O País – A verdade como notícia

O diferendo entre o ex-treinador do Matchedje de Maputo, Manuel Casimiro, e o presidente da Associação Black Bulls, Junaid Lalgy, poderá fazer parte da história. As duas partes andaram desavindas no ano passado, por conta das alegadas injúrias e difamações proferidas pelo técnico ao patrono da Black Bulls. Por conta disso, Lalgy moveu um processo contra Casimiro.

O caso foi até ao Tribunal Judicial Distrital da Machava. Apesar de ter ganho a causa, Manuel Casimiro reconhece que agiu no calor da emoção ao proferir acusações ao presidente da Black Bulls.

“É verdade que já houve a sentença e fiquei satisfeito por ter sido absolvido. Porém, não estou satisfeito por ter ido à barra do tribunal por uma situação que poderia ter evitado e por causa de algumas pessoas que estão no futebol para prejudicar os outros”, explica Manuel Casimiro. Anota ainda “acredito que o senhor Lalgy ouviu coisas que eu nunca fiz. É por essa razão que ele não conversou comigo e preferiu meter o caso no tribunal”, acrescentou.

Manuel Casimiro assegura não ter algo contra o presidente da BLack Bulls, a quem, tal como diz, nutre um enorme respeito por ser uma figura que tem contribuído significativamente para o desenvolvimento do desporto moçambicano, particularmente o futebol.

Para sustentar a sua posição, Casimiro esclarece também, que inclusive já veio a público reconhecer o investimento que a ABB tem estado a fazer na componente das infra-estruturas. O técnico entende que, para o bem do futebol, é preciso que haja harmonia entre os seus fazedores. É, aliás, pensando nisso que prefere enterrar o “machado da guerra”.

“Ambos construímos os nossos nomes no desporto moçambicano com muito sacrifício, por isso não vejo necessidade de nos digladiarmos. O futebol sai a ganhar quando os seus fazedores se preocupam, não com intrigas, mas com o seu desenvolvimento. Lalgy sempre terá o meu respeito. Espero, por isso, que nossa relação volte à normalidade”, conclui o técnico responsável pela subida do Matchedje ao Moçambola 2023.

 

Os Mambas defrontam a Somália no dia 7 de Junho, no Estádio Nacional do Zimpeto, em jogo inserido na segunda jornada do Grupo G da fase de qualificação para o Campeonato do Mundo 2026. Três dias depois, no dia 10, a selecção nacional vai medir forças com a Guiné Conacri. 

A Confederação Africana de Futebol divulgou, esta semana,  o calendário da segunda e terceira jornada da fase de qualificação para o Campeonato do Mundo 2026. Os Mambas entram em acção no dia 7 de Junho, defrontando a sua congénere da Somália, em jogo da segunda jornada. 

A partida está marcada para o Estádio Nacional do Zimpeto.  Três dias depois, ou seja, no dia 10, o combinado vai medir forças com a Guiné Conacri, desta feita para a terceira jornada na corrida à maior prova do futebol mundial. 

O jogo entre as duas selecções será realizado em Marrocos, em virtude de a Guiné não ter um estádio em condições de receber partidas oficiais sob égide da CAF. Inseridos no Grupo G, os Mambas vão procurar alcançar a sua primeira vitória nesta fase qualificativa. 

O combinado nacional averbou uma derrota na primeira jornada diante da Argélia, no Estádio Nacional do Zimpeto, por duas bolas sem resposta. 

Para esta partida, o seleccionador nacional, Chiquinho Conde, poderá contar com alguns jogadores naturalizados, tal como deu a conhecer, no mês passado, o presidente da Federação Moçambicana de Futebol, Feizal Sidat. 

A dupla moçambicana de vólei de praia composta por José Mondlane e Osvaldo Mungoi está a intensificar a preparação, tendo em vista a participação na última janela, no México, de qualificação para os Jogos Olímpicos.

A dupla, que se encontra no Brasil a observar um estágio, antes dessa importante etapa rumo às olimpíadas, participou e venceu a primeira etapa do circuito de voleibol de praia, que teve lugar no Pezão Beach Spor Club de Ribeirão Preto, no país sul-americano.

O circuito serviu para medir o nível de preparação e assimilação dos aspectos técnicos. Ainda no quadro de preparação, a dupla moçambicana realizou seis jogos de controlo num único dia diante de adversários locais, tendo saído vitorioso.

José Mondlane e Osvaldo Mungoi impuseram uma derrota à formação brasileira por 2-0, parciais 21/18 e 21/19.

O selecionador nacional de vólei de praia, Alexandre Pontel, faz uma avaliação positiva do desempenho da dupla nessa primeira etapa de preparação.

“Estamos a poucos dias aqui, mas já participamos num campeonato onde realizámos seis jogos e os atletas estão ainda na fase de adaptação. Ainda assim, conseguimos rapidamente nos integrar às dinâmicas dos jogos”, disse Alexandre Pontel, ajuntando que, “além dos jogos temos feito trabalhos de análises das partidas e assistimos videos motivacionais.”

Por sua vez, a dupla fala de outro nível de preparação que é mais exigente. “Está a ser uma boa experiência. Na primeira etapa deparamos-nos com boas duplas que nos impuseram um outro nível de dificuldades pela experiência que eles têm, mas trabalhamos e vencemos os nossos primeiros jogos e cada dia vamos melhorando o nosso nível”, anotou José Mondlane.

 

 

O Kaizer Chiefs, do internacional moçambicano Edmilson Dove, está a atravessar crise de resultados  na primeira liga sul-africana. Nas últimas cinco jornadas apenas venceu um jogo, ocupando agora a oitava posição, com 33 pontos.

O internacional moçambicano, Edmilson Dove, não tem tido vida fácil na primeira liga sul-africana. A prestação do seu Kaizer Chiefs, equipa na qual cumpre a sua segunda época, não tem sido das melhores. O emblema sul-africano está a atravessar uma crise de resultados.

Só nas últimas cinco jornadas os “Amakhossi” venceram apenas um jogo, diante da formação do Richards Bay por uma bola sem resposta. Nas outras partidas a equipa do lateral moçambicano somou três derrotas, contra o Supersport (1-2), Chippa United (0-2) e Stellenbosch (01). Os “Amakhossi” somaram ainda um empate sem abertura de contagem diante do Cape Town City, antiga formação do Edmilson Dove.

O Kaizer Chiefs continua longe dos lugares do pódio na tabela classificativa, somando agora com 33 pontos, na oitava posição, numa prova que é liderava pelo Mamelodi Sundowns, que soma 59 pontos.

O Chiefs defronta, esta sexta-feira,  o líder e campeão em título Sundowns, numa partida em que precisa vencer para reduzir a distância com os seus mais directos perseguidores na tabela classificativa.  O Kaizer Chiefs não tem registado resultados satisfatórios diante do Mamelodi, equipa que nos últimos anos tem dominado o futebol sul-africano.

Na presente temporada Edmilson Dove não tem sido primeira aposta do técnico sul-africano Cavin Johnson. O internacional moçambicano chegou ao Kaizer Chiefs em 2022, transferido da União Desportiva do Songo, depois de vestir, por muitos anos, a camisola do Cape Town City, por sinal a porta de entrada do jovem jogador ao futebol sul-africano.

Apesar de não estar a jogar regularmente na sua equipa, “Mr Clean”, como também é tratado pelos adeptos dos “Amakhossi”, poderá sera aposta de Chiquinho Conde nos próximos compromissos da selecção nacional em Junho, referentes às qualificações para o Mundial 2026. Os Mambas vão receber a Somália no dia 7 de Junho, no Estádio Nacional do Zimpeto, para depois enfrentar a Guiné Conacri.

Quatro pugilistas partem no próximo sábado para Tailândia, onde vão observar um estágio de 15 dias antes do arranque da última janela de qualificação para os Jogos Olímpicos, Paris 2024.

Rady Gramane, Tiago Muxanga, Armando Sigaúque e Bernardo Marrime são as últimas apostas da Federação Moçambicana de Boxe (FMBoxe) na corrida para os Jogos Olímpicos, Paris 2024, prova agendada para Julho. A modalidade de boxe já tem  garantida, através da Alcinda Panguana, a presença nesse evento planetário.

Mais quatro pugilistas vão tentar lutar para garantir mais vagas. A Federação Moçambicana de Boxe desdobra-se na criação de condições para o quarteto nacional, que recentemente participou numa competição em Durban, África do Sul, onde os pugilistas Armando Sigaúque e Alcinda Panguana conquistaram medalhas de ouro.

Nesse sentido, Rady Gramane, Tiago Muxanga, Armando Sigaúque e Bernardo Marrime partem, este sábado, para Tailândia, onde vão observar um estágio de 15 dias, antes do arranque da última janela de qualificação para os Jogos Olímpicos.

A fase de qualificação terá lugar, curiosamente, no mesmo local de estágio. Ou seja, na Tailândia. Durante o período de estágio os quatro pugilistas vão efectuar combates com os seus similares locais, tendo em vista medir o pulsar competitivo dos atletas nacionais.

Segundo a FMBoxe, a perspectiva é garantir que os quatro pugilistas consigam qualificar-se para essa importante competição, ainda que reconheça que não será tarefa fácil tendo em conta a qualidade dos adversários que irão marcar presença nessa prova qualificativa. 

A pugilista Alcinda Panguana vai integrar o grupo de estágio, de modo a intensificar a sua preparação para os Jogos Olímpicos. A mais medalha pugilista foi a primeira atleta moçambicana a garantir a qualificação para as olimpíadas.  A última janela de qualificação tem o início marcado para dia 24 do próximo mês.

Depois do estágio e da competição, os atletas regressam ao país para, em caso de garantirem a qualificação para os Jogos Olímpicos, cumprirem com a última etapa antes do arranque, em Julho, da mais prestigiada competição. 

Os louros  da dupla jornada do Torneio de Abertura de Basquetebol da Cidade de Maputo, realizada no fim-de-semana, vão, sem sombra de dúvidas, para a novel formação da New Vision de Pemba.

É que a formação comandada por Ivan José Cossa (antigo base do Ferroviário de Maputo, Costa do Sol, Ferroviário da Beira e Maxaquene) venceu os dois jogos por si realizados diante das Águias Especiais e New Vision.

Em duelo da quinta jornada da competição, a New Vision venceu por três pontos as Águias Especiais (61-57), alcançando, desta forma, o primeiro triunfo no certame.

Destaque, nesta partida, para Edmilson Mahossana que contabilizou 21 pontos, e Denzel Leão, que terminou a partida com 14.

Na segunda partida, a New Vision levou a melhor sobre o Maxaquene “B” a quem bateu por 75-60, sendo que, ao intervalo, o marcador indicava 33-30, vantagem para os “tricolores”.

Num jogo que, no passado, concentrou as atenções dos amantes da bola ao cesto no país, arrastando milhares para os pavilhões, o Maxaquene “A”, liderado por Horácio Joaquim Martins, derrotou o Desportivo de Maputo de Carlos Manuel Ferro (90-67). Esta partida contava para a jornada 8 do Torneio de Abertura de Basquetebol em seniores masculinos.

O Ferroviário de Maputo, por sua vez, alcançou duas vitórias em igual número de jogos. Na quinta-feira, 25 de Abril, os “locomotivas” aplicaram “chapa 100” ao Maxaquene “B”, vencendo o encontro por 144-78.

Já no sábado, os vice-campeões nacionais voltaram a atingir a marca dos 100 pontos, derrotando, desta feita, o Costa do Sol sub-20 por 135-69.

No dia anterior, e por falta de campos, foi adiada a partida entre a A Politécnica e o Costa do Sol sub-20.

 

FERROVIÁRIO NÃO VACILA EM FEMININOS

Líder da competição em seniores femininos, o Ferroviário de Maputo venceu, sexta-feira, as Águias Especiais, por 139-26. As campeãs nacionais controlaram o jogo com os parciais de 32-10, 32-4, 37-1 e  38-6.

Destaque ainda para o Costa do Sol, que, na quinta-feira, derrotou o Maxaquene (85-37) em jogo inserido na quinta jornada. Por sua vez, a A Politécnica venceu as Águias Especiais por 66-63. Na dupla jornada, o Maxaquene perdeu também com a Lazio por 68-37.

A Associação Black Bulls continua a assinar boas prestações no recém-iniciado Moçambola. Os “touros” somam duas vitórias em igual número de jogos, liderando, dessa forma, a maior prova futebolística nacional, com seis pontos.

Na abertura da segunda jornada, no sábado, a Black Bulls recebeu e venceu o Baía de Pemba, por esclarecedores três bolas sem resposta, numa partida em que o capitão dos “touros”, Kadre, foi a figura de destaque ao apontar dois golos. Victor assinou o terceiro tento da equipa orientada pelo técnico português, Hélder Duarte.

Na próxima jornada, o campeão de 2021 desloca-se a Nampula para defrontar o Ferroviário local, que, na presente ronda, arrancou uma vitória importante no sempre difícil terreno da Associação Desportiva de Vilankulo, por uma bola sem resposta.

Os “locomotivas” da capital do Norte seguem na terceira posição, com os mesmos seis pontos que o líder Black Bulls. No “clube” dos totalistas está também a União Desportiva do Songo, que soma duas vitórias ao cabo de duas jornadas.

Os “hidroeléctricos” voltaram a ser eficientes, desta feita diante do Ferroviário de Lichinga, assinando uma vitória caseira por 2-0, mesmo resultado com que “despacharam” o Textáfrica de Chimoio na ronda inaugural do Moçambola. A UDS soma seis pontos na segunda posição.

Na ronda que se segue, os “hidroeléctricos” vão medir forças com o Costa do Sol, numa partida que se espera que seja apetecível. O regressado Desportivo de Nacala, de Carlos “Caló” Manuel, é, para já, a equipa sensação do Moçambola.

Os representantes da cidade portuária de Nacala foram, mais uma vez, certeiros. Depois da vitória na primeira jornada sobre o primodivisionário Brera Tchumene FC, os “canarinhos” receberam e venceram o Textáfrica de Chimoio, por três bolas a duas. A equipa do Caló ocupa a quarta posição, com seis pontos, e vai defrontar o Ferroviário de Lichinga na terceira jornada.

 

COSTA DO SOL FELIZ NO CLÁSSICO

No tradicional e sempre clássico do país, o Costa do Sol levou a melhor sobre o Ferroviário de Maputo, vencendo à tangente, por 1-0. Ali Abudo foi o herói da partida, ao apontar o único golo. Os “canarinhos” ocupam a quinta posição, com três pontos. 

A vitória da equipa “canarinha” serviu para serenar os ânimos dos adeptos, que, depois da derrota diante da Black Bulls, apontaram o dedo acusador para a equipa da arbitragem chefiada por Adriano Alfinar, por alegada má actuação.  Esse facto fez com que a Liga Moçambicana de Futebol (LMF), através do Conselho de Disciplina, aplicasse uma multa de 10 mil Meticais ao clube.

Os “locomotivas” da capital continuam sem encontrar o caminho certo para as vitórias, somando duas derrotas. O Ferroviário está relegado à desprestigiante décima posição sem nenhum ponto, devendo, na terceira jornada, deslocar-se a Pemba a fim de enfrentar o Baía, equipa que está com o orgulho ferido após a derrota diante da Black Bulls.

O campeão nacional, Ferroviário da Beira, também continua em “maus lençóis”. Os “locomotivas” do Chiveve vivem um momento de desacerto. Depois da derrota diante do seu homónimo de Nampula na abertura do Moçambola, a equipa orientada pelo luso-moçambicano, Daúto Faquirá, voltou a claudicar mesmo jogando em casa.

O Ferroviário da Beira não foi para além de um empate sem abertura de contagem diante do Brera Tchumene FC, somando o seu primeiro ponto na prova. O campeão nacional recebe a Associação Desportiva de Vilankulo na terceira jornada, numa partida que se pode considerar de dois aflitos.

O antigo futebolista, Ângelo Matinene, foi eleito, hoje, como novo presidente do Grupo Desportivo Maputo. Matinene era candidato único na corrida à presidência do emblema alvi-negro depois da desistência, à última hora, do Adelino Xerinda.

Ângelo Matinene assume o comando dos destinos do clube campeão do Moçambola em 2006, em substituição de Paulo Ratilal, que há dois meses colocou o lugar à disposição por alegada falta de apoio por parte dos sócios e simpatizantes do clube.

O novo presidente do Desportivo Maputo tem em mangas uma carteira de projectos, desde logo a reaproximação da família alvi-negra, aposta numa gestão inclusiva e, acima de tudo, voltada para a transparência.

Matinene pretende ainda resgatar a mística do clube na formação de novos talentos, capítulo no qual o Desportivo já foi uma referência obrigatória no país.

Pretende, igualmente, revitalizar todas as modalidades, com, naturalmente e como fez referência, as baterias viradas para a equipa principal de futebol, que anda arredada da maior prova futebolística nacional, o Moçambola, há um bom par de anos.

Na sua primeira intervenção como o novo homem forte do clube preto e branco, Ângelo Matinene pediu apoio de todos os sócios e simpatizantes para o sucesso da sua governação.

Entende, Matinene, que a união da família Desportivo será determinante para o cumprimento de todos os projectos desenhados.

 

O Comité Olímpico de Moçambique (COM) considera que a desistência da dupla de vólei de praia, Ana Paula Sinaportar e Vanessa Muianga, da última janela de qualificação para os Jogos Olímpicos compromete as ambições de o país colocar mais atletas da modalidade no evento. O COM depositava muitas esperanças numa possível qualificação.

A notícia da desistência da dupla de vólei de praia, composta por Ana Paula Sinaportar e Vanessa Muianga, da última janela de qualificação para os Jogos Olímpicos continua a suscitar muitas reacções.

É que havia esperanças de a destacada dupla sete vezes campeã da Zona VI conseguir marcar presença neste evento desportivo planetário. O Comité Olímpico de Moçambique é obrigado a rever o seu plano de trabalho, tal como avança o vice-presidente e chefe da missão para os Jogos Olímpicos, Francisco Mabjaia.

“Lamentamos essa situação. O vólei feminino era quase uma certeza nos Jogos Olímpicos, pois sempre acreditámos que poderiam qualificar-se. Essa desistência, por razões que até entendemos, só podemos aprender a lidar com ela”, disse Francisco Mabjaia. Face à desistência da destacada dupla, o Comité Olímpico de Moçambique diz que as atenções estão viradas para a dupla masculina composta por José Mondlane e Osvaldo Mungoi.

“A aposta toda terá de ser com os masculinos, como está a acontecer agora. Ainda ontem (quarta-feira), a dupla viajou para o Brasil, onde vai observar um estágio de quatro semanas, no qual vai ser submetida a trabalhos intensivos antes de atacar a última janela de qualificação”, anota o dirigente.

O Comité Olímpico de Moçambique está empenhado em garantir que mais atletas consigam qualificar-se a esta importante competição.

“Neste preciso momento, temos o judo, que vai participar no campeonato africano. Provavelmente, vá ser a última fase a nível africano, para somarem pontos para verem como é que, depois, ficam no ranking. A nossa expectativa é que, desse campeonato africano, consigam pontos suficientes para nos assegurarem a qualificação”, explica Francisca Mabjaia, anotando ainda que há ainda muitos desafios no boxe.

“No próximo mês, vai começar a última janela de qualificação do boxe na Tailândia. Ainda no princípio do mês, teremos de mandar a selecção do boxe para o estágio que vai, seguramente, no mesmo país”. O Comité Olímpico vai levar quatro atletas de boxe para a última janela, com Rady Gramane à cabeça.

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