Entre a boémia e a irreverência, o pico da criatividade
A primeira revista literária de Moçambique independente, “Charrua” (1984), foi fundada por jovens boémios e irreverentes da cabeça aos pés. A “Charrua” não foi criada
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São assim os homens (…): têm medo das mulheres quando elas falam e mais medo ainda quando ficam caladas Mia Couto Mutumbela Gogo estreou há
É preciso resistir na luta contra os males que afectam a sociedade. E, nesse processo, uma das melhores alternativas pacíficas é a nova peça do
A casa é amizade construída aos poucos Zélia Duncan Na Janela para o oriente, de Eduardo White, e no Livro do desassossego, de Bernardo Soares
As prateleiras moçambicanas ganham, amanhã, mais uma obra literária. Intitulada “Serpentear nas Esteiras do Tempo”, a obra da autoria de Lúcia Baptista será lançada às
Quem tem música e asa,/ não precisa de casa Hélder Faife “O canto dos escravos” é o título do novo livro de Paulina Chiziane. Escrito
O Conselho Municipal de Maputo promove, esta quarta-feira, mais um programa “A caminho da feira”. A iniciativa pretende divulgar a Feira do Livro de Maputo,
A liberdade é um tema que preocupa Paulina Chiziane. Por isso, o novo livro da autora, O canto dos escravos, investe na libertação individual e
Deus ajuda os bons quando são melhores que os maus Isabel Allende 119 páginas fazem o livro A pátria do João Lucas, de Luís Artur,
Os “tricolores” continuam apostados em somar mais pontos no Moçambola Zap. No jogo de hoje, mesmo sem fazer um jogo brilhante, Maxaquene marcou por duas