O Director-Geral da Administração Nacional de Estradas diz que a fusão da sua instituição com o Fundo de Estradas não vai comprometer a eficácia das actividades. Miguel Coanai falou à STV após o anúncio da fusão ANE e do Fundo de Estradas pelo Conselho de Ministros.
“Com base no trabalho que foi feito, a nível do sector de estrada, observou-se que tínhamos, por exemplo, duas entidades a operar, que é a Administração Nacional de Estradas com a missão de implementar os programas do ponto de vista físico, e outra entidade, que é o Fundo de Estrada, com a missão de fazer a execução financeira. Então, do ponto de vista operacional, constatou-se que havia necessidade de fazer a integração do Fundo de Estrada na ANE, no sentido de melhorar a eficiência”, explicou Miguel Coanai.
O Director-Geral da ANE avançou ainda que, do ponto de vista operacional, observou-se a necessidade da eliminação da duplicação dos conselhos de administração que o sector tinha. “A nível da ANE tínhamos um conselho de administração e a nível do Fundo de Estrada também tínhamos um conselho de administração. Portanto, do ponto de vista operacional e eficiência, havia esta necessidade”.