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O País – A verdade como notícia

O Ferroviário de Maputo derrotou, na noite deste domingo, o Costa do Sol, por 69-63, no jogo 1 dos playoffs a melhor de 5 da final da Liga Mozal. No início da caminhada rumo à conquista do título, os “locomotivas” da capital do país entraram melhor na partida, liderando parcialmente o marcador nos primeiros minutos do primeiro quarto.

Ainda assim, a equipa de João Mulungo permitiu que o Costa do Sol se recuperasse, terminando o primeiro quarto em vantagem de dois pontos, 15-13.

No segundo quarto, os “canarinhos” tiveram uma entrada avassaladora, perante um Ferroviário algo titubeante, sobretudo nos momentos decisivos da partida. Não espantou, por isso, que a turma de Miguel Guambe voltasse a liderar a marcha do marcador, desta vez com uma diferença de quatro pontos, 32-28.

O Costa do Sol foi ao intervalo a vencer por 47-41. Com a lição bem estudada, os “locomotivas” voltaram à quadra mais clarividentes, ainda que cometessem muitos erros ofensiva e defensivamente.

O Costa do Sol soube tirar partido disso, tendo em conta que concretizava mais. Entre cambalhotas no resultado, o Ferroviário acabou por vencer o terceiro quarto por uma margem de dois pontos, 48-46.

No último quarto, só deu Ferroviário de Maputo. João Mulungo bloqueou todas as acções ofensivas do seu adversário, numa altura em que Stélio Rodrigues e Baggio Chimonzo aproveitam os lançamentos exteriores para colocarem a sua equipa em vantagem.

Os “canarinhos” tentaram correr atrás do resultado, mas sem muitas soluções no ataque. O Ferroviário de Maputo acabou por fixar o resultado final em 69-63 e já leva vantagem de 1-0 na final. As duas equipas voltam a defrontar-se, esta segunda-feira, no Pavilhão do Maxaquene, desta feita para o jogo 2. 

A equipa sénior feminina da Universidade Pedagógica de Maputo (UP-Maputo) conquistou, no sábado, em Maseru, Lesotho, o Campeonato Regional da Zona VI em voleibol de sala.

A equipa moçambicana derrotou, na final, a formação do Kutlwano do Botswana por 3-0, com parciais de 25-18, 25-23 e 25-15, numa final em que o conjunto nacional foi superior em todos os aspectos.

A conquista da prova é o corolário do esforço que a UP-Maputo fez durante o “regional”, em que demonstrou desde o início que estava disposta a levar o troféu para o país.

Os representantes nacionais, que contaram os préstimos da valiosa atleta Liocádia Manhiça, foi umas equipas que, fora à conquista da prova, teve a melhor performance do evento. Esta é a segunda vez que a UP-Maputo conquista uma prova regional de voleibol, tendo a primeira sido em 2019. 

A medalha de bronze foi assegurada pela equipa da Académica de Maputo, que venceu Mafolofolo do Botswana por 3-2 (21/25, 25/19, 23/25, 25/21, 15/12).

Hélder Duarte está de regresso à Black Bulls,  formação que levou à conquista do inédito título em 2021. O técnico  português  não renovou o seu contrato com o Ferroviário da Beira, clube que avançou uma proposta neste sentido.

Está confirmado. Hélder Duarte, treinador que esta temporada devolveu, sete anos depois, o título ao Ferroviário da Beira, vai mesmo deixar esta colectividade e assumir o comando da Black Bulls, formação que orientou num passado recente e conduzia ao olimpo do futebol moçambicano.

Duarte não aceitou a proposta de renovação do Ferroviário da Beira, como também terá descartado a da União Desportiva do Songo, optando por aceitar o convite da Associação Black Bulls, clube com o qual foi campeão nacional em 2021.

O técnico deverá, nos próximos dias, ser oficializado. Lembre-se que, após levar a Black Bulls ao inédito título em 2021, Duarte rumou a Portugal para orientar o Famalicão.

Nesta colectividade, Hélder Duarte trabalhou como  adjunto da equipa técnica liderada por Rui Pedro Silva.

Costa do Sol e Ferroviário de Maputo iniciam, a partir de domingo, no pavilhão do Maxaquene, a disputa do “play-off” (a melhor de cinco) da final da Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal 2023. Três anos depois, Ferroviário e Costa do Sol reeditam a final da Liga Mozal.

Rei morto, rei posto. Ponto final a hegemonia do Ferroviário da Beira, conjunto que conquistou as últimas quatro edições da Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal, pasme-se, sem nenhuma derrota. Mérito, esse, para o Ferroviário de Maputo que, depois de ter sido “humilhado” ao perder por 32 pontos no jogo 2 do “play-off” das meias-finais, estudou o adversário com uma defesa homem a homem muito forte, e exponenciou o seu jogo exterior para garantir a presença na final com uma vitória por 85-63. O Costa do Sol despachara, nas meias-finais, a A Politécnica com 2-0, vencendo por 69-53 (jogo 1) e 59-47 (jogo 2).

Habemus, assim sendo, a reedição da final da Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal de 2023, na qual os “locomotivas”, então orientados por Milagre “Mila” Macome, varreram os “canarinhos” com 3-0 no play-off a melhor de cinco partidas.

A 7 de Setembro de 2019, no jogo 1, o Ferroviário de Maputo venceu o Costa do Sol por 93-73, com o marcador a indicar 50-40 ao intervalo.
Vinte e quatro horas depois, os “canarinhos” entraram para a quadra com o fito de empatarem a série, mas os “locomotivas” superiorizaram-se com um triunfo por 94-87.

Tudo ou não para o Costa do Sol, a 11 de Setembro, no pavilhão da Universidade Eduardo Mondlane. Milagre Macome não deu hipóteses de reacção a Miguel Guambe, vencendo por 86-68 (com o resultado de 41-36 ao intervalo) conquistando o segundo título consecutivo do Ferroviário de Maputo.

Alvaro Masa, espanhol que se juntara ao Ferroviário de Maputo apenas na segunda fase (quartos-de-final), saira da competição com o estatuto de jogador mais valioso (MVP).

O Costa do Sol vai disputar a sua terceira final na história, sendo que na primeira, em 2001, na cidade da Beira, venceu contra todas as expectativas a poderosa equipa da Académica, curiosamente, comandada por Miguel Guambe.

Helmano Nhatitima, Valgy Samanjo, Wilson Guibunda (malogrado), Guilherme Cabral, Maninho Sobrinho, entre outros, fizeram história no agora moribundo pavilhão dos Desportos da Beira, conhecido como “caixa de fosfóros”.

A segunda final foi alcançada no ano passado, quando o Costa do Sol perdeu com o Ferroviário da Beira por 3-0 no play-off da final. Os “locomotivas” do Chiveve fizeram o 1-0 com vitória por 14 de Novembro, em desafio realizado a 14 de Novembro de 2022.

Depois, a 15 de Novembro, nova vitória dos beirenses desta feita por 74-65, num duelo em que William Perry liderou a equipa com 24 pontos.
A decisão do título veio a 16 de Novembro, dia em que o CFB bateu o seu adversário por 77-71, liderado em termos de pontuação por Michal Murray com 29 pontos.

Na sua terceira participação no Rally Dakar, Paulo Oliveira tem como meta vencer uma das 15 etapas da edição do próximo ano da prova que vai decorrer na Arábia Saudita. E desta vez vai participar nas provas de Dakar Classic, ao volante de um carro que apresenta as mesmas características de há 25 anos.

Para o piloto moçambicano “é mais um desafio tendo em conta a nova modalidade que vamos participar, que é Dakar classic, porque é uma classe com dureza e feita com carros que tem as mesmas características de há 25 anos. Vamos para uma competição aguerrida e que todos querem ganhar”.

Ainda assim, Paulo Oliveira não desfalece e traça suas próprias metas: “nossa meta é ganhar uma das 15 etapas e trazer a medalha de finalização da prova, porque chegar a final já é uma conquista para ver a nossa bandeira erguida e podermos nos orgulhar de termos estado num Rally Dakar e com as provas finalizadas”, perspectiva.

E não só. Oliveira quer mesmo orgulhar e honrar os moçambicanos que acompanham a sua carreira. “É um orgulho muito grande por ser mais uma participação e por representar uma bandeira que prometo honrar e trazer alegrias para os moçambicanos”, prometeu.

Para além de terminar a prova e vencer uma das etapas no Rally Dakar de 2024, Paulo Oliveira quer, também, subir na classificação final em relação a duas últimas participações.

Entretanto, reconhece que não será tarefa fácil tendo em conta que a preparação iniciou tardiamente devido a chegada tardia do carro. “Não será fácil porque é precioso estar preparado e ter dinheiro, mas este ano iniciamos tardiamente e pode ser um entrave, já que só tivemos o carro em Outubro e não tivemos oportunidade de termos o carro mais cedo, mas a nossa ambição é ganhar uma etapa”, explicou o piloto.

Para esta participação, Paulo Oliveira revela que os custos, desde a preparação, manutenção do carro, estadia e outros aspectos logísticos, podem rondar os 10 milhões de meticais.

Trocar Miguel Alberty por Arcélio Couto

Uma das novidades nesta terceira participação de Paulo Oliveira no Rally Dakar é a ausência de Miguel Alberty, companheiro que o acompanhou nas duas primeiras presenças. A justificação é simples: “Miguel Alberty não estava disponível”.

A indisponibilidade de Alberty prende-se com o facto deste ter abraçado outros projectos. “Desde o primeiro dia esteve comigo no Dakar em todas provas, desde a primeira participação e este ano ele tem um desafio que vai mudar o desporto, no Padel, que é um projecto iniciado ano passado, e isso retirou-lhe algum tempo”, contou Oliveira.

Relativamente a escolha do Arcélio Couto, o piloto moçambicano diz que é porque “sempre esteve connosco e participou das nossas presenças no Rally Dakar e por isso foi uma escolha natural”.

Já Miguel Alberty justificou a ausência nesta edição do Rally Dakar, mas desejou muitos sucessos ao seu companheiro. “Espero que a minha saída seja para dar oportunidade de Paulo conquistar uma etapa no Rally Dakar”,disse sorrindo, para depois acrescentar que “também porque preciso abraçar outros projectos”.

Para esta edição, o Rally Dakar terá lugar na Arábia Saudita de 5 a 19 de Janeiro de 2024, comportando 6 mil quilómetros em 15 etapas.

O Costa do Sol, em seniores masculinos, garantiu a primeira vaga na final da Liga Mozal ao derrotar, esta tarde, a Apolitécnica por 59-47, no jogo 2 das meias-finais dos “play-offs”  à melhor de três. 

Os “canarinhos” fixaram o resultado em 2-0, depois da vitória, ontem, por 69-43. Sem muitas dificuldades, à semelhança do jogo 1, o Costa do Sol voltou a ser decisivo e certeiro contra a Apolitécnica. Os “canarinhos” entraram a comandar, tendo no primeiro quarto fixado o resultado em 23-13. 

Com uma diferença de 10 pontos no primeiro quarto, o Costa do Sol entrou para o segundo alguns furos abaixo, permitindo que a Apolitécnica assumisse as rédeas do jogo. Apesar disso, os “canarinhos” voltaram a estar em vantagem, com um parcial de 37-27. 

O terceiro quarto foi o mais disputado, na medida em que a Apolitécnica contrapôs o pendor ofensivo do seu adversário, que ainda assim  soube lidar com pressão. Prova disso, é que a equipa orientada por Miguel Guambe fixou o resultado em 53-46. Já com a qualificação garantida, no quarto os “canarinhos” limitaram-se a gerir esforços, perante uma Apolitécnica resignada. A partida terminou com marcador a indicar 59-47, a favor dos “canarinhos”. 

Assim, o Costa do Sol aguarda pelo outro finalista que vai sair do jogo entre os Ferroviários da Beira e Maputo. Em caso de vitória, hoje, os “locomotivas” da capital qualificam-se para a final, tendo em conta que venceram o jogo 1. Em contrapartida, uma vitória do Ferroviário da Beira força a decisão para amanhã, desta feita no jogo 3.

O árbitro assistente moçambicano, Arsénio Maringule, integra as equipas de arbitragem que dirigem jogos do Campeonato do Mundo de clubes da FIFA, prova que arrancou a 12 de Dezembro e vai prolongar-se até  ao próximo dia dia 22, em Jeddah, na Arábia Saudita.

Maringule e Elvis Nguegoue, dos Camarões, são, de resto, os únicos árbitros assistentes africanos nomeados para esta prova pela FIFA.

Recentemente, Arsénio Maringule fez parte da equipa de arbitragem que dirigiu a final Liga Africana de Clubes, jogo decisivo que envolveu as  equipas do Mamelodi Sundowns e Wydad AC do Marrocos.

Arsénio Maringule foi o segundo assistente deste duelo da segunda “mão” da final  que foi dirigido pelo árbitro Jean-Jacques Ngambo Ndala, da República Democrática do Congo, e teve ainda como primeiro assistente  Elvis Guy Noupue Nguegoue, dos Camarões.

Com elevada cotação, Maringule foi nomeado, ano passado, para o Campeonato do Mundo, certame que decorreu no Qatar.

Maringule fez parte, ainda este ano, da equipa de arbitragem que dirigiu o jogo das meias-finais da Liga dos Campeões Africanos entre o Al Ahly do Egipto e o Esperance da Tunísia, ganho pela equipa egípcia por uma bola sem resposta.

Amílcar Jussub foi reeleito, com 100% dos votos, para mais um mandato de quatro anos à frente da Associação de Futebol da Cidade de Maputo. O terceiro mandato de Jussub vai até 2027.

Amílcar Jussub era candidato único à sua própria sucessão à frente dos destinos da associação que gere o futebol na Cidade de Maputo, e os clubes, todos eles, disseram sim a mais um mandato.

Após a sua reeleição, Amílcar Jussub agradeceu aos filiados pela confiança e oportunidade de poder continuar a contribuir para o desenvolvimento do futebol na capital do país.

Jussub revelou, na ocasião, que está em vigor um projecto de construção de dois campos de futebol de praia nos espaços anexos do Estádio Nacional do Zimpeto e na praia da Costa do Sol, tendo, igualmente, prometido apostar na massificação do futebol feminino a partir da escola, da comunidade, associações desportivas e academias.

Outro dos desafios que o presidente da Associação de Futebol da Cidade de Maputo se compromete a seguir neste terceiro mandato é manter a organização com o estatuto de referência principal do futebol nacional, pelo prestígio alcançado e que seja orgulho da sociedade, baseada nos valores de responsabilidade, profissionalismo, inclusão, transparência competência e alto sentido de serviço público.

A reeleição de Amílcar Jussub aconteceu esta terça-feira, durante a Assembleia-Geral Ordinária da Associação de Futebol da Cidade de Maputo, que teve lugar no auditório Ferdinand Wilson, na sede da Federação Moçambicana de Futebol.

O estágio da selecção nacional de futebol, os Mambas, será, definitivamente, na vizinha África do Sul, contrariamente ao desejo de Chiquinho Conde de realizar em Algarve, Portugal. A confirmação foi feita pelo respectivo presidente da Federação Moçambicana de Futebol, Feizal Sidat, que espera que os jogadores que actuam fora de portas começam a se juntar ao grupo a partir do dia 26.

“Temos informações de que alguns dos campeonatos da Europa vão interromper os jogos devido às baixas temperaturas que se fazem sentir nesta altura da época. Ouvimos sobre chuvas, neves, gelo e muito mau tempo e alguns campeonatos como da Alemanha, Bélgica e outros vão parar”, disse Feizal Sidat em entrevista ao canal desportivo da Rádio Moçambique.

Por essa razão, o estágio que se previa iniciasse a 2 ou 3 de Janeiro no Algarve, Portugal, de acordo com Chiquinho Conde, já não será na Europa, mas sim na vizinha África do Sul. É que espera-se que, com as paragens dos campeonatos em alguns países da Europa, os jogadores estejam disponíveis mais cedo do que o esperado.

“Achamos que poderíamos trazer alguns jogadores o mais breve possível, tendo em conta que não estarão mais em competição nestes dias”, prosseguiu Sidat ao RMD.

“Estamos em contactos com alguns jogadores para sabermos se terão disponibilidade de se juntarem mais cedo aos Mambas, embora tenhamos as festas do Natal, mas julgamos que até 26 ou 27 já podem se juntar ao grupo de trabalho”, continuou Feizal Sidat.

Aliás, esta confiança do presidente da Federação Moçambicana de Futebol surge da prerrogativa das normas da FIFA que prevê que as equipas libertem os jogadores com 15 dias de antecedência do arranque das provas continentais, sendo que os mesmos devem estar ao serviço da selecção nacional até 29 de Dezembro.

“Acreditamos que é possível termos os jogadores o mais cedo possível e realizarmos o nosso estágio na África do Sul”, concluiu Sidat.

Os Mambas realizaram, esta quarta-feira , o seu terceiro treino em solo pátrio já com todos jogadores que actuam internamente e que estão às ordens do seleccionador nacional, Chiquinho Conde. A estes junta-se Clésio Baúque que viu terminado o seu campeonato na Finlândia.
Para esta semana estão previstas mais duas sessões de treinos matinais, esta quinta e sexta-feiras, antes do primeiro jogo de controlo diante de eSwatini, no sábado, no campo da Black Bulls, em Tchumene.

Há ainda a possibilidade dos Mambas defrontarem Lesotho no estágio que realizam antes da viagem a Costa do Marfim a 9 de Janeiro, segundo programa da Federação Moçambicana de Futebol, cinco dias antes do início da prova.

Entretanto, sabe-se que a Federação de Futebol da Costa do Marfim confirmou, na sua página das redes sociais, um jogo com os Mambas para 06 de Janeiro de 2024, um sábado, na cidade de San Pedro, no Sudoeste daquele país anfitrião da prova.
Moçambique estreia-se frente ao Egipto a 14 de Janeiro e defrontando sucessivamente Cabo Verde e Gana.

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