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O País – A verdade como notícia

Na sequência da notícia sobre a possibilidade de o Chaves apresentar acção judicial contra Guima, o jogador recorreu às redes sociais para partilhar um comunicado em sua defesa.

“Sempre cumpri com todas as minhas obrigações contratuais e profissionais durante o tempo em que estive ao serviço do Chaves. Sempre me esforcei ao máximo em campo, demonstrando empenho, dedicação e respeito pelo clube, pelos meus colegas de equipa e pelos adeptos”, afirmou o jogador.

O internacional moçambicano deixou bem expresso o desejo de abandonar os flavienses. “Tenho pleno direito, juridicamente garantido, de optar por não renovar o meu contrato ao término do mesmo, conforme estabelecido pelas normas legais vigentes”, contou.

O jogador de 28 anos concluiu o comunicado pedindo “espaço” e “respeito” pelas suas decisões. “Continuarei a manter uma postura profissional e ética, esperando que qualquer transição futura seja conduzida com o respeito e a dignidade que sempre marcaram a minha carreira”, disse.

Recorde-se que o presidente da SAD, Francisco José Carvalho, realçou, na passada quinta-feira, que o jogador tinha uma cláusula que possibilitava a renovação.

“O Chaves tinha o direito de opção sobre o atleta e como contamos com ele, accionamos a cláusula de renovação que estava no contrato que foi assinado por ele, já com valores pela renovação e tudo. Ao que parece, o jogador não quer, mas, assim sendo, o jogador tem contrato com o Chaves até final da época 2024/2025 e, se assim não for, vai ser movida uma acção judicial”, declarou o presidente.

A Associação Black Bulls desloca-se hoje, terça-feira, a Songo, para defrontar a União Desportiva local, na partida que encerra a oitava jornada do Moçambola 2024. Será um teste à sua liderança, agora que vê o Costa do Sol aproximar-se ainda mais na tabela classificativa, com menos dois pontos.

É o teste de fogo para a Black Bulls nesta deslocação a Songo, um terreno que não inspira muita garantia, uma vez que o adversário é um candidato nato ao título. Os resultados entre os dois contendores mostram que não será partida fácil.

Só para ilucudar, nos sete jogos disputados entre ambos, os “touros” venceram três jogos, dois dos quais em Songo (1-4 no primeiro jogo,em 2021, e 0-1 no último jogo, em 2023), e outro em terreno neutro, na Beira, na final da Taça de Moçambique do ano passado, por 2-1.

Em sua casa, a União Desportiva de Songo venceu apenas um jogo, em 2022, por 3-0, havendo ainda registo de dois empates a um golo, mas no Tchumene.

Com a liderança em causa pela aproximação do Costa do Sol, que está a dois pontos, a Black Bulls vai procurar aumentar a sua vantagem na prova, mas sempre ciente das dificuldades que vai encontrar.

Aliás, a chegada tardia de alguns dos seus jogadores que estiveram ao serviço da selecção nacional, em Marrocos, pode ser um grande entrave para Hélder Duarte, que chegou a criticar a forma como são feitas as marcações dos jogos.

Do lado da União Desportiva de Songo, que viu os jogadores que estavam nos Mambas a chegarem mais cedo, tem a possibilidade de encurtar a distância, uma vez que agora é de cinco pontos (19 para Black Bulls e 14 para UD Songo).

Uma vitória dos “hidroeléctricos” relança a disputa pela liderança, já que teria o Costa do Sol e a UD Songo na cola, a dois pontos da liderança.

O Costa do Sol, para chegar a acoçar a Black Bulls teve que golear o Baía de Pemba por 3-0, com um bis de Chisala e outro golo do Musonda, a justificar a contratação de estrangeiros, que fazem diferença.

Os “bainanos” estão a cinco jogos sem vencer, onde somaram três derrotas e dois empates, o que coloca a equipa em queda, agora na oitava posição, com oito pontos.

Quem deu um salto alto nesta jornada, ainda que de formaprovisória, é o Ferroviário de Lichinga, que na recepção ao homónimo de Nampula venceu à tangente. Cuco marcou o único golo que coloca a equipa na quinta posição, agora com 12 pontos, a fugir da zona baixa.

Mais de 13 mil pessoas estão presentes no maior festival aéreo do país, evento que decorre na Baía de Maputo, concretamente da Avenida 10 de Novembro, na Cidade de Maputo. O evento, que já vai na sua 12 edição conta com 30 aéronaves e 35 pilotos, entre moçambicanos e estrangeiros.

Os pilotos moçambicanos são todos do Aeroclube de Moçambique, a única escola cívil para pilotos e paraquedismo no país.

O evento, que começou na manhã deste sábado, só irá terminar ao fim do dia, momento que será marcado por um espectáculo de fogo de artifício, tal como aconteceu na edição passada. Além da componente desportiva, a presente edição trás vários elementos atractivos, como é o caso da cultura.

Geny Catamo vale 30 milhões de euros, equivalente a dois mil milhões de meticais. O Sporting só irá aceitar libertar o jogador mediante o pagamento desse valor aos clubes interessados no passe do internacional moçambicano.

Geny Catamo tornou-se num elemento de especial importância no Sporting durante a última época. Ainda assim não tem o futuro garantido em Alvalade. Com vários interessados em Inglaterra e Itália, o lateral moçambicano pode sair durante o mercado de transferências de verão e a direcção liderada por Frederico Varandas já fixou um valor.

Segundo revela o jornal O JOGO, na edição deste sábado, a estrutura dos leões não irá colocar grandes entraves caso apareça uma oferta na ordem dos 30 milhões de euros por Catamo, equivalente a dois mil milhões de meticais.

Com contrato até 2028, e uma cláusula de rescisão de 60 milhões. Frederico Varandas, juntamente com Hugo Viana, director desportivo, e Rúben Amorim, treinador, acredita que o valor fixado se ajusta. 

Desse valor, o Sporting terá apenas direito a 75%, uma vez que os restantes 25% irão para os cofres do Amora, que terá assim direito a sete milhões dos 30. 

Geny Catamo contabilizou, na última época, seis golos e cinco assistências num total de 41 jogos disputados. Recorde-se que  internacional moçambicano foi o autor do golo que deu vitória aos Mambas frente à Guiné-Conacri.

Moçambique está inserido no Grupo A do torneio regional do Cosafa, juntamente com África do Sul, Botswana e Eswatini, de acordo com o sorteio realizado esta sexta-feira. A prova arranca a 26 de Junho corrente.

12 selecções inscritas para disputarem o torneio regional do Cosafa nesta edição 2024. O sorteio foi realizado na manhã desta sexta-feira e ditou a integração de Moçambique no grupo A da prova.

A anfitriã África do Sul, Botswana e Eswatini são os adversários dos Mambas nesta edição que terá lugar em Durban a partir do dia 26 deste mês de Junho.

Será o reencontro entre Moçambique e África do Sul que se defrontaram na final de 2008, ganho pelos Bafana Bafana, bem como nas meias-finais de 2021, também ganho pela selecção sul-africana.

Com Eswatini, os Mambas têm recordação da derrota sofrida em 2021 no jogo de atribuição do terceiro lugar, por 4-2 na marca das grandes penalidades, depois do empate a um golo no tempo regulamentar.

Já o Botswana é adversário dos Mambas na qualificação ao Mundial 2026, tendo a selecção nacional vencido na primeira jornada por 3-1, em jogo realizado em Joanesburgo.

O grupo B é constituído pelas selecções da Zâmbia, Comores, Zimbabwe e um outra por confirmar, enquanto o grupo C terá Angola, Namíbia, Lesotho e Seychelles.

Na última edição, ano passado, os Mambas terminaram na fase de grupos após somar uma vitória, uma derrota e um empate.

Moçambique está inserido no Grupo A do torneio regional do Cosafa, juntamente com África do Sul, Botswana e Eswatini, de acordo com o sorteio realizado esta sexta-feira. A prova arranca a 26 de Junho corrente.

12 selecções inscritas para disputarem o torneio regional do Cosafa nesta edição 2024. O sorteio foi realizado na manhã desta sexta-feira e ditou a integração de Moçambique no grupo A da prova.

A anfitriã África do Sul, Botswana e Eswatino são os adversários dos Mambas nesta edição que terá lugar em Durban a partir do dia 26 deste mês de Junho.

Será o reencontro entre Moçambique e África do Sul que se defrontaram na final de 2008, ganho pelos Bafana Bafana, bem como nas meias-finais de 2021, também ganho pela selecção sul-africana.

Com Eswatini, os Mambas tem recordação da derrota sofrida em 2021 no jogo de atribuição do terceiro lugar, por 4-2 na marca das grandes penalidades, depois do empate a um golo no tempo regulamentar.

Já o Botswana é adversário dos Mambas na qualificação ao Mundial 2026, tendo a selecção nacional vencido na primeira jornada por 3-1, em jogo realizado em Joanesburgo.

O grupo B é constituído pelas selecções da Zâmbia, Comores, Zimbabwe e um outra por confirmar, enquanto o grupo C terá Angola, Namíbia, Lesotho e Seychelles.

Na última edição, ano passado, os Mambas terminaram na fase de grupos após somar uma vitória, uma derrota e um empate.

Os jogadores, equipa técnica e staff dos Mambas estão retidos em Lisboa devido ao cancelamento do voo da empresa Linhas Aéreas de Moçambique, que os devia transportar de regresso a Maputo.

O voo, inicialmente agendado para sair de Lisboa na noite desta quinta-feira e chegar a Maputo na manhã de sexta-feira, foi reprogramado para sair na noite desta sexta-feira e só chegar a Maputo na manhã de sábado, segundo fonte das Linhas Aéreas de Moçambique.

Assim, os jogadores que deviam juntar-se aos seus clubes para a disputa da oitava jornada do Moçambola 2024 vêem a sua integração nesta jornada comprometida devido a este cancelamento.

Entretanto, esforços estão a ser feitos para que os Mambas sejam distribuídos por outras companhias para o regresso ainda esta quinta-feira, mas sem garantias.

Recorde-se que os Mambas chegam a Lisboa, Portugal, idos de Casablanca, onde disputaram o jogo da quarta jornada de qualificação para Mundial 2026 e venceram a Guiné-Conacri por uma bola sem resposta.

A CAF agendou para 5 de Julho o sorteio da fase de qualificação para o Campeonato Africano de Futebol, CAN 2025, prova que será disputada em Marrocos. O evento terá lugar em Joanesburgo, África do Sul.

Quarenta e oito nações vão conhecer o cruzamento da fase de qualificação para o CAN no próximo mês. A Confederação Africana de Futebol, CAF, agendou o sorteio para dia 5, em Johanesburgo, África do Sul.

De acordo com o organismo que gere o futebol africano, o Chade, eSwatini, Libéria e Sudão do Sul vão integrar um dos 12 grupos que vão disputar as 23 vagas que dão acesso à fase final da prova, em virtude de terem disputado a fase preliminar.

Estas quatro selecções vão-se juntar à campeã africana em título, a Costa do Marfim, e a outras, nomeadamente Argélia, África do Sul, Angola, Benim, Botswana, Burundi, Camarões, Cabo Verde, República Centro-Africana, Chade, Comores, República do Congo, República Democrática do Congo, Egipto, Guiné Equatorial, eSwatini e Etiópia.
As restantes selecções que vão ao sorteio do dia 5 de Julho são Gabão, Gâmbia, Gana, Guiné-Conacri, Guiné-Bissau, Quénia, Lesotho, Libéria, Líbia, Madagáscar, Malawi, Mali, Mauritânia, Marrocos, Moçambique, Namíbia, Níger, Nigéria, Ruanda, São Tomé e Príncipe, Senegal, Serra Leoa, Sudão do Sul, Sudão, Tanzânia, Togo, Tunísia, Uganda, Zâmbia e Zimbabwe.

O arranque das eliminatórias que vão determinar as 24 nações que competirão no maior evento de África, em Marrocos, no próximo ano, está agendado para Setembro, com dois jogos. Outros jogos serão disputados em Outubro, terminando a fase de qualificação, em princípio, em Novembro.

Depois do sucesso do CAN 2023, cuja fase final foi na Costa do Marfim, a Confederação Africana de Futebol projecta uma competição com muitas inovações.

O objectivo deste organismo é elevar a qualidade competitiva da prova, trazendo mais elementos atractivos, como é o caso do incremento das premiações. Moçambique vai, mais uma vez, procurar garantir um lugar na maior montra do futebol africano, depois de em Janeiro ter deixado boas marcas na Costa do Marfim.

Recorde-se que na edição passada, em Janeiro e Fevereiro deste ano, os Mambas estiveram inseridos no grupo B, juntamente com Egipto, Cabo Verde e Gana, tendo terminado na terceira posição, com dois pontos, frutos de dois empates com os Faraós (2-2) e com as Estrelas Negras (2-2) e uma derrota frente aos Tubarões Azuis (3-1).

O Conselho das Associações de Futebol da África Austral (COSAFA) decidiu pelo adiamento do torneio deste ano para uma nova data. Inicialmente agendada para decorrer de 14 a 22 de Junho em Durban, África do Sul, a prova só terá lugar em Julho próximo.

Em um comunicado de imprensa, a direcção do Cosafa explica que, “após discussões com várias partes interessadas, estamos a explorar um novo conjunto de datas para o torneio COSAFA de 2024 e forneceremos uma actualização em tempo útil”.

Ademais, para a direcção do Cosafa, o torneio é crucial para o desenvolvimento das selecções, dos jogadores e dos treinadores, “e queremos ter a certeza de que eles podem tirar o máximo proveito dele”. Por isso, “as novas datas serão em Junho ou Julho deste ano e serão baseadas na melhor exposição possível para todas as partes interessadas, a fim de garantir uma competição de classe mundial que ajude a fazer avançar o futebol na região”, lê-se no comunicado.

Para a edição deste ano Moçambique vai priorizar a selecção sub-23 com o selecionador nacional, Victor Matine, a trabalhar com 29 jogadores pré-seleccionados, já lá vão duas semanas. A selecção conta com jogadores nacionais e estrangeiros.

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