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O País – A verdade como notícia

O Ferroviário de Nacala conseguiu a sua segunda vitória no Moçambola ao derrotar o ENH de Vilankulo por duas bolas a zero em partida a contar para a terceira Jornada. Os golos dos locomotivas da zona económica especial foram apontados por Elias todos na segunda parte.

Na etapa inicial o jogo esteve equilibrado com os dois conjuntos a conseguirem ultrapassar a linha divisória contrária, dividindo deste modo a posse de bola. O ENH procurou controlar o esférico com um Ferroviário de Nacala que tentava surpreender equipa visitante.  

Malate e Ndazione do Ferroviário de Nacala quase abriam o marcador mas a bola nunca acertava baliza defendida por Joaquim. Os donos dos hidrocarbonetos reagiram em contra ataque mas a bola foi prontamente retirada da área defensiva do Ferrovário. Zero a zero foi o resultado com que se foi ao intervalo.

Na segunda parte a história do jogo não alterou muito, com diferentes oportunidades de golo desperdiçadas. Aos trinta e sete minutos uma falta sobre Elias, o árbitro decide castigar Moses com um cartão vermelho. Chamado a executar Elias faz o um a zero. No minuto de compensação Elias volta a dar alegria aos adeptos do Ferroviário ao alargar o marcador para dois a zero, era o resultado final.

O Ferroviário de Nacala soma seis pontos enquanto o ENH de Vilankulo mantém com três.  

 

 

A Gala do Desporto para nomeação dos melhores atletas de 2018 foi agraciada pela presença do presidente da República, Filipe Nyusi, que foi convidado a presentear, com diplomas de honra, os atletas do ano, nomeadamente Elisabeth Guambe, na categoria de adaptados, Rady Gramane, de boxe, nos femininos, e Arsénio Ngovu, de voleibol, na classe de masculinos.

Filipe Nyusi quis marcar presença na Gala do Desporto, mesmo porque queria homenagear, ele mesmo, os atletas que mais se destacaram no ano passado, em várias modalidades desportivas além-fronteiras. O presidente da República destacou o facto do país ter conquistado muitas medalhas em provas internacionais, nomeadamente 145 medalhas, sendo 56 de ouro, 37 de prata e 52 de bronze. Medalhas que dignificaram o país e elevaram bem alto a bandeira nacional em vários palcos das modalidades desportivas.

Mas os maiores destaques foram mesmo para as modalidades colectivas, nomeadamente o basquetebol feminino, com a selecção de sub-18 e o Ferroviário de Maputo, que conquistaram a prata no africano e na Taça dos Clubes Campeões africanos, ambas provas que tiveram lugar em Maputo, o voleibol, em ambos os sexos, principalmente na categoria de sub-21 e sub-18, para além da Vela e Canoagem, na categoria Optimist.

Mas em termos individuais o país conseguiu várias medalhas em modalidades das artes marciais e boxe. Estes méritos não foram esquecidos pelo presidente da República, que enalteceu os feitos e desejou que mais conquistas possam ser alcançadas neste ano e nos próximos, para engrandecer o bom nome do país.

Surpresas nas premiações
No que às premiações diz respeito, as grandes surpresas foram, sem dúvidas para os nomeados para os atletas do ano. Rady Gramane, em femininos, e Arsénio Ngovu, em masculinos, sucederam a Leia Dongue e Mussa Tualbudine, que foram os vencedores de 2017, enquanto Elisabeth Guambe foi distinguida na categoria de desporto adaptado. Os atletas agradeceram o reconhecimento e prometeram continuar a trabalhar para representar condignamente o país, em provas internacionais.

Mas se parou por ai! Houve espaço para reconhecimento dos parceiros do desporto nacional, aqueles que sempre deram o seu apoio para o desenvolvimento do desporto, para além das federações que mais se destacaram pelo seu empenho ao longo do ano passado. Estes receberam diplomas de honra. Muitos outros receberam diplomas de mérito, com destaque para os campeões nacionais, os que se dedicam a massificação e formação, os que tiveram uma carreira exemplar ao longo dos tempos, as famílias que dedicaram tempo ao desporto e as instituições que foram reconhecidas como bons gestores de infraestruturas.

Nas outras distinções, destaque ainda para Leocádia Manhiça, voleibolista, que angariou maior número de votos na categoria de Atleta Mais Popular. A jornalista da Televisão de Moçambique, Cristina Cristiano, venceu a categoria de Jornalista do Ano, ficando o Treinador do Ano para Leonel Manhique, que conquistou o título nacional com o Ferroviário de Maputo, em femininos, e a medalha de prata com a selecção feminina de sub-18. Arsenio Marrengula ficou o Árbitro do Ano e Ana Paula Sinaportar, em femininos, e Geny Catamo, em masculinos, foram os Atletas Revelação do ano passado. A equipa feminina do ano foi para a selecção de basquetebol de sub-18 e a masculina para a selecção de voleibol de praia de sub-19.

A Gala de Desporto contou com presença de várias figuras ligadas ao desporto nacionals, para além de membros do governo, diplomatas e foi ainda agraciada com apresentação de salto a corda, karate e actuação musical.

Premiações da Gala do Desporto

DIPLOMAS DE HONRA – PARCEIROS
Millennium Bim
BCI
HCB
ZAP
Engen

DIPLOMAS DE HONRA – FEDERAÇÕES
Voleibol
Boxe
Vela e Canoagem
Karate

DIPLOMAS DE MÉRITO

CAMPEÕES NACIONAIS
Denise Paruque – Vela Optimist
Selecção de Vela – Optimist
Selecção de Volei de Praia – Sub-19
Fer. Maputo – Basket feminino

MASSIFICAÇÃO E FORMAÇÃO
Locomotiva Esperança
Associação Black Bulls
Fut-Escola de Gaza

PRÉMIO CARREIRA
Camilo Antão
Brás dos Santos
Marcelino Macome
António Marques
Roberto da Silva
Ângelo Gerónimo
António Xavier
Fabião Silva
Mahomed Galibo
Orlando Conde

PRÉMIO FAMILIA NO DESPORTO
Pimentel
Conde
Nhavene

GESTÃO DE INFRAESTRUTURAS
Mahafil
FC Chidenguele
Conselho Autárquico da Beira

PARA AGENTES DESPORTIVOS
Jornalista do Ano – Cristina Cristiano (TVM)
Treinador do Ano –  Leonel Manhique (basket)
Árbitro do ano – Arsénio Marrengula (futebol)
Atleta Revelação Feminino – Ana Paula Sinaportar (Voleibol)
Atleta Revelação Masculino – Geny Catamo (futebol)

Atleta Popular – Leocádia Manhiça

Equipa do ano feminino – Selecção de basket sub-18
Equipa do ano masculino – Selecção de voleibol sub-19

Atleta do Ano adaptado – Elisabeth Guambe
Atleta do Ano feminino – Rady Gramane (Boxe)
Atleta do Ano masculino – Arsénio Ngovu (Voleibol)

 

Estão dissipadas as dúvidas sobre o futuro de Edson Sitoe, mais conhecido por Mexer. O jogador, que esta temporada esteve em bom plano e ajudou o Rennes a conquistar a Taça da França, irá jogar no Bordéus nas próximas quatro temporadas. O facto foi confirmado pelo clube francês na sua página oficial do «twitter».

“Assinei um contrato de quatro anos com o Bordéus, mas nunca me vou esquecer do Rennes”, revelou o internacional moçambicano.  

Formado no Desportivo de Maputo, Mexer já teve passagens pelo Sporting, Olhanense e Nacional, antes rumar para o Rennes em 2014, clube que deixa agora ao fim de cinco temporadas, contabilizando 141 jogos.

No Bordéus, o defesa-central vai ser treinado pelo português Paulo Sousa, que assumiu o comando da equipa francesa em março deste ano.

 

 

Chegou o momento de reconhecimento das estrelas do desporto moçambicano.  Hoje, numa das unidades hoteleiras da capital, os atletas que se destacaram ao longo do ano 2018 serão homenageados no decurso da sétima Gala Nacional do Desporto, evento que será presenciado pelo presidente da República, Filipe Nyusi.

O evento, que decorre sob o lema “O Desporto Celebrando Eduardo Mondlane”, será transmitido pela Stv Notícias, a partir das 16h00, e Stv generalista, em diferido logo a seguir ao programa “Opinião no Feminino”.

Tal como ano passado, a organização irá distinguir o atleta do ano, treinador do ano, equipa do ano, juiz/árbitro do ano, jornalista do ano e atleta revelação e atleta mais popular, sendo que esta última será definida por voto popular através de mensagens. Concorrem à categoria de atleta do ano cinco atletas, nomeadamente Dércio Soares (voleibol), Fenias Muianga (taekwondo), Leocádia Manhiça (voleibol), Odélia Mafanela (basquetebol) e Telinho (basquetebol).

Baía de Pemba impõe, hoje, primeira derrota ao campeão nacional e na mesma soma sua primeira vitória no campeonato nacional. É também a primeira vitória no Estádio Municipal de Pemba, numa jornada em que Daudo Razaque, Carlos Manuel e Artur Semedo ficaram em grandes apuros

A terceira jornada do Moçambola 2019 trouxe algumas surpresas e novidades na tabela classificativa. A primeira das surpresas foi a primeira vitória do Baía de Pemba na presente temporada futebolística e justamente diante da campeã nacional, a União Desportiva de Songo. Com ares de líder isolado e com estatuto de vitoriosa nas duas primeiras jornadas, a União Desportiva de Songo foi a Pemba com intenção de manter esse estatuto, mas encontrou um Baía mais concentrada e a fazer das suas perante o seu público e ainda na primeira parte Eric tratou de começar a apagar o fogo dos “hidroeléctricos”. Quando se esperava que na segunda parte a turma de Songo reagisse e procurar o golo do empate, foi a turma da casa a fazer valer o velho ditado “em casa mandamos nós”, dilatando o marcador por intermédio de Valter. A festa em Pemba foi até ao final do jogo, com o resultado a favorecer o Baía e marcar a primeira derrota (inesperada) da União Desportiva de Songo, que assim perde a liderança da prova.

Razaque, Caló e Semedo em apuros
A liderança do Moçambola 2019, ao fim das primeiras três jornadas, passa de Songo para Xinavane, onde o Incomáti venceu o Ferroviário de Maputo por duas bolas a uma. Os treinados de Daúdo Razaque ainda foram os primeiros a marcar, na primeira parte, mas os “açucareiros” voltaram transfigurados na segunda parte, com a entrada de Ian, que apontou dois golos e deixou em apuros o contestado técnico do Ferroviário de Maputo. É a segunda derrota “locomotiva”, num resultado que deixa o Incomáti como uma das quatro equipas sem derrotas na prova.

Outro treinador em apuros é Carlos Manuel, que viu o seu Têxtil de Púnguè sofrer a terceira derrota consecutiva, na Soalpo, diante do Textáfrica, por duas bolas a uma. Os “fabris” da Manga marcaram aos 13 minutos, dando indicação de quererem inverter o cenário sombrio que se vive no balneário, mas Mesa marcou na sua própria baliza e empatou a partida antes de Djongue fechar as contas e garantir a segunda vitória dos “fabris” do planalto, que passam para a quarta jornada. O Têxtil de Púnguè mantem a sua condição de lanterna vermelha da prova.

Artur Semedo também não foi feliz na sua deslocação ao Chiveve, onde viu o Ferroviário da Beira a agudizar a sua crise de resultados, com a segunda derrota, deste feita por uma bola sem resposta, com golos de Dayo. Mambucho, na segunda parte, ainda se deu ao luxo de falhar uma grande penalidade, mas nada que comprometesse a segunda vitória consecutiva dos “locomotivas” de Chiveve.

Muchanga despede-se com vitória do Maxaquene
Nas hostes “tricolores” não se sabe o que pode acontecer nos próximos dias. O facto é a ENH de Vilankulo joga amanhã, em Nacala, sob orientação de Victor Magaia, mas o presidente vai anunciar o novo treinador ainda amanhã. E esse pode ser Antoninho Muchanga, que sentou-se, mais uma vez, no banco do Maxaquene, tendo sido a última vez, mas com sabor a “dever cumprido”, uma vez que fechou a jornada com uma vitória, diante do Desportivo de Nacala, por duas bolas sem resposta. Bernardo e Fachy, em cada uma das partes, fizeram os golos dos “tricolores” que sobem para a sexta posição na tabela classificativa.

Em Nampula, o Ferroviário local começou o jogo diante do Clube de Chibuto a perder, com golo de Manuelito, aos 21 minutos. Algo que não fez estremecer os treinados por Antero Cambaco, que trataram de repor a sua condição de dono da casa, com duplo golpe de Betinho, aos 31 e 73 minutos, respectivamente.
Recorde-se que a jornada 3 do Moçambola 2019 começou terça-feira com o empate entre a Liga Desportiva de Maputo e o Costa do Sol, a um golo, no campo de Hanhane.

Ferroviário de Nacala e ENH fecham a jornada
Ainda sem conhecer o seu novo treinador, a ENH de Vilankulo terá uma deslocação difícil e um teste duro às competênciase Victor Magaia, que assume interinamente as rédeas da equipa depois da saída de Alcides Chambal. O jogo diante do Ferroviário de Nacala, que se realiza na cidade de Nampula devido a colocação da nova relva sintéctica no campo da Bela Vista, em Nacala, tem a particularidade de fechar a 3ª jornada da prova. As duas equipas estão separadas por um lugar na tabela classificativa e também por um ponto, com os “locomotivas” de Nacala na 12ª posição, com três pontos, contra dois dos “hidrocarbonetos”, que estão na 14ª posição.

 

O Maxaquene alcançou, hoje, a primeira vitória do campeonato ao vencer o Desportivo de Nacala por 2-0, em jogo da terceira jornada do Moçambola 2019.

MAXAQUENE PRESSIONANTE

Começou bem o Maxaquene que aos 5 minutos viu Mutong a fazer este remate acrobático, mas que saiu ao lado.

Aos 15 minutos, foi a vez de Danilo, ainda pelos tricolores a aquecer as luvas de Jonas.

A resposta dos forasteiros surge neste lance em que Maurício poderia ter acabado com a festa dos maxacas, mas a bola saiu ao lado da baliza de Victor.

Em resultado da sua avalanche ofensiva, o Maxaquene chegou ao primeiro golo aos 23 minutos. Ponta pé de canto cobrado na direita, confusão na área e Bernardo aproveita para atirar a contar.

O Desportivo de Nacala até procurou dar réplica, mas com 1-0 a favor do Maxaquene terminou a primeira parte.

Na segunda metade do jogo, entraram melhor os visitantes que nos primeiros minutos visaram a baliza contrária, com este remate de Imo que exigiu empenho por parte de Victor.

Contra a corrente do jogo, os maxacas aumentarem a vantagem por intermédio de Fachiy que já no finalzinho lançou este míssil que só foi parar na baliza de Jonas. Com o 2-0, a favor do Maxaquene terminou a partida.

Na próxima jornada o Maxaquene desloca-se ao terreno da União Desportiva de Songo e o Desportivo de Nacala recebe a Liga Desportiva de Maputo.

 

 

Liga Desportiva de Maputo e Costa do Sol empataram, hoje, a um golo, em partida que marcou o arranque da terceira jornada, num jogo quente em vários aspectos, com destaque para expulsão de Horácio Gonçalves

Foi um jogo a todos ângulos quentes, com alguns casos a mistura e que merecem alguma análise mais profunda.
De novidades em novidades, começaram os dois treinadores a nos trazerem surpresas nos seus "onzes" iniciais. Do lado da Liga Desportiva de Maputo, Sonito, que até foi autor do golo no jogo diante do Ferroviário de Maputo, ficou no banco de suplentes, enquanto do lado "canarinho" foi a entrada de início de Isac de Carvalho.
As mudanças nas duas equipas trouxeram mais vantagem para o Costa do Sol, uma vez que Isac soube muito bem ocupar os espaços que tinha, pese embora tenha jogado apenas os primeiros 45 minutos do jogo, por ainda estar a recuperar da lesão.
Mas foi a Liga Desportiva de Maputo que entrou a vencer, logo aos dois minutos, por Turras, mais uma vez, depois de ter marcado na deslocação a Vilankulo, ao receber um passe da esquerda e, sozinho, apenas teve que encostar. Ainda soou uma dúvida em relação a posição do jogador, mas falso alarme, tudo dentro dos parâmetros, segundo a equipa de arbitragem.
Foi atrás do prejuízo a turma "canarinha" e por duas vezes podia ter empatado o jogo, mas nem Mbulu e nem Isac conseguiram passar pelo guarda-redes contrário.
Mas aos 27 minutos veio o primeiro caso do jogo, com Mbulu a jogar a bola fora das quatro linhas, o árbitro apita a infracção e porque o jogador continuou a jogar, viu a cartolina amarela, facto que foi bastante contestado por Horácio Gonçalves, que acabou sendo expulso do banco técnico.
Logo a seguir, ao minuto 39, veio o segundo caso, com Isac a cair dentro da área, num lance que deixa muitas dúvidas, mas o árbitro do encontro apontou para a marca da grande penalidade e Eva Nga, chamado a converter, não desperdiçou e restabeleceu o empate.
Um empate que se prolongou até ao intervalo.
Já no segundo tempo foi Isac que ficou no banco e o Costa do Sol, sem Gonçalves, sentiu algumas dificuldades para mostrar o seu futebol, chegando mesmo a valorizar o empate em detrimento da luta pela vitória. Já a Liga Desportiva de Maputo, jogando em seu campo, ainda procurou chegar a baliza de Victor, mas a história do jogo já estava traçado para a tarde quente dentro e fora das quatro linhas do campo de Hanhane, na Matola.
Turras e Eva Nga voltaram a mostrar a veia goleadora depois de terem dado o gosto ao pé, na jornada anterior, e entram para a luta dos melhores marcadores.
As duas equipas continuam a perseguição a UD Songo, provisoriamente, uma vez que ocupam a segunda e terceira posições, respectivamente com cinco e quatro pontos, enquanto as outras equipas realizam seus jogos na tarde de hoje e amanhã, respectivamente.

 

Leia Dongue sagrou-se, ontem, campeã na Espanha após o Spart Citylift Girona vencer o Perfumerías Avenida por 73-65 no segundo jogo do play-off da final.

A basquetebolista moçambicana chegou, viu e venceu. Bastaram apenas quatro meses após assinar contrato com o Spart Citylift Girona para Leia Dongue mostrar toda sua qualidade e contribuir significativamente para que o Spart Citylift Girona conquistasse o seu segundo título na Liga Dia.

A moçambicana foi influente, esta temporada, na sua equipa que quebrou a hegemonia do Perfumerías Avenida que conquistou as últimas três edições da Liga Feminina Espanhola de basquetebol.

Este é o segundo título de Leia Dongue na Espanha, depois de, em 2016, ter ajudado o Al Qazers Extremadura a vencer o campeonato da segunda divisão.

Para além da Espanha, a melhor basquetebolista moçambicana da actualidade representou na Europa o Cegled da Hungria, equipa com a qual chegou a disputar a Euroliga.

Dongue rumou a Europa depois de épocas brilhantes no 1º de Agosto de Angola, equipa com a qual conquistou duas Tacas dos Clubes campeões africanos em 2015 e 2017.

Actualmente, Leia Dongue é representada pela Regeneracom Sports, agência de jogadores com penetração nos mercados europeu e dos EUA.

 

 

O internacional moçambicano e defesa dos Mambas, Mexer, poderá estar de saída do Rennes da França, tendo como destino o Glasgow Rangers da Escócia. A possibilidade de Mexer se transferir da França para Escócia ganha mais voz após o internacional moçambicano ter-se deixado fotografar junto com Steve Gerard, técnico da formação escocesa, depois de um almoço que os dois tiveram, na França, acompanhados por um dirigente do Glasgow.

A boa prestação do Mexer nos franceses do Rennes, que culminou com a conquista da Taça da França, diante do PSG, num jogo em que o defesa dos Mambas foi determinante, ao apontar o golo de empate a dois golos, no tempo regulamentar, terá sido levado em conta pela equipa escocesa, que pretende ter na sua equipa um defesa que sabe defender e atacar, quando necessário, tal é o perfil do jogador do Rennes.

No Rennes da França, Mexer, camisola 4, já realizou 41 jogos, sendo 27 na Ligue 1, o campeonato local, sete, na Liga Europa, cinco na Taça da França e outros dois na Taça da Liga da França, tendo marcado dois golos.

 

 

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