O País – A verdade como notícia

Já está em Moçambique o grupo coral sul-africano integrante do projecto MOSA, que vai juntar-se à sua similar moçambicana para um concerto de música coral no sábado, na Arena 3D, em KaTembe.

Uma chegada fenomenal para um evento que também se sugere que venha a ser  fenomenal. A comitiva sul-africana, composta por 34 membros, desembarcou no país quando eram 9 horas, num espírito de festa e celebração. Não faltou música nem dança na chegada a Maputo.

Para quem desenhou tudo e preparou o grupo ao detalhe, os desafios ficam para trás. Estar em Moçambique significa um passo em direcção ao palco do evento.

“Os desafios existiram, mas normalmente não os consideramos, mas sim o sucesso. Para nós, estar aqui é um sucesso. Mesmo com algumas dificuldades, um país como este precisa de apoio, de algum financiamento para se sustentar, mas enfrentamos dificuldades aqui e ali, e é por isso que estamos aqui hoje. E só queremos ver o resultado final. Acabámos de chegar, saímos da África do Sul por volta das 21h da noite passada. Conduzimos em segurança, mesmo um pouco cansados, mas é por isso que estamos felizes por estarmos aqui hoje. E estamos muito mais preparados para nos juntarmos ao grupo MOSA, Moçambique, para vermos que resultado teremos com o nosso concerto”, explicou Peter Mageza, maestro da parte sul-africana.

Antes do dia D, as partes devem manter contacto para aperfeiçoar os coros, uma acção que acontece desde o início dos ensaios, que, desta vez, serão em conjunto.

Peter Mageza explica que, “à tarde, vamos trabalhar nos treinos e ver como nos vamos preparar para o concerto. Vamos trabalhar o repertório que vamos apresentar, e amanhã vão ter um pouco de folga de manhã, para poderem ver e desfrutar de Maputo. À tarde, vamos para o local, onde vamos ouvir o som e sentir o ambiente. Para que, quando chegar o sábado, estejamos quase prontos. Vão ser um só, vão interagir, vão formar a relação, e isso é o que importa.”

Sábado poderá ser o primeiro passo de uma caminhada que se espera que chegue longe. O MOSA é um projecto e um espaço de sinfonia imperdível.

“Vão ser um só, vão interagir, vão formar a relação, e isso é o que importa, para que tenhamos a relação e a amizade. E, depois, a partir daí, sentamo-nos e unimo-nos, como eles estão a fazer agora. Depois veremos depois do concerto o que teremos. Peço às pessoas que não percam o espectáculo. Peço às pessoas que não percam este espectáculo, porque este espectáculo é único. Como disse, é um projecto inovador. Vou humildemente pedir-lhes que venham e nos deixem inovar juntos”, explicou.

O concerto está marcado para pontualmente as 15 horas, no espaço de Arena 3D, no distrito de KaTembe, e os bilhetes estão disponíveis na loja online concerto.interactive.co.mz.

A Fundação Moreira Chonguiça celebrou, neste 30 de Abril, em parceria com o Hospital Central de Maputo, o Dia Internacional do Jazz. O patrono da Fundação Moreira Chonguiça passou a manhã no Hospital Central de Maputo.

Primeiro, Moreira Chonguiça visitou e interagiu com os pacientes da Oncologia. Depois realizou um concerto de aproximadamente uma hora para os médicos, pacientes e outros profissionais da saúde.

Eugênia Macassa, Directora da Pediatria, em representação da irecção do hospital disse que a presença do Moreira Chonguiça e sua banda é um acto de extrema importância, dada a utilidade da música como terapia. “Há bons anos que temos o privilégio de ter o Moreira aqui no hospital. Tem nos ajudado bastante não só nos doentes da Oncologia, assim como noutros. Esta boa parceria permite conexão com a equipa médica do hospital. A musicoterapia tem um papel importante nos nossos pacientes e temos visto resultados, por isso expandimos para outros pacientes. Esperamos continuar juntos por mais anos e que o hospital receba mais iniciativas destas. Estamos numa profissão stressante a música ajuda-nos a relaxar”.

Moreira Chonguiça dirigiu-se aos presentes dizendo: “A interacção que tive é de privilégio, por poder partilhar o que sei fazer com eles. O primeiro activo da cultura é o ser humano. Sinto-me honrado por puder conversar e tocar para esta classe que são nossos Embaixadores, numa data especial no mundo. Estar aqui rodeado por médicos, pacientes internados é um privilégio, pois partilhamos a moçambicanidade, celebrando as nossas diferenças. Parafraseei naquilo que eles fazem, por isso disse obrigado por nunca nos abandonar, pelo esforço que fazem pois esta classe é que protege o país”.

Por sua vez, a Secretária de Estado das Artes e Cultura, Matilde Muocha, disse que as artes, e por extensão a cultura, devem ser o pilar estratégico para a consolidação da Unidade Nacional e para a promoção do desenvolvimento do país. “Ao fazer a celebração do dia do Jazz no hospital, mais do que celebrar o dia, o acto traz esperança, promove a cura emocional e transmite a mensagem de que estamos todos juntos, apesar das adversidades de saúde que os nossos doentes enfrentam neste momento”.

Por fim, o representante da UNESCO em Moçambique, Michael Croft, disse não ter entendido logo à primeira a razão do convite para celebrar o jazz no hospital. “Mas

agradecemos pela escolha atenciosa pois no coração do jazz está a inclusão. A UNESCO celebra o jazz exactamente porque ele não tem barreiras ou fronteiras. O

jazz une as pessoas através de fronteiras que as separam. Neste momento de desafios vamos nos unir como seres humanos, pelo jazz que fala aos nossos corações”.

“Frisar que Moreira Chonguiça foi o primeiro músico moçambicano a participar no All-Star lineup para o International Jazz Day Global Concert (concerto global do Dia Internacional do Jazz), realizado em 2024, em Tangier, Morrocos”, adianta o comunicado de imprensa. 

A cerimónia de celebração e visita ao Serviço de Oncologia do Hospital Central de Maputo, vem seguindo uma tradição criada pelo etnomusicólogo e activista social, Moreira Chonguiça, desde 2019. Nesta edição, contou com a presença de parceiros, Corpo Diplomático, convidados, entre outros.

A Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) designou oficialmente o dia 30 de Abril como Dia Internacional do Jazz, a fim de destacar o jazz e seu papel diplomático de unir as pessoas em todos os cantos do globo. O International Jazz Day é presidido e liderado por Irina Bokova, antiga Directora-Geral da UNESCO, e pelo lendário pianista e compositor de jazz Herbie Hancock, que é Embaixador da UNESCO para o Diálogo Intercultural e Presidente do Herbie Hancock Institute of Jazz.

Moreira Chonguiça é parceiro da UNESCO, desde 2016, para a concepção e produção das celebrações do Dia Internacional do Jazz em Moçambique a 30 de Abril; e também é parceiro do Herbie Hancock Institute of Jazz em New York, Estados Unidos da América, no âmbito das celebrações do Dia Internacional do Jazz.

 

A Residência Oficial da Noruega, na Cidade de Maputo, acolheu, esta terça-feira, a cerimónia de assinatura de um novo acordo de cooperação entre a Embaixada do Reino da Noruega e a Associação Kulungwana, reforçando uma parceria de longa data, iniciada em 2008, e que se tem revelado fundamental para o fortalecimento do sector artístico e cultural no país.

O novo acordo, no valor de cerca de 15 milhões de meticais, para uma duração de um ano e meio, adianta um comunicado de imprensa, consolida os avanços alcançados ao longo dos últimos anos e reforça o compromisso conjunto com o desenvolvimento das artes e da cultura em Moçambique, com particular enfoque na juventude e na inclusão social.

Na cerimónia, a Directora-Executiva da Kulungwana, Henny Matos, expressou a sua satisfação e sentido de responsabilidade por mais esta etapa na colaboração institucional, sublinhando o impacto do apoio da Noruega na valorização do talento artístico nacional, na promoção da inclusão e na criação de oportunidades para jovens artistas, especialmente nas áreas da música e das artes visuais.

“Acreditamos que a cultura é um elo poderoso entre os povos, um motor de criatividade, identidade e transformação social”, afirmou, segundo a nota de imprensa da Kulungwana.

Ainda de acordo com a nota de imprensa, o novo apoio permitirá que cerca de duas mil crianças e jovens, dos 6 aos 35 anos, em Maputo, Nampula, Cabo Delgado e Niassa, receberão ao longo dos anos formação em música e artes visuais, com impacto comprovado na inclusão social e acesso ao mercado cultural.

O Embaixador da Noruega destacou que o apoio à Kulungwana se insere numa visão mais ampla da cooperação bilateral, especialmente no ano em que se assinalam 50 anos de relações entre Moçambique e a Noruega.

O diplomata realçou o orgulho da Noruega em ser o principal patrocinador da Kulungwana, sublinhando que, com um apoio básico previsível e não condicionado, o chamado core support, foi possível contribuir para o fortalecimento institucional da organização, oferecendo-lhe a flexibilidade necessária para inovar e crescer de forma sustentável.

“Testemunhar como a Kulungwana se tornou numa marca querida no panorama cultural moçambicano é motivo de grande orgulho para a nossa embaixada”, disse.

A cerimónia foi ainda marcada por um momento cultural, intitulado “Entre Notas e Laços”, apresentado pela Orquestra e Coro Xiquitsi, simbolizando a ligação profunda entre arte, cooperação e transformação social.

Este novo acordo reafirma o compromisso mútuo de continuar a trabalhar lado a lado na promoção das artes, na capacitação da juventude e no fortalecimento da sociedade civil moçambicana, através da cultura.

 

No passado dia 25, o Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de Portugal, Nuno Sampaio, acompanhado pelo Embaixador de Portugal em Moçambique, António Costa Moura, pela Presidente do Camões, I.P., Florbela Paraíba, e outros membros da Delegação da Cooperação Portuguesa, visitaram o projecto Música para Todos.

De acordo com um comunicado de imprensa, a visita teve lugar nas novas instalações da Fundação MusiArte – Conservatório de Música e Arte Dramática, uma das instituições implementadoras do projecto em Maputo.

Com dimensão internacional, o projecto Música para Todos é desenvolvido por um consórcio de cinco parceiros em Portugal, Angola e Moçambique (nas províncias de Maputo e Cabo Delgado).

No evento cujas palavras de boas-vindas foram dadas pela Directora da Fundação MusiArte – Conservatório de Música e Arte dramática, Stella Mendonça, o gestor do projecto, em Maputo, Adélio Naiene, apresentou os principais resultados e impactos alcançados.

Durante a sessão, dois momentos culturais foram proporcionados, incluindo uma breve actuação da Eco’Band, composta por jovens beneficiários do projecto.

Com efeito, foi destacado que Música Para Todos tem gerado um impacto social significativo, promovendo a inclusão de crianças e jovens em situação de vulnerabilidade, através da música, oferecendo-lhes formação artística de qualidade, fortalecendo competências pessoais, auto-estima e cidadania activa.

Através da prática musical colectiva, o projecto contribui também para a construção de comunidades mais coesas, resilientes e comprometidas com os valores da cultura de paz.

O Secretário de Estado, Nuno Sampaio, expressou a sua satisfação com o impacto positivo do projecto na vida dos beneficiários e elogiou os resultados obtidos. Reforçou ainda a importância da continuidade da iniciativa, incentivando o fortalecimento da cooperação cultural entre Portugal e Moçambique.

Música Para Todos, acção inserida no PROCULTURA, é financiada pela União Europeia em Moçambique, gerida pelo Camões,I.P, incluindo as embaixadas da Embassy of Ireland Mozambique e da Suíça.

A Fundação Moreira Chonguiça, em parceria com o Hospital Central de Maputo, vai celebrar, às 10 horas desta quarta-feira, o Dia Internacional do Jazz.

“O patrono da Fundação Moreira Chonguiça, Moreira Chonguiça, que foi o primeiro músico moçambicano a participar no All-Star lineup para o International Jazz Day Global Concert (concerto global do Dia Internacional do Jazz), realizado em 2024, em Tangier, Morrocos, vai efectuar uma visita ao Serviço de Oncologia (doentes com cancro) do HCM seguida da realização de um concerto no Anfiteatro do Departamento de Ortopedia, do mesmo hospital”, adianta o comunicado de imprensa.

A celebração do Dia Internacional do Jazz no Serviço de Oncologia, do Hospital Central de Maputo, segue uma tradição criada pelo etnomusicólogo e activista social, Moreira Chonguiça, desde 2019.

O evento a decorrer no HCM contará com a presença da Direcção do Hospital Central Central de Maputo, Representante da UNESCO em Moçambique, Corpo Diplomático, parceiros de cooperação, convidados, entre outros.

A Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) designou oficialmente o dia 30 de Abril como Dia Internacional do Jazz, a fim de destacar o jazz e seu papel diplomático de unir as pessoas em todos os cantos do globo.

O International Jazz Day é presidido e liderado por Irina Bokova, antiga Directora Geral da UNESCO, e pelo lendário pianista e compositor de jazz Herbie Hancock, que é Embaixador da UNESCO para o Diálogo Intercultural e Presidente do Herbie Hancock Institute of Jazz.

Moreira Chonguiça é parceiro da UNESCO, desde 2016, para a concepção e produção das celebrações do Dia Internacional do Jazz em Moçambique a 30 de Abril; e também é parceiro do Herbie Hancock Institute of Jazz em New York, Estados Unidos da América, no âmbito das celebrações do Dia Internacional do Jazz.

O poeta Álvaro Fausto Taruma é um dos nomes convidados para compor a programação especial do Dia Mundial da Língua Portuguesa, celebrado no próximo dia 3 de Maio, no Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo.

De acordo com uma nota de imprensa, Álvaro Fausto Taruma participa com uma intervenção sonora original, parte da performance-instalação “Rádio Cósmica Mêike Rás Fân”, projecto criado por José Paes de Lira (Lirinha), que propõe uma escuta expandida da diversidade cultural e linguística da chamada galáxia lusófona. 

A performance, que reúne vozes, sotaques, poemas e paisagens sonoras de artistas de países que falam português, parte da provocação: “Nós falamos a mesma língua?”

Com uma resposta poética e inédita a esta pergunta, Taruma leva à Rádio Cósmica a sua voz, a sua escuta e a sua língua, feita de múltiplas camadas, entre o ronga, o português e a memória das águas do Índico. 

O autor de Matéria para um grito também contribui com a leitura de um poema autoral e a indicação de uma música que atravessa sua obra e o seu território poético.

O evento integra a programação anual do Museu, um dos mais importantes espaços de celebração da língua portuguesa no mundo, com curadoria de Luiza Romão, Ana Frango Elétrico e da Cinemateca Brasileira.

Álvaro Fausto Taruma junta-se assim a uma constelação de artistas que, juntos, celebram a língua portuguesa como um organismo vivo, mutante e plural.

 

17 jovens do Programa de Liderança para a Conservação de Moçambique (PLCM) foram recebidos, esta semana, pela Embaixadora da Suécia, Mette Sunnergren, na residência oficial da Suécia, em Maputo. 

O evento designado FIKA, que em sueco significa uma pausa para tomar café, teve como objectivo a partilha de ideias e a inspiração dos futuros líderes.

No encontro, os futuros líderes tiveram a oportunidade de dialogar com a embaixadora, tendo partilhado as suas motivações para escolher a área de conservação, planos para o futuro e como pretendem contribuir para a conservação e sustentabilidade em Moçambique.

Ao todo, 73 jovens — dos quais 42 mulheres — integram actualmente o PLCM, com apoio da Suécia. Os estagiários foram distribuídos por 26 centros de estágio em todo o país, onde aplicarão os seus conhecimentos académicos e ganharão experiência prática em gestão de áreas de conservação, investigação, educação ambiental e desenvolvimento comunitário durante um período de seis meses.

O FIKA também serviu para sublinhar a cooperação entre a Suécia, a Fundação para a Conservação da Biodiversidade (BIOFUND), a Administração Nacional das Áreas de Conservação (ANAC) e o Instituto Nacional de Emprego (INEP), com a finalidade de formar a próxima geração de guardiões da biodiversidade moçambicana.

Durante o evento, a Embaixadora da Suécia teve a oportunidade de ouvir as ideias dos jovens, destacou que “A Suécia tem orgulho em financiar o PLCM. Acreditamos que os jovens desempenham um papel essencial na protecção de paisagens e espécies. Cada pequena acção conta; desejamos que este estágio impulsione as suas ambições e enriqueça o seu currículo.”

Para Sean Nazerali, Director de Financiamentos Inovadores da BIOFUND, “Os estagiários representam uma verdadeira injecção de capital humano nas Áreas de Conservação — uma injecção de talento, ideias frescas e compromisso que revitaliza o sector e impulsiona a inovação”

Mohamed Harum, representante da ANAC, motivou os estagiários com as seguintes palavras: “Acreditem no vosso potencial e abracem as oportunidades que surgem. A conservação precisa de mentes jovens, criativas e comprometidas. Participar em programas como o PLCM pode ser o primeiro passo para uma jornada impactante, onde não só protegemos a biodiversidade, mas também transformamos o sector da conservação e inspiramos futuras gerações.”

Além de discutir sobre a conservação e aprender um pouco sobre a cultura sueca, os participantes ouviram testemunhos de antigos estagiários e exploraram oportunidades de carreira. 

A cantora Elvira Viegas vai celebrar os seus 50 anos de carreira artística. Depois de um adiamento forçado pelas manifestações que marcaram o país nos últimos tempos, o concerto de celebração dos 50 anos de carreira de Elvira Viegas, ícone da música moçambicana, já tem nova data: 29 de Agosto de 2025, sexta-feira, às 18h00, no Centro Cultural Moçambique-China, em Maputo.

O espetáculo produzido pela Khuzula representa não apenas a celebração de um talento incontestável, mas também um tributo à dedicação e ao impacto duradouro de Elvira Viegas no panorama musical moçambicano. 

A organização garante que os bilhetes previamente adquiridos permanecem válidos para esta nova data, garantindo assim o acesso de todos os fãs e admiradores que já tinham marcado presença para a data anterior.

“A artista promete uma noite inesquecível, repleta de emoção, memórias e uma viagem pelos maiores sucessos dos seus seis álbuns, nomeadamente “Ndzi Xikala Vitu”, “Tlanga U Pimela”, “Kusuhi na Mine”, “The Best of Elvira Viegas”, “Tsendeleka” e o mais recente “Ora Chegou”. O seu impressionante portfólio conta com mais de 100 músicas registradas, sendo que 99% das composições nasceram de poemas em português, que Elvira Viegas transformou pessoalmente em canções com alma e autenticidade”, adianta a nota de imprensa da Khuzula.

A caminhada rumo à grande celebração contará com uma série de eventos especiais, incluindo encontros com fãs e acções promocionais. O primeiro desses momentos será no dia 10 de Maio, no evento “Celebrando Vida”, a ter lugar Casa d’ Artista Kutenga – um espaço de celebração e conexão cultural. No evento inaugural, os fãs poderão adquirir bilhetes, conhecer mais sobre os bastidores da carreira da artista e iniciar oficialmente o aquecimento para uma das maiores noites da música nacional.

Celebra-se, esta quarta-feira, o Dia Mundial do Livro e do Direito do Autor, um evento comemorado todos os anos, no dia 23 de Abril, para celebrar o livro, incentivar a leitura, homenagear autores e reflectir sobre os seus direitos legais.

O Dia Mundial do Livro é uma data escolhida pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), para celebrar o livro, incentivar a leitura, homenagear autores e refletir sobre seus direitos legais. Essa data foi escolhida em tributo aos escritores Miguel de Cervantes, Inca Garcilaso de la Vega e William Shakespeare, que morreram em 23 de abril de 1616.

Segundo a Unesco, “ao promover os livros e os direitos autorais, a Unesco defende a criatividade, a diversidade e o acesso igualitário ao conhecimento, com trabalho em todos os sectores, desde a rede de Cidades Criativas da Literatura, até a promoção da alfabetização e da aprendizagem móvel, assim como o avanço do acesso aberto ao conhecimento científico e aos recursos educacionais. 

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