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O Centro de Pesquisa da História da Luta de Libertação Nacional, do Ministério dos Combatentes, lança no dia 26 de Junho de 2018, na mediateca do BCI, em Maputo, pelas 17 horas, um livro intitulado: " Coronel Mateus Óscar Kida: na sua voz e na dos seus camaradas e outros próximos ".

Trata-se de um livro inserido na colecção memórias de Combatentes, da autoria do Prof. Doutor: Renato Matusse.

A obra descreve ao pormenor as memórias do Coronel Mateus Óscar Kida, e do seu envolvimento nos grandes desafios que representaram durante o processo da Luta de Libertação do País.

 O acto de lançamento do livro será testemunhado por altas individualidades de Estado e do Governo, para além de outros convidados e o público em geral.

Dois contos tradicionais de Ungulani Ba Ka Khosa, de origem makua, reescritos pelo escritor, vão à gravação em CD, na voz do autor, informa o comunicado de imprensa, disponibilizado esta terça-feira, pela Associação dos Escritores Moçambicanos (AEMO).

 A ideia surge à luz do projecto Dans Mon Soubik, que em tradução literal significa "no meu saco". Tem como objectivo elevar similaridades culturais entre a Ilhas Reunião e os demais países banhados pelo Oceano Índico.

Os contos foram reescritos em Outubro de 2017, com apoio da escritora das Ilhas Reunião, Any Grandin, que esteve em Moçambique na data referenciada para a reescrita dos contos moçambicanos e das Ilhas Reunião.

Para estar presente nas gravações do Projecto Dan Mon Soubik, que reúne num mesmo volume livro e CD, com textos em Inglês, Francês e português, Ungulani Ba Ka Khosa far-se-á a Ilha Reunião de 25 de Junho a 2 de Julho do ano em curso.

Este é o quinto volume, tendo anteriormente reunido contos tradicionais reescritos por autores do Madagáscar, Maurícias, Índia e África do Sul.

 

A cantora brasileira, Daniela Mercury, irá actuar pela primeira em Maputo. O concerto organizado pelo grupo Chiado e a One Million vai acontecer no Centro de Conferências Joaquim Chissano, esta sexta-feira.

Mercury vai partilhar com o público moçambicano o melhor da sua extensa trajectória, cruzando o axé, samba-reggae entre outros ritmos.

A cantora vai igualmente partilhar as suas boas acções, no que diz respeito a protecção da criança vulnerável e desfavorecida.

Esta actuação faz parte da primeira fase do projecto do grupo Chiado, que consiste em fazer de Maputo palco de actuações de prestígio. A segunda fase do projecto consiste em abrir portas do estrangeiro aos moçambicanos.

Estavam programados dois concertos um em Maputo e outro em Nacala, mas, o espectáculo de Nacala já não irá acontecer devido a falta de condições mínimas de produção e logística da CR Sound.

 

Alusivo ao 43º aniversário da criação da Hidroeléctrica de Cahora Bassa, irá decorrer na vila de Songo, a 4ª edição do “Songo festival”.

Para além das actividades sociocultural e feira de saúde, haverá entrega de quatro fontenárias as comunidades da vila do songo. O festival vai contar com actuação de artistas nacionais como Lizha James, Liloca, Isaú Meneses, entre outros.

O festival tem como objectivo valorizar e promover a cultura local e juntar diferentes actividades em um único evento.

 

O artista plástico moçambicano, Matxakhosa, fala sobre a importância do meio ambiente através de obras de arte, que expôs, na terça-feira, em Maputo. Trata-se de uma exposição individual, construída por obras de cerâmica e pinturas que estão patentes até próximo 7 de Julho, no Centro Cultural Brasil Moçambique.

A exposição tem como título “O poder do meio ambiente” e o autor justifica a razão do título com o facto de as obras trazerem um ensinamento para a sociedade sobre a importância e preservação do meio ambiente. “Debruço em volta dos problemas ambientais, tentando perceber até que ponto as decisões do Governo são acertadas para conservação e manutenção do meio ambiente”, disse.

Segundo a fonte, o cidadão pode ter défice de informação sobre como cuidar do meio ambiente. “A quem por ignorância queima a mata com objectivo de caçar ratazanas, ou para desbravar floresta para abertura de novos campos, daí a necessidade de sensibilizar as pessoas, para saberem conviver com o meio ambiente”, acrescentou.

Sílvia Simões, que aderiu à exposição, revelou que com os ensinamentos adquiridos durante a exibição vai mudar de mentalidade e atitude. “Não voltarei a fazer o que fazia antes, percebi que é preciso manter o meio ambiente limpo para preservar mais a nossa saúde, porque se tu não preservares o ambiente, um dia ele pode virar contra ti” frisou.   

O artista começa com exibições públicas em 1996 em Moçambique e além-fronteiras, tendo conquistado o segundo lugar, no Mozarte no concurso de pintura, a nível nacional.  
 

 

“Só Moçambique, só nós”. O lema do espectáculo a realizar-se próximo domingo é categórico e traduz tudo o que a organização pretende para o evento que vai celebrar 43 anos da independência nacional. Porque é de uma data importantíssima para os moçambicanos, 36 músicos foram convidados a levar ao palco o melhor do seu repertório. Apenas moçambicanos, a partir das 20 horas, na Avenida 10 de Novembro, em Maputo, vão poder cantar a vitória declarada por Samora Machel a 25 de Junho de 1975.

Entre os músicos convidados para “Só Moçambique, só nós”, uma iniciativa da Bang Entretenimento em parceria com o Grupo SOICO, estão Lizha James, Nuno Abdul, Neyma, Humberto Luís, Cláudio Ismael e Azagaia. Segundo entende Hortêncio Langa, outro músico convidado, o espectáculo, igualmente, é uma rara oportunidade de autores de géneros musicais diferentes e idades diferentes poderem estabelecer um intercâmbio artístico numa ocasião especial. “O convite para participar neste espectáculo fez-me recuar para o 25 de Junho de 1975 e lembrar-me daquele dia em que eu e os meus amigos fomos para o Estádio da Machava assistir toda a cerimónia da declaração da independência”, afirmou o músico, defendendo que os artistas ganham muito com um espaço de convívio e de trabalho em conjunto.

Quem também estará no espectáculo é Júlia Duarte. A cantora considera que fazer parte do evento é o reconhecimento do seu trabalho e que Moçambique merece uma festa do tamanho do que vai ser “Só Moçambique, só nós”. Duarte prometeu muita animação e espera que os moçambicanos juntem-se pela exaltação da cultura nacional por via da música. Na mesma onda de raciocínio, Twenty Fingers vaticina que será um show diferente, de redescobertas, partilhas e para os cantores gritarem bem alto o nome de Moçambique. Com efeito, frisaram, cada um destes artistas que se sentem privilegiados por poderem cantar em memória dos que deram a juventude para libertar a pátria da opressão colonial.

Para este espectáculo, cada músico terá, em média, 10 minutos de actuação, mesmo porque a lista é vasta. Para Gabriela, o tempo pouco importa, a causa que os move é mais relevante.

Por isso, a cantora sente-se satisfeita pela possibilidade de celebrar o dia da independência nacional com o público. “Passar este tipo de efeméride com a família é bom, mas estar com os nossos fãs e com eles fazermos uma grande festa é ainda mais especial”.

A associação cultural MoNo junta artistas nacionais e estrangeiros para um espectáculo multudisciplinar denominado “The Feeling of na Exchange – Sentimento de Troca”, a ser realizado esta quarta-feira, no Gil Vicente.

O espectáculo faz parte das actividades anuais da MoNo e compreende a música, dança, acrobacia, teatro e poesia.

O projecto é composto por três países nomeadamente, Moçambique, Quénia e Noruega. A cantora Marllen é a convidada principal do espectáculo que marca, igualmente a despedida de quatro bailarinas, duas norueguesas e duas quenianas, que levam consigo técnicas da dança moçambicana.

A escolha da cantora Marllen deve-se a sua aposta na pesquisa e inserção dos ritmos tradicionais moçambicanos valorizando a dança como principal veículo de transmissão de valores.

Para além do espetáculo multidisciplinar, a MoNo pretende, igualmente, montar uma exposição retrospectiva das actividades da organização.

O fotógrafo moçambicano, Edilson Tomás, vai representar Moçambique, entre os dias 20 de Junho a 4 de Julho, no evento Residência Artística Catchupa Factory – Novos Fotógrafos 2018, em Mindelo, Cabo Verde.

A participação do fotógrafo, neste evento, insere-se na sequência do concurso público, dirigido a fotógrafos e artistas emergentes de Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique, segundo comunicado da sua agência.   

A paixão pela fotografia surgiu em 2011, por mera curiosidade, segundo Edilson Tomás, mas começa a levar o trabalho profissionalmente quando se apercebe que através da fotografia poderia eternizar momentos.

Com sete anos de carreira, conseguiu feitos como terceira posição no concurso da ONU Mulher, sob o tema “Empoderamento Económico das Mulheres”, em 2017. Menção honrosa no concurso da Minerva, com o tema “Mulheres invisíveis”, em 2016. Autor das melhores fotografias da exposição bienal organizada pela TDM (Telecomunicações De Moçambique), em 2015.    

Residência Artística Catchupa Factory – Novos Fotógrafos 2018, é uma iniciativa que funciona como plataforma de incentivo à criação artística, divulgação dos fotógrafos e artistas dos PALOP (Países de Língua Oficial Portuguesa) a nível internacional.

 

A cidade de Maputo irá acolher, este sábado, o evento denominado Jazz e Picnic, no café Acácia, alusivo a festa da independência. O evento será realizado pela WF Entertainment e BMF Enterteinment com o objectivo de juntar artistas que exploram jazz contemporâneo.

O evento terá dois momentos, no primeiro vai contar com as actuações de Muzila, a banda Açúcar Castanho e Deltino Guereiro. No segundo momento terão as actuações da dupla sul-africana, Liquideep, e para os djs moçambicanos Beat Keepa e Lelo Santos.

Para esta edição de estreia, Muzila vai trazer o que anda guardado na alma do seu saxofone, já que os seus últimos momentos são ocupados pelas digressões que têm efectuado com a banda Ghorwane; a banda Açúcar Castanho – uma das mais notáveis no panorama jazz dos últimos tempos.

Lá para noite o Café Acácia vai abrir-se para discoteca, onde a dupla sul-africana vai trazer o melhor do soul, house e afro-jazz que existe no seu extenso portfólio; Beat Keepa e Lelo Santos vão fazer as honras da casa, trazendo animação à moçambicana.     

Trata-se da primeira aventura pelo universo jazz que o conceito “Cenas À Tarde Animam” traz para aqueles que apreciam a diversão ao ar livre e a luz do sol.
 

 

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