem margem para dúvidas, o Songo-Ferroviário, numa verdadeira luta de gigantes, amputada devido ao compromisso africano do campeão nacional, a Liga Desportiva de Maputo perdeu uma excelente oportunidade de dar um passo de gigante para continuar a “pisar os calos” aos da frente, ao ir buscar apenas um ponto a Gondola diante da UP.

Estamos em presença de um estranho liga-desliga da turma de Akil Marcelino, tanto nos resultados como nas exibições.

Canários: o foco

Agora é só a taça?

O Costa do Sol, pela voz do seu treinador Horácio Gonçalves, já atirou a toalha ao chão, tendo agora como foco a Taça de Moçambique. Se contra factos não há argumentos, a verdade é que é algo inédito no clube, deixar de pensar no título a oito jornadas do seu términos. Na não vitória – mais uma – em casa diante do Chibuto, os assuntos extra-futebol terão sido dominantes, com o árbitro António Munguambe a ser uma das figuras centrais pela maneira branda como “leu” alguns factos.

Após os golos madrugadores, fez vista grossa a uma entrada à margem da lei de um defesa visitante sobre um avançado da casa. E onde a dúvida seria entre o cartão amarelo ou o vermelho, optou por nem sequer a falta assinalar. Entre outros, houve o deixa-andar à atitude do técnico canarinho que, junto à linha, protagonizou um empurrão a um jogador do Chibuto. Felizmente, o rastilho não se alastrou.

Chegada de madrugada:

Culpa ou desculpa Beirense

Descansadinho, imprimindo um ritmo forte, no sábado, o Maxaquene recebeu no Zimpeto e derrotou o Ferroviário da Beira, equipa que, segundo o seu técnico só aterrou na capital do país às 3 horas da madrugada do dia anterior. Porque não se negociou a passagem do jogo para domingo?

A verdade é que, por acréscimo, o frio e o vento exigiram um esforço suplementar aos atletas. A turma da Beira fez o que podia, mas acabou sobrando. As poucas horas de sono terão tido influência? Claro. Só quem nunca jogou futebol a sério é que pode colocar dúvidas.

Surpreendente foi a derrota caseira do 1. De Maio, impedido de jogar no seu campo habitual diante do Vilanculos. Previsíveis foram a vitória caseira do Incomáti diante dos Locomotivas de Nacala e o precioso ponto que os Locomotivas nampuleneses de Faife foram averbar ao Desportivo de Nacala.

Dos 14 golos da ronda, 9 pertenceram às turmas da casa e 6 dos visitantes. Apesar dos jogos em atraso não permitirem fazer juízos definitivos, vão ficando cada vez mais claras, pela leitura, as hipóteses dos clubes que irão, no final da maratona, ocupar os lugares do pódio, da permanência e da descida.

 

Mundial garantido! Apesar da derrota, este domingo, na final do Afrobasket sub-18 frente a poderosíssima selecção do Mali por 86-33, Moçambique carimbou presença no Mundial sub-19, ao terminar a prova na segunda posição. Trata-se de um dos grandes objectivos do conjunto orientado por Leonel Manhique, que na última competição tinha terminado na terceira posição.

Indo ao jogo….

Na verdade era o que se esperava! As malianas entraram demolidoras para o jogo, com forte jogo exterior e jogadas de penetração, Moçambique até tentou dar réplica, mas o Mali continuou implacável, tendo saído do primeiro período a vencer por 22-7.

No segundo período, as malianas continuaram fortes a defender e a atacar, criando dificuldades de Moçambique organizar as suas jogadas. Aliás, nas tabelas, o Mali ganhava as segundas, terceiras bolas e….o que deixava Moçambique sem soluções e com crise de raciocínio. Entretanto, nas poucas vezes que as “guerreiras” sub-18 fizeram lançamentos certeiros, o público lá esteve a apoiar. O Mali acabou saindo da primeira parte a vencer por 50-18.

No terceiro período, mais do mesmo! Nem jogadas de penetração, nem lances livres e muito menos o jogo exterior de Moçambique resultava. Nesta etapa, as malianas continuaram a alargar a vantagem saindo a vencer por 69-23.

O quarto e último período foi de desfile das malianas que acabaram vencendo o jogo por 86-33, conquistado, deste modo, o sétimo título nesta categoria.

Por seu turno, a selecção de Angola terminou a competição na terceira posição, depois de derrotar, ontem, o Ruanda, por 59 a 46.

E…Sissoko tudo levou!

Além de ser nomeada para o cinco ideal da competição, Assetou Sissoko, jogadora do Mali chamou a si os prémios de melhor triplista, jogadora mais valiosa (MVP) e o prémio de melhor marcadora.

Sem dúvidas, a atleta contribuiu e de que maneira na conquista da sua equipa que sai do Afrobasket sem sentir o sabor de uma derrota.

Filipa Calisto: um nome a reter

Com excelentes exibições no Afrobasket, a extremo Filipa Calisto, foi a única jogadora da selecção moçambicana a entrar na lista restrita do cinco ideal. Forte a lançar bombas, a atleta moçambicana granjeou simpatia do público que ficou cabisbaixo depois da sua lesão no jogo das meias-finais frente a Angola em que Moçambique acabou vencendo por 53-49.  

Nota positiva dá-se ao público que preencheu as bancadas do Pavilhão do Maxaquene e apoiou incondicionalmente a selecção moçambicana.

A Stv e Stv Notícias irão transmitir em directo, neste domingo, a partir das 19h o jogo da final do Afrobasket sub-18, entre Moçambique e Mali. Em razão desta transmissão a grelha de programas irá sofrer alterações. assim sendo, o jornal da noite irá ao ar mais tarde, depois deste embate.

Lembre-se que Moçambique apurou-se a final depois de deixar para trás a selecção angolana. Moçambique procura contrariar o favoritismo e as estatísticas e vencer esta competição.

Não perca as emoções deste jogo em directo e em exclusivo na stv e stv notícias

O jogo irá decorrer no pavilhão do Maxaquene.

 

Moçambique garantiu, na última sexta-feira, passagem às meias-finais do Afrobasket sub 18 em femininos, após vencer o Uganda por 86-31 nos quartos-de-finais da prova. Assim, Moçambique ira defrontar este sábado, as 19 horas, a selecção de Angola.

A selecção moçambicana entrou nervosa para o jogo, facto aproveitado pelas ugandesas para pontuar. Entretanto, tempos depois as guerreiras sub 18 melhoraram a prestação, com Filipa Calisto a fazer estragos nas tabelas, razão pela qual Moçambique saiu do primeiro período a vencer por 24-14.

No segundo período Moçambique voltou mais forte, aproveitando-se dos erros do adversário para dilatar a vantagem, tendo saído da primeira parte a vencer por 45-19.

No terceiro período, Leonel Manhique fez rotação na equipa, momento usado pelas adversárias para tentar dar réplica, mas mesmo assim Moçambique foi forte saindo desta etapa a vencer por 64-23.

No quarto e último período, com Moçambique a dominar tanto a defender, assim como a atacar, tendo vencido o jogo 86-31.

Nas meias-finais Moçambique irá defrontar Angola, que nos quartos-de-finais venceu o Egipto por 54-24. O jogo entre Moçambique e Angola terá lugar hoje as 19 horas no Pavilhao do Maxaquene e terá transmissão directa na STV Notícias.

 

A selecção moçambicana entrou apática no jogo e para agudizar a situação sofreu a primeira contrariedade com a lesão de Filipa Calisto, melhor marcadora da selecção. Mesmo assim, tempos depois, as “guerreiras” sub-18 responderam com forte jogo exterior, reduzindo a desvantagem, tendo saído do primeiro período a perder por 12-15.

No segundo período, as angolanas entraram dominadoras, mas Moçambique conseguiu dar réplica, tendo saído da primeira parte a vencer por 23-21.

No terceiro período, as angolanas sofreram também uma baixa com a lesão da sua principal base e Moçambique aproveitou-se disso para criar desequilíbrios e pontuar mais chegando a alcançar uma vantagem de 11 pontos. Mas as angolanas responderam a altura, tendo saído desta etapa a perder por 45-37.

O quarto período foi bastante disputado, com as angolanas a reduzirem a desvantagem e colocando a selecção moçambicana em apuros, mas graças ao trabalho em conjunto e uma dose de frieza à mistura Moçambique acabou vencendo o jogo por 53-49.

Assim, Moçambique garantiu sua presença na final do Afrobasket sub-18, onde vai defrontar a forte selecção do Mali.

Mais do que ir à final, esta vitória permite a que Moçambique participe no Mundial sub-19 a decorrer no próximo ano.

As malianas chegaram à final depois de derrotar o Ruanda por 124-27, nas meias-finais. O jogo entre Moçambique e Mali terá lugar, amanhã, às 19h00 no Pavilhão do Maxaquene.

+ LIDAS

Siga nos

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE