Silvano Langa, antigo director do INGC, diz que as águas que inundaram as províncias de Maputo e Gaza reflectem a fragilidades do Estado na priorização de infraestruturas de controlo e gestão da água. Langa defende que o país deve traçar uma agenda climática vinculativa de todos os governos.
Moçambique, outra vez, foi fustigado pelo efeito da mudança do clima e como no passado, foi encontrado despreparado, embora antes de Outubro as instituições técnicas tenham dado antevisão de que a época chuvosa teria efeitos catastróficos. o Economista e antigo Diretor do INGC, Silvano Langa, em grande entrevista da STV, desafiou o país a melhorar o sistema de aviso prévio.
De fora para dentro, Silvano, com base na sua experiência, entende que os planos de contingência têm encontrado resistência de financiamento dentro do sistema governativo, o que gera impacto catastrófico nas populações.
Segundo o entrevistado, há uma quebra de memória institucional de quadros devidamente treinados para liderar emergências. Por isso, recomenda que o presidente do INGD esteja rodeado de técnicos especializados e multissectoriais.
As águas que inundaram Maputo e Gaza, segundo Silvano, reflectem fragilidades do Estado na priorização de infraestruturas de regulação das águas – as barragens hidrográficas.
O grande entrevista com Silvano Langa pode ser visto na integra na STV PLAY

