Por quê Lucky Luke matou Lucky Dube?
A pele branca de Lucky Luke estava corada. Cozida. Parecia um mutlhutlhu, uma “água e sal” de sol e suor. A cor clara e os
A pele branca de Lucky Luke estava corada. Cozida. Parecia um mutlhutlhu, uma “água e sal” de sol e suor. A cor clara e os
A capulana a fazer de cortina. A luz, violenta, trespassa o pano. A mulher cerra os olhos. Cobre o rosto com a mão. Protege o
Com os jornais à tiracolo, Nhinguito, o ardina, caminhava de tronco vergado ao peso. Eram as últimas notícias que os tornava tão pesados, até lhe
Escuro. Noite. Ele achegou-se com intenções claras. A mulher esquivou o olhar com timidez acesa de pirilampo. Pôs as mãos no peito do homem, defensiva,
XIPIKIRI A chave rodou. O veículo respondeu ao golpe da ignição com um solavanco tímido, mas conteve a precipitação. O motor soltou-se e gemia: hmmmmmmmm!
XIPIKIRI Samora regressou de Nachingweya como quem regressa, ao fim do dia, de uma intensa jornada de trabalho. Aliviou-se da espingarda que lhe pesava o
XIPIKIRI O calendário sorriu, marcava sexta-feira. Jesus largou o expediente. Desapertou, sem cerimónia, a gravata. Saiu do escritório antes da hora, sem despedir. A semana
Entregou-me uma moeda. Estendi-lhe os balões. Escolheu um. Era amarelo. Ali mesmo, segurou-o com o trejeito do indicador e polegar. A língua desenhou uma vírgula
XIPIKIRI Khô! Foi um som seco. Mudo. O crânio estremeceu. Os ombros saltaram. Os amortecedores do pescoço cederam. A nuca, sacudida, bateu as costas. Os
XIPIKIRI – Ntlha!!! Maússe dobrou a língua em sinal de desprezo. Levantou-se sem pedir permissão. Abandonou a reunião como se saísse duma discussão informal num