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O País – A verdade como notícia

O Lille do Internacional moçambicano, Reinildo Mandava, entrou em 2021/22 da melhor maneira possível: com um triunfo, o primeiro troféu da temporada e a primeira Supertaça da sua história.

Este domingo, no estádio Bloomfield, em Telavive, em Israel, o Lille derrotou o PSG por uma bola a zero.
O único golo da partida foi marcado em cima do minuto 45, pelo português Xeka.

O remate forte, um verdadeiro míssil do médio, não deu hipótese a Keylor Navas, guarda-redes dos parisienses, e colocou o Lille em vantagem.
Uma vantagem que o PSG não conseguiu desfazer até ao final.

No segundo tempo, a equipa de Mauricio Pochettino, que não contou com Neymar nem Mbappé no jogo, teve dificuldades em criar oportunidades e o Lille do lateral-esquerdo beirense segurou a vantagem pela margem mínima até ao fim da partida conquistando assim o primeiro troféu da temporada.

Na última edição, o Paris Saint-Germain tinha vencido o Marselha por 2-1, naquele que foi o primeiro título conquistado pelo treinador do PSG, o argentino Mauricio Pochettino.

A pugilista moçambicana, Rady Gramane, foi derrotada este sábado no combate referente aos quartos-de-final da categoria 69-75 Kg dos Jogos Olímpicos de Tóquio, por uma pugilista russa, campeã mundial da categoria. O combate terminou com o resultado de 4-1 para a russa que garantiu a qualificação às meias-finais, afastando Moçambique da possibilidade de conquistar uma medalha nesta competição interplanetária.

A experiência da pugilista russa veio acima em todos os combates, perante uma atleta moçambicana que fazia a sua estreia nas provas dos jogos olímpicos sem, no entanto, facilitar.

O primeiro assalto foi totalmente dominado pela russa Zenfira Magomedalieva, que levou toda a pontuação do júri, mas Rady Gramane deu luta no segundo assalto, mais equilibrado, e onde dois dos cinco juízes deram vantagem à moçambicana, atribuindo o máximo de pontuação de 10, porém insuficiente para contrariar a vantagem que a sua adversária trazia do primeiro assalto.

No terceiro e último assalto, a russa voltou a ser mais forte, todavia Gramane ainda tentou contrariar o favoritismo e a experiência da Zenfira, que queria terminar com um KO, contudo sem sucesso. Com a galhardia da Rady Gramane, os membros do júri foram obrigados a dividir, novamente, a sua pontuação, sendo que, neste assalto, apenas um júri deu a nota máxima à atleta da academia Lucas Sinóia.

Na avaliação final do combate, a russa acabou por conquistar o passaporte para as meias-finais numa vitória por pontos, ou seja, de 4-1.

Rady Gramane entra, assim, na lista dos atletas moçambicanos que ficaram pelo caminho na delegação que representa o país nos Jogos Olímpicos de Tóquio, depois do afastamento de Igor Mogne e Alícia Mateus, na natação; Kevin Loforte, no Judo; Maria Machava, Denise Paruque e Deyse Nhaquila, na vela; Creve Machava, no atletismo e Alcinda Panguana, também no boxe.

Assim, as possibilidades de Moçambique terminar a sua participação nos Jogos Olímpicos de Tóquio com uma medalha estão depositadas em Joaquim Lobo, na prova de canoagem, que terá lugar no próximo dia 02 de Agosto.

ALÍCIA MATEUS EM 8º E CREVE MACHAVA MELHORA MARCA

Antes da derrota sofrida pela pugilista Rady Gramane, Moçambique havia perdido outras duas competições, nomeadamente por Creve Machava, que tinha ficado em sétimo na sua prova dos 400 metros barreiras, pese embora tenha melhorado em alguns centésimos a sua marca nesta competição olímpica.

Quem também ficou pelo caminho foi a nadadora moçambicana Alicia Mateus, que não foi além da oitava e última posição da sua série dos 50 metros livres. Mateus fez o tempo de 29.63 segundos, na prova realizada na tarde desta sexta-feira, no centro aquático de Tóquio.

Mateus, que competiu na quarta série perante nadadores que também não avançaram para as meias-finais, não conseguiu melhorar o seu tempo com que se apresentou nesta olimpíada, o de 29.42 segundos, mas esteve melhor no tempo que efectuou nos Mundiais decorridos na China, em 2018, prova na qual fez a marca de 32.48 segundos.

Recorde-se que os Jogos Olímpicos de Tóquio iniciaram a 23 de Julho e terminam a 08 de Agosto próximo.

Artur Comboio já não é treinador do Costa do Sol. A decisão foi tomada depois de um encontro entre a direcção do Matchiki Tchiki e o técnico, que aconteceu no final de mais um empate dos “canarinhos”, desta feita diante do Ferroviário de Lichinga, a uma bola.

Artur Comboio chegou ao comando do Costa do Sol em finais de Abril para substituir Horácio Gonçalves, que acabava de ser nomeado para seleccionador nacional. Encontrou a equipa na oitava posição, com seis pontos, na altura da primeira suspensão do Moçambola devido à pandemia da COVID-19.

Teve duas semanas para preparar a equipa antes da retoma, onde foi a Quelimane empatar diante do Matchedje de Mocuba sem abertura de contagem.

Seguiram-se duas derrotas consecutivas diante do Ferroviário de Maputo, em casa, por 1-2, e na deslocação a Songo, por uma bola sem resposta.

Quando a contestação chegava ao ninho do “canário”, eis que duas vitórias, diante do Desportivo Maputo (2-0) e Ferroviário de Nacala (1-3), apaziguaram a situação e faziam transparecer o ressurgir de um canário que até então estava em voo razante.

Mas a crise não chegou a passar e seguiram-se quatro empates consecutivos, diante da Black Bulls (2-2), Textáfrica do Chimoio (0-0), Liga Desportiva de Maputo (0-0) e Ferroviário de Lichinga (1-1), estas duas últimas caseiras, que fizeram o copo transbordar e apagar o fogo do Comboio.

Terminou assim a odisseia da viagem do Artur no Comboio que o levou ao Matchiki Tchiki, sem glória nem honra, onde conseguiu duas vitórias, duas derrotas e cinco empates, deixando a equipa na 7ª posição provisória, ao fim da primeira volta do Moçambola 2021.

 

O EMPATE “DIABÓLICO” QUE AFASTOU COMBOIO DO MATCHIKI TCHIKI

Foi o primeiro encontro entre “canarinhos” e “locomotivas” de Lichinga no principal campeonato nacional de futebol. Mas o segundo entre Artur Comboio e Antoninho Muchanga. Comboio havia vencido Muchanga na 3ª jornada quando ainda comandava o Incomáti de Xinavane e queria repetir a dose já ao leme do Costa do Sol, mas Elmo não teve cabeça para dar esse gosto a Comboio e por duas vezes desperdiçou.

O Costa do Sol até esteve adulto na primeira parte e não surpreendeu que saísse a vencer, graças ao golo de Telinho, aos 43 minutos, depois de uma excelente jogada do queniano Raymond, que serviu o moçambicano para o seu 6º golo na prova.

Mas no reatar, os pupilos de Antoninho Muchanga voltaram transfigurados, mas quase eram surpreendidos, primeiro por Nilton, que enviou para as nuvens após passe de Elmo e depois por Telinho, que teve pontaria super afinada, e enviou a bola ao poste, quando Danny já estava batido.

Porém o Ferroviário de Lichinga cresceu e acreditou que podia sair do ninho do canário com outro resultado. Aliás, a turma de Lichinga só tinha somado derrotas (5) e vitórias (7) ao longo de toda prova e, se calhar, procurava o empate.

Um empate que chegou aos 70 minutos quando Marcoa, no centro da área, desviou uma assistência de Vivaldo, da esquerda, e deitou balde de água fria no Costa do Sol.

Desta vez não perdeu Antoninho Muchanga, que conquista o primeiro empate na prova, mas agudiza a crise de resultados no ninho do canário, que teve que tomar decisões mais drásticas para procurar se impor na segunda volta do Moçambola 2021.

Morreu o sonho de Alcinda Panguana chegar às meias-finais dos Jogos Olímpicos, na modalidade de boxe, na categoria dos 64-69 Kg.

É que a pugilista moçambicana de 27 anos de idade foi derrotada, esta sexta-feira, pela chinesa Hong Gu, em combate inserido nos quartos-de-final do torneio de Boxe dos Jogos Olímpicos Tóquio 2020, falhando uma presença inédita nas meias-finais do olimpo, que decorre no Japão.

Na primeira vez moçambicana, nos “quartos” dos Jogos Olímpicos, a mulher que fez um KO técnico na sua estreia de sempre, no boxe, não foi capaz de ir mais longe. Faltou, convenhamos, experiência diante de uma chinesa que tem no seu palmarés dois campeonatos asiáticos conquistados – 2017 e 2019, e foi por duas vezes medalha de prata nos campeonatos mundiais (2016, em Astana, no Cazaquistão e em 2019, em Nova Deli, na índia).

A pugilista moçambicana até procurava disfarçar a sua inexperiência através de iniciativas de golpe, sem no entanto ser mais certeira que a sua adversária. Foi assim nos dois primeiros combates.

Ora, no terceiro e último combate Alcinda Panguana apostou tudo no ringue, mas só um KO poderia inverter o resultado, contudo, uma vez mais a experiência da chinesa realçou-se, tendo vencido novamente o assalto.

Não houve mais, os juízes decidiram unanimemente dar vitória à pugilista chinesa, por 5-0, terminando desta forma o sonho de Alcinda Panguana chegar às medalhas, porque caso tivesse atingido as meias-finais teria direito, no mínimo, à medalha de bronze.

Agora, é só depositar toda a esperança em Rady Gramane, que vai entrar em cena para os “quartos” da competição, para defrontar Zenfira Magomedalieva do Comité Olímpico Russo, num combate marcado para este sábado, 31 de Julho, às 11h51 de Maputo (18:51 de Tóquio).

O barreirista moçambicano Creve Machava está fora dos Jogos Olímpicos Tóquio 2020. Machava ficou em quinto lugar na segunda série dos 400 metros barreiras, realizada esta sexta-feira com o tempo de 50.37 segundos, abaixo dos  49.54 segundos com o quais entrara para as olimpíadas de verão.

Na sua estreia absoluta no maior evento desportivo do planeta, Machava conseguiu apenas superar o seu melhor tempo desta temporada, fixado em e 52.19 segundos.

Jaheel Hyade Jam, da Jamaica, foi o grande vencedor desta prova com o tempo de 48.54 segundos, seguido do americano Kenneth Selmon com 48.61 segundos.

Na terceira e quarta posições ficaram Hiromu Yamauchi (Japão) e Constantin Preis (Alemanha), respectivamente, com os tempos de 49.21 e 49.73 segundos. Estes quatro primeiros classificados qualificaram-se para as meias-finais da prova dos 400 metros barreiras.

O recorde olímpico, nesta especialidade, pertence ao americano Kevin Young com o tempo de 46.78 segundos, fixado a 6 de Agosto de 1992, em Barcelona, na Espanha.

Já o recorde mundial pertence ao norueguês Karsten Nool com a marca de 46.70 segundos, estabelecido a 1 de Julho do corrente ano.

Prontos! Ficou, uma vez mais, evidente que Moçambique tem atletas de qualidade quanto baste. Tamara Seda arrancou, esta quinta-feira, 23 pontos e foi determinante para a vitória do Primeiro de Agosto diante do Inter Clube no jogo 4 da final do Campeonato Angolano de Basquetebol em sénior feminino, por 67-60.

Tamara foi considerada MVP da final da trigésima sexta edição do “nacional” de Angola. E foi justo, diga-se, depois de grandes exibições. Boa referência, depois de Leia Dongue que fez estragos nas “agostinas”.

Onélia Pérola Mutombene, base, não ficou atrás. Foi forte e fundamental com três tiros exteriores no segundo quarto, numa fase em que as “militares” estavam em desvantagem.
O Inter Clube, com pressão alta, esteve melhor no primeiro quarto, etapa em que venceu por 19_11. As “polícias” fizeram pressão alta, criando dificuldades as “militares” nas saídas sobre pressão.

O segundo quarto já foi mais equilibrado. O D’ Agosto melhor ofensiva e defensivamente, e, no final da primeira parte, o resultado era de 34-34. No final do terceiro do quarto, as “militares” venciam” por 55-48.

O quarto e último quarto foi equilibrado, tendo as “agostinas” sido mais consistentes nos momentos decisivos. Tamara e Onélia fizeram dobradinha, depois de no passado domingo terem conquistado a Taça de Angola.

Gregorio Paltrinieri dominou desde o primeiro instante. O italiano, campeão do mundo dos 800 metros livres, entrou na água com o objectivo de conquistar a medalha de ouro no regresso da distância aos Jogos Olímpicos.

Nos últimos 100 metros, cedeu. E Robert Finke, que até então estava a passar despercebido dentro do anonimato de quem ainda não tem grandes títulos na carreira, acelerou até ser o primeiro a tocar na parede.

O nadador norte-americano de apenas 21 anos, que para os amigos é apenas Bobby, conquistou uma medalha de ouro na estreia em Jogos Olímpicos e apresentou-se ao mundo – numa surpresa que só não é a maior da natação em Tóquio porque Ahmed Hafnaoui, o tunisino de 18 anos, ganhou nos 400 metros livres.

Apesar de ter entrado na final apenas com o 23.º melhor tempo das eliminatórias, Finke foi mais forte do que Paltrinieri, que ficou com a medalha de prata, foi mais forte do que Romanchuk, que ficou com o bronze, e deixou uma candidatura à prova de 1.500 metros livres, onde também vai competir.

Nascido em Tampa, na Flórida, dificilmente Robert Finke não seria nadador profissional. A mãe, Jeanne, nadou pela Ball State University, no Indiana; o pai, Joe, foi treinador do clube St. Petersburg Aquatics, na Flórida; a irmã mais velha, Autumn, nadou pela University of Florida; e a outra irmã mais velha, Ariel, nadou pela Florida State University.

Para além de representar o clube onde o pai era treinador, Robert seguiu o caminho da irmã Autumn e foi através da University of Florida que chegou aos trials norte-americanos, onde assegurou o apuramento olímpico para os 800 e os 1.500 metros livres.

Atleta fundista, especialista nas distâncias mais longas, Robert Finke faz sete a oito quilómetros por treino, sendo que praticamente todos os nadadores de alta competição fazem dois treinos por dia, ou seja, o norte-americano nada entre 14 a 16 quilómetros diários.  Finke, naturalmente, disse que só queria competir nos Jogos Olímpicos. Mas Finke competiu, surpreendeu e ganhou.

Dia de decisões nos Jogos Olímpicos para Moçambique. Dia em que o boxe pode entrar para a história qualificando, pela primeira vez, uma atleta para as meias-finais das olimpíadas de verão.

Alcinda Panguana, na categoria de 64-66 kg, bate-se esta sexta-feira com a chinesa Hong Gu, uma das maiores referências da modalidade, num dos  combates dos quartos-de-final agendado para às 11h18 de Maputo.

Panguana, 27 anos, vai procurar manter a mesma performance ou até melhor que na estreia absoluta na prova, quando na passada segunda-feira não deu hipóteses a queniana Akinyi Elizabeth com 1:26 minutos por disputar o combate.

A pugilista moçambicana venceu por 4-1, tendo sido superior em três dos quatro assaltos e teve pontuação máxima (10 pontos) no primeiro.

A sua compatriota Rady Gramane, na categoria 69-75 kg, discute o acesso às meias-finais no sábado, às 11h51 de Maputo, com a russa Zenfira Magomedalieva.

Gramane chega a esta fase depois de, na quarta-feira, ter derrotado a equatoriana Erika Stefania Pachito, do Equador, por 4-1.

 

FINALMENTE, DENISE E MARIA VELEJARAM

Depois de, na quarta-feira, terem falhado a disputa da primeira e segunda regatas nos Jogos Olímpicos por não terem aparecido na zona de partida, uma situação ainda por esclarecer dadas as novas  declarações do treinador angolano Nuno Gomes que refere que as atletas chegaram tarde ao palco do evento e não dormiram o suficiente, Maria Machava e Denise Parruque competiram esta quinta-feira. A dupla moçambicana, que compete na classe 470 radial, fechou a sua participação na terceira regata na 19ª posição, tendo-se beneficiado da desqualificação de algumas das participantes.

Já na segunda regata, Maria Machava e Denise Parruque ficaram na 21ª posição, mantendo-se no último lugar na classificação geral da prova que movimenta 21 duplas com um total de 62 pontos.

Ainda esta quinta-feira, Deizy Nhaquile, na classe Laser Radial, participou de duas regatas. A velejadora ficou no 35º lugar na sétima regata e, na seguinte, quedou-se na 44ª posição. Na classificação geral, Nhaquile é 40ª de um total de 44 participantes com 274 pontos.

Esta sexta-feira, Deisy Nhaquile vai disputar a nona e décimas regatas, quando o relógio assinalar 05:h05 de Maputo.

 

CREVE E ALÍCIA COMPETEM ESTA SEXTA-FEIRA      

O barreirista Creve Machava promete dar o seu melhor na estreia absoluta nos Jogos Olímpicos Tóquio 2020. Machava entra em cena esta sexta-feira nas eliminatórias dos 400 metros barreira.

Modalidade rainha dos Jogos Olímpicos, o atletismo deixa sempre boas recordações para os moçambicanos quando se fala de presenças no evento. É que, em 2000, em Sydney, na Austrália, Lurdes Mutola tocou o céu ao conquistar a única medalha de ouro na história do país. Depois da sua retirada, nada. Apenas, e apenas isso, memórias do passado. Este ano, Kurt Couto falhou a quinta presença nas olimpíadas de verão.

Em Tóquio, estará o velocista Creve Machava que falhou os mínimos, ou seja, 48.88 segundos, recebeu um “wild card”, traduzido, convite por via da Solidariedade Olímpica.

Baseado na Alemanha, Creve Machava é especialista nos 400 metros e acredita que pode dar mais ao país. A melhor marca de Creve Machava é de 49.54 segundos. Para além da estreia de Creve Machava, no atletismo, Moçambique irá competir esta sexta-feira nos Jogos Olímpicos na modalidade de natação com a estreia absoluta no evento de Alícia Mateus.

Alícia Mateus vai competir nos 50 metros livres no “Tokyo Aquatics Centre” e terá como adversárias Angelika Quedraogo (Burkina Faso), Malia Day (Tonga), Mya de Freitas (St Vincent and the Grenadines), Judith Meauri (Nova Papua), Aleka Persaud (Guyana), Noor Abdula Yussuf (Bahrain).

Último atleta moçambicano a entrar em cena, Joaquim Lobo vai competir na prova de canoagem na qual espera alcançar bons resultados e dignificar o país. Lobo faz a sua estreia absoluta no maior evento desportivo do planeta no próximo dia 2 de Agosto.

A missão moçambicana nos Jogos Olímpicos é composta por dez atletas, a maior de todos os tempos desde a sua primeira aparição em Moscovo, em 1980.

Uma vitória sobre o Inter Clube (68-56) esta quarta-feira coloca o D’Agosto em vantagem de 2-1 no “play-off” da final da  trigésima sexta edição do Campeonato Sénior Feminino de Basquetebol de Angola. Em caso de vitória, esta quinta-feira, no jogo quatro, as “militares” conquistam o título de campeãs sucedendo, neste caso, ao Inter Clube.

No jogo 3, realizado esta quinta-feira, o D’ Agosto esteve mais esclarecido na quadra liderando no primeiro quarto com parcial de 22_12. As “polícias” fizeram os ajustes no segundo quarto, passando para “zona press”, forçando o seu adversário a cometer muitos erros. E foi com naturalidade que foi buscar 12 pontos e, ao intervalo, vencia por 34-32.

Com a sua estrela-mor condicionada com 4 faltas, Italee Lucas, o Inter Clube ainda teve um terceiro quarto equilibrado, mas o D’ Agosto manteve sempre uma diferença mínima. O quarto foi praticamente controlado pelas “militares” que não só condicionaram também Nadir Manuel como também aproveitaram, e muito bem, os erros cometidos pelo Inter para vencerem por 68-56. Esta quinta-feira, caso vençam, Tamara e Onelia sagram-se campeãs angolanas de basquetebol.

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