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O País – A verdade como notícia

O internacional moçambicano Luís Miquissone diz estar feliz com a conquista do título de futebol tanzaniano. O jogador pretende fazer a dobradinha ao conquistar a Taça no dia 25 do corrente mês.

Tratado como “Konde boy” na Tanzânia, as qualidades de Luís Miquissone fazem os tanzanianos sonharem num Lionel Messi emprestado ao país. Na presente época, o internacional moçambicano está “on fire”, tendo ajudado o Simba a conquistar o título, no domingo, a duas jornadas do fim do campeonato.

Na presente temporada futebolística, Luís Miquissone foi um dos jogadores mais influentes na equipa, tendo apontado nove golos, maioria dos quais de causar cobiça. Estes dados e mais a conquista do campeonato animam o jogador que vive por lá, na terra de Nyerere, os melhores dias.

“Estou muito feliz por ser bicampeão e por estar a representar e carregar o povo moçambicano aqui, na Tanzânia. O feito alcançado deixa-me com sentimento de dever cumprido”, anotou o jogador.

Miquissone ajudou o Simba a qualificar-se à final da Taça ao apontar o golo da vitória diante do Young África. Festejou a vitória, festejou o título no domingo, no entanto Konde boy mostra-se um homem insaciável e quer voltar ao delírio no dia da final da Taça. Aliás, teria duplo motivo para festejar.

“Isto ainda não acabou. Temos ainda chance de vencer a Taça no dia 25, que é uma data especial por ser do meu aniversário”, vaticinou.


ÉPOCA SOBERBA DE “KONDE BOY”

A conquista do título de Miquissone tem um sabor especial. Primeiro, por ser arrebatamento do segundo canecão consecutivo. Segundo, por ser o corolário de uma época épica na Liga dos Campeões Africanos de Futebol, na qual o seu Simba ficou nas meias-finais, ao perder para o Kaizer Chiefs da África do Sul por 4-3, no agregado das duas mãos. Ficou o Simba, mas os dados de Miquissone permaneceram registados.

Terminou a fase de grupos como um dos melhores marcadores da prova, com três golos, a par de quatro jogadores – o tunisino Mohamed Rhomdane, do Espérance Tunis, o marroquino Ayoubi El Kabbi, o argelino Amir Sayoud do CR Belouizdad e o egípcio Mohamed Sherif do Al Ahly.

O menino de Angónia foi preponderante ao fazer os três golos nas vitórias do Simba diante do Al Alhy por 1-0, frente ao Al Merrikh por 3-0 e contra o AS Vita Club por 4-1, todos os jogos disputados em Dar-Es-Salaan. Por várias vezes, fez parte do onze ideal da jornada.

Com estes números soberbos, “Konde boy” entrava na restrita lista de três jogadores que concorriam ao melhor atleta da presente época na Liga milionária de futebol continental. A si juntavam-se o egípcio Amr Elsolia e sul-africano Themba Zwane.

 

TRAJECTÓRIA MIQUISSONE

Luís José Miquissone, simples quanto isto. Nome de referência e em ascensão. Nasceu em Angónia, província de Tete, a 25 de Julho de 1995, prodígio a cada dia, vai provando o seu potencial ao continente. Com “raízes” na União Desportiva de Songo, Miquissone tentou a sua primeira demonstração ao continente pelo Sundows da África do Sul, mas foi uma daquelas aventuras para esquecer.

Foi preterido, tendo sido emprestado ao Royal Eagles e Chipa United da segunda divisão. Em 2019, regressou à União Desportiva de Songo e, em 2020, ganha voo para o gigante tanzaniano, Simba.

Este é Miquissone bicampeão da Tanzânia, considerado um dos melhores jogadores do continente e que já está no radar de gigantes africanos.

O Benfica confirmou ao início da manhã desta terça-feira, nas suas redes sociais, a chegada de João Mário ao clube. “João Mário é do SL Benfica”, pode ler-se na conta oficial do emblema da Luz nas redes sociais.

Recorde-se que o médio internacional português de 28 anos tinha, segunda-feira, rescindido o vínculo que o ligava ao Inter de Milão, chegando, desta forma, a custo zero às águias. Notícias veiculadas já esta manhã davam conta de que o centrocampista que, na temporada passada, se sagrou campeão nacional ao serviço do Sporting, em que esteve por empréstimo do Inter, iria assinar com o Benfica um contrato válido por cinco temporadas.

Formado no clube de Alvalade, João Mário disputou 34 jogos e marcou dois golos no conjunto de todas as competições na temporada passada pelos “leões”, que começaram por mostrar interesse em garantir o concurso do jogador a título definitivo. Porém, não houve acordo com o clube milanês e João Mário acaba, agora, por rumar ao “eterno rival” da formação leonina.

João Mário, recorde-se, tinha sido vendido pelo Sporting ao Inter no início da época de 2016/17, a troco de 45 milhões de euros, mas acabou por nunca singrar nos “nerazzurri”. Porém, aquando dessa transferência, ficou acordado que os “leões” teriam direito a uma compensação financeira caso o Inter vendesse João Mário a um clube português sem que o Sporting tivesse oportunidade de igualar a proposta.

Contudo, o facto de o jogador ter rescindido com a turma de Milão e chegar, agora, ao Benfica como jogador livre, poderá servir para contornar essa situação. Ainda assim, as notícias veiculadas na noite de segunda-feira davam conta de que o Sporting estava atento à situação e já teria questionado o Inter sobre a rescisão do contrato do médio.

Internacional português por 45 ocasiões, João Mário fez praticamente toda a sua formação como futebolista no Sporting, clube ao qual chegou com 10 anos para as “escolinhas”, cumprindo todas as etapas até se estrear pela equipa principal com 18 anos, em 2011/12. Conta no currículo com passagens por V. Setúbal, Lokomotiv Moscovo e West Ham United, para além de Sporting e Inter.

João Mário torna-se, desta forma, no terceiro reforço do Benfica para a nova época, depois da chegada de Rodrigo Pinho (Marítimo) e Gil Dias (Famalicão). No Benfica, vai reencontrar Jorge Jesus, que o orientou em Alvalade em 2015/16.

 

SPORTING «ESTRANHA» RESCISÃO DE JOÃO MÁRIO COM O INTER

O Sporting tem acompanhado o processo de João Mário a par e passo e, esta segunda-feira, confirmada a rescisão do contrato do médio com o Inter, os leões contactaram oficialmente os dirigentes do emblema italiano no sentido de perceberem com detalhe o que se estava a passar.

O Sporting, apurou A BOLA, manifestou ainda a sua profunda estranheza pelo facto de o jogador ter acabado por rescindir o último ano de contrato que tinha com o Inter, depois de o Sporting ter feito uma proposta de 3 milhões de euros, mais 2 milhões de euros  por objectivos e de a mesma ter sido recusada, acabando então por rescindir. O clube vai continuar a acompanhar os desenvolvimentos deste processo.

A Federação Moçambicana de Futebol projecta o arranque dos Campeonatos Provinciais de futebol, de futsal e de futebol de praia para 1 de Agosto, de acordo com o comunicado de imprensa enviado à nossa redacção.

O organismo que gere o futebol moçambicano insta as associações provinciais e os clubes a prepararem-se para a retoma das competições, caso o Chefe do Estado moçambicano autorize, na próxima comunicação que fará à nação.

“A Direcção Executiva da Federação Moçambicana de Futebol informa que está a fazer todos os possíveis para tornar realizáveis os campeonatos provinciais de futebol 11, futsal e futebol de praia, em coordenação com o MINEDH e MISAU, cumprindo com todos os requisitos estipulados no protocolo médico, que possa permitir a realização de competições, devendo as Associações Provinciais de Futebol se programarem para iniciar os respectivos campeonatos provinciais a partir de 1 de Agosto próximo, se os mesmos forem autorizados pelo próximo pronunciamento público de Sua Excelência o Presidente da República”, lê-se no comunicado endereçado às Associações Provinciais de Futebol, Clubes, seus filiados, Liga Moçambicana de Futebol, jogadores e comunicação social.

Num outro comunicado, a Casa do Futebol suspende a disputa dos jogos das selecções de formação provinciais que estavam a decorrer “devido ao agravamento da situação de saúde pública provocada pelo avolumar dos casos da COVID-19 no país”, refere.

Recorde-se que esta suspensão tinha sido já anunciada pela Secretaria de Estado do Desporto, até porque não havia autorização para a realização dessas competições.

Se há perspectivas de retoma e suspensão de prova, a única certeza é que o presidente da Federação Moçambicana de Futebol, Feizal Sidat, foi convidado a tomar parte do jogo da final da Liga dos Campeões Africanos, próximo sábado, entre Kaizer Chiefs da África do Sul e Al Ahly do Egipto, em Rabat, Marrocos.

A qualificação dos Mambas às meias-finais do torneio regional da Cosafa depende de apenas um único resultado, esta quarta-feira diante da Namíbia: a vitória. Em caso de empate ou derrota, o combinado nacional regressa mais cedo ao país.

Somente a vitória interessa à selecção nacional de futebol, os Mambas, na partida desta quarta-feira diante da Namíbia, a contar para a última jornada do grupo “B” do torneio Cosafa, que decorre na vizinha África do Sul, mais concretamente em Port Elisabeth.

O único resultado aos Mambas ficou confirmado após a disputa dos jogos da quarta jornada, em que a Namíbia empatou com o Malawi a um golo, passando a somar sete pontos, e o Senegal levou de vencida o Zimbabwe, por duas bolas a uma, somando já seis pontos, ambos relegando a selecção de Moçambique à terceira posição, com quatro pontos.

Um empate faz o combinado nacional somar cinco pontos e nunca chegaria aos seis do actual segundo classificado, ao mesmo tempo em que uma derrota coloca os Mambas fora da próxima fase da competição.

Uma vitória, por qualquer resultado, coloca os Mambas nas meias-finais, uma vez que passaria a somar sete pontos, os mesmos da Namíbia, mas com vantagem no confronto directo, deixando os namibianos na terceira posição da prova.

Mas há mais: uma derrota diante da Namíbia a aliar-se a uma vitória do Malawi frente ao Senegal faz os Mambas caírem para a quarta posição, uma vez que os malawianos passariam a somar cinco pontos, contra quatro do combinado nacional.

Os embates da última jornada do grupo “B” do Cosafa 2021, nomeadamente Moçambique vs Namíbia e Senegal vs Malawi, decorrem à mesma hora, 12h00, desta quarta-feira.

 

MOÇAMBIQUE COM LIGEIRA VANTAGEM DE DESCANSO

Para o embate desta quarta-feira, a selecção nacional de futebol leva ligeira vantagem em relação ao seu adversário, pelo tempo de descanso que teve. É que os Mambas fizeram a sua última partida no domingo, na vitória diante do Malawi, enquanto a Namíbia volta a entrar em campo depois de ter jogado ao princípio da tarde desta terça-feira.

Vale isto dizer que os Mambas tiveram três dias de descanso, enquanto os namibianos tiveram pouco menos de 24 horas de repouso. Uma vantagem que deve reflectir-se em campo, com uma vitória que daria a qualificação aos Mambas para as meias-finais da competição.

Entretanto, esta partida vai servir, também, de tira-teimas entre as estas duas selecções, com os Mambas à procura da desforra, depois de sucessivas derrotas nos últimos jogos.

Desde 2013 em que os Mambas não vencem a Namíbia, ano em que venceram pela última vez, por 3-0, para a qualificação ao CAN 2014, tendo somado por derrotas seis das últimas sete partidas entre ambos, contando ainda um empate.

A última partida entre ambas foi em Maio de 2019, no torneio Cosafa, com a Namíbia a vencer por uma bola sem resposta.

Assim, o combinado nacional procura regressar às vitórias diante do seu adversário desta quarta-feira e quebrar, não só os maus resultados, mas também os falhanços nas qualificações a outra fase de uma competição a qual esteja inserida no mesmo grupo com a Namíbia.

 

REFORÇO DO COSTA DO SOL, A GRANDE DOR DE CABEÇA

Elmo Kambindu, jogador namibiano anunciado recentemente como reforço do Costa do Sol, tem sido o homem em evidência no ataque da sua selecção. O jogador de 28 anos de idade é marcador de serviço da Namíbia, tendo facturado nas três partidas disputadas no torneio Cosafa, nomeadamente nas vitórias diante do Senegal e Zimbabwe, e esta terça-feira, no empate com o Malawi.

Uma dor de cabeça para os defensores moçambicanos na partida desta quarta-feira, tendo em conta que vem mostrando a veia goleadora na competição.

Aliás, o internacional namibiano lidera a lista dos melhores marcadores do torneio Cosafa, com os mesmos três golos apontados pelo Tswana Tumisang Orebonye.

No grupo “A”, África do Sul e eSwatini estão mais próximos das meias-finais, devendo confirmar isso nas partidas desta quarta-feira, diante da Zâmbia e Botswana, respectivamente.

O Sporting já está em Lagos, no Algarve, onde a equipa vai realizar o habitual estágio de pré-temporada. Rúben Amorim convocou 29 jogadores, numa lista em que o destaque vai para a chamada de Geny Catamo, avançado moçambicano de 20 anos que na última época representou a equipa B, onde fez 17 jogos, e sub-23, com apenas 1 jogo disputado.

Esta é a segunda vez consecutiva que o técnico leonino leva o internacional moçambicano ao estágio da pré-época, tal como aconteceu na temporada passada, sem contudo ter conseguido convencer Rúben Amorin a manter o jogador na equipa principal.

Para este estágio espera-se que o jogador moçambicano tenha oportunidade de se mostrar ao treinador, para que consiga ter espaço no plantel principal da equipa.

A convocatória conta, igualmente, com os reforços oficializados até à data, Ricardo Esgaio, Rúben Vinagre e Gonçalo Esteves, bem como todos os jovens jogadores da formação que têm vindo a trabalhar com o plantel principal ao longo das últimas semanas, casos de Rodrigo Fernandes, Flávio Nazinho, Dário Essugo ou Tiago Ferreira.

No estágio, o Sporting não vai contar com os internacionais portugueses Nuno Mendes, Palhinha e Pote, que têm o regresso agendado para terça-feira. Já Coates e Plata gozam férias depois de terem estado ao serviço do Uruguai e Equador, respectivamente, na Copa América.

No Algarve, o Sporting tem programados jogos com o Boavista (quinta-feira) e Angers (dia 20). Está em cima da mesa a marcação de um outro particular ao longo da próxima semana, ao que tudo indica com o Portimonense, depois do cancelamento do teste com o Gent.

O internacional moçambicano Luís Miquissone voltou a sagrar-se campeão da Tanzânia pelo segundo ano consecutivo, após a sua equipa, o Simba, ter conquistado mais um troféu, na noite deste domingo, o quarto consecutivo, a mostrar a veia de ser a melhor equipa da actualidade naquele país vizinho.

A confirmação da conquista do título do Simba da Tanzânia foi este domingo, graças a vitória diante do Coastal Union por 2-0, em jogo referente à 32ª jornada da Liga Tanzânia de Futebol, o que faz totalizar 22 conquistas da equipa do moçambicano Luís Miquissone na história do futebol daquele país.

Com Luís Miquissone ao leme do clube, este é o segundo título consecutivo, depois do “canecão” levantado ano passado, na estreia do avançado moçambicano pelo Simba.

Entretanto, “Konde Boy”, como é tratado Luís Miquissone no país vizinho, voltou a merecer a confiança do treinador, mas sem conseguir lograr marcar, deixando essa função para seus colegas Bocco, que abriu o marcador aos 13 minutos, e Mugalu, que selou a vitória aos 23.

Assim, com mais esta vitória, o Simba garante uma vantagem de nove pontos em relação ao segundo classificado, já que passou a somar 79 pontos, contra 70 do Young Africans, outra das melhores equipas da Tanzânia, quando faltam apenas duas jornadas para o final da competição.

Na presente temporada futebolística, Luís Miquissone foi titular em todos os 12 jogos da Liga dos Campeões, onde apontou três golos, e no campeonato local foi um dos jogadores mais influentes na equipa, tendo terminado com nove golos apontados, maior deles de encher o olho, algo que despertou a cobiça e interesse de alguns dos grandes clubes do continente.

Luís Miquissone é hoje cobiçado por vários clubes de África e da Europa, com destaque para o Mamelodi Sundonws da África do Sul, o Al Ahly do Egipto, para além do Besiktas da Turquia e outros clubes, mas devendo pagar uma cláusula de rescisão de um milhão de Euros para ter o jogador.

Na presente temporada futebolística, na prova interna, o Simba alcançou 25 vitórias em 32 partidas, quatro empates e apenas três derrotas, tendo marcado 73 golos e sofrido apenas 13 tentos.

Nas últimas duas jornadas, o Simba SC desloca-se a casa do Azam FC, a 15 de Julho, para três dias depois fazer o jogo da consagração defrontando o Mundo FC, em sua casa.

Gianluigi Donnarumma defendeu duas grandes penalidades no segundo triunfo dos “azzurri” no EURO após uma final equilibrada em Wembley.

Gianluigi Donnarumma defendeu as conversões de Bukayo Saka e Jadon Sancho no desempate por penáltis, enquanto Marcus Rashford acertou no poste e a Itália acabou por levar a melhor sobre a Inglaterra na tensa final do UEFA EURO 2020.

A Inglaterra teve um início de sonho na estreia em finais do EURO, com Luke Shaw a levar Wembley ao delírio com um golo logo aos dois minutos, mas a Itália equilibrou e conseguiu empatar no segundo tempo com um golo de Leonardo Bonucci. A final do UEFA EURO 2020 só foi decidida nos penáltis e aí Gianluigi Donnarumma revelou-se decisivo.

 

COMO FOI O JOGO

A equipa da casa não podia ter começado melhor, numa transição rápida logo aos dois minutos, Kieran Trippier fez um cruzamento a toda a largura do campo e Luke Shaw surgiu ao segundo poste a estrear-se a marcar por Inglaterra com um remate colocado. Os italianos só responderam aos 35 minutos, numa jogada individual, Federico Chiesa fez a bola passar a rasar o poste da baliza inglesa.

Roberto Mancini decidiu fazer uma dupla substituição aos 55 minutos e, logo a seguir, Insigne testou os reflexos de Jordan Pickford com um remate de ângulo reduzido. O guarda-redes inglês brilhou aos 63 minutos com uma excelente defesa a remate de Chiesa. A pressão italiana deu frutos aos 67 minutos, na sequência de um pontapé de canto, Marco Verratti surgiu a cabecear e obrigou Pickford a desviar para o poste, com Leonardo Bonucci a aproveitar para marcar na recarga. O suplente Domenico Berardi ficou perto de consumar a reviravolta aos 74 minutos, mas não acertou na baliza após uma espectacular desmarcação.

Kalvin Phillips, com um remate de longe, criou a primeira jogada de perigo do prolongamento para a equipa de Gareth Southgate, mas os italianos responderam com uma jogada em que Federico Bernardeschi falhou a emenda para golo por muito pouco. O médio italiano voltou a ameaçar Pickford na marcação de um livre aos 106 minutos, foi a última situação de golo e o jogo seguiu para desempate. Os ingleses marcaram apenas duas das cinco tentativas e os italianos festejaram o segundo título europeu.

Os Mambas derrotaram o Malawi por duas bolas sem resposta em partida da terceira jornada do grupo B do torneio Cosafa, este domingo, e mantêm vivas as aspirações de qualificação às meias-finais da prova. Victor e Bonera apontaram os golos dos moçambicanos, já na segunda parte

A expectativa era enorme no seio dos Mambas, que vinham de uma derrota na jornada anterior diante do convidado Senegal e havia necessidade de vencer o Malawi para manter vivas as esperanças de qualificação. Até porque uma derrota ou mesmo empate ainda comprometia as aspirações do combinado nacional e, por isso, diante do Malawi, era o jogo mais importante desta fase da competição.

E foi com esta intenção que os Mambas entraram ao campo, mesmo com alterações feitas por Horácio Gonçalves em relação ao onze inicial que defrontou Zimbabwe e Senegal.
Desta vez, o seleccionador nacional preferiu deixar de fora Maestro e Melque da equipa base e para os seus lugares apostou em Pelembe e Victor. A estes, Ernan, Danilo, Bonera, Ciganinho, Martinho, Nilton, Candinho, Shaquile, Vitinho e Estêvão entraram de início e mais tarde Maré, Jesus, Mapangane e Macaime foram ajudar, entrando para os lugares de Vitinho (60 minutos), Estêvão (89), Candinho e Nilton, estas duas últimas substituições para lá dos 90 minutos.

 

PRIMEIRA PARTE COM ALGUMAS TREPADEIRAS DE SEMPRE 

Talvez as alterações feitas tenham transfigurado o seleccionador nacional no banco, porque em campo ao Mambas mantiam as tremedeiras de sempre e era preciso que Ernan fosse sempre chamado a salvar a honra da pátria.

Lá na frente a pontaria também continuava desafinada e os remates saíam sem direcção certa. E quando tomavam a direcção desejada, sempre havia algo que impedia os festejos, tal como no lance em que Danilo ainda introduz a bola nas malhas adversárias, mas foi encontrado em posição irregular e o golo anulado.

O Malawi parecia não constituir perigo para os Mambas, que tinham em Ernan uma das melhores unidades em campo e que mostrou merecer a confiança, não só da equipa técnica, mas também, dos moçambicanos no seu todo, afinal transmitiu sempre segurança. E o intervalo chegou sem que os golos contassem e o nulo se mantivesse.

Golos e esperança na segunda parte
Na segunda parte, apesar do Malawi ter tentado incomodar Ernan, acabou por sofrer aos 56 minutos, de grande penalidade, a castigar falta sobre Victor. O jogador da Black Bulls fez a honra e abriu o marcador.

O Malawi perdeu o norte e os Mambas aproveitaram para ampliar a vantagem por Bonera, a aproveitar sobra na bola dividida entre Danilo e guarda-redes contrário, para sentenciar a partiuda.

Moçambique continua vivo na luta pelas meias-finais, mas precisa vencer a Namíbia, na última jornada, na quarta-feira.

 

NAMÍBIA CHEGOU E JÁ LIDERA 

A selecção da Namíbia de um passo importante rumo às meias-finais do torneio sénior masculino de futebol da COSAFA, ao levar de vencida o Zimbabwe, seis vezes vencedora da competição, por 2-0, mercê de um autogolo de Jimmy Dzingai (70 minutos) e Elmo Kambindu (85), este último nova contratação do Costa do Sol, naquele que foi o segundo jogo dos namibianos e terceiro para o Zimbabwe a contar para o grupo “B”.

Com este resultado, a Namíbia passa a liderar provisoriamente o grupo com seis pontos, seguindo o Moçambique com quatro pontos, que ainda tem o último jogo por disputar. A Namíbia tem fortes possibilidades de terminar a fase de grupos em pleno, o mesmo que não se pode dizer do Zimbabwe, que tem apenas um jogo pela frente. A sua permanência na prova dependerá da conjugação dos resultados das outras equipas na última jornada e, claro da vitória no próximo desafio. Matematicamente tudo ainda é possível!

Com a segunda-feira reservada ao descanso para todas as equipas, os jogos retomam na terça-feira, com os dois grupos a entrarem em cena. O Botswana irá realizar o seu terceiro jogo medindo forças com a Zâmbia, pelas 15:00 horas, no Wolfson Stadium, reeditando a final de 2019, onde perdeu para os zambianos (1-0). Será sem dúvidas um momento para o ajuste de contas!

Enquanto isso, o Lesotho defrontará a anfitriã (África do Sul), à mesma hora, no Nelson Mandela Bay Stadium.

Malawi e Namíbia, integrantes do grupo “A”, jogam entre si às 12:00 horas, no Isaac Wolfson, enquanto o Senegal e o Zimbabwe bater-se-ão no Nelson Mandela Stadium.

A Argentina conquistou, na noite de sábado, a Copa América em futebol pela 15.ª vez, após 28 anos sem títulos, ao vencer o Brasil por 1-0, na final disputada no Estádio Maracanã, no Rio de Janeiro.

Ángel Di Maria, assistido por Rodrigo de Paul, marcou, aos 22 minutos, o golo da selecção “albi celeste”, que não vencia uma competição desde 1993 e tinha perdido as duas finais com os “canarinhos”, em 2004 e 2007.

Com o 15.º título, o primeiro na era Lionel Messi, a Argentina igualou-se ao Uruguai no primeiro lugar do ranking da prova, com o Brasil, que era o detentor do título, a manter-se com nove “coroas”, no terceiro lugar da tabela.

Depois da vitória de 1993, arrebatada numa final com o México (2-1), no Equador, a Argentina somava cinco finais perdidas e tinha caído uma vez nas meias-finais, sete nos “quartos”, duas nos “oitavos” e uma na fase de grupos.

O futebolista internacional argentino Lionel Messi considerou que “precisava de se livrar do espinho” de não ter uma conquista pela selecção e que o triunfo da última noite na Copa América foi o ideal.

“Necessitava de me livrar desse espinho, de conquistar algo com a selecção, estive muito perto durante anos. Sabia que, em algum momento, ia acontecer, e não há melhor momento do que este”, disse Lionel Messi, segundo o jornal A Bola, citando a Federação argentina (AFA).

É o primeiro título para Lionel Messi pela formação do seu país, aos 34 anos, e depois de cinco finais. O argentino, ainda antes da final, foi eleito o melhor jogador do torneio a par de Neymar.  “Não é possível escolher apenas o melhor jogador, porque este torneio tem dois”, justificou a Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol).

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