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O País – A verdade como notícia

O internacional francês Patrice Beaumelle foi recentemente apresentado como o novo treinador principal de Angola, assumindo o comando dos “Palancas Negras” antes do Campeonato Africano das Nações, Marrocos 2025.

Beaumelle retorna a Luanda depois de ter feito parte da equipa técnica de Hervé Renard em 2010, cargo que lhe foi seguido por missões de treinador principal no continente, incluindo levar a Costa do Marfim à fase eliminatória do CAN  2021, em Camarões.

O estratega, agora com 47 anos, também passou algum tempo na equipa  argelina de MC Alger, onde competiu na Liga dos Campeões Africanos na temporada passada. 

Com um contrato de dois anos, Beaumelle sucede o técnico português Pedro Gonçalves e enfrenta o grande desafio de preparar a equipa para a final do Marrocos, onde terá que superar um difícil Grupo B encabeçado pelo poderoso Egipto, pela África do Sul, medalhista de bronze em 2023, e pelo Zimbabwe. 

“O objectivo é sempre dar o nosso melhor com o coração. Vamos competir em um grupo difícil, enfrentando adversários fortes como Egipto, África do Sul e Zimbabwe. Apenas dois se classificarão, mas acreditamos que é possível”, disse o técnico.

Sem prometer títulos imediatos, o técnico francês enfatizou que o foco deve ser construir uma equipa sólida e consistente.

“Temos que ser humildes, trabalhar com seriedade e deixar que os resultados falem por si. Disciplina, organização e confiança nos jogadores angolanos serão as chaves do nosso sucesso”, anotou.

Questionado sobre sua decisão de aceitar o projecto angolano, Beaumelle revelou que tinha outros, mas que Angola sempre foi sua prioridade.

“Vi este projecto como uma oportunidade de continuidade e crescimento. Já conversei com todos os jogadores e viajarei para observar tanto os que jogam no exterior quanto os que estão em Angola. É essencial monitorar de perto todos os talentos disponíveis.”

Ele também apresentou a equipa técnica que o acompanhará: ficarão em Angola, de forma permanente, o assistente técnico Saad Ishalalen e o preparador físico Olivier Martinez, além do próprio treinador principal.

Com o maior espectáculo do futebol africano a poucos meses de distância, Beaumelle pretende restaurar a competitividade de uma equipa que sonha em retornar à elite do futebol africano.

 

A Confederação Africana de Futebol (CAF), sob a liderança do sul-africano Patrice Motsepe, anunciou, ontem, um retorno à lucratividade, revertendo vários anos de défices financeiros e alcançando um crescimento significativo como parte da estratégia de recuperação da agremiação adoptada em 2021.

O anúncio foi feito durante a 47ª Assembleia Geral Ordinária da CAF, em Kinshasa, República Democrática do Congo. A CAF reportou um lucro líquido de US$9,48 milhões no exercício financeiro de 2023-2024, marcando o primeiro lucro declarado em vários anos. 

Essa conquista reflete um forte aumento nas receitas comerciais, impulsionado pelo crescente apelo global do futebol africano, pela entrada de novos patrocinadores e pela implementação de controlos financeiros rigorosos pela liderança da CAF.

Há quatro anos, quando a CAF enfrentava um défice financeiro significativo e vários desafios, incluindo diversas disputas legais, o presidente Motsepe iniciou um plano estratégico de recuperação com o objectivo de tornar o organismo reitor do futebol africano e o futebol globalmente competitivos e financeiramente autossustentáveis.

Além de declarar lucro pela primeira vez em vários anos na 47ª Assembleia Geral Ordinária em Kinshasa, a CAF aumentou significativamente o investimento em competições, prémios em dinheiro, apoio financeiro para sindicatos zonais e associações-membro e gastos em programas de desenvolvimento.

Essa reviravolta reflete a estratégia comercial fortalecida da CAF e seu compromisso em garantir que o crescimento financeiro beneficie directamente jogadores, clubes e associações membros.

As receitas da CAF continuaram a crescer – agora até US$166,42 milhões. As prioridades de gastos estão alinhadas ao crescimento do futebol: prémios em dinheiro (US$81 milhões), organização de torneios (US$19 milhões), desenvolvimento do futebol (US$35 milhões) e governação e administração (US$21 milhões).

A CAF fortaleceu seu posicionamento global por meio de parcerias de alto nível e acordos de patrocínio, garantindo que o futebol africano continue sendo uma plataforma de primeira linha para marcas globais.

Esses acordos reforçam a missão da CAF de oferecer competições de nível mundial e aumentar o valor comercial do futebol em todo o continente, com o número de patrocinadores e parceiros a registar crescimento para 16 em 2024-25.

Na província de Inhambane, multiplicam-se esforços para reanimar o turismo após o abalo causado pelas manifestações pós-eleitorais.

Entre as iniciativas, destaca-se o 4×4 Mozambique Challenge, uma competição de viaturas e motorizadas off-road que está a transformar a praia de Ligogo num palco de emoção.

É o roncar dos motores que se mistura com o som das ondas na praia de Ligogo, no distrito de Jangamo, marcando o arranque oficial do 4×4 Mozambique Challenge, a primeira edição de uma corrida que promete colocar Inhambane no mapa do turismo de aventura em África.

O evento, que junta adrenalina, velocidade e paisagens naturais, mobilizou pilotos e turistas de três países africanos, atraídos pela emoção do offroad e pelo cenário paradisíaco da costa moçambicana.

Shaum, da organização da prova, diz que a competição é tradicional em quase todo mundo. “Ele tem uma enorme legião de seguidores em todo o mundo, por isso é preciso encontrar novas aventuras para eles e Moçambique continua intocado nesta área. Assim, podemos fazer deste evento um desafio incrível para todos”, disse.

As autoridades e organizadores esperam que o evento ajude a revitalizar o turismo nas praias de Inhambane, um sector profundamente afectado pela crise que se seguiu às manifestações pós-eleitorais.

A aposta é transformar a adrenalina do desporto motorizado num novo chamariz turístico, capaz de devolver a confiança dos visitantes e reerguer a economia local.

Estima-se que esta primeira edição reúna cerca de 30 pilotos, num espetáculo que promete muita adrenalina e emoção.

A ambição é transformar o 4×4 Mozambique Challenge numa tradição anual em Inhambane e consolidar o evento como uma nova marca do turismo desportivo na região, segundo disseram os organizadores do evento.

“O 4×4 Mozambique Challenge 2025 é apenas o começo. Este é o primeiro ano, mas no próximo teremos uma edição ainda maior, com novos e grandes patrocinadores. A cada ano, o evento vai crescer, atraindo cada vez mais participantes internacionais. O objectivo é conquistar o interesse de europeus, sul-africanos, zimbabweanos, namibianos, cidadãos do Lesoto e de qualquer outro país que queira juntar-se a esta aventura”, disse Shaum.

O 4×4 Mozambique Challenge arrancou oficialmente no sábado passado e termina nesta terça-feira.

Moçambique conquistou 72 medalhas no recém-terminado Campeonato Africano de Tang Soo Do, prova que decorreu de 3 a 5 de Outubro, em Johannesburg, que teve a participação de 160 atletas da Região 14 da Associação Mundial de Tang Soo Do, em representação da África de Sul, Botswana, Seychelles e Moçambique, tendo revalidado o título conquistado no ano passado.

Nesta 24ª edição do Campeonato Africano de Tang Soo Do, Moçambique esteve representado por 46 atletas, nas divisões de masculinos e femininos, nas categorias de infantis, juniores, seniores e veteranos em cinturões coloridos e negros.

No primeiro dia do evento, 3 de Outubro, tiveram como primeira actividade um seminário de gestão e administração de escolas de artes marciais, de seguida nove candidatos a novos níveis foram testados, sendo um das Seychelles, outro da África do Sul, dois de Botswana e cinco de Moçambique. 

Os moçambicanos conseguiram alcançar os seus objectivos nos testes, com Júlio Gune a sair do cinturão azul para primeiro nível cinturão negro, enquanto Cliton Candja, José Kocken, Miro Mathe e Momola Francisco saíram do primeiro nível do cinturão negro para segundo nível.

No dia 4, reservado às competições para todas as idades e níveis de cintos, Moçambique arrecadou um total de 72 medalhas, das quais 29 de ouro, 22 de prata e 21 de bronze, para além de seis taças de um total de nove em disputa.

As taças foram conquistadas por Momola Francisco, que foi o grande campeão Cinturão Negro Sénior Masculino, Illan Daúto, Campeão Cinturão Negro Júnior Masculino, Melanie Saimone, campeã Cinturão Colorido Sénior Feminino, Júlio Gune, que foi campeão Cinturão Colorido Sénior Masculino, Ebenézia Tamele, que terminou como campeã Cinturão Colorido Júnior Feminino, e Baptista Macuvele, campeão Cinturão Colorido Júnior Masculino.

Segundo o Mestre Temporário, presidente da Associação Moçambicana de Tang Soo Do, “mais do que uma disputa de taças e medalhas, o campeonato serviu como uma oportunidade para promover o desenvolvimento da modalidade e estreitar laços entre atletas e líderes da região num ambiente marcado pelo respeito, disciplina e dedicação, valores fundamentais do Tang Soo Do”.

O evento contou ainda com a presença do convidado Mestre Internacional Sénior, Johnny Williamson, Cinturão Negro Sétimo Dan e actual presidente de um dos Conselhos de Administração da Associação Mundial nos Estados Unidos da América.

O presidente da Federação Moçambicana de Futebol (FMF) e vice-presidente da CAF, Feizal Sidat, participa na 47ª Assembleia Geral Ordinária da Confederação Africana de Futebol (CAF), que decorre em Kinshasa, República Democrática do Congo.

O evento reúne líderes e dignitários do futebol mundial para discussões estratégicas de grande impacto, que visam definir caminhos e projectos para o futuro do futebol africano.

A assembleia conta igualmente com uma presença distinta de lendas do futebol africano, associações-membro, celebrando as conquistas do continente e contribuindo para debates sobre os próximos passos do desenvolvimento do desporto-rei.

Com a participação de dirigentes, personalidades e figuras emblemáticas do futebol, a 47ª Assembleia Geral da CAF promete ser um marco na afirmação da herança desportiva africana e na definição de uma visão ousada para o futuro do futebol no continente.

A anteceder a Assembleia Geral, Feizal Sidat participou na reunião do Comité Executivo da CAF, uma sessão presidida pelo respectivo presidente da CAF, Patrice Motsepe.

Dentre os pontos debatidos, destacam-se os preparativos para a Taça das Nações Africanas Feminina, Marrocos 2026, a definição de datas e local da Gala CAF Awards 2025, a actualização sobre propostas e candidaturas para futuras competições continentais, e outros assuntos estratégicos de desenvolvimento do futebol africano.

A selecção nacional de futebol iniciou, nesta segunda-feira, a preparação para o embate de quinta-feira, diante da Guiné-Conacri, a contar para a nona jornada da fase de grupos de qualificação para o Mundial 2026. Na sessão desta segunda-feira, estiveram presentes 12 jogadores, com destaque para três “estrangeiros”.

A primeira sessão de treinos dos Mambas contou com a presença de 12 jogadores, nove dos quais que actuam internamente, e três deles fora de portas, nomeadamente Witi Quembo, Pepo Santos e Stanley Ratifo.

Porém, a grande novidade do dia é a ausência de Ricardo Guimarães, ou simplesmente Guima, que vai desfalcar o conjunto moçambicano, devido a problemas familiares devidamente justificados ao seleccionador nacional.

Chiquinho Conde terá anuído a ausência de Ricardo Guima nos Mambas, e, para o seu lugar, foi resgatado Clésio Baúque, jogador da Black Bulls, que já se apresentou aos trabalhos do conjunto moçambicano.

Face às ausências no primeiro treino, a equipa técnica priorizou aspectos de recuperação física, preferindo deixar os aspectos técnicos-tácticos para os treinos seguintes, nomeadamente hoje e amanhã, quando o grupo estiver completo.

Espera-se que todos os jogadores se apresentem até à manhã desta terça-feira, por forma a que estejam presentes nos dois últimos treinos em solo pátrio, antes do jogo de quinta-feira, no Estádio Nacional do Zimpeto, a partir das 18h00, diante da Guiné-Conacri.

Ratifo, Gildo e Faisal de pé quente antes do jogo

Entretanto, dos jogadores convocados por Chiquinho Conde para os dois jogos de qualificação para o Mundial, apenas Reinildo Mandava não jogou pelo seu clube em virtude de estar a cumprir castigo pelo vermelho que viu há duas semanas.

Os restantes jogadores tiveram minutos na última jornada dos respectivos campeonatos, com destaque para Stanley Ratifo que fez um hat-trick na goleada imposta pela sua equipa, o Chemie Leipzig diante do VSG Altglienicke.

Faisal Bangal também deu o gosto ao pé ao apontar um dos três golos com que a sua equipa venceu na última jornada, enquanto Gildo apontou o tento de honra na derrota da sua equipa, no sábado.

Pepo, por seu turno, esteve em grande com uma assistência na vitória da sua equipa, Caldes SC, diante do Belenenses. Edmilson Dove, Alfonso Amade, Manuel Kambala e Mexer também foram titulares nas suas equipas, enquanto Witi, Bruno Langa, Geny Catamo e Diogo Calila foram suplentes utilizados, com o último deles a sair lesionado, sendo, por isso, dúvida para o jogo da quinta-feira.

Guiné já em Maputo para o jogo diante dos Mambas

Para já, a selecção nacional da Guiné-Conacri aterrou, na manhã desta segunda-feira em Maputo, para o jogo de quinta-feira, referente à nona jornada do grupo G de qualificação para o Mundial 2026.

Ainda assim, foram 17 dos 25 jogadores convocados pelo seleccionador guineense que chegaram, nesta segunda-feira, ao solo moçambicano, esperando-se que os restantes cheguem até à manhã desta terça-feira para o arranque dos trabalhos.

Recorde-se que, no jogo da primeira volta entre as duas selecções, Moçambique venceu por uma bola sem resposta com golo de Geny Catamo.

O Internacional moçambicano, Feliciano Jone, ou simplesmente Nené nas lides futebolísticas, vai jogar na Líbia. O anúncio da saída foi feito ontem nas plataformas de comunicação da Associação Black Bulls, sem avançar o nome do clube em que o central moçambicano vai alinhar. Nené deixa o campeão nacional com um marco importante, ao ter disputado 100 jogos ao serviço dos “touros”. 

Na sua página oficial do Facebook o clube escreveu que: “hoje o nosso Feliciano Jone (Nené, Dalinha) despede-se da família Black Bulls com o dever cumprido. Foram 100 jogos, muitos títulos, golos decisivos, minutos de entrega total, sorrisos e adeptos conquistados. Obrigado por cada momento, pela garra, pela humildade e por representares a nossa camisola com orgulho. Agora é hora de voar para um novo desafio e continuar a escrever a tua história”, lê-se. 

Nené, que se juntou hoje aos Mambas, que vão disputar as últimas duas jornadas contra o Botswana e Guiné-Conacri, na corrida para o Campeonato do Mundo, deverá partir para Líbia a qualquer momento. 

Formado no Textáfrica de Chimoio, o internacional moçambicano teve passagens pelo Costa do Sol antes de rumar para a Black Bulls, onde consolidou a sua carreira, merecendo, por isso, chamadas constantes na selecção nacional. 

 

A Federação Moçambicana de Basquetebol pode ser banida das competições internacionais devido a uma dívida de 15 mil dólares que mantém com a FIBA-África. A informação foi recentemente tornada pública pelo presidente da FIBA-África e confirmada pelo presidente da Federação Moçambicana de Basquetebol.

As dívidas foram contraídas durante a participação no último Afrobasket, em Abidjan, na Costa do Marfim, e dizem respeito ao pagamento de serviços de alojamento num valor não especificado, bem como à FIBA-África, num montante de cerca de 15 mil dólares, além de compromissos com alguns atletas.

A FMB, que convocou a imprensa este domingo para prestar esclarecimentos, reconhece a existência da dívida. Segundo explicou o presidente da FMB, a dívida relacionada com o pagamento de alojamento deveu-se ao facto de a agência de viagens ter determinado que a seleção nacional deveria apresentar-se em Abidjan três dias antes do início da competição, o que comprometeu a disponibilidade financeira para liquidar a dívida junto da FIBA.

Mazivila, que promete liquidar a dívida nos próximos dias, acusa o presidente da FIBA-África, Aníbal Manave, de falta de patriotismo ao divulgar publicamente a situação.

Actualmente, a dívida institucional da Federação Moçambicana de Basquetebol ronda os 3 milhões de meticais.

Mais uma vez, os melhores desfilaram aos olhos de todos, em várias categorias na Gala Nacional do Desporto. Campeã africana de basquetebol pelo Ferroviário de Maputo, Anabela Cossa foi eleita a atleta do ano, categoria na qual também foi indicado o pugilista Tiago Muxanga, em masculinos. Na mesma gala, o internacional moçambicano Geny Catamo foi distinguido atleta popular de 2024. 

“É uma honra para mim ser galardoada num evento desta dimensão. Agradeço à minha equipa, Ferroviário de Maputo, ao meu treinador  e à minha família pelo apoio que me tem prestado durante a minha carreira”, disse Anabela Cossa.

Os atletas não foram os únicos a serem reconhecidos. O seleccionador nacional dos Mambas, Chiquinho Conde, também foi distinguido pelo seu contributo como jogador e treinador e diz que a distinção engrandece o nome da sua família e constitui o reconhecimento das referências do desporto moçambicano. 

A Gala reconheceu ainda várias instituições, como é o caso  do Instituto Médio de Educação Física e Desporto, tido como actor fundamental para o desenvolvimento do desporto nacional.

“Esse reconhecimento chega numa altura certa, tendo em conta as actividades que o IMEDE tem estado a desenvolver ao nível das cidades da Beira, Maputo e Nampula, actividades essas relacionadas com a formação de técnicos médios, que contribuem em grande medida para o desenvolvimento do desporto. Contribuímos também com a formação de professores de educação física que trabalham para a massificação do desporto escolar”, anota o director do IMEDE, Paulo Saveca. 

Na gala houve espaço também para distinguir os diversos parceiros, que têm financiado e suportado vários projectos em quase todas as modalidades. Uma das instituições distinguidas é a Bolsa de Valores de Moçambique. O Presidente do Conselho de Administração desta instituição, o reconhecimento é um sinal de que “devemos continuar  a trabalhar para garantir que os moçambicanos possam ficar cada vez mais alegres com o desporto que é praticado no nosso país”, sublinha Pedro Cossa. 

O Ministro da Juventude e Desportos, Caifanide Manasse, destacou a importância do reconhecimento dos desportistas, assim como os desafios do desporto moçambicano.

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