O porta-voz da Frelimo nega que haja um comando do partido no poder para colocar de lado apoios de outras formações políticas às vítimas de inundações. Pedro Guiliche considera descabido que se faça qualquer tipo de segregação de ajuda humanitária.
Depois de denúncias de algumas formações políticas de estarem a enfrentar dificuldades para fazer chegar os seus apoios às vítimas de inundações, o porta-voz da Frelimo, à saída de uma sessão da comissão política do partido, nesta quarta-feira, disse tratar-se de um falso alarme.
No entender de Pedro Guiliche, apesar dos estragos significativos, as cheias que assolam parte do País estão a servir para unir os moçambicanos.
Questionado sobre o desfecho do recente caso da morte do administrador do BCI, o porta-voz da Frelimo sugere que se aguardem investigações de Moçambique e Portugal.
Sobre as incongruências existentes entre o decreto do Conselho de Ministros e o diploma do Ministério da Economia sobre as restrições na importação de arroz e trigo, Guiliche diz aguardar os esclarecimentos daqueles que tomaram as decisões.
Entre vários assuntos, a Comissão Política da Frelimo analisou, nesta quarta-feira, a situação das inundações que afectam famílias, empresas e o Estado moçambicano, como um todo.

