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O País – A verdade como notícia

Chama-se Hermínio Chissano, mas, nas ruas, toda a gente conhece-lhe por Duas Caras, um dos melhores rappers moçambicanos de todos os tempos. Nessa qualidade, Duas Caras prepara-se para lançar EP, numa cerimónia marcada para o próximo sábado, no Beergarden, espaço localizado no Jardim dos Madjermanes, na cidade de Maputo.

Entre 11h e 18h, Duas Caras estará com o seu novo trabalho Duditos way, obra composta por cinco músicas, as quais, em geral, trazem relatos de uma trajectória do rapper e de uma vida entregue à música. Além disso, Duas Caras aborda, no EP, questões de âmbito social, sem que isso se torne necessariamente numa apresentação de intervenção à laia de sátira. O que mais importa ao autor é reflectir sobre o seu meio, com a pretensão de fazer parte da solução. Afinal, afirmou Duas, “quando problematizamos determinada realidade, também somos chamados a apresentar possíveis soluções. Por isso preferi, nesta aparição, abordar questões que nos levem a pensar ao invés de me deixar levar apenas por uma crítica explícita. Quis algo mais subtil”.

Ora, Duditos way não se restringe apenas a rebuscar o passado do autor ou a pensar o presente. Paralelamente, neste EP, Duas Caras apresenta temas de algumas músicas com carácter exibicionista, o que revela a pretensão do autor esmerar-se na demonstração do que considera parte técnica do rap, por ser pouco explorada, mesmo ao nível dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP). “Quis fazer disso uma das minhas grandes armas. Quem for a ouvir a EP vai perceber que, mais do que eu digo, preocupo-me mais com a forma como digo. É essa arte que me interessa”.

Mesmo porque as músicas que constituem a EP são reduzidas, Duas Caras não pôde aventurar-se em vários temas. Ainda assim, o rapper garante que este trabalho funciona como antecâmara do que vai ser o seu álbum, a ser lançado em 2018. Duditos way encaixa-se num plano do que Duas Caras pretende fazer nos próximos cinco anos. Nesse intervalo temporal, Kara Boss, como também é conhecido, almeja, mais do que nunca, fazer o que, por várias razões, não conseguiu no passado. O rapper diz estar muito motivado e focado para o efeito.

Olhando para o passado, agora com mais maturidade, Duas Caras acredita que, por algum motivo, Deus quis que o seu primeiro álbum a solo não saísse na altura em que se esperava, pois era suposto que já tivesse um disco lançado há muito tempo. Porque a consumação em disco de uma carreira a solo vem tarde, o título completo deste EP não poderia ser outro: “Duditos way (o homem que chegava tarde)”. Mas por quê Duditos way? Duas explica que o título da EP é inspirado num filme norte-americano: Carlito’s way, dirigido por Brian de Palma. No filme, o personagem Carlito, depois de sair da prisão, promete a si próprio e a todos abandonar a vida que lhe custou a liberdade, como tráfico de heroína. No entanto, mesmo querendo levar vida honesta nas Bahamas, os amigos do passado regressam para o meter de novo em esquemas criminosas e perigosos. É graças a um amor antigo que Carlito encontra forças para não desistir das suas escolhas.

Com efeito, esta não é a primeira vez que Duas Caras dá um título a uma obra sua inspirado em filmes de gangsters. Há algum tempo, o rapper lançou a música “Frank Lucas”, personagem interpretada por Denzel Washington, no filme American Gangster, dirigido por Ridley Scott. Questionado sobre a permanência desse tipo de temas nas suas letras, Duas Caras disse que se revê nos filmes ao estilo gangster, nos quais, por exemplo, interessa-lhe explorar ensinamentos que enaltecem um grande sentido de pertença à família construída por laços de amizade ou afinidade.

Todas as cinco músicas de Duditos way – “Vale do rei”, “Vitz Amarelo”, “Ossos do baú”, “Não há mola” e “Põe um link” – são inéditas, e algumas contam com a participação de G2 e Cassula, uma voz que o rapper garante que vai surpreender a muitos.

Duas Caras acredita que as pessoas vão gostar da EP porque está a fazer música que não só envolve amantes do rap. “Estou num nível em que me interessa elevar a fasquia da arte de rimar, e acho que esta minha abordagem vai contribuir para se mudar alguma coisa na forma de fazer RAP”.

Além desta EP e dos discos lançados com a G. Pro (Um passo em frente, Na linha da frente e Foreva), Duas Caras lançou, há alguns anos, o single Tondje Mcee (do rhonga, “tondje”, é um calão usado para dizer macumba e/ou magia. “Mcee” provém de MC).  

As músicas do Duditos way foram produzidas por Billy Ray, Ilusionista, Trigga e Chef4Souls.

 

 

O Presidente da República, Filipe Nyusi, recebeu, na manhã de quarta-feira, Licínio Azevedo, realizador moçambicano do filme “Comboio de Sal e Açúcar”. No encontro, esteve acompanhado pelo Director do Instituto Nacional de Audiovisual e Cinema – INAC, Djalma Lourenço, de acordo com um comunicado enviado à nossa redacção daquela instituição.

Na ocasião da estreia “Comboio de Sal e Açúcar”, em salas de cinema, o Chefe de Estado encontrava-se em missão de serviço, fora de Maputo, tendo Filipe Nyusi se surpreendido ao ver  o filme durante uma viagem, num voo internacional.

Este filme foi destacado como sucesso nacional e internacional. Por isso, recebeu vários prémios importantes em festivais, e foi seleccionado como uma das seis produções africanas inscritas para concorrer ao Óscar de Melhor Filme Estrangeiro.

A pesquisa feita pelo realizador do filme para a escrita do livro que deu origem ao mesmo, em meados dos anos noventa, no trajeto ferroviário entre Nacala e Entre Lagos, foi autorizada e facilitada pelo Director dos Caminhos de Ferro de Moçambique – Norte, que na época, era Filipe Nyusi.

No encontro, o realizador ressaltou o apoio fundamental dado à produção do filme pelos CFM, Ministério da Defesa e pelo INAC.

O Presidente da República ressaltou que no seu Governo, as Forças de Defesa e Segurança irão esforçar-se no sentido de apoiar as obras cinematográficas, de forma a tornar o nome do País mais conhecido além fronteiras, uma vez tratar-se de um elemento fundamental para promoção do turismo a nível internacional. 

 

 

“Corpo e Luz”… esta é a designação do espectáculo da Associação Cultural Mono, inserida na Cooperação Cultural Moçambique – Noruega.

O evento será o ponto de convergência, no qual a música, a dança, a poesia e a acrobacia irão encontrar-se nos dias 15 e 16, no Gil Vicente. O espectáculo produzido pela Associação Mono promete trazer muita luz com a presença de artistas nacionais e estrangeiros.

O que não é surpresa é a promessa de José Mucavel, uma das figuras de cartaz, de levar o melhor de si ao público que afluirá ao local
Com o espectáculo “Corpo e Luz”, a Associação Cultural Mono pretende resgatar valores morais para a construção de uma sociedade melhor, celebrando a Cooperação Cultural entre Moçambique e Noruega.

O escritor, poeta e artista plástico, Adelino Timóteo, apresentou a obra “Os oito maridos de dona Luíza Michaela da Cruz”, em mais uma cidade europeia. Desta vez, foi Berlim, Alemanha, e o evento aconteceu quinta-feira passada, informa o órgão DW, realçando que, com o romance histórico, o autor pretende registar o poder da mulher no período colonial.

O lançamento aconteceu na Embaixada do Brasil, em Berlim, durante o evento “Convergência e Divergência: A CPLP como Espaço de Cultura e Economia e sua Percepção na Europa”, organizado pela Sociedade Alemã para os Países Africanos de Língua Portuguesa (DASP), em que foram realizadas diversas palestras sobre temas moçambicanos, de acordo co, DW.

O livro “Os oito maridos de dona Luíza Michaela da Cruz” de Adelino Timóteo é um romance histórico com notas de ficção e conta um pouco sobre a vida de Dona Luíza Michaela da Cruz, dona de um prazo, (nome dado às terras arrendadas pela coroa portuguesa em Moçambique), na província da Zambézia – no período colonial.

“Este romance procura fazer uma radiografia sobre esses territórios e, ao mesmo tempo, demarcar o poder que essa senhora tinha naquela altura e elucidar sobre até que ponto esse poder influía sobre os seus súbditos e a relação dela com um poder, digamos, hierarquicamente superior. Porque extravasava. Ela acabava tendo mais poderes do que a coroa [em Portugal],” disse Timóteo, falando sobre o livro lançado há dias na Alemanha.

Adelino Timóteo conta que escolheu dona Luíza para personagem central de seu romance porque “não se fala dela em Moçambique, praticamente não se fala – embora esteja na história”.

O autor quis, assim, cita DW, “chamar a atenção sobre uma pessoa que durante uma certa época de vida em Moçambique já tinha um certo dom, digamos, varonil. Era uma mulher que tinha uma atitude social mais empenhada, diferente, muito avançada para a época. Tinha uma atitude guerreira, era uma senhora de armas, dirigia combates e enfrentava os homens como se fossem seres, às vezes, inferiores”.
Poder e ambiguidades

Para garantir sua influência e seu poder, dona Luíza não poupava esforços. “Quem não fosse de acordo com a perspectiva dela, ela podia mandar matar. Ela tinha uma lagoa de crocodilos. Ela tinha homens, ordenava, e lançavam-no à lagoa de crocodilos”, acrescentou o escritor.
Adelino Timóteo diz que, nas suas pesquisas, leu sobre quatro maridos. Mas explica como chegou ao título “Os oito maridos de dona Luíza Michaela da Cruz”. “A imagem que ela tinha que fazia com que Portugal impusesse que o marido dela tinha de ser um português. Não podia ser um negro. Mas, ao mesmo tempo, ela fica grávida de um negro. Quer dizer, há uma ambiguidade não só de poder, há uma ambiguidade de normas que, na prática, são violadas”, avalia.

Outra personagem histórica a quem o escritor dá nova vida neste livro é o missionário e explorador britânico David Livingstone, que foi ao Vale do Zambeze para evangelizar e combater o tráfico de escravos no século XIX. Na obra, o personagem assume o papel de narrador. “O Livingstone era bastante crítico à escravatura e visitou o prazo de Guengue e, ao mesmo tempo, fez uma reportagem manifestando o seu desagrado sobre a escravatura naquela altura,” relata. “Eu aproveito essa situação, na qualidade do moralista que ele era, para aquela altura. Certamente, eu imagino, na pele dele, um indivíduo que viveu naquela altura e que vai contar a história como quem testemunhou as situações todas em Guengue,” diz o autor.

Ao recuperar a história de dona Luíza Michaela da Cruz, o escritor moçambicano pretende também levantar debates, conforme disse ao DW: “Hoje fala-se de feminismo. E o feminismo, muitas vezes, quando se aborda, é visto como algo que sai do ocidente e se expande pelo mundo. A minha ideia é mostrar que em diversas partes do mundo, em épocas diferentes, houve mulheres que tiveram poder e são independentes dessa gênese do tal feminismo que se diz,” avalia Adelino Timóteo.

Para o autor, o lançamento do livro em Berlim é o ponto alto da sua divulgação fora do espaço de língua portuguesa. “É o momento alto, na medida em que vou interagir com um público diferente, mas falante de língua portuguesa. Isso alarga um bocadinho aquela dimensão que nós temos quando criamos. Estamos a pensar num espaço geográfico e esse espaço vai se alargando,” considerou.

Agora, Adelino Timóteo, de acordo com DW, espera que haja interesse em traduzir-se o seu livro para outras línguas e, assim, dar asas, como diz, à sua publicação.

O Teatro Avenida, na cidade de Maputo, vai receber, no dia 15 deste mês, a partir das 18 horas, a segunda edição do espectáculo “A força de um sonho”, que se enquadra no âmbito das actividades da Vila Artística Dans´Artes, da bailarina e coreógrafa moçambicana Maria Helena Pinto.

O espectáculo da próxima juntará, no mesmo palco, cerca de 90 alunos de Maputo e Matola, dos quais 50 bolseiros da Vila Artística Dans’Artes. No leque das apresentações, destacam-se danças moçambicanas, ballet, moderna, contemporânea, hip-hop, valsa, canto e uma exposição de artes plásticas e artesanato produzido pelos alunos da escola.

O evento será de muita força na expressão de cada elemento artístico das áreas da dança, da música, do circo interpretado por crianças que possuem uma paixão pelas artes cénicas. Será também, o momento do lançamento da música “Dans’Artes, a força de um sonho” criada por vários membros da instituição e alguns convidados.

Refira-se que as receitas deste espectáculo serão revertidas para a construção de infra-estruturas da Vila Artística Dans’Artes, na Matola Rio.

O Dans’Artes é o culminar de um sonho de uma Vila Artística pensada primeiro para o artista e os actores culturais. Para além do desenvolvimento artístico, o Dans’Artes visualiza-se como um pólo de desenvolvimento de turismo cultural assim como comunitário e socio-económico. Trata-se, portanto da construção de uma vila artística denominada Dans’Artes, em construção na comunidade de Djonasse, Distrito de Boane.

A premissa do Dans’Artes é trazer as artes e cultura para o público em geral sem discriminação de idades e grupos sociais com a participação das comunidades. “Esperamos mudar o cenário actual do distrito de Boane criando empregos locais e permitindo uma dinâmica cultural e artística de visibilidade local nacional, regional e internacional. Esperamos contribuir para a edificação de cada um de nós através das artes e cultura. A Dans’Artes é um espaço de artes multidisciplinar”, lembra Maria Helena Pinto, fundadora do Dans’Artes, num comunicado de imprensa enviado à nossa redacção.

 

O artista plástico José Eugénio Cossa (Matxakhosa) está em exposição individual no ICEMA – Fábrica de cerâmica de Maputo, com a obra “Maputo Modja”.  

Na verdade, a mostra foi aberta ao público no dia 2 deste mês, e encerra dia 8, às 16h.

No mesmo local onde o artista expõe, no dia 3, dois Workshop de iniciação à modelagem da cerâmica foram promovidos, e contou com a participação de crianças e adultos.

Do dia 4 a até esta quarta-feira, estão previstas visitas guiadas, entre 10h-16h.

“Modjar” é uma expressão do calão que surgiu no mercado informal de trabalho e, tem sentidos diversificados, tais como: chamar clientela, batalhar e, desenrascar a vida. Desta forma, o artista toma desta realidade uma oportunidade para a mostrar em obras de arte, assim como homenagear a todos os moçambicanos que duma forma honesta trabalham para o seu sustento.

Nas Instalações fabris da  ICEMA e nas suas galerias de fabrico, os artistas em residência se apropriam das matérias e do espaço, moldam o barro e criam formas, dando lugar a peças únicas.

 

 

A cerimónia da primeira edição do Fashion Awards, no âmbito do Vodacom Mozambique Fashion Week, cuja selecção dos nomeados esteve a cargo de pessoas que trabalham no sector da moda, cultura, arte e entretenimento, aconteceu, sábado, no Conselho Municipal de Maputo, com objectivo de celebrar a indústria da moda e do entretenimento nacional.

Na lista nos nomeados, em diversas sub-categorias estão os seguintes nomes: Melhor Modelo Feminino: Salva Paulino; Melhor Modelo Masculino: Inácio Fernandes; Apresentadora Mais bem Vestida; Tatiana Sumburane; Apresentador Mais bem Vestido: Dudas Aled; Cantora Mais bem Vestida: Euridse Jeque; Cantor Mais bem Vestido: Stewart Sukuma; Projecto de Moda Inovador: Fraternidade sem Fronteiras e The Kins.

Stewart Sukuma sublinhou que é bem-vinda a iniciativa do MFW em nomear as personalidades que se destacam no mundo da moda. “Este tipo de evento incentiva os moçambicanos a acreditar na capacidade criativa. Penso que existem muitos músicos que se vestem muito bem, em Moçambique. Não tenho nenhuma pretensão de ser modelo. Houve uma altura que apostei muito no uso da capulana, mas agora estou empenhado em ter detalhes. Estou muito feliz e espero que este tipo de evento continue para mostrar a cultura dos moçambicanos a nível internacional”.

Para a Melhor Modelo Feminino, Salva Paulino o reconhecimento foi possível graças ao esforço de modelos e estilistas. “Muito obrigada pela força. Não esperava que eu fosse vencedora”.

Por seu turno, o Director-geral da DDB Moçambique, Vasco Rocha destacou que o Vodacom Mozambique Fashion Week ao longo dos 13 anos de existência, aumenta o “orgulho dos moçambicanos em usar produto nacional e valorizar aquilo que nós chamamos de criatividade nacional”.

O reconhecimento consistiu na entrega de troféus que retratam a valorização das artes locais com materiais tipicamente encontrados em peças de artesanato como o Pau-preto e a Capulana. A produção dos referidos troféus esteve a cargo dos artesãos moçambicanos, relevando dessa forma, o seu carácter personalizado e único. Na parte posterior dos troféus, encontram-se cravadas à mão as categorias e respectivos nomes dos vencedores. Tudo isto numa peça simples, com classe e grande identidade local.

Na mesma cerimónia, houve o reconhecimento das marcas que ao longo de vários anos apoiam o desenvolvimento do Vodacom Mozambique Fashion Week.

 

A Fundação Fernando Leite Couto vai lançar, esta quarta-feira, o livro intitulado “A descrição das sombras”, da autoria de Macvildo Pedro Bonde ou M. P. Bonde, como é conhecido.

O livro a ser lançado na sede daquela instituição, em Maputo, é composto por quatro partes e é resultado da primeira edição do prémio Fundação Fernando Leite Couto. 

Segundo Bonde, o livro é uma prosa poética dividida em quatro momentos. No primeiro, terceiro e quarto, o poeta fala de seus “eus” e daquilo que apoquenta a sociedade. No segundo momento, fala do amor. “Não vale apena só falar de mim, mas também olhar para os males que apoquentam a sociedade que também sou membro. E como cidadão, tenho também de manifestar a minha simpatia ou não perante a sociedade”, referiu.

Este é o segundo livro de Bonde, depois de “Ensaios Poéticos”, lançado em Março deste ano. Por isso, nos próximos tempos, o poeta quer apenas deixar que as suas obras ganhem própria vida. “Neste momento tenho sete projectos terminados, mas o processo de publicação é outra coisa. E depois de ter dois livros em um ano não estou muito agora preocupado em lançar um livro. Estou num período `sabático´ de ponto de vista de publicação a não ser que seja aliciado por um projecto interessante. Tenho que deixar os livros ganharem a sua vida e as pessoas também consumirem”, referiu Bonde.

 

 

 

Foram, ontem, apurados representantes para a Região Sul do concurso Vodacom Turma Tudo Bom. A Gala de apuramento teve lugar na cidade de Maputo, e, assim, passaram para a fase nacional na categoria Olimpíadas Académicas as escolas Secundárias Machava-Sede e Josina Machel, de Maputo Província e Cidade, respectivamente.

Já na categoria de Novos Talentos, foram apurados os The Twins, na subcategoria de Dança; no Canto, foi apurada Inês Mulaícho; e no Teatro, foram apuradas Lubeila e Yura.

Encerradas as fases regionais, segue-se a primeira gala nacional, já a decorrer no dia 13 do mês em curso e em palco estarão os representantes das três zonas do país.

 

 

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