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O País – A verdade como notícia

A selecção nacional de hóquei em patins inicia, segunda-feira, às 18h00, no pavilhão do Estrela Vermelha, a preparação para o Campeonato Africano da modalidade, prova a realizar-se de 15 a 17 de Março, em Luanda, Angola.
Para o efeito, foi já divulgada a pré-convocatória dos “Guerreiros de San” dominada pelo Desportivo de Maputo que contribui com um total de seis atletas.

O seleccionador nacional-adjunto, Pedro Tivane, chamou nos “alvi-negros” os hoquistas Arnaldo Queiroz, Alfredo Mandlate, Kevin Pimentel Simões, Pedro Pimentel Júnior, Rafael Elias e Rodrigo Xavier.

O Estrela Vermelha, campeão nacional, contribui com os irmãos Ivan e Spiros Esculudes, Artur Jorge Mapinguissa, Mário Alcides e Macário Joaquim, enquanto o Ferroviário de Maputo contribui com Lucas Salvador Cossa, David Severino Tuaibo, Manfrede Calange e Michael Machaule.

Os atletas deverão apresentar-se sexta-feira para, sob ordens de Pedro Tivane, seleccionador-adjunto, e Pedro Pimentel, director técnico, iniciarem com os trabalhos de campo.

Em princípio, a selecção nacional de hóquei em patins vai cumprir toda a sua etapa de preparação, durante três semanas, em território nacional. Estão previstos alguns jogos de controlo com equipas locais, uma vez que o programa de actividades prevê que as provas internas iniciem antes mesmo do Campeonato Africano de hóquei em patins.

Os atletas que evoluem na Europa somente irão juntar-se ao grupo de trabalho em Luanda. A delegação moçambicana, essa, deixa Maputo dia 6 de Março rumo ao palco da prova que apura o representante africano ao Mundial de Barcelona, na Espanha.

 

O treinador do Ferroviário da Beira, Nasir “Nelito” Salé, diz que os “locomotivas” partem para a Afro Liga com o objectivo de dignificar o clube e o país. Nelito lamenta o facto de a equipa partir para o Cairo, Egipto, sem ter tido a oportunidade de fazer jogos de controlo.
 
Contrariado, uma vez mais, pela falta de competições ao nível interno e estágio competitivo fora do país mas focado em fazer das adversidades um factor motivacional para alcançar bons resultados, o Ferroviário da Beira seguiu domingo ao Cairo, Egipto, onde de 8 a 10 de Fevereiro disputa o grupo “C” da Afro Liga de Basquetebol.

Há, aliás, que ter foco e pensar em ultrapassar o REG (Ruanda), 1º de Agosto (Angola) e Al Ahly (Egipto) para que os objectivos de melhorar o sexto lugar alcançado em 2017 no formato anterior da prova sejam atingidos.

E começar a vencer na sexta-feira diante do REG do Ruanda é fundamental para as aspirações dos vice-campeões nacionais no novo formato da Taça dos Clubes Campeões Africanos de basquetebol em seniores masculinos.

“Infelizmente, nós não tivemos competição. Infelizmente, não tivemos também a possibilidade de ter um estágio onde pudessémos ombrear com equipas deste nível”, começou por lamentar Nasir “Nelito Salé, treinador do Ferroviário da Beira.

Mas há que superar as dificuldades e pensar bem alto. Afinal, não se pode chorar sobre o leite derramado. Há um nome a defender.

“O que nós queremos é deixar para trás aquilo que não foi feito, ou seja, deixar para trás aquilo que foram as nossas dificuldades e focarmo-nos praticamente naquilo que vai ser o nosso momento. Queremos competir com três equipas, pensar positivo, darmos o nosso máximo e mantermos aquilo que é a nossa dignidade e dignificar o bom nome do clube e, acima de tudo, do país”, disse Nelito.

Domingo, o Ferroviário da Beira cumpriu a última sessão de treinos em solo pátrio antes desta empreitada para a qual se reforçou com os sérvios Djumic e Vuc Jovanovic (fazem as posições 4-5) e ugandês Robinson Odoch (posição 2/3).

“E, agora, o que nós queremos é manter e termos esse cuidado para que toda a gente chegue ao destino de extrema saúde e, cima de tudo, mantermos os nossos índices e volumes que foram encontrados durante a nossa preparação. Queremos estar convictos de que não temos como contrariar esta longa viagem, mas o que nós queremos é mantermo-nos convictos e pensar positivo”, observou.
 
Clinicamente, a equipa está muitíssimo bem porquanto todos jogadores estão à disposição de Nelito.   Edilson Tivane, que na última temporada representou a A Politécnica, foi integrado também no grupo que segunda-feira seguiu ao Cairo, Egipto. “Fizemos o último treino no domingo. Portanto, observámos paulatinamente aquilo que era a nossa dinâmica de organização do própio treino que foi virado para os processo tácticos. Olhámos também para a estratégia da equipa em função daquilo que era nossa filosofia”, finalizou.
 

O Lille anunciou, ontem,  a contratação do internacional moçambicano Reinildo Mandava. O lateral-esquerdo  chega por empréstimo do Belenenses, com o emblema francês a assegurar uma opção de compra no final da temporada.

Reinildo segue para a Ligue 1 onde evolui o seu compatriota Edson Sitoe, mais conhecido por Mexer que representa o Rennes.

O Lille é o actual segundo classificado da Liga Francesa com 43 pontos, menos treze que o líder PSG. Esta temporada, Reinildo contabiliza  19 partidas pelo Belenenses.

Maxaquene e Desportivo protagonizam o derby da primeira jornada do torneio Top 8 Mavila Boy, prova que arranca dia 09 de Fevereiro corrente, no campo do Costa do Sol.

As duas equipas fazem parte da série A, onde está também a Liga Desportiva de Maputo e a Académica.

Será, de resto, o derby mais antigo da capital do país, entre velhos rivais e vizinhos, que vai abrir a edição 2019 do torneio Top 8 Mavila Boy. A primeira jornada, da série A, vai ter ainda o jogo entre a Liga Desportiva de Maputo e a Académica.

O sorteio realizado na tarde desta sexta-feira colocou na série B as equipas do Costa do Sol, detentor do troféu, Ferroviário de Maputo, Estrela Vermelha e Associação Black Bulls, equipa estreante nesta prova. Para a jornada inaugural desta série, o Ferroviário de Maputo defronta a estreante Black Bulls e o Costa do Sol terá pela frente o Estrela Vermelha.

Assim, a segunda jornada terá jogos aliciantes nas duas séries:
Pela série A teremos Maxaquene vs Liga Desportiva de Maputo e Desportivo Maputo vs Académica e pela série B os jogos Costa do Sol vs Ferroviário de Maputo e Associação Black Bulls vs Estrela Vermelha.

Já na terceira jornada, pela série A, Liga Desportiva de Maputo vs Desportivo Maputo e Académica vs Maxaquene e pela série B Ferroviário de Maputo vs Estrela Vermelha e Costa do Sol vs Associação Black Bulls.

Os dois primeiros classificados de cada grupo qualificam-se às meias-finais, onde se defrontam no sistema cruzado, para se encontrar os vencedores.

A edição 2019 do Top 8 Mavila Boy oferece de premiação aos vencedores valor monetários, sendo um milhão de meticais ao primeira classificado, 200 mil aos segundo e 75 mil ao terceiro, para além de medalhas e taças.

O melhor marcador terá como prémio 25 mil meticais e a melhor claque vai receber 50 mil meticais.

A prova arranca no próximo dia 09 de Fevereiro e o vencedor será conhecido a 10 de Março próximo.

 

Os Mambas já conhecem o seu adversário nas eliminatórias de acesso ao Campeonato Africano das Nações para jogadores que jogam internamente, o CHAN, de 2020, que terá lugar na Etiópia.

Trata-se do Madagáscar, selecção que não deixa boas recordações para os moçambicanos, em função dos últimos resultados registados entre as duas selecções.

Esta partida será disputada na segunda eliminatória, uma vez que as duas selecções estão isentas da primeira eliminatória por estarem bem posicionadas no ranking, ao nível da zona da Cosafa.

O vencedor dessa eliminatória, vai ter pela frente o vencedor do jogo, a duas mãos, entre Namíbia e Comores, naquela que será a última eliminatória antes do acesso a fase final da competição.

A região austral qualifica três selecções que se juntam as restantes vindas doutras regiões, sendo duas da zona Norte, outras duas da zona Oeste A, três da zona Oeste B, três da Central e duas do Centro-Este (mais a Etiópia, anfitriã), contabilizando 16 selecções que vão disputar a prova.

A CAF não avança as datas da realização dos jogos, devendo as mesmas decorrer pouco depois do término do CAN ordinário do Egipto, que decorre entre Junho e Julho deste ano.

 

Quando falta pouco mais de um mês para o africano de hóquei em patins, em Angola, prova que qualifica o representante de África ao mundial de Barcelona, a selecção moçambicana ainda não tem definida a sua preparação.

Entretanto, Nicolau Manjate, presidente da Federação Moçambicana de Patinagem, garante que até próxima semana será divulgada a convocatória dos pré-seleccionados e assegura, ainda, que a preparação será feita com base em provas internas.

“Vamos ter uma reunião já amanhã (hoje), com a nossa técnica e dai vamos definir quando inicia a preparação da selecção nacional. A pré-convocatória já temos e vai ser divulgada próxima semana, altura que vamos divulgar o plano todo.Mas, de princípio, as provas que vamos ter, nomeadamente a Supertaça, os outros torneios e o campeonato da cidade vão servir de preparação para a nossa participação no africano de Angola”, assegurou o presidente da Federação Moçambicana de Patinagem.

Ademais, Nicolau Manjate está convicto que o combinado moçambicano vença o africano de Angola e qualificar-se para o mundial de elite em Barcelona.

Afinal só o vencedor vai participar no mundial de elite, o conhecido grupo A, composto pelas oito melhores selecções mundiais, enquanto o segundo classificado vai para o conhecido grupo B, que vai qualificar as duas primeiras classificadas para o grupo de elite.

Manjate, convicto na vitória africana, diz que a prova de Angola vai servir de preparação para o mundial de Barcelona, em Julho próximo.

“Este é um ano de muitas actividades importantes e temos que aproveitar todas elas para mantermos o estatuto de grandes no hóquei em patins. E vamos aproveitar esta participação em Angola para preparar a nossa participação no mundial de Barcelona”, assegura.

O africano de 2019, que terá lugar de 08 a 10 de Março, vai contar com a participação das selecções de Angola, anfitriã, Moçambique, África do Sul e Egipto.

Para já, a época de hóquei em patins vai abrir a 18 de Fevereiro, com a disputa da supertaça, seguindo-se o campeonato da cidade e mais tarde o nacional de juniores, que será disputado por equipas de Maputo, Nampula e Quelimane, cidades que já movimentam esta modalidade.

Segundo Nicolau Manjate este é o culminar de um projecto que visa a formação e massificação da modalidade pelo país todo, sendo que está a ser feito de forma faseada.

Até ao momento, espera que a modalidade possa ser praticada, também, ao nível das escolas, estando na fase de busca de parceiros que ajudem na aquisição do material da prática da modalidade.

 

Dos 15 clubes ora confirmados e que vão disputar o Moçambola, apenas o Desportivo de Naca continua a debater-se com a questão do treinador principal para a sua equipa.

São 15 os clubes confirmados, uma vez que nem o Desportivo, confirmado pelo Conselho de Disciplina da FMF, e nem o Macuácua, que venceu no campo o direito de participar no Moçambola, ainda não tem sua situação definida, até veredicto do Conselho Jurisdicional do organismo que gere o futebol nacional.

O Desportivo de Nacala, equipa que ano passado terminou na 10ª posição do Moçambola, começou a época com Danito Nhampossa no comando técnico, tendo este abandonado a colectividade, sendo chamado Zé Augusto para dar continuidade, treinador que também não terminou a época, ficando um interino que levou a equipa até ao 10º lugar final.

Os problemas financeiros que apoquentaram a equipa na época passada, que culminaram com uma pequena greve dos jogadores que reclamaram atraso salarial de dois meses, estiveram na origem das mudanças dos treinadores, aliado ao facto de ter adeptos e simpatizantes exigentes.

Aliás, Zé Augusto abandonou a colectividade depois que foi vítima de vandalismo protagonizado pelos adeptos dos “alvi-negros” da vila portuária, na província de Nampula.

Para já, o Desportivo de Nacala só arranca com os trabalhos para esta temporada esta sexta-feira, com a apresentação dos joagdores já assegurados, bem como com nova equipa técnica que ainda está a ser negociada, nomeadamente António Uamba, que garantiu a manutenção do Incomáti de Xinavane, após a saída de Carlos Manuel.

Aliás, António Uamba trabalha, neste momento com a Associação Desportiva de Macuácua, mas pode estar de saída de Gaza para Nampula, caso as negociações em vigor tenham um final feliz.

Fonte do Desportivo de Nacala não garantiu nenhuma contratação até ao momento, esperando que alguns jogadores que estiveram no Sporting de Nampula, equipa despromovida a segunda divisão, possam integrar a colectividade.

Mas sabe-se que os “alvi-negros” de Nacala perderam, do plantel do ano passado, até ao momento, quatro jogadores influentes e preponderantes, nomeadamente os defesas Comissário e Bony, que foram a União Desportiva de Songo, o médio criativo Quaresma e o avançado goleador Touré, que estão vinculados à ENH de Vilankulos.

Assim, as restantes equipas que estarão no Moçambola já tem seus treinadores definidos e já trabalham para a presente época, nomeadamente União Desportiva de Songo (Nacir Armando), Ferroviário de Maputo (Daúde Razaque), Costa do Sol (Horácio Gonçalves), Maxaquene (Antoninho Muchanga), Clube do Chibuto (Sebastião Sitoe), Ferroviário de Beira (Lucas Barrarijo), Ferroviário de Nampula (Antero Cambaco), ENH de Vilankulo (Alcides Chambal), Incomati de Xinavane (Artur Comboio), Textáfrica do Chimoio (Aleixo Fumo), Baía de Pemba (Minate Chabane), Têxtil do Púnguè (Akil Marcelino), Ferroviário de Nacala (Sérgio Faife Matsolo) e nesta semana Liga Desportiva de Maputo, que confirmou o regresso de Diamantino Miranda.

Nova ordem na natação. Nem Golfinhos nem Tubarões mandaram  nas águas do Zimpeto. A nova geografia aponta para a Marginal de Maputo (onde está sediado o Clube Naval)  e não Polana (na Escola Secundária Josina Machel, onde fica o “quartel-general” dos Golfinhos). Sete jornadas e seis dias de competição foram o tempo necessário para que o Clube Naval amealhasse 2 689 pontos no Campeonato Nacional de Natação de Verão, batendo, desta forma, a forte concorrência dos Tubarões que ano passado haviam conquistado quase todas as provas internas em que participaram.  O Clube Naval dominou em femininos, conseguindo um total de 1 487 pontos, sendo que em masculinos amealhou 1 002 pontos.

Forte candidato à conquista do título, até pela pujança e protagonismo que assumiu na modalidade nos últimos anos, o Clube de Natação Tubarões de Maputo viu-se relegado para o segundo lugar com 2 531 pontos, sendo que o seu domínio foi nos masculinos com 1 539 pontos e, nos femininos, contabilizou 812.

Surpreendente para alguns, nem tanto para outros, o Ferroviário da Beira fechou os lugares de pódio. Ou seja, terminou a prova em terceiro lugar com um total de 1 051 pontos, resultantes de uma combinação de 486 nos masculinos e 467 nos femininos.

Campeão em título, o Clube de Natação Golfinhos de Maputo quedou-se no quarto lugar com 881  pontos (486 amealhados nos masculinos e 407 nos femininos). Na quinta  posição ficou o renovado Ferroviário de Maputo com 276 pontos, dos quais 138 conquistados nos masculinos e 106 nos femininos.O Clube Náutico da Beira e Nguenhas de Maputo ocuparam a sétima e oitava posições, com 26 e 16 pontos, respectivamente.
 

O técnico português Diamantino Miranda irá assinar, hoje, às 18h00 de Maputo, em Portugal, um contrato válido por duas temporadas com a Liga Desportiva de Maputo.

Miranda vai trabalhar com um adjunto também de nacionalidade portuguesa, sendo que os mesmos chegam ao país na próxima sexta-feira.

O facto foi confirmado ao “O Pais” por Rafik Sidat, presidente da Liga Desportiva de Maputo, que se encontra em Portugal.

Diamantino Miranda regressa à Moçambique cinco anos depois de ter sido repatriado por uma ordem do Ministério do Trabalho, após solicitação dos ministérios da Juventude e Desportos e do Interior.

Ligado  ao Benfica, Miranda irá suceder  a Akil Marcelino no comando técnico da Liga e tem a missão de continuar a potenciar jovens talentos na Liga Desportiva de Maputo.

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