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O País – A verdade como notícia

O escritor português, Afonso Cruz, estará em Maputo, mais uma vez, para uma conversa moderada por Ana Miranda (diretora do Arte Institute, Nova Iorque). A conversa vai acontecer no dia 29, às 18h00, no Camões – Centro Cultural Português.

Antes desta visita, Cruz participou, em 2014, no 26º Curso de literaturas do Camões – Centro Cultural Português em Maputo. Desta vez, o escritor vem conversar sobre o seu trabalho e o papel da literatura nos dias de hoje. O público será convidado a conhecer, ler e debater textos escolhidos da autoria de Afonso Cruz.

A iniciativa do Arte Institute de Nova Iorque conta com o apoio da Embaixada de Portugal em Maputo e do Camões – Centro Cultural Português em Maputo.

Afonso Cruz nasceu em julho de 1971. É autor de obras como A Carne de Deus — Aventuras de Conrado Fortes e Lola Benites, ao qual se seguiria, em 2009, Enciclopédia da Estória Universal, galardoado com o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco; Os Livros Que Devoraram o Meu Pai, Prémio Literário Maria Rosa Colaço, Finalista do Prémio Fundação Cuatro Gatos 2016; A Contradição Humana, Prémio Autores SPA/RTP, seleção White Ravens 2011, menção especial do Prémio Nacional de Ilustração, Lista de Honra do IBBY e Prémio LER/Booktailors na categoria Melhor Ilustração Original e O Pintor Debaixo do Lava-loiças, distinguido em 2016 com o Selo Cátedra 10, da UNESCO e com o prémio FNLIJ (Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil do Brasil). Em 2012, foi o autor português distinguido com o Prémio da União Europeia para a Literatura pelo livro A Boneca de Kokoschka, e publicou também Jesus Cristo Bebia Cerveja, que foi distinguido com o Prémio Time Out — Livro do Ano e considerado o Melhor Livro do Ano segundo os leitores do jornal Público.  

Ana Miranda nasceu em Torres Vedras e tem carreira como actriz e produtora. Ao mudar-se para NY em 2006, trabalhou como jornalista para  a televisão portuguesa, mantendo a sua ligação com a comunidade artística de Nova Iorque e evoluindo enquanto produtora e realizadora. O seu percurso passou ainda pela Rádio ONU, pela Missão Permanente de Portugal  junto das Nações Unidas e pela emblemática Sonnabend Gallery. Em 2011, Ana Ventura Miranda fundou o Arte Institute, um instituto independente, sem fins lucrativos, para a internacionalização da arte e cultura contemporânea portuguesa. Ana tem sido responsável pela organização de diversos eventos culturais nos Estados Unidos, Portugal, Brasil, França, Reino Unido, Angola, África do Sul, Polónia e Austrália, incluindo o NY Portuguese Short Film Festival, as Summer Nights Series at Union Square Park, a Semana José Saramago em NY, Pessoa em NY e  Arte Institute Contemporary Dance at Alvin Ailey.

 

 

O projecto do pianista sul-africano Nduduzo Makhathini, Inner dimensions, embarcou na sua primeira tournée pela África Austral este mês e tem paragem em Maputo, quinta-feira, às 19h, no auditório do Centro Cultural Franco-Moçambicano.

Gravado no Musikerwohnhaus em Basileia (Suíça), em 2016, durante uma residência promovida pela Pro Helvetia Johannesburg, o projecto reuniu uma notável linha de músicos. O álbum de 11 faixas apresenta Fabien Iannone, no contrabaixo; Dominic Egli, na bateria; e Kalimba e o One Voice Vocal Ensemble (Lisette Spinnler, Julia Fahrer, Githe Christensen, Christa Unternährer, Ines Brodbeck, Anna Widauer, Maximillian Bischofberger e Yero Richard Nyberg) e foi gravado por Hannes Kumke.

“Sempre senti que, com o tipo de trabalho que faço, é importante encontrar uma maneira de alcançar mais pessoas, pois acredito que estou a fazer um trabalho mais cultural do que de diversão. Inner Dimensions buscam maneiras de penetrar profundamente nos reinos internos das nossas almas e encontrar aquelas melodias que trazem harmonia e esperança para todas as pessoas ”, afirma Makhathini, no comunicado do Franco-Moçambicano.

A digressão pela África Austral (África do Sul, Moçambique e Maurícias) arranca com uma apresentação no Festival Internacional de Jazz da Cidade do Cabo, seguido de uma noite no The Orbit em Joanesburgo. E, antes de seguir para as Maurícias, tem uma paragem no Centro Cultural Franco-Moçambicano para uma residência de três dias com dois artistas locais, Xixel Langa (voz) e Samito Tembe (percussão). Este encontro de colaboração foi possível através da parceria com a Pegs Music Projects e o Centro Cultural Franco-Moçambicano e conta com o apoio da Pro Helvetia Johannesburg.
 

A exposição “Rostos” é inaugurada no dia 29 deste mês, no Camões – Centro Cultural Português, Pólo na Beira. A obra surge no seguimento da oficina de formação em Artes Visuais realizada entre os dias 20 e 24, sob curadoria do artista moçambicano Ulisses Oviedo.

De acordo com a nota de imprensa enviada pelo Pólo na Beira, a oficina surgiu na sequência de várias solicitações de jovens artistas beirenses para expor os seus trabalhos na Galeria do Centro Cultural Português da capital de Sofala, com o intuito de lhes proporcionar simultaneamente uma oportunidade de formação e de participação activa na construção de um projecto expositivo colectivo.

A exposição estará patente até 27 de Abril e apresenta o trabalho dos jovens artistas da cidade, Hotélio Ernesto Alberto e Rosário Filipe António, com percursos formativos e expositivos diversificados, abrangendo vários domínios das artes visuais, do desenho à pintura.
A iniciativa conta com o apoio da Mezimbite Forest.

 

O Deal – espaço criativo e a editora Cavalo do Mar realizam, quarta e quinta-feira, o seu primeiro “Colóquio de Literatura: resiliência 1”. O encontro literário começa às 14h do dia 28 e vai juntar cerca de 42 participantes nas mesas redondas, apresentações de livros, recital de poesia, leitura encenada, aula de literatura, além da feira do livro, no Deal – espaço criativo, em Maputo.

Esta iniciativa surge para celebrar o livro e a literatura num contexto em que, entende Mbate Pedro, o curador, editoras pequenas como a Cavalo do Mar têm enormes dificuldades em editar novos autores e, com isso, tornar as suas obras conhecidas. Aliado a este factor, o “Colóquio de Literatura: resiliência 1” é organizado numa altura em que é extremamente oneroso produzir livro no país, em parte, devido a uma cultura de leitura muito baixa. Assim, é pretensão do Deal – espaço criativo e da editora Cavalo do Mar fazer de Resiliência 1 um espaço de promoção dos novos autores e das suas obras, mesmo porque a crítica não lhes tem dado devida atenção. “Então decidimos juntar pequenas e grandes editoras para discutirmos a indústria do livro de modo a apurarmos como o tornar mais acessível às pessoas”, explicou o poeta e editor Mbate Pedro.

Uma das participantes colóquio é Paulina Chiziane, contadora de estórias que considera o gesto bonito. Por isso, a escritora espera que este debate torne-se tradição, porque, garante, a questão do livro é grave no país. “Enquanto os moçambicanos não tiverem suas máquinas e seus equipamentos, o seu pensamento não vai evoluir. Por exemplo, quando estava para lançar Na mão de Deus, as editoras portugueses recusaram-se a editar o livro, porque é assunto nosso. Também tive dificuldades com  Ngoma yethu, hoje, um bestseller”.

Paulina Chiziane entende que há certos assuntos que, mesmo tendo a ver com Moçambique, ao nível literário ou cultural, não interessam Portugal. E, quando é assim, os livros não saem sob a chancela das editoras daquele país europeu. “Por isso resolvi editar O canto dos escravos, um sucesso no Brasil, pela minha editora. As editoras portuguesas não quiseram saber do livro, mas no Brasil a coisa é outra”. E a escritora acrescentou: “Se formos à Minerva ou Editora Escolar, percebemos que o modelo de livraria é igual ao de todo mundo. Falta alguma coisa para que as livrarias, no país, sejam verdadeiramente nossas. Como acontece no Harare. Quando estamos nas livrarias da capital zimbabweana, sentimos os pensamentos da gente local. Na África do Sul é melhor ainda. A livraria deve interessar-se por nós. Portanto, para mim, falta africanidade e moçambicanidade nas instituições livreiras. E mais, os patrocinadores dos livros e os editores devem parar de esquecer que Moçambique tem muitas províncias. É preciso conquistar aldeias como Mecanhelas e um sol como Gurué. Esta é a primeira vez que vejo um editor preocupado com o livro em Moçambique”.

À semelhança de Chiziane, que espera por discussões profundas no Deal, Adelino Timóteo almeja que dos debates saiam a percepção de que as editoras devem apostar cada vez mais nos escritores, que o mercado faz-se. “Como diz um escritor, não há caminho, mas a que caminhar, e caminhando encontra-se o caminho”. Timóteo espera que Resiliência 1 seja um espaço de partilha, das suas e das experiências de outros oradores, de modo que, assim, possa ser possível ultrapassar a série de dificuldades relacionadas com a publicação do livro. “Que o colóquio redesenhe novas perspetivas e abra latitudes em relação a várias vertentes e olhares”, afirmou Adelino Timóteo.

Se, por um lado, o colóquio constitui um espaço de partilha de percepções, por outro, de acordo com a ensaísta Sara Jona, o evento é uma forma de demonstrar que há uma preocupação e interesse no trabalho dos jovens autores, cujas obras são pouco analisadas porque há outros trabalhos que ocupam os críticos. Jona considera que o problema não envolve apenas literatura, o país, em geral, não está a fazer grandes pesquisas, o que se acentua na pouca ressonância literária nos jornais.

Para o professor de literatura, Aurélio Cuna, iniciativas como a do colóquio de literatura são importantes porque divulgam as obras e estimulam os autores. “As leituras que iremos partilhar no evento são muito importantes porque é daí que surge a crítica literária”.

À primeira edição do “Colóquio de Literatura: resiliência 1” farão parte, entre vários, os seguintes autores: António Cabrita, Clemente Bata, Gilberto Matusse, Hélder Faife, Lucílio Manjate, Melita Matsinhe, Pedro Pereira Lopes, Rogério Manjate, Suleiman Cassamo e Ungulani Ba Ka Khosa.  

 

Paulina Chiziane

Escritora

“A questão do livro em Moçambique é muito séria. Produzimos produto cultural, mas quem é o editor ou livreiro? São moçambicanos? E se forem moçambicanos, até que ponto o editor e/ou o livreiro estão interessados no desenvolvimento das ideias moçambicanas? Temos que debater sobre a nossa indústria literária porque sem isso o nosso pensamento não irá a lado nenhum.

 

Celso Muianga

Editor

Este é um convívio que enleva a consciência de que devemos andar juntos em diversos aspectos da vida literária. Será uma ocasião para juntos encontrarmos uma janela de oportunidades para a vida literária futura. E iremos debater sobre a condição de novos autores, que precisam de continuar a trabalhar. Participar em colóquios como este faz parte desse trabalho.  

 

M. P. Bonde

Poeta

É uma grande ousadia, desta nova vaga de autores, produzir um evento desta dimensão. O colóquio é mais um lugar para todos discutirmos as melhores plataformas para o livro circular, como não temos um Plano Nacional de Leitura. As coisas não vão mudar hoje, mas estamos a trazer um movimento para pensar na nossa literatura com base nos novos autores, que estão a vincar uma qualidade apreciável.

 

Aurélio Cuna

Professor de Literatura

A literatura é uma instituição que envolve autores, obras e leitores. O sector da autoria está na vanguarda, com produção crescente, mesmo com problemas de publicação. O sector do leitor, esse parece-me dos maiores problemas. Não está a existir uma correspondência equilibrada entre as obras e as leituras (universitária ou critica), que ajudaria na visibilidade dos escritores emergentes. Por isso, esta é uma boa iniciativa.

O Centro Cultural Brasil-Moçambique (CCBM) realizou, hoje, um workshop de cerâmica para crianças dos 3 aos 15 anos, com objectivo desenvolver nas crianças o espírito de trabalho individual e em equipa.

Jorge Dias, director do centro diz que o workshop compõe um vasto leque de actividades realizadas de 15 em 15 dias, aos fins-de-semana e dá atenção especial para as crianças.

“Este workshop está inserido no programa da CCBM, na criação de actividades que variam entre artes plásticas, cerâmica, teatro e biblioteca infantil”, disse, para depois acrescentar que é preciso diversificar as actividades no sentido de incluir também os mais novos que durante a semana não têm possibilidade de participar” referiu Jorge Dias.

Jorge apela aos pais e encarregados de educação a deixar as crianças ampliar seus horizontes, participando em exposições, workshops, a assistir filmes, peças de teatro, em qualquer centro cultural da cidade e província de Maputo, pois são todas formas de educação.

Segundo Márcia, professora de Língua Portuguesa para estrangeiros, desde o ano passado, o centro investe na realização de actividades voltadas a crianças. Dependendo das actividades, as salas podem acolher de 100 a 120 crianças.

Tchalata, professor de actividades infantis, há mais de 20 anos, avança que actividades infantis são boas, porque são uma forma de entretenimento e ajudam no desenvolvimento cognitivo, na criatividade e espírito de partilha.

“É de pequeno que se torce o pepino, então queremos desenvolver nas crianças o gosto pelas actividades. Queremos que as crianças sejam criativas, em todos os seus momentos das suas vidas, no lazer, na escola; que saibam como é importante arrumar seus quartos de forma divertida” afirmou Tchalata.

Para além da cerâmica, o centro organiza teatro, leituras, reciclagem, feiras de exposição, artes plásticas e salto à corda que decorrem em alguns jardins e parques da cidade e outras actividades sugeridas pelas crianças.

Moçambique vai acolher, de 27 a 31 do corrente mês, o primeiro festival de tango “África Tango”. A gala de abertura será no dia 27 de Março, pelas 19:00 horas, no Polana Serena Hotel, sede oficial do evento.

O evento, organizado pela Tangueart e apoiado pela Embaixada da Argentina e Hotel Polana, terá como atracções maestros moçambicanos, com apresentações em palco de bailarinos da Bulgária e Argentina e dos Tangolinos, bailarinos de tango com idade inferior a nove.

Durante os cinco dias, haverá sessões de Workshops, milonga, concerto, tertúlia, cinetango, exposições.

O lançamento do evento está marcado para a tarde desta sexta-feira, no Hotel Polana

Estarão presentes na noite de estreia, o Embaixador da República da Argentina, o representante da UNESCO, personalidades da cultura moçambicana, bailarinos profissionais, amantes da dança, alguns organizadores e parceiros desta iniciativa.

 

O terceiro volume do disco “Colecção de Ouro”, uma colectânea de música moçambicana, numa parceria entre o Banco Comercial e de Investimentos (BCI), a VS, entre outros parceiros, foi lançado quarta-feira, em Maputo.

Este volume é composto por 34 temas da autoria dos músicos: David Mazembe, Júlia Duarte, Carlos de Lina, Eugénio Mucavele, Madala, Didácia, Alexandre Langa, Fany Mpfumu, Didácia, Stewart Sukuma, Ximinguana, Neyma, Valdemiro José, António Marcos, Dilon Djindje e Alberto Mhula.

O evento, realizado no Auditório do edifício-sede do BCI, e orientado pelo Ministro da Cultura e Turismo, Silva Dunduro, contou, além de alguns autores das músicas, com a presença de artistas como Hortêncio Langa, Wazimbo, Kaliza, DJ Damost, Fernando Luís e José Barata.

Na qualidade de anfitrião, o Administrador do BCI, José Furtado, enumerou diversas acções desenvolvidas pela instituição em prol da cultura, que reforçam o posicionamento do BCI como Banco que defende os artistas, promove e divulga a cultura moçambicana.

Já o Ministro da Cultura e Turismo saudou os patrocinadores, felicitou os autores e congratulou-se com este feito que valoriza a arte e o esforço dos artistas moçambicanos que têm trabalhado de forma abnegada para a preservação dos valores e da cultura nacionais.

O evento foi abrilhantado pelos artistas Cheny Wa Gune, Hawaiiu e Dudas, que combinaram timbila, guitarra e vozes, para trazerem o que de melhor se faz em Moçambique em matéria de música.

 

Trata-se da segunda edição do Festival de Teatro dos Bairros, organizado pelo grupo Nkaringan’Arte, que se realizará no dia 31 do corrente mês, no bairro Laulane, em Maputo. Vários grupos teatrais das cidades de Maputo e Matola participarão do evento que terá lugar na Casa da Paz.

Além dos grupos teatrais, o evento contará também com a participação de alguns académicos e actores que falarão sobre o teatro amador e seu impacto.

Segundo Abdil Juma, presidente da agremiação, os grupos responderam positivamente ao chamamento para este festival. Juma avançou ainda que o evento contará com a participação dos grupos: Coração, Khurula, Os Vingadores, Team Nhama, Shokotan, CTO, ECA, Lareira e o da Escola Primária de Laulane.

O objectivo do festival é dar oportunidade aos grupos e associações culturais existentes nos bairros, que não têm tido oportunidade de apresentar as suas criações. “Com o apoio da Escola de Comunicação e Artes da Universidade Eduardo Mondlane (ECA) vamos poder emprestar aos actores amadores diversas ferramentas relacionadas com algumas técnicas desta arte de representar e, quiçá, incutir nos mesmos a ideia de se formarem naquela instituição”, disse Juma.

O festival acontece em paralelo com a campanha de recolha de donativos para apoiar as vítimas da tragedia do Hulene.

A iniciativa da associação cultural Nkaringan’Arte conta com o apoio do Ministério da Cultura e Turismo, através da FUNDAC.

O dia do teatro é comemorado mundialmente no dia 27 de Março.

Celebra-se, hoje, o Dia Mundial da Poesia, data instituída em Novembro de 2016, na XXX Conferência Geral da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (UNESCO).

O dia da Poesia foi criado com objectivo de promover a diversidade do diálogo, a livre criação de ideias através das palavras, da criatividade e da inovação, assim como assegurar a reflexão sobre o poder da linguagem e do desenvolvimento das habilidades criativas individuais.

No país, as celebrações desta data compreenderão a realização de actividades artístico-culturais a serem levadas a cabo pelas Direcções Provinciais da Cultura e Turismo, em parceria com instituições públicas e privadas, a destacar associações de índole cultural.

Assim, o Ministério da Cultura espera, nas celebrações, maior participação de estudantes, poetas, leitores, editores, livreiros, bibliotecários, de entre outros actores das artes e letras moçambicanas, de modo a garantir um debate proveitoso sobre a escrita criativa.

O Dia Mundial da Poesia é celebrado, este ano, numa altura em que realiza o X Festival Nacional da Cultura e será marcado por homenagens aos poetas nacionais, palestras, espectáculos de música e dança, exposições de livro e de disco.

O Ministério da Cultura e Turismo felicita aos fazedores das artes e cultura, no geral, e aos poetas, em particular, pela passagem do Dia Mundial da Poesia e exorta ao envolvimento de todos segmentos da sociedade nas celebrações desta data, devendo fazer da poesia um instrumento de exaltação e promoção da nossa identidade cultural e de afirmação da moçambicanidade.

 

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