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O País – A verdade como notícia

Das Rochas expõe “Versos d’Alma” 

Está patente ao público até 5 de Novembro, na Mediateca do BCI, em Maputo, a exposição individual “Versos d’Alma”, do artista plástico moçambicano Miqueias Rocha,

Das Rochas expõe “Versos d’Alma” 

Está patente ao público até 5 de Novembro, na Mediateca do BCI, em Maputo, a exposição individual “Versos d’Alma”, do artista plástico moçambicano Miqueias Rocha,

Foi durante a conferência de impressa de hoje que instrumentistas e coristas interpretaram o clássico “Aleluia” de Handel, deixando maravilhado um modesto público no Teatro Avenida, em Maputo. A breve apresentação era um aperitivo para o lançamento da primeira série 2017 da Temporada de Música Clássica de Maputo.

Mas não foi somente a pitada de “Aleluia” que entusiasmou jornalistas e parceiros do projecto Xiquitsi. A plateia ficou extremamente empolgada ao saber da boa nova. Estevão Chissano – jovem compositor e aluno do Xiquitsi – vai estrear a sua primeira oração, durante está série. “Chissano estudou composição durante dois anos e para nossa surpresa ele conseguiu compor 30 minutos de música clássica. Algo raro para um iniciante.” Revelou, com satisfação, Kika Materula, Directora-Artística do Xiquitsi.

Indagado sobre as suas pretensões com a composição, Chissano deixou bem claro que: “gostava de ver as pessoas a entrarem na sala e esquecerem os problemas, ao ouvir música clássica. E, quando saíssem tivessem certeza de que tudo vai-se revolver.”

Para está temporada, o projecto convidou três grupos corais, nomeadamente: Juvenil Maria Rivier, Santa Cecília e Sociedade Presbiteriana dos Jovens do Khovo. Além destas vozes, o evento será agraciado pela belíssima voz de Xixel Langa. Esta é a primeira vez que a Temporada de Música Clássica de Maputo vai incorporar a voz nas apresentações.

Contrariando as edições anteriores, a Temporada contará com mais artistas nacionais em palco. E, este ano, o projecto Xiquitsi vai homenagear a cidade das acácias pelos seus 130 anos. Deste modo, passaram pelos palcos da cidade de Maputo cerca de 30 músicos, durante cinco dias.

 

Os artistas plásticos moçambicanos, escultores e pintores (inclusive em tecido – técnica batik) projetam o país através dos seus trabalhos.

A música vocal moçambicana também impressiona os visitantes. A timbila chope, um instrumento musical tradicional, foi inclusivamente considerada Património Mundial pela UNESCO.

Os artistas plásticos moçambicanos, escultores e pintores (inclusive em tecido – técnica batik) projetam o país através dos seus trabalhos. A música vocal moçambicana também impressiona os visitantes. A timbila chope, um instrumento musical tradicional, foi inclusivamente considerada Património Mundial pela UNESCO.

Os artistas plásticos moçambicanos, escultores e pintores (inclusive em tecido – técnica batik) projetam o país através dos seus trabalhos. A música vocal moçambicana também impressiona os visitantes. A timbila chope, um instrumento musical tradicional, foi inclusivamente considerada Património Mundial pela UNESCO.

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