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Artistas plásticos da Ilha Reunião Kid Kréol e Boogie juntaram-se ao moçambicano Hugo Mendes para uma exposição colectiva em Maputo. Pintada a três mãos, a exposição pretende ser um veículo de aproximação cultural por via dos sentidos ligados ao mar. Daí que, juntos lançaram as sementes de um intercâmbio no centro cultural Franco-Moçambicano.

A colectiva foi feita para resgatar um património cultural, em jeito de imagens e crenças. Produzida em material reciclado, Ligados pelo Índico é um alerta à preservação do ambiente, lembrando que, embora distantes, Moçambique e Reunião são países com muito em comum.

“Esta exposição trás a superfície a relação mítica que os moçambicanos tem com o mar, o que existe também nas ilhas reunião apesar de serem países distantes ”, afirmou Hugo Mendes.

Ligados pelo Índico está exposta no Franco-Moçambicano até dia 4 de Agosto.

Espectacular. Talvez esta seja a palavra mais apropriada para resumir a actuação da aluna da 3 de Fevereiro, que, ao desafiar-se a si própria, interpretou “A vansati va lomu”, não na versão de Mingas, mas na sua própria recriação. Chama-se Tamires Moiane e tem 12 anos de idade, poucos para o talento vocal que possui. Por isso, quando sobe ao palco gera expectativa e ansiedade. Cantando como só ela sabe, a MOZKIDS fez do canto coisa fácil, na sua melhor performance nesta primeira edição do concurso infantil organizado pela SOICO e o BancABC. 

Na tarde de sábado, no Cine Scala, em Maputo, Tamires Moiane, a concorrente mais votada na categoria de Canto, pela segunda semana consecutiva, recuperou a música por via da qual conseguiu apurar-se no casting realizado no Matxikitxiki, mês passado, desta vez, homenageando a avó Cecília, tão sortuda por ter uma neta deveras talentosa. De facto, na voz de Tamires, a música ganhou outra sonoridade, mais suave, simultaneamente arrepiante. A língua portuguesa precisa de mais palavras para se descrever o fenómeno que ocorreu no palco do MOZKIDS. Talento puro. Logo, Maria Helena Pinto, um dos membros do júri, não poupou elogios. Repetiu-se, bem dito, o que já havia afirmado nos espectáculos anteriores. A Tamires é de um talento de dar inveja às melhores cantoras que a Stv formou no Fama Show e até a várias moçambicanas com longo percurso. Génio. A esta altura, esta palavra é melhor que Espectacular.

Nesta quinta gala do MOZKIDS Talents, Tamires Moiane foi uma das meninas que esteve perto da pontuação máxima no Canto. Faltou-lhe uma nota para 30, que Marcelle Claquin não cedeu por mera fatalidade. Nada que assustasse à nova estrela em formação. Saiu sorridente, como também saiu Érica Tembe, a menina que acumula duas categorias do MOZKIDS Talents: Canto e Instrumentos Musicais, não fosse ela actuar sempre acompanhada por uma guitarra disposta a seguir suas ordens. A aluna do Instituto Nília, 10 anos de idade, igualmente, somou 29 pontos, ao interpretar “Minha infância”. Foi uma actuação muito equilibrada da Érica, quem se esmera por manter o seu toque artístico nas músicas por si cantadas.

Em terceiro lugar, em termos de desempenho, na categoria de Canto, esteve Juelma Moiana, a quem Marcelle Claquin convidou para cantar nas suas aulas de dança. Juelma cantou “Eu vou seguir”, de Marina Elali, e, mais uma vez, mostrou que não está no concurso para aplaudir. Longe disso, a menina é outra talentosa, com brio e rigor vocal.

Além destas três meninas, seguem para a sexta gala mais três: Melony Macaringue, Dárcia Mondlane e Inalda Sumburane. De fora ficaram Daniela Machel e Alliyana Tembe.

O melhor trio dos instrumentos musicais

Com palmas. É sempre assim que o público reage à satisfação resultante das actuações de Fernando Tinosse no MOZKIDS Talents. No último sábado, não foi diferente, mesmo porque o menino investe sempre em tocar, no seu teclado, músicas populares. Segundo entende Maria Helena Pinto, Fernando toca como se dançasse. E, acrescente-se, como se celebrasse alguma coisa que ainda não revelou. O que revelou, de forma atabalhoado, foi que começou a tocar lá vão dois anos. Portanto, na altura tinha sete anos de idade. Foi o tio Mondlane quem lhe ensinou, mas é com o pai que ensaia. 

Não obstante, no que ao teclado diz respeito, os maiores predicados foram para Tanaya Cumbana, apreciadora de música clássica, que interpretou “Cloudy day”, com muito receio de falhar. Porque concentrou-se com perfeição, não falhou. Antes pelo contrário, acertou sempre. Então, no fim da actuação, o júri rendeu-se e atribui a classificação máxima.

Que também somou 30 pontos foi Igor Sobral. O baterista parece que entrou possuído. Actuou enérgico como nunca. Não só tocou, como fez um autêntico espectáculo, interagindo com o público sem nunca perder o ritmo. Na quinta gala, o menino que escolheu a bateria por admirar outro baterista, Joshua Zaqueus, mostrou o melhor de si até aqui e garantiu o apuramento para a fase seguinte.

Nesta categoria, de fora ficou Shabir Simango.

Ana Milena reinventa-se na poesia

A pequena declamadora cansou “de se repetir”. Então, resolveu surpreender. Ao palco, nesta gala, não foi sozinha. Consigo levou um guitarrista para se armar em produzir sons agradáveis a fim de dar outra substância à sua arte. Assim, Ana Milena recitou o poema “Capulana”, de Énia Lipanga. Nada ao acaso. Antes de a menina decidir caminhar por essa via, investigou. Foi à Internet e, depois de horas a fio à procura, eis que se deparou com o poema. Leu e logo identificou-se. Assim, levou-o ao MOZKIDS Talents, tendo, por isso, somado 30 pontos. Nesta categoria Ana Milena foi a única com pontuação máxima. Depois dela, em segundo lugar esteve Natolys Manjate, com 29. Natolys declamou “Se me quiseres conhecer”, de Noémia de Sousa, depois de Alayna Dava já o ter feito semana passada. O terceiro mais votado foi Elísio Massango, com 28 pontos, menino que recitou contra a violência doméstica causada às mulheres.

Thainara Calane foi a única concorrente eliminada na Poesia.

Teatro mais renhido

Já se previa que, na quinta gala, pelo menos um actor promissor iria ser eliminado. No caso, foram dois de uma só vez. A dupla Melvin e Denyel não somou votos suficientes para continuar no concurso. Assim sendo, “A turma do Malume” foi-se embora no meio de lágrimas, inconsoláveis pelo resultado. E têm razão, são muito bons para estarem fora do MOZKIDS Talents. No entanto, os que continuam são também muito promissores. Alguém tinha que sair. Desta vez foram eles, para “alegria” de Liane Fernandes e Denilson Manhique, mais uma vez a liderar a classificação semanal, Fernanda Raimundo e Ramla e Gleese Semkiwa.

Quanto à categoria de Dança, Ámbrosi Langa continua a convencer o júri e a somar muitos votos. Por isso, voltou a ser o primeiro classificado. O outro carismático que não desperdiça votos é Kayani Machavane, o menino de sorriso aberto. Em terceiro lugar, ficou a dupla Elaine Chavo e Stivenson da Encarnação. No quarto, quinto e sexto lugar, respectivamente, ficaram Yuran Manhiça, Anaís Macaringue e a dupla Shanaya Cumaio e Kyara Lopes.

Para sexta gala do MOZKIDS Talents passam 23 concorrentes.

Uma memória em três atos, um documentário de longa-metragem do realizador, Inadelso Cossa, recebeu o prémio especial do júri (Special Jury Award) no festival internacional de cinema de Zanzibar, na Tanzânia.

A produtora de documentários STEPS oferecerá ao filme vencedor um contrato de distribuição para o continente africano.

O filme propõe e ensaia um retrato contemporâneo de moçambique em três Atos, elaborada num estilo híbrido experimental entre a ficção e o documentário.

Inadelso Cossa é Realizador, director de fotografia e Produtor moçambicano, é autor do aclamado filme “Xilunguine”, A Terra Prometida vencedor do prémio Estação Imagem – Mora para melhor documentário no FIKE – Festival Internacional de Curtas Metragens de Évora em 2013.

Uma Memória em Três Atos é o seu primeiro documentário de longa metragem. O Realizador está neste momento a desenvolver um novo projecto híbrido intitulado:  “As Noites ainda cheiram a pólvora” e o mesmo já garantiu o apoio parcial do fundo Holandês IDFA Bertha Fund.

 

Há seis anos que o grupo Micro 2 não lançava um disco. Ao fim do maior intervalo desde que começaram a publicar em álbum, Legacy e Flash Enccy regressam aos holofotes com a proposta Planeta terra. Este é título do quarto trabalho discográfico da dupla da Matola.

Nesta obra musical, os dois rappers investem, a nível do conteúdo, em mensagens de âmbito social, abordando diferentes temáticas relacionadas ao quotidiano das famílias moçambicanas. Nesse sentido, por um lado, o CD constituído por 14 músicas explora cenários dramáticos, causados pela violência doméstica nos lares. Por outro, Planeta terra enaltece a necessidade de se ter que perdoar ao próximo pelos erros cometidos, mergulha na política, na actual atmosfera socio-económica do país, no entanto, com cuidado e subtileza para não ferir sensibilidades. Esta foi sempre a maneira de estar do Micro 2 no Hip-Hop, a intervenção social, abrangente tanto à realidade africana na mesma proporção que à ocidental. Por isso, o produto pretende conquistar mercados como Angola, São Tomé e Príncipe, Brasil e Portugal.

Planeta terra é um projecto da linhagem "Underground", dedicado a levar a verdade e o sentimento do povo aos demais. Concorre, para o efeito, as participações de Pitcho, Azagaia ou Spice nas músicas.

E porque um álbum destes é feito de sonhos e desejos, a dupla de MC espera que os temas proporcionem nos que forem a ouvir o respeito pela liberdade de expressão. Este é, igualmente, um trabalho de denúncia de factos que são vividos no mundo contemporâneo, no qual o ser humano aparece com desafios e muitas adversidades. A fim de tornar as suas pretensões palpáveis, Flash Enccy e Legacy apostaram numa mensagem bem elaborada, que, acreditam, vai garantir uma nova percepção dos factos que acontecem no país e no estrangeiro, afinal, “Esta é uma forma de manifestar a nossa filantropia, de maneira a promovermos saúde mental às pessoas. A música tem esse poder e, nós, como grupo, há mais ou menos 12 ou 15 anos temos lançado trabalhos nesse sentido, incentivando à leitura porque não devemos estar presos a aquilo que aprendemos na escola, temos de nos cultivar de várias formas, inclusive, sendo autodidatas”, afirmou Legacy, sublinhando, logo de seguida: “a música é uma ponte para o conhecimento”.

Planeta terra é um disco produzido nos estúdios nacionais, feito para preservar a longevidade criativa dos autores, sempre a pensar no desenvolvimento do movimento do hip-hop moçambicano, incluindo, igualmente, raciocínio à volta da exclusão social, vencendo a monotonia.

Partindo das abordagens do quarto álbum, os meninos do Micro 2 aproveitaram para projectar um quadro sobre a actualidade musical moçambicana. Para Flash Enccy e Legacy, a saúde da música no país está boa ao nível de quantidade, porque já existe muito produto. Todavia, entende a dupla, há questões a revelarem que Moçambique ainda se encontra numa fase muito embrionária no que diz respeito, por exemplo, à protecção dos direitos do autor. “Nós entendemos que os artistas não devem viver apenas de espectáculos ou da venda de seus artigos, há questões que devem ser acauteladas de modo que, ao fim de seis meses ou um ano possamos tirar proveito financeiro da nossa obra. Ainda assim, acredito que vamos evoluir dentro de anos, porque temos muitos talentos e estamos todos sempre aprender”, vaticinou Legacy.

Este álbum, além de ter sido feito com dedicação, é um produto de amizade entre os membros do grupo Micro 2. Talvez, por isso, ter sido natural alcançar-se o que Flash Enccy considera evolução qualitativa em relação aos anteriores três álbuns.

Planeta terra será lançado no dia 28 deste mês, no Beer Garden, Jardim dos Madjermanes, na cidade de Maputo, entre 10 e 17 horas.

DOIS MICROS NUMA SÓ LINGUAGEM

Micro 2 ou M2 é um dos principais e mais antigos grupos de Hip-Hop moçambicano. É autor de quatro álbuns. Além de Planeta terra, lançou Andando a pé (2005), Caneta e papel (2008) e A oficina do conhecimento (2012). O grupo foi formado em 2004. Na altura, Ras TM era membro integrante do colectivo e desempenhava o papel de produtor e Manager do grupo. Com o artista, o grupo concretizou o primeiro álbum.

 

A Fundação UP, em parceria com o artista plástico Naguib Abdula, celebraram, esta quarta-feira, o centenário de Nelson Mandela com um momento de pintura que envolveu cerca de 100 crianças vindas de diferentes escolas da cidade de Maputo.

Mandela 100 anos…Nelson Mandela vive em nós…Nelson Mandela é amor…essas são algumas das mensagens que, acompanhadas de cores vivas, quentes, frias e até mortas, dominavam os quadros que os petizes pintaram em homenagem ao ícone da luta contra o apartheid na África do Sul. Não era para menos. Se Mandela estivesse vivo completaria, hoje, 100 anos de idade.

Segundo a gestora de programas da Fundação UP, Teresa Jonas, as pinturas inserem-se nas celebrações dos 100 anos de Nelson Mandela e decidiu envolver as crianças na pintura porque é um lugar onde elas podem expressar os seus sentimentos em relação à figura de Mandela.

"Decidimos envolver as crianças na pintura porque é arte. É um lugar onde elas podem extravasar, estar a vontade e, também, debater e refletir sobre o legado de Mandela que é de paz, amor, reconciliação, proximidade ao outro e direitos humanos", explicou a gestora de programas da Fundação UP, Teresa Jonas.

Já para o artista plástico Naguib Abdula, parceiro da iniciativa, disse que a escolha das crianças como forma de homenagear o ícone da luta contra o apartheid justifica se pelo facto de Mandela ter levado a cabo a luta que levou, justamente, para defender o futuro que são as crianças. "Mandela era uma pessoa que amava as crianças. Aliás, a luta de Nelson Mandela foi sempre para um futuro e o futuro são as nossas crianças, então, a melhor homenagem que achamos que podíamos ter feito foi, exactamente, pintar os 100 anos de Mandela com as crianças", referiu Naguib Abdula.

Por seu turno, as crianças mostraram ter conhecimento dos motivos que lhes leva a pintar o centenário do Nelson Mandela. Achad Chirindza, aluno da Escola Primária 04 de Outubro, disse que com a pintura de quadros aprendeu que Nelson Mandela lutou contra o racismo e Tifa Matsinhe aluna da mesma escola acrescenta: "Aprendi que ele respeitava todas as pessoas, fazia tudo por nós e ele lutava por todos negros".

Nelson Rolihlahla Mandela nasceu a 18 de Julho de 1918 em Mvezo, uma pequena vila no Distrito de O. R Tambo, África do Sul. Em 1993 foi vencedor do Prémio Nobel da Paz e em 1994 tornou-se o primeiro presidente negro da África do Sul.

 

Mais um disco vai chegar às bancas no país. Desta vez, a obra pertence ao humorista moçambicano Bruno Belchior, que se prepara para o lançar algo diferente, um álbum de música cómica, intitulado WeQMatic, que se enquadra no estilo Hip-Hop.

A obra do humorista, cujas gravações foram iniciadas em 2017, ficou pronto este ano, nos estúdios da Tchaya Records. Para o efeito, contribuíram cinco produtores nacionais, nomeadamente, 7 Kruzes, Rawtas, Vanny Beats e Doofhes e Leitor, e internacionais: Bigg Makk, Evie, Ryan Little e Bounce Instrumentals.

WeQMatic, disco de Bruno Belchior, é constituído por 14 músicas. Alguns títulos que o compõem são: "Tseke & Furious", "Mulher Moçambicana", "Homem Catana em Ressano", "Skit 1 (peidos em lugares errados) ", "Ser pai", "Party na Zona", "O meu carro", "Outro" e "Xipfukelana Swag".

Para este álbum, que conta com MC Donald como Produtor-Executivo, Belchior tem a colaboração dos seguintes artistas: Vannize, Niva Gordelass, Disaster, Ivan AP e Uncle Rap.

Belchior é um humorista que faz stand’up comedy desde 2010. Adicionalmente, faz caricaturas e vídeos cómicos que posta no YouTube e no Sapo. Trabalhou na televisão e na rádio e participou no programa Tropa dos Tuneza (Mundo FOX). Ano passado, começou a gravar músicas cómicas, retratando assuntos triviais de forma ridícula e exagerada. No início deste ano, lançou uma Mixtape "A CaminhoDoWeQMatiC", com seis músicas para a promoção do álbum WeQMatic.

O lançamento oficial do disco WeQMatic será no dia 27 deste mês, no Gil Vicente Bar, às 19h00.

 

 

O Centro Cultural Franco Moçambicano (CCFM) acolhe a exposição “Ligados pelo Índico – Désot´ la mer” dos artistas Kid Kréol & Boogie das Ilhas Reunião e Hugo Mendes de Moçambique. A exposição será inaugurada, nesta terça-feira, no CCFM.O objectivo da exposição é explorar o que foi deixado para o mar, o imaginário e a mitologia da viagem que separa as duas terras.

Os artistas Kid Kréol e Boogie apresentam um trabalho inspirado nas crenças e culturas do Oceano Índico, tentam trabalhar um conteúdo ‘’ancestral’’ de forma contemporânea, confrontando o real e o imaginário.

Enquanto que, Hugo Mendes retrata os aspectos cotidianos dos moçambicanos referindo-se à histórias colectivas, sonhos e procura explorar o lado mais obscuro do seu próprio imaginário.

 

Alunos do projecto Xiquitsi participam do Festival Internacional de Música da Câmara de Stellenbosch, na cidade de Cabo. Trata-se da primeira participação, desde 2004, do grupo no maior e mais importante festival de música clássica.

A directora artística do projecto Xiquitsi, Kika Materula, diz que o apoio que o grupo recebe tem contribuído para consolidação das suas pretensões quanto à formação artística e social dos alunos.

“É mais um investimento que acreditamos que vai ajudar no crescimento e consolidação da música clássica feita em Moçambique para formação de Orquestra no País”, disse Materula

O Festival Internacional de Música da Câmara de Stellenbosch(Stellenbosch Internacional Chamber Music Festival)  é uma iniciativa que investe na incorporação da música de câmara nas componentes prática e educativa, promovendo o surgimento de novos talentos e o amor pela música clássica.

Os alunos do Xiquitsi vão actuar nos dias 13, 14 e 15 de Julho. Os concertos podem ser acompanhados através de um link directo disponibilizado na página do facebook “Xiquitsi”.

 

Seis dos cerca de 500 estudantes, da província de Cabo Delgado, que participaram no casting do concurso Vodacom Turma TudoBom foram apurados para a fase regional Norte que terá lugar em Agosto próximo na cidade de Nampula.

Com canto, dança , poesia, teatro e olimpíadas, estudantes de seis escolas da baia de Pemba demonstraram talento para arte, cultura e uma bagagem de conhecimentos científicos suficientes para enfrentar os seus colegas de Nampula e Niassa.

Quase todos participaram com determinação e alguns chegaram a convencer o público, mas segundo as regras do jogo, apenas seis estudantes foram escolhidos.

Para o Júri, não há dúvida que Cabo Delgado tem talento, no entanto, apela aos vencedores a não subestimar os seus adversários.

Para além do Júri e do Público, o casting de Pemba deixou impressionados os dois parceiros da iniciativa, a vodacom e Direcção Provincial de Educação e Desenvolvimento de Cabo Delgado.

Cerca de mil estudantes assistiram o concurso Vodacom Turma TudoBom, que teve lugar no ginásio da Escola Secundária de Pemba.A gala regional Norte terá lugar na cidade de Nampula em Agosto próximo.

 

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