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UNFPA defendem que medidas coercivas não controlam natalidade

O oficial de projectos do Fundo das Nações Unidas para a População (UNFPA) defende que a definição de políticas coercivas de fecundidade, orientadas a objectivos específicos, não é eficaz para alcançar a transição demográfica e é prejudicial para a sociedade. Eladio Maianga falava, esta terça-feira, durante o lançamento do Relatório Sobre a Situação da População Mundial 2025. 

O Relatório intitulado “A verdadeira crise da fecundidade: busca pela autonomia reprodutiva em um mundo em transformação” mostra que há um problema mundial de autonomia reprodutiva, propondo que a melhor forma de resolver o problema é a criação de uma sociedade mais justa e sustentável. 

“A defesa de abordagens baseadas  em direitos proporcionais em relação a cuidados de saúde acessíveis, a educação e a qualidade de emprego digno, que garante a igualdade de género, assim como sistemas de protecção podem ser abonos para o alcance desta transição demográfica tão desejada”, sublinhou 

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