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O País – A verdade como notícia

“Só Moçambique, só nós”. O lema do espectáculo a realizar-se próximo domingo é categórico e traduz tudo o que a organização pretende para o evento que vai celebrar 43 anos da independência nacional. Porque é de uma data importantíssima para os moçambicanos, 36 músicos foram convidados a levar ao palco o melhor do seu repertório. Apenas moçambicanos, a partir das 20 horas, na Avenida 10 de Novembro, em Maputo, vão poder cantar a vitória declarada por Samora Machel a 25 de Junho de 1975.

Entre os músicos convidados para “Só Moçambique, só nós”, uma iniciativa da Bang Entretenimento em parceria com o Grupo SOICO, estão Lizha James, Nuno Abdul, Neyma, Humberto Luís, Cláudio Ismael e Azagaia. Segundo entende Hortêncio Langa, outro músico convidado, o espectáculo, igualmente, é uma rara oportunidade de autores de géneros musicais diferentes e idades diferentes poderem estabelecer um intercâmbio artístico numa ocasião especial. “O convite para participar neste espectáculo fez-me recuar para o 25 de Junho de 1975 e lembrar-me daquele dia em que eu e os meus amigos fomos para o Estádio da Machava assistir toda a cerimónia da declaração da independência”, afirmou o músico, defendendo que os artistas ganham muito com um espaço de convívio e de trabalho em conjunto.

Quem também estará no espectáculo é Júlia Duarte. A cantora considera que fazer parte do evento é o reconhecimento do seu trabalho e que Moçambique merece uma festa do tamanho do que vai ser “Só Moçambique, só nós”. Duarte prometeu muita animação e espera que os moçambicanos juntem-se pela exaltação da cultura nacional por via da música. Na mesma onda de raciocínio, Twenty Fingers vaticina que será um show diferente, de redescobertas, partilhas e para os cantores gritarem bem alto o nome de Moçambique. Com efeito, frisaram, cada um destes artistas que se sentem privilegiados por poderem cantar em memória dos que deram a juventude para libertar a pátria da opressão colonial.

Para este espectáculo, cada músico terá, em média, 10 minutos de actuação, mesmo porque a lista é vasta. Para Gabriela, o tempo pouco importa, a causa que os move é mais relevante.

Por isso, a cantora sente-se satisfeita pela possibilidade de celebrar o dia da independência nacional com o público. “Passar este tipo de efeméride com a família é bom, mas estar com os nossos fãs e com eles fazermos uma grande festa é ainda mais especial”.

A associação cultural MoNo junta artistas nacionais e estrangeiros para um espectáculo multudisciplinar denominado “The Feeling of na Exchange – Sentimento de Troca”, a ser realizado esta quarta-feira, no Gil Vicente.

O espectáculo faz parte das actividades anuais da MoNo e compreende a música, dança, acrobacia, teatro e poesia.

O projecto é composto por três países nomeadamente, Moçambique, Quénia e Noruega. A cantora Marllen é a convidada principal do espectáculo que marca, igualmente a despedida de quatro bailarinas, duas norueguesas e duas quenianas, que levam consigo técnicas da dança moçambicana.

A escolha da cantora Marllen deve-se a sua aposta na pesquisa e inserção dos ritmos tradicionais moçambicanos valorizando a dança como principal veículo de transmissão de valores.

Para além do espetáculo multidisciplinar, a MoNo pretende, igualmente, montar uma exposição retrospectiva das actividades da organização.

O fotógrafo moçambicano, Edilson Tomás, vai representar Moçambique, entre os dias 20 de Junho a 4 de Julho, no evento Residência Artística Catchupa Factory – Novos Fotógrafos 2018, em Mindelo, Cabo Verde.

A participação do fotógrafo, neste evento, insere-se na sequência do concurso público, dirigido a fotógrafos e artistas emergentes de Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique, segundo comunicado da sua agência.   

A paixão pela fotografia surgiu em 2011, por mera curiosidade, segundo Edilson Tomás, mas começa a levar o trabalho profissionalmente quando se apercebe que através da fotografia poderia eternizar momentos.

Com sete anos de carreira, conseguiu feitos como terceira posição no concurso da ONU Mulher, sob o tema “Empoderamento Económico das Mulheres”, em 2017. Menção honrosa no concurso da Minerva, com o tema “Mulheres invisíveis”, em 2016. Autor das melhores fotografias da exposição bienal organizada pela TDM (Telecomunicações De Moçambique), em 2015.    

Residência Artística Catchupa Factory – Novos Fotógrafos 2018, é uma iniciativa que funciona como plataforma de incentivo à criação artística, divulgação dos fotógrafos e artistas dos PALOP (Países de Língua Oficial Portuguesa) a nível internacional.

 

A cidade de Maputo irá acolher, este sábado, o evento denominado Jazz e Picnic, no café Acácia, alusivo a festa da independência. O evento será realizado pela WF Entertainment e BMF Enterteinment com o objectivo de juntar artistas que exploram jazz contemporâneo.

O evento terá dois momentos, no primeiro vai contar com as actuações de Muzila, a banda Açúcar Castanho e Deltino Guereiro. No segundo momento terão as actuações da dupla sul-africana, Liquideep, e para os djs moçambicanos Beat Keepa e Lelo Santos.

Para esta edição de estreia, Muzila vai trazer o que anda guardado na alma do seu saxofone, já que os seus últimos momentos são ocupados pelas digressões que têm efectuado com a banda Ghorwane; a banda Açúcar Castanho – uma das mais notáveis no panorama jazz dos últimos tempos.

Lá para noite o Café Acácia vai abrir-se para discoteca, onde a dupla sul-africana vai trazer o melhor do soul, house e afro-jazz que existe no seu extenso portfólio; Beat Keepa e Lelo Santos vão fazer as honras da casa, trazendo animação à moçambicana.     

Trata-se da primeira aventura pelo universo jazz que o conceito “Cenas À Tarde Animam” traz para aqueles que apreciam a diversão ao ar livre e a luz do sol.
 

 

Há 25 anos, Moçambique e Coreia do Sul iniciaram as suas relações diplomáticas a vários níveis. Por isso, para assinalar a proximidade entre os dois países, a República da Coreia decidiu trazer ao país o ciclo de cinema. Assim, esta noite, o Embaixador coreano inaugurou o evento que vai durar até dia 22.

Em representação de Silva Dunduro, esteve o Secretário Permanente do Ministério da Cultura, quem afirmou que a Coreia sempre esteve presente no processo da construção da pátria moçambicana.

"Este evento complementa os esforços dos dois governos em fortalecer as relações dos povos", disse o Secretário.

O músico Wazimbo e a Banda Kakana abrem portas para uma digressão internacional que levará a marrabenta para Canadá, Inglaterra, Portugal e África do Sul.

A tournée surge da iniciativa de Wazimbo, quando decidiu voltar aos palcos internacionais, de divulgar a música popular moçambicana, em particular a marrabenta. Wazimbo fez uma digressão para Canadá, Portugal e Brasil, onde deixou marcas que não passaram despercebidas.

“No fim da digressão ficou claro em mim que era preciso apresentar um novo CD, e eu queria um cd que fosse para “Arrebentar”, um CD “maningue nice” no dizer moçambicano, a fim de partilhar uma história musical de Moçambique, unindo gerações e, apresenta-la ao público além-fronteiras”, disse Wazimbo.

Wazimbo abraçou o sonho de promover para novos patamares a Marrabenta, tomando a iniciativa de juntar-se à Banda Kakana, e juntos irão lançar o CD “Marrabentar” no Canadá

“Com o CD Marrabentar, propomo-nos a trazer, junto do tio Wazi, uma nova abordagem na grande conversa em torno da velha e nova geração da música moçambicana, abrindo espaço para que a juventude sinta cada vez mais orgulho deste ritmo, e para que o mundo descubra outras vozes, que o País produziu depois da Independência Nacional”, frisou Yolanda Chicane.

Wazimbo diz que Marrabentar não é apenas um disco, mas sim uma forma de contar a história e revelar a identidade cultural de um país.

 

Parece que a cantora moçambicana Lourena Nhate encontrou um porto seguro no amor. Depois de “Ha hu hembe” (não mentes), “Nambonga papa” (agradeço, pai) e “Utani kumbula” (Vais te recordar de mim), o seu mais novo trabalho revela uma artista cada vez mais mergulhada no amor.

A nova música, a ser lançada em breve em todas plataformas de comunicação possíveis, exalta o amor que reina no seio familiar. A história de “Hi wena” (és tu) faz um périplo por uma relação madura, desde a adolescência até aos dias recentes, tendo servido de inspiração diariamente para amigos, vizinhos e familiares que não tinham relacionamentos tão coesos.

Do género pandzula, o novo single – que promete fazer furor nas pistas de dança tal como os anteriores sucessos da cantora, contou com a produção do talentoso moçambicano Kadu.

Lourena Nhate disse ao O País que a nova música traduz o seu slogam – Lourena Nhate, a cantora de todos nós – pois está desenhada para contagiar todas as faixas etárias. Sobre o conteúdo da música, a cantora não chegou a confirmar se se tratava de um facto que espelha a sua vida pessoal ou uma mera interpretação, apenas disse que à semelhança da personagem que encarna na música, ela também é uma mulher abençoada e feliz.

Nhate já habitou os seus fãs músicas de alta qualidade sonora e ricas de conteúdo, por isso a expectativa para esta nova aventura não poderia ser outra, senão um autêntico alvoroço nas famílias moçambicanas e na diáspora.

Nhate, já falando como patrona da LN Media – empresa gestora da sua própria careira – reafirmou a sua entrega abnegada para manter os níveis de qualidade e popularidade que caracterizam os seus artistas e por conseguinte contribuir para o crescimento da indústria criativa e cultural e música em particular.

Importa lembrar que Lourena Nhate é a grande vencedora da última edição do Ngoma Moçambique 2017, na categoria de canção mais popular. Recentemente fez uma digressão pela Ásia, tendo actuando numa das famílias mais importantes da China.

Para além da música, Lourena Nhate apoia iniciativas sociais com foco para as causas das crianças desfavorecidas.

A cidade da Beira vai ser o centro de mais uma Feira do Livro Infantil da Kulemba (FLIK). O evento será inaugurado na próxima sexta-feira e está previsto para encerrar dia 17.

O FLIK é uma iniciativa anual da Associação Kulemba, que, sob o lema “Livro, o remédio para a união e solidariedade”, faz do festival um espaço em que autores e apreciadores das artes em geral juntam-se às crianças para com elas pensarem no desenvolvimento humano e social. Na cidade da Beira, o principal espaço das actividades desta 2ª edição do FLIK será a Universidade Zambeze (UniZambeze) e não uma escola primária, por exemplo. Sobre a preferência do local, Dany Wambire, da Kulemba, explica que contribui para o efeito o facto de a sua associação estar sedeada naquela universidade, já há três meses. Então, “resolvemos aproveitar o espaço. Além disso, há interesse por parte da UniZambeze de contribuir na ligação entre a sociedade em geral e a comunidade académica”.

Não obstante, porque a UniZambeze está localizada no meio de bairros suburbanos, considerando o objectivo de expandir o livro e a arte, levando-os a pessoas mais desfavorecidas, Wambire acredita que, sendo o festival na UniZambeze, torna-se muito provável que as crianças radicadas à volta da instituição consigam desfrutar das actividades organizadas, ao contrário do que seria na Casa do Artista, Casa da Cultura ou no Centro Cultural Português, na zona nobre da cidade.

Na edição anterior, em termos conceptuais, o FLIK procurou ser um espaço para mostrar as actividades da associação e as aprendizagens das crianças que lidam com a Kulemba ao público. Desta vez, o evento será mais aberto, incluindo meninos de outros locais. Por isso, perspectiva Dany Wambire, que a presente edição vai envolver mais ou menos 800 crianças, como espectadoras, e 20 na produção de actividades como narração de histórias, sarau de poesia, canto, oficina de teatro (com moderação de Guilherme Roda) e oficina de banda desenhada (com Helénio da Silva). E porque o cinema é igualmente importante, o Festival do Livro Infantil da Kulemba vai contemplar a projecção de um filme do Parque Nacional da Gorongosa.

Fora as actividades a realizarem-se na sede da UniZambeze, a Kulembra programou fazer de um “tchova” uma atracção ao serviço literário. Assim, os organizadores do Festival vão colocar livros na carrinha e pô-la a circular nas principais artérias da cidade da Beira, com paragens previstas nas praças e nas escolas. Com isso, a Kulemba espera consumar um trabalho de consciencialização sobre a importância do livro, levando-o às pessoas num veículo humilde, que lhes é familiar e muito próximo. Portanto, essa será uma espécie de feira ambulante dentro do próprio festival. Com este festival, “queremos elevar a autoestima das crianças, contribuindo para que elas compreendam o mundo por via da leitura e da arte. Julgamos que estamos a lançar a semente capaz de contribuir para as crianças aprenderem a ler com prazer. E esperamos que este espaço de aproximação escritor e leitor seja passível de promover a união entre as pessoas”, afirmou Dany Wambire, quem, mês passado, lançou um livro no Brasil: A mulher sobressalente.

Ao longo do festival, serão apresentados dois livros infanto-juvenis: “A formiga Juju”, de Cristina Pereira, e “ A história de João Gala-Gala”, de Pedro Pereira Lopes. No evento, sobrará ainda espaço para o grupo (In)Versos apresentar a peça “As visitas do Dr. Valdez”, adaptada do livro de João Paulo Borges Coelho. A peça encenada por Guilherme Roda (Venâncio Calisto) vai acontecer no encerramento da conferência a realizar-se na UniZambeze, designada “Conferência Ligações universidade e sociedade: oportunidades para o desenvolvimento da região do vale do Zambeze”.

Esta 2ª edição do FLIK inclui ainda uma mesa redonda com autores residentes na Beira, casos de Diogo Vaz, Heliodoro Baptista Júnior, Martins Mapera e Adriano Júnior, que vão debater sobre nuances que envolvem a literatura produzida actualmente na urbe.

Uma das grandes novidades desta edição é o concurso de leitura, interpretação e declamação, envolvendo alunos de diversas escolas primárias na Beira.

O evento da Kulemba conta com apoio da Universidade Zambeze, Instituto Camões, Parque Nacional da Gorongosa, Casa do Artista e Editorial Fundza.

 

O Grupo Coral dos TPM foi o grande vencedor da 9ª edição do Fest Coros, tendo sido agraciado com o prémio monetário de 250 mil meticais e um espetáculo a ser gravado e exibido na Stv. O segundo lugar ficou com o Coral IPM Pepane que terá como prémio 150 mil meticais, enquanto o Grupo Coral Ebenezer é terceiro classificado e ganhou 50 mil meticais.

Carmelinda Manhiça anunciou com uma voz dócil: “o grande vencedor desta edição é… o grupo coral dos TPM”. Emoção total. Explosão de alegria. Abraços. Das mãos de Roberto Dove, representante do Ministério da Cultura e Turismo, o grupo Coral dos TPM recebia um cheque gigante de 250 mil meticais.

Antes, e com os corações a palpitarem, a apresentadora anunciou o vencedor do inovador prémio indumentária: Wunanga, grupo coral que recebeu rasgados elogios da respeitadíssima estilista moçambicana Teresa Chiziane pela forma como se apresentou em palco ontem. Miguel Uassiquete, director do canal Stv, foi quem entregou o merecido prémio ao Wunanga.

E depois veio o anúncio do terceiro classificado: Ebenezer, grupo coral que recebeu das mãos de Adelino Muthemba, representante da TDM-Mcel, um cheque de cinquenta mil meticais.

Em meio a ansiedade dos representantes dos 12 finalistas no palco, o Coral IPM Pepane foi anunciado como segundo classificado do Fest Coros 2018.  À Mateus Mosse, representante da Mozal, patrocinador do maior concurso de canto coral do país, coube a missão de proceder a entrega do cheque gigante no valor monetário de 150 mil meticais.

 Estes foram os momentos altos de uma gala que maravilhou.  Uma gala, diga-se, com muito “glamour” em que os grupos capricharam na indumentária. A festa não foi só no interior da sala do Scala. No exterior, e num ambiente festivo e de muita emoção, os grupos chegaram escoltados pela polícia de trânsito.

Do lado de fora, Carmelinda Manhiça chamou ao palco a banda Alambique, uma das mais celebradas do país. Composta por alguns dos maiores músicos que Moçambique viu nascer (incluindo os júris Arão Litsuri e Hortêncio Langa) mostraram a sua vitalidade.  A cada actuação, a cada aparição… uma demostração da sua maturidade e…jovialidade. Não estiveram, certo, Childo e Celso Paco, actualmente fora do país.

Mas Arão Litsuri e companhia continuam com a mesma cítara. A festa continuou com a actuação dos músicos convidados.

Mr. Bow, acompanhado de seus bailarinos, interpretou “Guilhermina” de forma mais pausada e  levantou a sala que estava composta. Aliás, foi pequena demais para acolher muita gente que acorreu ao local para acompanhar a gala de encerramento do Fest Coros. Seguiu-se o desfile dos 12 grupos finalistas da edição 2018 do Fest Coros. Pelo meio, mais algumas actuações de músicos convidados.

António Marcos não defraudou. Pelo contrário, proporcionou momentos de empatia músico-público. E, no final, foi bastante aplaudido.   Ainda houve tempo para Anita Macuácua espalhar o seu perfume com uma actuação segura e consistente. Fechou com “Xidossana”, levando o público ao delírio. O Fest Coros 2018 fechava em grande. E, a avaliar pelas grandes emoções que carrega e o público que atrai, vai deixar saudades. Para o ano há mais, certamente.

JURI CONSIDERA MELHOR EDIÇÃO DE SEMPRE
Na última gala da nona edição do maior evento de canto coral de Moçambique, o corpo de jurado foi unânime: esta foi uma das melhores edições do Fest Coros. “Cada edição tem as suas especificidades. Nós podemos arriscar, sem menosprezar as outras, esta pode ter sido a melhor edição pelos resultados finais que nós podemos testemunhar”, avaliou Arão Litsuri, júri e uma voz autorizada.

Mesma opinião partilhada por Hortêncio Langa: “A nona edição é uma das melhores desde a primeira até agora. Estão de parabéns todos os grupos”.

Por sua vez, Teresa Chiziane começou por “agradecer” a Stv pela “oportunidade” para, depois, elevar a qualidade do Fest Coros: “Foi uma grande experiencia. Sinto vontade de gritar bem alto: missão cumprida”,

 

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