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O País – A verdade como notícia

A selecção ganesa volta a uma fase final, quatro anos depois de ter sido eliminada na fase de grupos do Mundial de 2022, já depois de ter sido anteriormente afastada na fase de grupos da prova em  2014, na qual mediu forças com Portugal, nos quartos-de-final do Mundial 2010 frente ao Uruguai e nos oitavos-de-final da mesma competição em 2006 diante do Brasil.

Em Accra, a selecção ganesa começou a fazer a festa no arranque da segunda parte, através de um golo do médio Kudus, dos ingleses do Tottenham, tento que foi suficiente para levar de vencida as Comores e confirmar definitivamente o apuramento.

Com as 10 jornadas disputadas, o Gana assegurou o apuramento com 25 pontos, mais seis do que Madagáscar, sete do que o Mali, 10 do que Comores, com a República Centro Africana a ter oito e Chade apenas um, surpreendentemente frente aos ganeses.

A derrota por 4-1 frente ao Mali afastou Madagáscar da possibilidade de chegar ao play-off de apuramento, ao qual ficou mais perto de chegar o Burkina Faso, que venceu a Etiópia, por 3-1, ocupando, para já, um dos quatro lugares de acesso a essa eliminatória, reservados aos quatro melhores segundos.

Para a 23.ª edição do Mundial, a ser disputado por 48 selecções entre 11 de Junho e 19 de Julho de 2026, nos Estados Unidos, no Canadá e no México, têm, além dos três anfitriões, presença garantida 18 países, incluindo as selecções africanas do Egipto, Marrocos, Tunísia e Argélia.

A selecção ganesa volta a uma fase final, quatro anos depois de ter sido eliminada na fase de grupos do Mundial de 2022, já depois de ter sido anteriormente afastada na fase de grupos da prova em  2014, na qual mediu forças com Portugal, nos quartos-de-final do Mundial 2010 frente ao Uruguai e nos oitavos-de-final da mesma competição em 2006 diante do Brasil.

Em Accra, a selecção ganesa começou a fazer a festa no arranque da segunda parte, através de um golo do médio Kudus, dos ingleses do Tottenham, tento que foi suficiente para levar de vencida as Comores e confirmar definitivamente o apuramento.

Com as 10 jornadas disputadas, o Gana assegurou o apuramento com 25 pontos, mais seis do que Madagáscar, sete do que o Mali, 10 do que Comores, com a República Centro Africana a ter oito e Chade apenas um, surpreendentemente frente aos ganeses.

A derrota por 4-1 frente ao Mali afastou Madagáscar da possibilidade de chegar ao play-off de apuramento, ao qual ficou mais perto de chegar o Burkina Faso, que venceu a Etiópia, por 3-1, ocupando, para já, um dos quatro lugares de acesso a essa eliminatória, reservados aos quatro melhores segundos.

Para a 23.ª edição do Mundial, a ser disputado por 48 selecções entre 11 de Junho e 19 de Julho de 2026, nos Estados Unidos, no Canadá e no México, têm, além dos três anfitriões, presença garantida 18 países, incluindo as selecções africanas do Egipto, Marrocos, Tunísia e Argélia.

 

A selecção nacional de futebol já está em Argel para o jogo diante da Somália, marcado para esta terça-feira, a contar para a última jornada de apuramento ao Mundial 2026. Será um jogo para cumprir calendário depois de espumadas as possibilidades de qualificação e este domingo cumpriu o primeiro treino.

Os Mambas chegaram ao fim da tarde de sábado a Argel, capital da Argélia, depois de 24 horas de viagem, nas quais os jogadores tiveram que pernoitar nos bancos do aeroporto, em Doha, devido a problemas de ligações aéreas. 

O combinado nacional tem encontro com Somália, terça-feira, no derradeiro embate do grupo G de qualificação ao Mundial de futebol do próximo ano, prova na qual Moçambique disse adeus ao sonho do apuramento, depois da derrota sofrida em casa diante da Guiné-Conacri, na passada quinta-feira.

Em solo argelino, onde Somália vai jogar em casa emprestada, os Mambas vão realizar apenas duas sessões de treinos, sendo o primeiro o acontecido na manhã deste domingo, com o seleccionador nacional a poupar os jogadores, priorizando a recuperação física, depois da desgastante viagem.

Ainda assim o ambiente no balneário continua animador para o fecho da campanha com os jogadores apostados em terminar com uma vitória, para sonhar com o segundo lugar do grupo, mas também para preparar melhor a fase final do Campeonato Africano das Nações, CAN de Marrocos, em Dezembro próximo.

Diogo Calila, que chegou, viu e ganhou titularidade na ala direita dos Mambas, tendo feito já três jogos desde que começou a ser chamado, disse que o objectivo do conjunto é recuperar a forma física para estar a 100% no jogo de terça-feira.

“Já estamos a preparar o embate contra a Somália, o mais importante neste momento agora é tentar recuperar ao máximo, fisicamente, pelas todas as viagens que fizemos, para poder estar a 100% para o jogo fisicamente, porque isso acho que é o mais importante. As nossas ambições são sempre as mesmas, vamos tentar entrar para disputar os três pontos, tentar vencer e dar essa alegria ao povo moçambicano, aquilo que não conseguimos fazer no Zimpeto, vamos já tentar remediar e conseguir a vitória frente à Somália”, disse.

Diogo Calila diz ainda que o jogo é para vencer, mesmo respeitando o adversário, “porque são sempre adversários, qualquer adversário que seja, é sempre difícil, então acho que temos de encarar com enorme humildade e, neste caso, levar a sério este jogo, porque é muito importante também para nós, para começar já a preparar o que vem daí em diante”.

Por seu turno, Keyns Abdala, jogador que começa a ser “habitué” nas escolhas de Chiquinho Conde, disse que o grupo continua unido e focado na recuperação física, após desgaste da viagem.

“Vamos agora para o primeiro treino, aqui no solo argelino, e ouvir quais são as novas indicações que o mister e a comissão técnica têm para nós”, frisou.

Em termos de perspectivas, Keyns disse que mantêm-se as mesmas, com ambições de entrar para o jogo para sair com a vitória.

“É sempre dignificar a nação, dignificar a selecção, dignificar o nome, o país, que nós todos carregamos aqui no peito, e sempre humildemente indo ao campo, fora do campo, sempre vamos transparecer a mesma ideia. Quanto ao próximo jogo, é o que nós esperamos agora de saber com o treinador, saber quais serão as estratégias, quais serão os métodos que nós iremos implementar em campo, mas, fora isso, sempre com a mesma postura, com o mesmo rigor, com a mesma disciplina e respeito, acima de tudo, pelo adversário”, disse.

Aliás, o jogador diz que o facto de ter falhado o objectivo, não retira mérito aos jogadores, até porque as contas fazem-se no final, realçando que “vamos encarar o jogo como mais um jogo, pois é jogo a jogo que nós pensamos e, até chegarmos lá, iremos trabalhar da mesma forma que trabalhamos neste momento”. 

Não deixou de falar do sentimento em representar a selecção nacional, merecendo a confiança do seleccionador nacional nas convocatórias. “A chamada à selecção é sempre emocionante, é sempre gratificante, eu sempre vou agradecer pela confiança que é me depositada, pois, como Keyns, há vários, e ainda aqueles que continuam a ser chamados, é sempre uma honra de representar o país, onde quer que seja, em que escalão seja, e desta vez é diferente”.

Para já, os jogadores Diogo Calila e Faisal Bangal, ambos em prevenção a lesões, trabalharam a parte no primeiro treino realizado na cidade de Oran, na Argélia, tendo em vista o jogo desta terça-feira, dia 14 de Outubro, diante da Somália a contar para a 10ª jornada do Grupo G de qualificação ao Mundial 2026.

Quatro selecções africanas já estão qualificadas para o Campeonato do Mundo 2026. Trata-se do Egipto, Tunísia, Marrocos e Argélia.. As restantes selecções serão confirmadas a partir deste domingo.

Quando falta apenas uma jornada para o encerramento da fase de qualificação para o Campeonato do Mundo 2026, quatro selecções africanas já garantiram a presença na prova. Trata-se do Egipto, Tunísia, Marrocos e Argélia, curiosamente todas elas do norte de África. 

A selecção argelina, líder do grupo G, onde está Moçambique, qualificou-se  na quinta-feira, após vencer a Somália por três bolas sem resposta, somando agora 22 pontos, mais dois que o Uganda, na segunda posição. 

As restantes selecções que irão representar o continente africano na maior prova futebolística serão conhecidas a partir deste domingo, com a disputa da última jornada.  Bem posicionado na tabela classificativa do respectivo grupo, o Cabo-Verde pode garantir a qualificação inédita para o Mundial e também o Benin. 

A seleção cabo-verdiana precisa apenas de um empate para apurar-se pela primeira vez à prova, sendo que o Benin precisa de uma vitória. A África do Sul também está bem posicionada para garantir um lugar na prova, estando neste momento a liderar o Grupo C com 18 pontos. 

Em risco de falhar a qualificação directa para a prestigiada competição, estão as selecções dos Camarões, Nigéria, Senegal e Costa do Marfim, que mesmo assim vão lutar até ao fim. 

O antigo judoca e actual vice-presidente da Federação Moçambicana de Judo, Nilton Mujovo, apresenta a sua candidatura ao cargo máximo da modalidade ao nível do país, para as eleições marcadas para final deste mês de Outubro.

Mujovo, que iniciou funções na Federação Moçambicana de Judo como Secretário Geral interino, em 2013, assumiu o posto de executivo da organização pouco depois, já no elenco de Igor Vaz, e mais tarde foi nomeado vice-presidente na presidência de Fernando Sumbana, nos dois últimos mandatos.

O candidato à liderança do Judo moçambicano diz avançar pela paixão que tem pela modalidade, pelo futuro que almeja e, principalmente, porque acredita que consigo pode fazer crescer a modalidade.

“Sobretudo pelo amor que sinto pelo Judo e por sentir que é possível, e obrigatório, fazer mais e melhor em vários níveis, sejam eles desportivos, sociais, institucionais, éticos, financeiros, de cidadania, igualdade e transparência”, considera.

Nilton Mujovo, que se considera filho do Judo “desde pequeno”, diz que apresenta sua candidatura com a consciência de que o trabalho que pretende levar a cabo na presidência da federação, vai de encontro com as expectativas dos judocas.

“Ao mesmo tempo é decisivo olhar para o futuro e perceber e antecipar os obstáculos e desafios que nos são colocados do ponto de vista organizacional, financeiro e estratégico, e tomar decisões que permitam a sustentabilidade económica, financeira e desportiva da Federação Moçambicana de Judo”, sustenta.

Por outro lado, o candidato compromete-se a levar os valores da modalidade, nomeadamente cortesia, coragem, honestidade, honra, modéstia, respeito, autocontrole e amizade aos praticantes do Judo, “tanto dentro como fora do tatami”.

Em termos de promessas, Nilton Mujovo diz estar comprometido em desenvolver novos talentos, competir ao máximo nível em Moçambique e nas competições internacionais e espalhar o bom nome do país além fronteiras e os valores do Judo e fundamentais de lealdade, fair-play, integridade e igualdade.

Ademais, compromete-se a expandir o que denominou de “Dez Mandamentos”, nomeadamente os valores, a vitória, a inovação, a saúde financeira, o planeamento, a comunicação, a integridade, a sustentabilidade, a ética e transparência.

Nilton Mujovo foi praticamente da modalidade e já representou o país em competições internacionais durante muito tempo. Desde que começou a assumir cargos de chefia ao nível nacional, Mujovo tem sido chamado a exercer funções ao nível internacional, como membro executivo da Associação da Commonwealth, reeleito em 2024, e a presidir a Comissão dos Veteranos da modalidade, cargo indicado pela União Africana de Judo, desde 2020.

As duplas moçambicanas de voleibol de praia já conhecem os seus adversários no campeonato do mundo da modalidade, que terá lugar em Novembro próximo, na Austrália. O sorteio da prova foi realizado esta semana em Adelaide, Austrália.

A dupla feminina de Moçambique composta por Vanessa Muianga e Mércia Mucheza vai disputar a prova da Austrália inserida no exigente Grupo D, onde vai defrontar selecções do topo do voleibol mundial.

Posicionadas na posição 145 do ranking mundial, Vanessa e Mércia terão pela frente a dupla norte-americana composta por Cannon e Craft, segundas no ranking, uma dupla alemã constituída por Ittlinger e Grüne, posicionadas no 25º lugar, e a dupla da França, composta por Placette e Richard, que ocupam a posição 27 do ranking mundial.

Com ambições de ganhar experiência na prova e procurar surpreender, a dupla moçambicana defronta sucessivamente as francesas, as alemãs, encerrando com as norte-americanas.

Por seu turno, a dupla masculina José Mondlane e Osvaldo Mungoi, que ocupam a posição 120 no ranking mundial, vão ter pela frente as duplas da Argentina, Alemanha e Canadá, no grupo K.

Mondlane e Mungoi vão defrontar, sucessivamente os irmãos Capogrosso, da Argentina, 4ºs do ranking mundial, depois a dupla Ehlers e Wickler, da Alemanha, 22ºs, e os canadianos Schachter e Pickett, que ocupam a posição 37 do mundo.

As duplas moçambicanas estão na fase de preparação e poderão cumprir um estágio fora de portas antes da disputa do Mundial de vólei de praia, marcado para Adelaide, na Austrália, de 14 a 23 de Novembro próximo.

Os Mambas perderam diante da Guiné-Conacri por 1-2 e estão fora da corrida para o Mundial 2026. A selecção nacional defronta o Sudão na próxima terça-feira, em jogo da última jornada do Grupo G.

Ainda havia pouca história para contar e nem sequer houve espaço para se definir a tendência do jogo. Em dois minutos, Traoré foi despertador para uma defesa que estava a dormir. 

Golo madrugador e que redefiniu a postura dos Mambas. Com um toque subtil, Faisal Bangal tentou importunar Soumaila Sylla, que com a ponta das luvas evitou o golo. 

A Guiné-Conacri ditava o ritmo do jogo a partir do meio campo. Se não é ele a marcar, pelo menos ajuda a marcar. Geny Catamo colocou a bola na cabeça de Reinildo, que à moda inglesa empatou a partida. 

Tal como na primeira, ainda havia pouca história para contar. A segunda parte teve o mesmo actor principal. Traoré voltou a colocar em sentido a defesa moçambicana, marcando o segundo golo. 

Continência merecida. Complicado, muito complicado. Alfonso Amade até tentou reacender a última esperança que teimava em não morrer. O seu remate esbarrou-se em Soumaila Sylla. Já não há muito por fazer senão cumprir a jornada na próxima terça-feira.

O Presidente da República dirigiu-se hoje à selecção nacional de Futebol, os  “Mambas”, para um encontro motivacional antes do jogo desta  quinta-feira contra a Guiné, a contar para o Grupo G das eliminatórias  do Campeonato Mundial de Futebol FIFA. 

Durante o encontro, Daniel Chapo sublinhou a importância da  representação nacional, destacou o trabalho da equipa técnica e  anunciou incentivos financeiros para os jogadores. 

“Quero em primeiro lugar endereçar os parabéns à equipa técnica,  liderada pelo mister Chiquinho Conde, à Federação Moçambicana de Futebol, ao Ministério da Juventude e Desportos e a todos os  jogadores da nossa Selecção que estão aqui. Eu vim aqui em nome  do povo moçambicano. Como sabem, a nossa Selecção quando está  a jogar é Moçambique que está em jogo”. 

O Chefe do Estado fez questão de salientar o trabalho meritório do  seleccionador nacional. “Nós estamos bastante satisfeitos com o  trabalho que tem sido realizado pela equipa técnica da Selecção  Nacional, liderada pelo mister Chiquinho Conde e a sua respectiva  equipa,” disse, notando que “o futebol avalia-se pelo resultado”. 

Acrescentou que a renovação da equipa e a integração de novos  talentos, lado a lado com jogadores experientes, é um sinal positivo de  uma “Selecção não só para o presente, mas também para o futuro”. 

Com a missão de reforçar a motivação para o embate contra a  Guiné, o Presidente Chapo anunciou o contributo de parceiros, o que  se traduzirá num prémio adicional para cada atleta. “Viemos aqui  também para motivar a Selecção. Nós temos parceiros que nos  disseram: Presidente, vai ter com a Selecção Nacional e diga a eles  que nós, em termos de prémios de jogo, vamos colocar mais 100 mil  meticais para cada jogador por aquilo que realmente merecem em  termos do resultado que vão obter,” revelou. 

O Presidente da República enalteceu o mérito dos atletas,  reconhecendo que estes “merecem muito mais do que isso,” mas que  o aumento do prémio representa “um sinal do esforço dos parceiros  que pretendem ver a nossa vitória hoje da Selecção Nacional rumo ao  Mundial”.

O estadista prometeu que o envolvimento do governo e de parceiros  para apoiar os “Mambas” será um “hábito,” referindo-se também à  mobilização de apoios para a continuação do Moçambola. 

A mensagem do Chefe do Estado foi clara quanto ao resultado esperado  para o jogo de hoje. Citando a famosa máxima do seleccionador, o  Presidente Chapo adaptou-a ao contexto actual: “O mister Chiquinho  Conde de tem dito que se não der para ganhar, não dá para perder.  Mas hoje dá para dizer que se não der para ganhar, dá para ganhar,  porque na fase em que nos encontramos já não temos muitas  soluções a não serem vitórias, ganhar”. 

Olhando para o futuro do desporto, o governante assumiu o  compromisso de melhorar as condições para os “Mambas,” classificando o jogador de futebol como um “artista” que necessita de  condições de excelência. “Nós precisamos começar a construir infra 

estruturas de qualidade […]. O jogador de futebol é um artista, sendo  um artista tem que ter condições para treinos, condições para estágio,  condições de habitação, condições de transporte para que  realmente possamos ter resultados que todos nós almejamos,” frisou. 

A Selecção Nacional de Futebol, os Mambas, realizou, esta terça-feira, o segundo treino, tendo em vista o jogo de quinta-feira frente à Guiné-Conacri, referente à nona jornada do Grupo G de qualificação para o Mundial de 2026. Geny Catamo e Calila são os únicos que ainda não se juntaram à equipa.

Moçambique precisa vencer a Guiné-Conacri, esta quinta-feira, no Estádio Nacional do Zimpeto, e esperar um empate ou derrota do Uganda frente ao Botswana, para continuar a sonhar com a qualificação ao Mundial de 2026.

Esta terça-feira, o combinado nacional, que ainda aguarda a chegada de Geny Catamo e Calila, realizou o segundo treino no Estádio Nacional do Zimpeto. A preparação decorre num ambiente de calma e a abordagem ao jogo é feita sem emoções.

“O ambiente está muito suave no grupo. Estamos a preparar-nos dia após dia para poder dar aquela alegria a todos os moçambicanos, que é conquistar os três pontos para o nosso povo”, disse o avançado da Seleção Nacional, Ângelo Cantolo, chamado pela segunda vez consecutiva, mas que ainda não saltou do banco.

A última jornada de qualificação será disputada fora de casa, contra a Somália. Por isso, os jogadores reconhecem a importância de vencer em casa e manter boas expectativas para o jogo fora.

“Devemos estar sempre preparados. Neste momento, acho que o mais importante é concentrarmo-nos naquilo que podemos controlar, que é primeiro este jogo contra um adversário teoricamente difícil, a Guiné. Respeitamos o adversário, mas não tememos nenhum. O que posso dizer é que estamos focados naquilo que podemos controlar, que é o próximo jogo — e tudo o resto deixamos para a última jornada”, afirmou Gildo Lourenço, que regressa às convocatórias de Chiquinho Conde.

A duas jornadas do fim da corrida ao Mundial, os Mambas ocupam o terceiro lugar, com 15 pontos, os mesmos do segundo classificado, Uganda.

No Estádio Nacional do Zimpeto, as portas abrirão duas horas antes do início da partida, agendada para às 18 horas.

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