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O País – A verdade como notícia

Hélio Nhanala, músico e compositor, é uma promessa da arte musical na cidade e província de Maputo. É conhecido pelas suas composições de intervenção social e amor.

Sempre se apresentou sozinho em diversos eventos culturais na cidade e província de Maputo. Juntou-se, posteriormente, a uma banda musical que o acompanha em todas actuações. A sua formação em Psicologia permite-o conceber o imaginário social em forma de música. Usa a música para intervir socialmente e expressar o que uma voz comum não é capaz de vociferar.

Suas músicas possuem uma dimensão muito vasta que mistura vários conhecimentos numa única letra. É maestro de uma igreja e talvez seja por isso que há um toque clássico nas suas composições. Vê a música como um forte instrumento que une as pessoas e torna os seres humanos mais próximos. “O mundo sem música seria um verdadeiro espaço habitado por um vazio infinito”, defende, poeticamente, o seu amor pela música dizendo que “canto para espantar dores. Quem canta, suas mágoas espanta. Espanto dores, mágoas e espalho alegria”.

Executa um estilo não fácil de decifrar à distância, pois não está fazer o obvio ou o que qualquer artista pode fazer. “Sou muito fã do afro-jazz. Chamo isso de afro-jazz, mas no fundo é um estilo que resulta da fusão de vários estilos musicais: Marrabenta, afro (tradicional), jazz e bossa-nova. Mas o estilo que me identifica é o afro jazz”, confessa o jovem músico com aspecto de quem não gosta de falar do faz, mas sim do quer fazer.

Conta neste momento com composições que já podem completar um álbum. Todavia a “mão” dos patrocinadores andam longe dele. “Até agora conto com mais de 40 composições que canto com banda e essas mesmas composições têm arranjo da própria banda. Isso nos faz ter esperança de que próximo ano teremos um CD. Eu e minha banda estamos conscientes que não é fácil gravar um CD”. Enquanto não lança o CD, Hélio e sua banda, vão actuando em diversas casas de pastos; alegrando, vibrando e divertindo seus admiradores.

 

A valorização da arquitectura nacional é um dos imperativos no presente momento em que a construção de edifícios parece não obedecer nenhum estilo arquitectónico. É inegável que a arquitectura e a fotografia são dois ramos que sempre caminharam juntos. E é neste contexto que surge o concurso de fotografia de arquitectura de Moçambique.

O primeiro concurso de fotografia de Arquitectura é realizado com objectivo de tornar mais conhecida a arte de fotografar monumentos Arquitectónicos e o vencedor será anunciado na primeira semana de Outubro, que é sobejamente conhecida como “Semana Internacional de Arquitectura”. Este concurso é produto da MK Produções em parceria com Associação dos Arquitectos – ARCHIMOZ.

O Dia Mundial da Arquitetura é comemorado anualmente na primeira segunda-feira de Outubro, e a ARCHIMOZ vai assinalar a data com uma programação nacional dedicada ao tema “Cidade Desejada”, através de um programa com exposições, debates e conferências, a decorrer até ao final da mesma semana.

A cerimónia de lançamento contará com a presença do coordenador de Projectos na MK Produções, representantes da Associação dos Arquitectos – ARCHIMOZ e do BCI.

O concurso será lançado amanhã, no auditório do BCI sede.

 

Houve chuva de letras no Centro Cultural Brasil-Moçambique; o lançamento de um ensaio literário –  Cinzas de Cão, Ensaios de literatura de Martins Mapera.

O ensaio é uma miscelânea de textos nos quais o autor apresenta suas opiniões e ideias de forma crítica, em torno de obras literárias de autores de dois países lusófonos, Moçambique  e Cabo verde. “Nós matámos o cão tinhoso” de Luís Bernardo Homwana, “Jesusalém”, “Terra Sonâmbula”, e “O bebedor de horizontes” de Mia Couto, “Antologia de Contos” de Lilia Momplé, “O regresso do morto” de Sulemane Cassamo e “Chuva braba” do cabo verdiano, Manuel Lopes.

O professor Artur Midnzo, docente da Universidade Pedagógica, apresentou a obra e diz que a crítica literária é normal, os autores lidos e interpretados não devem temer. A nova obra pode produzir a vontade de ler os livros citados, o que permite um enriquecimento literário.

Para Mapera, o fenómeno de interpretação da obra é extremamente difícil, e diz que cada sujeito avalia de acordo com a sua experiência literária. “Cada obra veicula sentidos profundos do ponto de vista pedagógico, educativo, social, antropológico e a literatura é um campo muito grande de educação.

O público esteve tímido, mas não deixou de divertir-se com a aula de sapiência dada pelo professor doutor Martins Mapera.

Paulo Covele é leitor e acredita que as obras do autor são mais do que uma opinião, são ensinamentos importantes para a academia das ciências sociais. “A crítica na literatura tem consequências interessantes, define e dá visibilidade ao crítico e ao autor primário” disse.

Já Vilma António, outra leitora, afirmou que “Cinzas de Cão, Ensaios de literatura de Martins Mapera” é uma reflexão em torno de obras com as quais já interagiu. “ O autor escreve sua opinião sobre obras de vários autores, o que permite-me envolver e aprender com outras formas de pensar. E outra, o discurso pode ser recuperado e reutilizado no sistema de ensino, pode até ser usado como um manual literário”, acrescentou.

O autor projecta, para o final deste ano, apresentar resultados do estudo de revistas literárias da sua província natal, Inhambane, “ Xiphefu” e “Charua”.
 

 

Chegou ao MozKids Talents, brilhou gala atrás de gala, arrancou aplausos e despertou emoções. Seu jeito solto e cativante conferiu-lhe o primeiro lugar do concurso, para a categoria de poesia. Mas Natolys não pretende parar por aqui. Quer sim é singrar na poesia e conquistar o mundo.

Dias depois do término da primeira edição do MozKids Talents, decidimos visitar Natolys no seu meio escolar e ficamos a saber que a menina é tão brilhante em palco, quanto na sala de aula.

Invadimos a aula de Ciências Sociais, na manhã de quinta-feira, e professora Maria, Directora de Turma de Natolys, apresentou-nos as notas dos últimos dois meses e o resultado foi brilhante. As marcas oscilam entre os quinze e os vinte valores. Para a professora, Natolys soube conciliar a escola e o concurso.

A cada gala, uma legião de fãs vibrava com Natolys e a sua escola não ficava alheia as emoções. Seus colegas e amigos deram todo o apoio. Houve momentos, em que seus colegas de escola tinham que dar seu máximo apoio, não apenas moral, mas também votando na Natolys.

Natolys diz que o MozKids Talents foi apenas uma rampa para o começo de uma carreira que conta com o apoio da sua mãe, seus colegas e de escritores nacionais.

Nas suas declamações, Natolys expressa o amor ao próximo, o orgulho de ser africano, a paz, entre outros temas.

 

A realização de Festas do Mar em Cascais é quase uma tradição. Cascais é conhecido pelos seus diversos patrimónios e pelas suas águas balneares. A tudo isso se associa a música. Desta vez será Stewart Sukuma quem vai deixar os seus acordes musicais a todos que estarão em Cascais.

O conceituado músico moçambicano, Stewart Sukuma, é um dos convidados de luxo que vai se apresentar no “Festas do Mar de Cascais 2018”. O festival vai acontecer de 17 a 26 de Agosto do mês em curso em Cascais, Portugal.

Para o autor de “Boleia Africana: Os Sete Pecados Capitais” e “Nkhuvu” o chamamento ao festival representa tudo aquilo que ele sempre desejou como artista moçambicano. “Isso representa reconhecimento, maturidade e, acima de tudo, uma conquista de um nicho de mercado específico. Representa a abertura de novos horizontes para músicos das novas gerações”.

A participação de Sukuma vai consistir em colaborar com a Orquestra Sinfónica de Cascais, criando um espaço artístico-musical de reinventar o clássico tema “Xitchuketa Marrabenta”. A Orquestra de Câmara de Cascais foi fundada em 2000 e, é uma formação apoiada pelas Câmaras Municipais de Cascais e de Oeiras e pela Direcção Geral das Artes. Sobre a Orquestra que lhe vai acompanhar, Stuart disse que ela é reconhecida no mundo inteiro e é uma referência no mundo da música clássica, por isso tem máxima confiança de que a parte criativa, aliada ao profissionalismo, vai ser fundamental para um resultado positivo.

“Tenho uma atenção especial por Portugal, não só por razões históricas, mas porque desde miúdo acompanhei a carreira de muitos artistas que se tornaram meus ídolos. Trabalhar com músicos como Repressas, Rui Veloso, Cuca Roseta, Pedro Joia, Ana Lains, Quinteto Lisboa é um privilégio e este aspecto certamente que contribui para esta recente parceria”, disse Sukuma.

Neste festival estarão presentes grandes nomes do panorama musical português, mas também convidados da lusofonia. Todos os anos são cerca de 500.000 os que se deslocam a Cascais nos 10 dias de concertos. A partir do dia 17 de Agosto, a música vai fazer-se ouvir para todos os gostos do fado ao pop para terminar, dia 26 de Agosto, com um mix de estilos brasileiros e africanos mostrando a força da lusofonia.

Far-se-ão, ainda, presentes neste festival de música: Anselmo Ralph, Rui Veloso, Fafá de Belém, Ana Lains e Luís Represas. O final é em modo passagem de ano, com um espectáculo de fogo-de-artifício como manda a tradição.

Stewart Sukuma, Cascais, Festa do Mar

Stewart Sukuma em Cascais

A realização de Festas do Mar em Cascais é quase uma tradição. Cascais é conhecido pelos seus diversos patrimónios e pelas suas águas balneares. A tudo isso se associa a música. Desta vez será Stewart Sukuma quem vai deixar os seus acordes musicais a todos que estarão em Cascais.

O conceituado músico moçambicano, Stewart Sukuma, é um dos convidados de luxo que vai se apresentar no “Festas do Mar de Cascais 2018”. O festival vai acontecer de 17 a 26 de Agosto do mês em curso em Cascais, Portugal.

Para o autor de “Boleia Africana: Os Sete Pecados Capitais” e “Nkhuvu” o chamamento ao festival representa tudo aquilo que ele sempre desejou como artista moçambicano. “Isso representa reconhecimento, maturidade e, acima de tudo, uma conquista de um nicho de mercado específico. Representa a abertura de novos horizontes para músicos das novas gerações”.

A participação de Sukuma vai consistir em colaborar com a Orquestra Sinfónica de Cascais, criando um espaço artístico-musical de reinventar o clássico tema “Xitchuketa Marrabenta”. A Orquestra de Câmara de Cascais foi fundada em 2000 e, é uma formação apoiada pelas Câmaras Municipais de Cascais e de Oeiras e pela Direcção Geral das Artes. Sobre a Orquestra que lhe vai acompanhar, Stuart disse que ela é reconhecida no mundo inteiro e é uma referência no mundo da música clássica, por isso tem máxima confiança de que a parte criativa, aliada ao profissionalismo, vai ser fundamental para um resultado positivo.

“Tenho uma atenção especial por Portugal, não só por razões históricas, mas porque desde miúdo acompanhei a carreira de muitos artistas que se tornaram meus ídolos. Trabalhar com músicos como Repressas, Rui Veloso, Cuca Roseta, Pedro Joia, Ana Lains, Quinteto Lisboa é um privilégio e este aspecto certamente que contribui para esta recente parceria”, disse Sukuma.

Neste festival estarão presentes grandes nomes do panorama musical português, mas também convidados da lusofonia. Todos os anos são cerca de 500.000 os que se deslocam a Cascais nos 10 dias de concertos. A partir do dia 17 de Agosto, a música vai fazer-se ouvir para todos os gostos do fado ao pop para terminar, dia 26 de Agosto, com um mix de estilos brasileiros e africanos mostrando a força da lusofonia.

Far-se-ão, ainda, presentes neste festival de música: Anselmo Ralph, Rui Veloso, Fafá de Belém, Ana Lains e Luís Represas. O final é em modo passagem de ano, com um espectáculo de fogo-de-artifício como manda a tradição.

 

O Centro Cultural Franco-Moçambicano (CCFM) apresenta sexta-feira, o espectáculo de dança “3.6 Hz”, do coreógrafo Didier Boutiana – Cia Soul City (Reunião).

A dança é resultado de uma residência de criação de três semanas (de 23 de Julho a 10 de Agosto 2018 no CCFM) entre o coreógrafo Didier Boutiana da companhia Soul City (REU) e três bailarinos moçambicanos: Leia Mabasso, José Jalane e Vasco Uate (Mitó); a peça ‘’3.6 Hz’’ foi imaginada durante as várias estadias do coreógrafo em Maputo.

Após quatro anos de colaborações com o CCFM, Didier Boutiana abraça a cena artística de Moçambique, para procurar, com bailarinos, uma frequência comum.

Didier Boutiana é um bailarino premiado dois anos consecutivos (2009 e 2010) como o melhor breakdancer da Ilha da Reunião. Didier Boutiana torna-se, em 2011, coreógrafo da companhia Soul City e cria «Body of Knowlegde», em colaboração com a Dusi Dance Company, uma companhia Sul-Africana.  Em 2013, obtém o reconhecimento do público e dos profissionais com a sua primeira peça “Reflex”. Seguir-se-ão quatro trios: Tir Pa Kart (2014), Héva (2014), Priyèr’ Si Priyèr’ (2015), e o primeiro solo do coreógrafo: Kanyar (2017).

A dança de Didier Boutiana inspira-se no hip-hop, das realidades contemporâneas da rua, buscando ao mesmo tempo as raízes e a espiritualidade da Ilha da Reunião, explorando as esferas da partilha, do encontro e da alteridade. Desconstruir a estética, colocar-se em perigo, ir além dos seus limites mantendo, ao mesmo tempo, um objectivo de unificação, fazem parte das especificidades da sua identidade coreográfica.

Inicialmente grupo de breakdance na Ilha da Reunião, Soul City tornou-se uma companhia de dança profissional em 2008. Conhecida pelos seus espectáculos e pelo seu trabalho de formação, a companhia Soul City propõe uma dança híbrida, inspirada pelo hip-hop e pela dança contemporânea, à procura do movimento justo.

Este projecto de cooperação cultural conta com o apoio da associação France Volontaires e dos seus parceiros: a Região Reunião e o Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional FEDER / programa INTERREG V OI.

 

O poeta e dizedor de poesia, Leco Nkhululeko vai lançar no dia 09 do mês em curso, no Museu Nacional de Arte, em Maputo, o segundo livro intitulado “Bíblia Lounge”.

A primeira “bíblia” no campo do romance das letras nacionais veio pela mão de Dóm Midó das Dores e Leco Nkhululeko, dentro da poesia.

“Bíblia Lounge” é a próxima construção poética que Leco Nkhululeko nos convida a habitar e a deixarmo-nos habitar por ela. Os “versículos” desta “Bíblia” já escritos em diversos momentos do existir do poeta; aliás, em recitais de poesia organizados por Leco já era possível ver na sua voz que havia uma gravidez de um livro. Este livro é em parte um espaço de reencontro dos deuses “sagrados” da bíblia literária nacional: Luís Carlos Patraquim, Eduardo White, Noémia de Sousa e Rui Knopfli.

Em nota de abertura, o escritor, Juvenal Bucuane, considera a “Bíblia Lounge” como algo que se assemelha a um lugar amplo, de retiro espiritual, para dentro do qual somos convidados a uma reflexão. “É uma obra de vigorosa expressão de labor poético que, trilhando nos novos caminhos resultantes do desbravamento que leva o visco do modernismo, permite que nos compenetremos numa evolução poética interessante que teve o seu Alfa com o livro “Há Gritos no Silêncio” – assim considera o autor de “O Fundo Pardo das Coisas”.

A “Bíblia Lounge” é um exercício poético onde a expressividade no verso é tão elevada, parecendo que se está perante uma poesia do neoconcretismo:“Tua concha/ elixir de paixões/ unguentos de poesia/ aos deuses vertigens”. A poesia deste livro escorre sobre as páginas, cruzando-se com outros sentires e tendências que o poeta nunca tinha experimentado; o faz deste livro uma “Bíblia” de desejos, sonhos e inventários de tempos é a sua forma de conjugar o erotismo não sagrado, a poesia não pensada (mais sentida) com uma fragmentação de sentimentos e que não escapam a pena espiritual do poeta: “Teus olhos/ redondo refúgio/ ancas arqueadas de poesia/”.

Leco Nkhululeko quando questionado sobre o que quer transmitir ao escrever uma “Bíblia Lounge” respondeu “a Bíblia Lounge é um nocturno lugar, imaginário, a orla de qualquer superfície, onde atracam as sofregas, ocultas e desamparadas almas, sedentas de afecto e abrigo”. Indo sobre o conceito sobre as vozes que existem essa bíblia, Leco, retorquiu: “aqui a sorte não existe e as palavras não precisam significar. Elas entoam o metamorfoseado amor soberano, pois os homens no seu próprio abandono distanciam-se da luz e da largura do aparato ideológico”.

Leco iniciou-se na poesia a partir de jornais. Recebeu distinções no Prémio Nosside (Itália) pelos poemas “Sangue de Darfur”, “Casa de Ninguém”, “África Esperança” e “Eutanásia-2014”. “Há Gritos no Silêncio” foi a primeira obra de Leco Nkhululeko apresentada em Moçambique e Brasil; fora aos versos escritos destaca-se como um exímio dizedor de poesia. Tendo já apresentado os seguintes recitais “Vomitando Palavras”, “Elogio de Amor”, “Crenças”, “Libertem a Liberdade” e “Solo Pátrio”. A “Bíblia Lounge” sai sob a chancela da PubliFix Edições.

Depois de seis galas decorridas, o Mozkids Talents chega à sétima e final gala.

Hoje, 23 concorrentes vão subir ao palco do Scala com o mesmo objectivo, vencer a 1ª edição deste evento, da iniciativa do Grupo Soico em parceria com o Banc ABC.

O público afluiu em massa para ver e apoiar as crianças que, durante seis semanas, mostraram o que valem.  Kiandro Amargar tem oito anos e pediu à mãe que o levasse ao Scala para apoiar seus colegas, do Instituto Nília, Denilson e Liana. 

Já Chakila Hassane está a torcer pelo pequeno Kayane e explica porquê: "Ele tem muita interação com o público. Via-o sempre pela televisão, mas hoje decidi vir ver ao vivo". E promete muitos votos para o pequeno talento: "Ele dança tão bem, que eu vou investir para apostar nele".

Kary Naria também torce pelo Kayane.

O Mozkids Talents é um concurso promovido pelo Grupo Soico, em parceria com o BancABC, e visa despertar, estimular e encaminhar os talentos na criançada.

Mozkids Talents chega na recta final e o sentimento entre os concorrentes não podia ser outro: ansiedade e emoção, e a esperança de saírem vencedores, claro.

Para a última gala, a dupla Liane e Denilson promete nuito show. E diz-se honrada por ter chegado até aqui. "Se eu ganhar, ficarei muito feliz, mas se não ganhar também, porque cheguei à final".

As irmãs Ramla Gleyse é da mesma opinião sobre a participação. "Esperamos vencer, mas o mais importante é que todos viram o nosso talento", disse a irmã mais velha.

Para esta final, alguns concorrentes eliminados foram convidados. A Anikwa diz que mais uma vez, terá a oportunidade de mostrar o seu talento.

Já a dupla Daniel e Melvin diz que veio para mostrar que merecia chegar à final. "Esperamos mostrar a todos que foi um erro nos eliminarem", disse Melvin. Contudo, a dupla mantém o seu apoio para os seus colegas de escola.  "Estamos a torcer pelos nossos colegas, Liane e Denilson.

23 Concorrentes disputam a final do Mozkids Talents. Para cada categoria, haverá dois vencedores e todos os concorrentes vão ganhar prémios de participação.

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